segunda-feira, 12 de junho de 2017

Um método político

     Ontem foi falado sobre a corrupção, o poder do voto e da liberdade de expressão. Queria bolar um método em que, inicialmente, pudéssemos marcar tudo que um candidato que recebeu nosso voto fez, prometeu e semelhantes, de modo a fazer um balanço se ele realizou ou não um bom mandato, se merece nosso voto em outra outra eleição, assim como um autoconhecimento sobre a política. Esse método, que não está terminado e que está aberto a sugestões e melhorias, foi baseado no orçamento pessoal que pessoas como Gustavo Cerbasi sempre sugerem que seja feito. 
     A ideia é simples. Após ir votar, guarde o santinho, a cola autorizada, o papelzinho com os números dos candidatos, chamem como quiser, em uma pasta, ou, se preferirem, em uma planinha de Excel. Depois, todos os meses, após o candidato ter tomado o cargo, caso seja eleito, devemos fazer uma busca nos sites do Senado, Câmara de vereadores, prefeitura, ou seja lá onde o escolhido por você estiver trabalhando, assim como sites de notícias, para saber, e depois marcar a informação, o que ele votou e como votou, as ideias que ele defendeu, assim como suspeitas de crimes, atos de corrupção e semelhantes. No caso da pasta você pode guardar as notícias, já no Excel colocar um link. Em seguida, após cada item mencionado anteriormente, você deve escrever sua opinião, se concorda com o que o candidato eleito fez e defende, escrevendo, além de concorda ou discorda, o que você pensa em uma outra célula na planilha, ou em um papel a ser  colocado na pasta. Faça isso durante o mandato e, quando chegar a próxima eleição, analise se, no geral, a opinião e as atitudes do político condizem com o que você pensa. Se sim, continue votando nele. Caso contrário, fique longe dele e das pessoas que pensam de forma parecida.
     Pode parecer trabalhoso, mas, tendo em vista a proatividade da classe política brasileira, não deve ser muito desgastante. O mais importante é que você terá um banco de dados do candidato, além de ter um melhor autoconhecimento político, aumentando as chances de melhores escolhas e uma atitude mais ativa em relação a um assunto tão importante. Lembre-se que, ao votar em alguém, você dá seu voto de confiança nesta pessoa, autoriza-a a ser seu representante. Agora, se esta pessoa não condiz com seus penamentos e atitudes, ela merece este poder? 
     Este tipo de raciocínio é o mesmo usado pelos gamers, com menos formalidade, quanto aos jogos de sua preferência. Temos um banco de dados, mesmo que mental, com os games que jogamos, se gostamos daquele gênero, se a jogabilidade nos agrada, se a empresa já produziu outros títulos bons e assim por diante. Por ser mais importante, a questão dos votos precisam de um acompanhamento mais metódico. Vamos divulgar esta ideia, assim como melhora-la, pois assim teremos um país melhor, com eleitores com um maior autoconhecimento e mais atentos às decisões políticas.
     Saudações gamers
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