terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Inflação: o chefão da realidade

     Aproveitei o feriado para fazer umas contas pessoais e foi assim que me deparei com uma um terror inconveniente: a inflação. Obviamente sabia o dano que ela causava, mas quando colocamos na ponta do lápis, por assim dizer é que realmente temos a noção de como isso é destruidor. Falando em medo, não entrem em pânico que não vou entrar com definições de economia ou cálculos de matemática. Vou só falar que a inflação é a perda de poder aquisitivo, ou seja, o que eu compro hoje por um valor não poderá ser comprado pelo mesmo preço no ano que vem. Dando um exemplo prático que eu vi, antigamente comprava uma casquinha de sorvete de uma gigante de fast food por R$0,80 e hoje, a mesma casquinha custa mais de R$2,00 reais. Agora pense isso em TUDO que compramos.
     Tirando as pessoas mais velhas que passaram pela hiper inflação que assolou o Brasil, os mais jovens não tem essa noção de como este fenômeno econômico pode ser devastador. Para muitos é só um número falado pelo âncora do jornal, mas não é. É algo de extremo perigo que deve ser fiscalizado com vigilância total, pois se ela crescer demais o seu dinheiro vira pó. Não consegue visualizar esse poder destrutivo? Vamos a um exemplo do dia a dia.
     Imaginem o Julius, pai do Chris, que tem dois empregos e sustenta sua família composta de uma esposa e três filhos. O cara se mata o dia todo para ganhar o salário, porém sabe que é o suficiente para pagar as contas e comprar comida, claro que fazendo bastante economia. A inflação aumenta 10% ao ano e logo o que ele ganha não é mais o suficiente. O salário é o mesmo, mas o poder de compra não. Se ele comprar as mesmas coisas vai pagar mais caro. Por quê? o dinheiro perdeu valor. Agora é se virar nos trinta para pagar as contas. Resumindo, a inflação empobrece TODA a população, mas é mais terrível com os mais pobres, pois viviam já no limite antes de sofre o ataque da desvalorização da moeda.
     Devemos ficar vigilantes, cobrar nossas autoridades de modo a evitar que a inflação cresça. Sabe aqueles inimigos que se não forem derrotados em um certo tempo crescem e ficam mais fortes, como o Cérberus em God of War? A inflação é assim, mas com um diferencial. Ao deixá-la crescer ela passa de um vilão corriqueiro para um chefão. Ele passa de Goomba a Shao Kahn e vai crescendo cada vez mais, ficando quase impossível derrotar. Se é assim estamos perdidos, não é? Não se tomarmos cuidado. Alunos de economia trabalham durante toda a faculdade para entender e batalhar contra a inflação, então se tivermos pessoas capacitadas, seja nas empresas seja, principalmente no governo ficaremos bem. Portanto muito cuidado quando votar, pois, além do político, é necessário uma equipe de governo capacitada, incluindo um economista, assim, escolha o mais capacitado e não o mais simpático, o que promete mais coisas e assim por diante, sem falar de cobrar os já eleitos e não permitir que deixem a inflação desandar e, caso façam isso, sejam substituídos e punidos, pois o erro deles causa dano a milhões de pessoas desde o mais pobre até o magnata.
     Saudações gamers e prestem muita atenção 
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Horizon Zero Dawn : A Primeira Hora

Vídeo do Zangado





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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Carnaval e games: duas paixões para todos os gostos

     É carnaval! Época de alegria, muita diversão, descanso para alguns, muito trabalho para outros, símbolo nacional, momento em que críticas são feitas de forma leve e com muito bom humor, etc. Resumindo, é um período incrível em que a grande maioria aproveita e é sobre isso que vou falar.
     Existem várias formas de comemorar e aproveitar o carnaval. Esta festa variada é comemorada em todo país, o que permite que todos, ou quase, possam aproveitá-lo. Temos os desfiles das escolas de samba, sendo os mais famosos do Rio e o de São Paulo, onde podemos nos divertir na avenida, defender as cores da escola de coração, ajudar a empurrar os carros ou colaborar com a harmonia, sempre com muita alegria, apesar das responsabilidades. Já outras pessoas preferem os trios elétricos, dançando como se não houvesse amanhã. Tem aqueles que preferem os bloquinhos outros que gostam das marchinhas carnavalescas. Alguns gostam de assistir aos desfiles pela televisão outros ao vivo. Temos também o frevo, o maracatu, o Galo da Madrugada e muito mais. Alguns preferem ficar longe de toda esta animação e ir viajar e curtir o feriado prolongado e tem aqueles que já fazem os preparativos para a Quaresma que está por vir. Seja como for, do sagrado ao profano, o carnaval é uma época de muita alegria e que todos podem aproveitar, das mais variadas formas, com algumas, é verdade, é bom ter moderação e usar proteção, já outras são liberadas a todos os públicos.
     Da mesma forma que o carnaval, os videogames também apresentam uma vasta gama de opções para todos os públicos, seja em termos de gêneros, como ação, aventura, tiro, esportes, survivor horror, etc, seja nos controles com o uso de um tradicional ou um com leitor de movimentos. Para uns é trabalho, para outros é diversão. Temos as mais diversas plataformas para os mais variados gostos, assim como a liberdade de se jogar sozinho ou com amigos. É uma área de pesquisa assim como o carnaval, resumindo é para todos os gostos. É verdade que, assim como a festa popular existem alguns abusos, mas, diferentemente desta, o número de pessoas sem controle é muito menor.
     Tanto o carnaval como os games permitem uma diversão gigante, uma alegria contagiante. Em ambos os casos temos representações artísticas, possibilidades de críticas sociais, mas de uma forma leve, de modo que não nos deprime, porém abrindo nossos olhos para a realidade. Muitos não entendem ou não conhecem as variadas formas de expressão presente tanto no carnaval como nos videogames. Vale a pena buscar informações sobre ambos antes de sair por aí dizendo que não gosta deles. Dificilmente alguém não aproveita o carnaval, assim como não aproveitaria os games, mas, para este pequeno grupo, fica o aviso de respeitar o gosto dos demais, de conhecer um pouco mais, de achar, dentre as mais diversas formas de expressão de ambos uma que lhe agrade, porém, se nada disso der certo, pelo menos tem-se o clima de alegria e de festividade e isso deve ser sempre valorizado, sempre com responsabilidade, é claro. Seja com os games seja com o carnaval, divirtam-se, estudem mais e vejam as mais variadas formas presentes em cada um.
     Saudações gamers
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For Honor: Primeira Gameplay - Xbox One / PS4

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domingo, 26 de fevereiro de 2017

Resident Evil 7 #08: Marguerite Baker Boss Battle - Xbox One / PS4 gameplay

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Supermercado gamer

     Ao fazer as compras no supermercado me deparei com algo que me chamou a atenção. Estava em uma loja de uma empresa bem conhecida, sendo que essa estava em reforma. Por causa disto precisei andar mais até encontrar os novos locais dos produtos que geralmente compro e, no meio desta mini jornada acabei chegando na parte de eletrônicos.
     Andando por esta sessão encontrei em meio a notebooks, mouses e demais artigos de informatica dois teclados para gamers. Obviamente não são aqueles hiper especializados, mas, mesmo assim, foram desenhados para se jogar, com vários botões de atalho e as teclas W, A, S, D com cores diferentes. Achei muito legal esta descoberta pelo fato de não estar em um supermercado de uma empresa conhecida pelos seus produtos diferenciados. Fiquei feliz de ver que os games estão crescendo a ponto de grandes varejistas começarem a vender produtos especializados para os fãs de jogos eletrônicos. 
     Em seguida me deparei com a parte para games em si. Um espaço pequeno com dois consoles da nova geração: um PS4 e um Xbox One para serem jogados, alguns exemplares para serem vendidos, uma seleção de jogos e acessórios. O espaço, como dito, é ainda bem pequeno e, pelo jeito, sem chances de mudar com a atual reforma, porém já é alguma coisa. Toda jornada começa com o primeiro paço, não é mesmo?
     Por fim, ao passar as compras no caixa, encontrei uma revista da Playstation. Escrevi em um outro texto sobre as revistas, então considerei isso um achado. Não sei se é campanha da Sony com Horizon: zero dawn ou o varejista que começa a ver que revistas de games podem ser interessantes, só sei que fiquei contente com tantos itens relacionados a games em uma única compra de mercado.
     Saudações gamers
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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Real feminismo

     Nos últimos anos temos visto muitos protestos, seja na internet, seja no mundo real de feministas criticando a sociedade machista das mais variadas formas e, normalmente, com uma atitude agressiva. Não que elas saiam no braço com as pessoas, mas com frases e atitudes muitas vezes ofensivas. Mas será que elas são realmente feministas e lutam por melhores condições da mulher?
     A nossa sociedade é sim machista e precisa respeitar as mulheres por toda a sua importância. Vemos isso quando homens recebem maiores salários que as mulheres que fazem a MESMA função, quando uma mulher bonita passa na rua e vários homens olham-na como um objeto de desejo, focando mais em partes específicas ao invés do ser completo, algumas vezes com cantadas bisonhas, quando culpamos a vítima de estupro por ter sido agredida, quando mulheres sofrem violências e é considerado normal, seja física ou moralmente, quando impomos que a mulher não trabalhe, apesar deste já estar em desuso em nosso país e assim por diante. Em alguns países é ainda pior com negação de estudo a elas, agressão completamente liberada, privações, falta de direitos como o voto, etc.
     Se a luta for contra tudo isso, por melhores condições de vida, por maior igualdade, em termos de direitos e assim por diante pode contar com a nossa ajuda. Acreditamos que as injustiças mencionadas precisam ser corrigidas o quanto antes. Se uma pessoa fez um determinado trabalho merece receber da mesma forma que as demais que o realizaram, independentemente do sexo, assim como nenhuma pessoa deve ser tratada como um pedaço de carne, ter direito a trabalhar, a votar, a estudar, não ser agredida, etc. 
     Por outro lado, quando vemos supostas feministas fazendo protestos contra as mulheres que trabalham e tem um chefe homem, pela obrigação das mulheres não depilarem as axilas ou se cuidar, dizendo ser uma montagem do homem da mulher ideal ou sair por aí com as mamas de fora dizendo que, se o homem pode andar sem camisa, o que, convenhamos, não é das práticas mais comuns, pelo menos na minha cidade de São Paulo, elas também o tem e que homens e mulheres são 100% iguais, aí fica demais. Obviamente todas estas fanáticas cabularam as aulas de biologia, pois homens e mulheres são sim diferentes. 
     Criticando as reivindicações por partes. Quanto a trabalhar para homens, se começarmos a fazer esta segregação de homens só se reportando para homens e mulheres para mulheres, aonde vai parar a igualdade? É segregando que se cria um mundo melhor? NÃO. Condições de trabalho iguais, ou quase, se levando em conta a maternidade, tudo bem, agora preconceito não. Quanto à depilação, será que as mulheres não se sentem incomodadas com os pelos pela própria opinião ou até pela das outras mulheres e não por culpa dos homens? E aquela história de mulher se arrumar para outra mulher? Agora quanto à nudez parcial pois os direitos são os mesmos então, segundo esta lógica, o homem pode engravidar, não é? Os mesmos motivos, no caso biológicos, se aplicam em ambos os casos. Sem falar que, segundo estas fanáticas, todo o homem só pensa naquilo, só vê a mulher como objeto. Em muitos casos infelizmente é verdade, mas se as mulheres andassem parcialmente nuas, não seria o sonho destes caras? Ao defender supostos direitos maior felicidade para os pervertidos surgiria. Para este grupo que, felizmente não representa todos os homens, este tipo de protesto é o melhor de todos.
     A mulher é fundamental em nossa sociedade e merece nosso respeito. Porém não são com protestos agressivos e até ilegais que se alcançará uma sociedade mais justas e sim criará maiores preconceitos. Queremos sim na sociedade, nos games e cultura em geral, mulheres com atitude ativa, como Lara Croft e Nariko, mas temos que respeitar as que por escolha, e não imposição, seja dos homens seja da sociedade em geral, quiserem agir de forma passiva. Não é porque a Princesa Peach é frequentemente raptada e precisa ser salva pelo Mário que deixaremos de respeitá-la, afinal ela é, além de um ser vivo, da realeza, isso no universo dos jogos é claro. Existem sim mulheres que querem abrir suas empresas, trabalhar e demais atitudes. Apoiamos totalmente. Mas tem algumas, assim como alguns homens que querem cuidar do lar, constituir família e semelhantes. Legal também. Se essa é a vontade deles, e só deles, e for viável, por meio de um(a) parceiro(a) ótimo. A vida é de cada um e, se não está causando dano a ninguém diretamente, não tem problema. Livre arbítrio é para isso. Vou parar por aqui, pois o texto já está longo. Vamos respeitar as mulheres e lutar pelos seus direitos, mas de forma inteligente e, de fato, focado nas mulheres e não em fanáticas.  
     Saudações gamers
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For Honor : Vale ou não a pena jogar

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

BERSERK and the Band of the Hawk : Conferindo o Game

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Quando a brincadeira vira coisa séria: dos mitos e (in)verdades sobre as relações entre jogos digitais, cultura e consumo

Artigo de Gilson Cruz Junior e Dulce Márcia Cruz

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-32892016000200179&lang=pt
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Só joga os mais vendidos?

     No texto de ontem comentei sobre as pessoas que se dizem intelectuais ao menosprezarem blockbusters, best sellers e jogos com investimentos milionários. Hoje, para completar e cumprir com o prometido naquele texto, vou falar do inverso, das pessoas que querem ler, assistir ou jogar aqueles títulos que figuram entre os mais vendidos, assistidos, resumindo o que está na moda.
     Quando grandes jogos são anunciados, milhares de pessoas já começam a ficar animadas a ponto de realizar a pré compra assim que esta ficar disponível. Até aí tudo bem, quando o que foi prometido é entregue pela empresa, é claro. O grande problema é que tem pessoas que só vão atrás destes jogos, então, para eles, quando algum estúdio lança um jogo diferente, até revolucionário, mas que não tem tanta propaganda, o gráfico não é tão incrível ou algo semelhante, eles não compram. Alguns chegam ao extremo de desprezar todos os jogos antigos, como se a história dos videogames não fosse importante, mas isso merece um texto à parte. A questão é que, em um mundo em que a tecnologia predomina, juntamente com a insegurança pessoal, ter o mais moderno, o mais caro, o que recebeu maior investimento, o com maior propaganda ou destaque é o aceito por muitos sem questionamento.
     Para este grupo a gameplay e, principalmente, a diversão ficam em segundo plano. O importante é ter aquele produto top, o que todos comentaram na mídia desde o anúncio, seja ele um celular, um jogo, o livro mais lido, o filme mais assistido e assim por diante. Que visão limitada. Muitos jogos não recebem estes investimentos milionários e são excelentes. Outlast mudou completamente os jogos de survivor horror, com um investimento muito menor do que o Resident Evil 6. Para aqueles que só querem saber dos grandes lançamentos, este jogo ficaria de fora de sua lista, seria xingado como inferior e desprezado. Talvez depois de virar um sucesso as pessoas deste grupo iriam experimentá-lo, só para não ficar fora de moda. Mas para muitos, o simples fato de não ter sido feito por uma grande empresa, com uma campanha publicitária incrível, já é motivo de desprezo. 
     Como dito no texto de ontem, aproveite tudo, desde os jogos indies até os de grandes empresas. Grandes filmes são feitos fora de Hollywood e com um orçamento muito menor. Alguns bem próximos de nós como O segredo dos seus olhos, filme Argentino muito premiado. Assim como grandes livros são escritos. Muitos escritores, assim como pintores, não foram reconhecidos como grandes mestres em sua arte quando vivos, alguns morrendo na penúria. Hoje são reverenciados. Acha que eles tiveram as propagandas milionárias? Não. A falta de destaque em sua época levou muitos à pobreza e à falência. Felizmente hoje são reconhecidos pelo que são, gênios. O mesmo acontece hoje com filmes, livros e jogos. O que não chama tanta atenção hoje pode ser a base para os sucessos do futuro, portanto não perca esta oportunidade, aproveite os grandes sucessos, mas também os projetos independentes, com baixo orçamento, mas que podem ser divertidos, com uma grande história, algo novo e assim por diante. Não perca grandes obras e grandes oportunidades só porque sua roupagem não é tão chamativa quanto as demais. Não se juga um livro, filme, jogo etc pela propaganda.
     Saudações gamers

Promoção de Parceiros:
Netshoes:
R$100 de desconto nas compras acima de R$ 250 para produtos com selo “GANHE MAIS” - CUPOM = PROMO100
Walmart:
Moto Z Play Sound Edition + JBL SoundBoost + Capa vermelha R$ 1759,12 à vista no boleto com Frete Grátis Brasil (exceto Norte) __________________________________________________________________
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Transformers Devastation #08: Por que humanos ajudam Decepticons? - PS4 ...

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Fanboy intelectual

     Assistindo a um vídeo do Sidão do Game sobre os tipos de fanboy, gostei de uma definição dada a uma categoria. Para o tipo de fanáticos citados, somente jogos que não sejam superproduções prestam, já os que recebem milhões de investimento são considerados inferiores como forma de arte, mercenários ou algo semelhante. Existe, como dito no vídeo, o inverso, onde pessoas acham que somente jogos com investimentos milionários valem à pena, o resto sendo lixo. Falarei deste tipo em um outro texto, pois queria focar nos supostos intelectuais.
     Essa tendência de achar que grandes sucessos são lixo e o que presta é algo menor, onde a arte vive não é uma tendência nos games. Algo que vi muito no mundo acadêmico são pessoas com este tipo de raciocínio. Em termos de filmes, segundo estes, os blockbusters não são filmes, no conceito artístico, somente os filmes independentes, normalmente vindos da Europa, são bons. O mesmo vale para os livros, sendo os best sellers indignos de atenção e somente os de autores independentes e clássicos como algo de qualidade. Agora esta linha de raciocínio falho chegou aos games, uma forma de arte nova.
     Seja filmes, livros ou games este penamento é extremamente limitado, sem falar preconceituoso. Segundo ele, se você assiste a um filme de sucesso ou lê um livro que figura na lista dos mais vendidos, você é inferior, ignorante, incapaz de saber o que é arte. Menos. Novamente pergunto: Por que não os dois? Este raciocínio de aproveitar o que existe sem limitações quanto a empresas, sagas e semelhantes já foi discutido em outro texto, mas se encaixa neste também. Qual o problema de assistir a um filme de herói, do Spielberg ou do Michael Bay e depois assistir a uma obra de Akira Kurosawa, Federico Fellini ou Luiz Buñuel? O que que tem ler um Harry Potter, um Código da Vinci e depois ler James Joyce, Camões ou um filósofo como Aristóteles? Devemos buscar o máximo de conhecimento possível ao mesmo tempo que nos divertimos. Não precisamos viver nesta dicotomia sucessos e cult. Devemos aproveitar os dois mundos. Leia os best sellers, clássicos da literatura, filósofos e todos os demais gêneros e tipos de livros, assim como assista filmes do mundo inteiro, sejam eles considerados sucessos de mercado, obras de arte ou o que for. O mesmo vale para os games. Conheça os sucessos como Halo, God of War, The Last of Us, Gears of Wars, Mario, The Legend of Zelda assim como os jogos produzidos por estúdios independentes.
     Apesar de se passar por intelectuais, este tipo de fanboy não passa de mais um fanático. Podemos aprender de várias formas desde filmes, livros e games considerados cults até os mais vendidos de cada categoria. Não podemos ter uma visão tão limitada, da arte e da vida.
     Saudações gamers  

Seleção de Livros! Clique e confira.
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Testando a Demo : Injustice 2 (BETA)

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Horizon Zero Dawn : Conferindo o Game (PREVIEW)

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Hugh Jackman e a dublagem

     Hugh Jackman está para se aposentar como Wolverine, mas isso não impede que sua legião de fãs aumente ainda mais. Em uma visita ao Brasil o ator gravou vários vídeos falando em português, comendo comidas e bebidas típicas e, para completar gravou um vídeo com Isaac Bardavid, o dublador do mutante com esqueleto de adamantium aqui no Brasil, depois de reverenciá-lo.
     Como fã de dublagem e dos X-Men, tendo jogado vários jogos com os personagens, sem falar de assistir muitas animações e os filmes, foi incrível ver a atitude do ator, sem falar que fiquei impressionado com a humildade apresentada. Vemos muitos famosos que estão distantes de ser tão bem sucedidos como Hugh Jackman e que se acham os melhores do mundo, com uma atitude de extrema arrogância.
     No programa em que ocorreu o encontro entre o ator australiano e o dublador brasileiro, tivemos algo especial. De um lado a voz que acompanhou a infância de muita gente ao assistir as aventuras dos X-Men, sem falar de muitos outros trabalhos, de outro o ator que personificou Wolverine durante anos e que aumentou a sua legião de fãs, mesmo que alguns filmes tenham sido decepcionantes.
     O que fica de todo este episódio incrível é a humildade e de como a dublagem é importante. Quem sabe mais pessoas começam a valorizar mais esta arte incrível da qual somos fãs e que esperamos e nos esforçamos para ter a admiração que merece. Enquanto os mutantes lutam para serem reconhecidos e não mais perseguidos no universo de X-Men, lutamos, em nossa realidade, pela proliferação e crescimento da dublagem, área parceira e que admiramos demais.


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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Humor negro e a liberdade de expressão

     Na atualidade é comum, infelizmente, uma confusão entre liberdade de expressão e humor negro. Algumas pessoas não veem problema neste tipo de humor, outros são completamente contra em uma cruzada do politicamente correto em que todo tipo de possível ofensa seja proibida. Nesta briga vemos comediantes sendo processados, youtubers sendo chamados de fascistas e anti-semitas, pessoas sendo chamadas de racistas e homofóbicos e discussões sobre o que é certo ou não dizer, até onde vai a liberdade de expressão e assim por diante. Vamos por partes.
     Quanto ao humor negro, é uma forma de humor, assim como existe a comédia pastelão com suas tortas na cara. Eu particularmente não gosto muito de nenhuma das duas, mas sei de pessoas que gostam. Apesar de não gostar, sou completamente contra à proibições de programas e processos a comediantes que utilizam esta vertente da comédia. Para mim é bem simples. Se eu não gosto, não vou assistir e pronto, mudo de canal e sigo em frente com a minha vida, da mesma forma que faço o mesmo com programas no estilo pastelão ou de outros gêneros que não gosto. Quanto à possibilidade deste humor politicamente incorreto gerar preconceito, acho bem difícil, pois todos estes programas e shows são para maiores de 14 anos, ou seja, já existe uma formação mínima do ser humano, uma noção do que é certo e errado, ou seja, com esta idade já dá para saber o que é ou não preconceito e que ele é errado. Portanto não vejo disseminação de ódio. Se não gosto de novela, mudo de canal, por que aí seria diferente?
     Quando era pequeno era comum escutar piadas de português. Sou descendentes de lusitanos e nunca me ofendi com as piadas, sabendo que não passavam disso, piadas. Sabia muito bem que o povo português não era ignorante e que tudo não passava de uma ironia contra os nossos colonizadores e uma diferença na forma de pensar, só isso. Já no caso da pessoa realmente se sentir ofendida penso que a conversa é o melhor dos caminhos. Se alguém se sentir agredido com alguma piada, entre em contato com a emissora do programa, o comediante e assim por diante e faça sua reclamação, de forma educada, deixe de assistir ao programa e continue sua vida. 
    Quanto à liberdade de expressão a coisa fica mais séria. Vamos para a Constituição. Segundo ela temos sim liberdade para dizer o que quisermos, PORÉM, devemos nos responsabilizar por aquilo que foi dito, resumindo, grandes poderes trazem consigo grandes responsabilidades. Quer fazer uma piada, deixe claro o que está fazendo. Quer chamar uma pessoa de ladrão publicamente, então tenha provas, para não gerar calúnias, o que é crime. Se você tem uma suspeita de que alguém, digamos um político, é corrupto e irá dizer isso em um jornal, mas não tem como provar, deixe claro que isso é o que você acha e não uma afirmação. Mas no caso específico do humor negro, como é óbvio que se trata de uma comédia, de piadas, fica óbvio, se analisar o contexto, que é uma brincadeira e não uma declaração. Já vi vídeos em que youtubers gamers fazem piadas com religião, apesar de não ter gostado de algumas era cristalino que não passava de uma piada simplesmente, mas isso não impediu uma enxurrada de comentários ofensivos, desejando até a morte do youtuber. Vamos analisar a imagem completa e não só uma parte.
      Um programa conhecido pelo seu humor negro é South Park. Não curto o programa e por isso não me interessei em jogar o jogo Stick of Truth. Assisti a alguns vídeos sobre ele e não gostei das piadas, então simplesmente não comprei e para por aí. Sei, por exemplo que o show, assim como o game, faz algumas piadas com judeus, porém, sei também que o criador da série é desta fé, ou seja, fica claro que não passa de piadas e não um ataque anti-semita.
     Temos de parar com esta cruzada do politicamente correto e analisar o contexto em que as frases foram ditas. Se, ao fizer isso, você se sentir ofendido, converse com o responsável e chegue a um acordo. Se for um programa de TV pare de assisti-lo simplesmente. Cada um tem direito a ter um gosto e uma opinião, seja humor negro, comédia pastelão, drama e assim por diante. Respeite as opiniões dos outros e tenha em mente o contexto em que as frases são ditas. Você não precisa, nem deve ser ofendido, mas também precisa entender o outro lado e saber diferenciar o que é ofensa do que não é. E lembre-se, em caso de conflito, converse.
     Saudações gamers
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Uncharted 4: Mata-Mata em Equipe nas Ruínas Submersas

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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Ser ou não ser. Esta é a exclamação!

     Na genial obra Hamlet do incrível William Shakespeare temos uma das frases mais icônicas e conhecidas de toda literatura, talvez a mais famosa de todas. "Ser ou não ser, eis a questão". Hoje em dia, porém, na nossa sociedade de extremos a famosa frase seria diferente, pois deixaria de ser uma questão e sim uma exclamação, isso porque o que menos vemos é questionamentos, mas isso não impede que todos tenham opinião.
     Aparentemente a sociedade atual acha que tudo tem apenas dois lados, dois polos. Se uma pessoa critica o governo do PT é completamente contra o partido ou golpista ou coxinha, já se for a favor é radical, petrália, mortadela, não existindo um meio termo, como se tudo feito pelo partido fosse ruim ou bom, por excelência. Mas não pararei por aqui. 
     No mundo dos games, em termos de consoles, se você critica algo feito pela Microsoft se torna obrigatoriamente, segundo nossa sociedade atual, um sonysta e se critica a Sony, se torna caixista. O mesmo vale para futebol, com os torcedores e os antis, pensamento econômico e qualquer outro ponto de paixões.
     Mas o problema não está apenas nesta bipolaridades. Para melhorar ainda mais o cenário caótico temos um mundo que todos pensam saber sobre tudo. Sabe a música do Raul Seixas, Metamorfose Ambulante, quando é dito "do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo"? Eis o exemplo. Com a internet, as pessoas em sua grande maioria, em um âmbito de total arrogância, pensam saber sobre tudo, acham que se tornam especialistas com uma única busca no Google e, como consequência, acham que podem opinar sobre qualquer assunto como se o dominassem. Para deixar ainda melhor, impõe sua suposta opinião com violência, menosprezando os demais, não perdoando nenhum erro ou descuido. Se um youtuber erra o nome do jogo, milhares de comentários maldosos surgem em segundos.
     Quando vejo isso tudo fico com pena de nossos professores que são obrigados a lidar com alunos, ou pior, os pais destes, achando que sabem mais que o mestre por ter feito uma pesquisa na internet. E todos os anos de estudo deste nas escolas, universidades e cursos? Nada disso importa. Vendo com um olhar mais amplo, sinto pena da nossa sociedade, onde somos rotulados por uma simples opinião, sem ter o contexto analisado e criticado por pessoas que se dizem especialistas por ter procurado uma única vez um tema no Google. "Há algo de podre no reino" como dito no livro já citado. 
     Não seja este tipo de pessoa que cria esteriótipos, que rotula uma pessoa por uma única frase, normalmente fora de contexto. Tudo tem um lado bom, então pare com este pensamento de extremos como se só existisse o bom e o mal. Seja crítico, mesmo em relação aquilo que você acreditava e, principalmente, tenha a humildade de assumir seus erros, de procurar e estudar mais, de ir direto às fontes ao invés de aceitar a informação pasteurizada e, muitas vezes, tendenciosas e escute as opiniões de especialistas, os de verdade, como os professores. Quer provar seu valor, sua identidade? Então respeite e seja humilde, apenda com os outros e dê o devido crédito a estes. Quer ser só mais um dentre uma multidão ignorante? É só agir como as pessoas criticadas neste texto.
     Saudações gamers

Ficou curioso sobre uma das obras citadas no texto? Dê uma olhada na Livraria Cultura. Vá direto à fonte. 

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Transformers Devastation #07: Go Go Power Rangers - PS4 / Xbox One gameplay

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sábado, 18 de fevereiro de 2017

A inspiração vinda dos jogos

     Ontem postamos um trabalho acadêmico um pouco diferente, pois não trata dos games diretamente, seja como uma forma de terapia, mesma tecnologia, mercado consumidor e demais opções. Então, por que postamos tal trabalho? Simples. Na introdução o autor deixa claro que começou a se envolver com tecnologia jogando videogames, entre outras coisas. Como nosso objetivo com os textos acadêmicos é difundir o conhecimento relacionados aos jogos eletrônicos, mostrando várias visões, formas de uso, aplicações e inspirações de modo a incentivar a pesquisa sobre jogos ou relacionados a eles, além de mostrar o potencial dos games nas mais diversas áreas, incluindo na acadêmica, nada mais justo do que colocar um texto de um agora doutor que teve como inspiração os jogos eletrônicos.
     A inspiração pode acontecer de várias formas e nas mais diversas fases da vida. Não sei se o autor continua a jogar videogames, mas o fez na infância e isso simplesmente serviu de base para que ele se interessasse por tecnologia e, anos depois, usou este conhecimento em sua área de atuação, aplicando isso em pesquisas para a educação. Da mesma forma que isso aconteceu neste caso, ocorre em outros milhares. Uma diversão que virou inspiração, uma inspiração que virou carreira, uma carreira que gerou evoluções para a sociedade.
     Se o videogame fosse tão danoso como dizem algumas fontes nada confiáveis, ao invés de concluir o doutorado, nosso pesquisador não deveria ter virado um assassino? Alguns podem contra argumentar dizendo que foi uma exceção ou que depende da situação social. Exceção não é, já que temos milhares de casos em que o mesmo aconteceu. Em relação a situação social, será que, neste caso, não tem menos a ver com os games e mais com a situação social em si?
     Voltando para a inspiração, algumas pessoas questionam o porquê de se jogar videogames. Eis uma resposta. Seja pelo interesse tecnológico, como neste caso, seja por uma história cativante que gerou um escritor, uma trilha sonora que levou a um músico, uma cena ou acessório que levou a um cientista ou outra das infinitas possibilidades. Os livros de ficção científica, assim como as séries e filmes, foram perseguidos por um tempo por serem considerados "sem pé nem cabeça". Hoje vemos mutas destas ideias impossíveis no nosso dia a dia. Como disse antes a inspiração pode vir de várias formas. Se este conhecimento será usado para o mal ou para o bem, no caso de uma pesquisa acadêmica sobre ensino, só depende das pessoas e de seus valores e isso, caros leitores, vem da educação, começando dentro de casa e indo para as escolas e faculdades. Invistam nisso. Quem sabe não seja o seu trabalho acadêmico a figurar em uma de nossas futuras postagens? A sua inspiração pode se tornar a de muitos outros.
     Saudações gamers   
     
     

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NioH : Vale ou não a pena jogar

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Compartilhamento do conhecimento: desafios para a educação

Tese de doutorado de Anderson Fernandes de Alencar

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-30012014-102711/pt-br.php
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Overwatch: D.Va Limão

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Resident Evil 7 - Banned Footage Vol.2 : A Primeira Meia Hora (DLC)

Vídeo do Zangado





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Estado Laico

     Recentemente o assunto do Estado Laico voltou à tona, sejam nas discussões na internet seja no dia a dia, mas você sabe o que isso significa? Basicamente isso garante que não há uma religião oficial no país. "Só isso? Então para que toda esta atenção ao tema?" alguns poderiam perguntar. Pode parecer simples, mas as implicações são muito sérias, pois, ao termos uma religião oficial, todos os seus dias festivos passam a ser impostos a todos, mesmo para aqueles que não seguem esta fé. "Mas já não é assim?" Não deveria, porém o pior vem agora. Tendo uma religião sido escolhida pela população, por meio de seus representantes, damos mais poder a uma fé e colocamos as demais como em um segundo nível, o que já é um absurdo, sem falar na imposição religiosa, seja permitindo que a fé escolhida se torne matéria obrigatória nas escolas públicas, seja a exposição e utilização de símbolos religiosos em departamentos públicos. Está meio confuso? Que tal um exemplo?
     Vamos supor que por um motivo decidem criar o culto ao Allejo, o maior jogador de futebol dos videogames, criado na década de 90 pela Konami. A nova religião ganha força e se torna a religião oficial do país, dando fim ao Estado Laico. A partir daí certas regras desta nova fé passam a ser obrigatórias a toda sociedade, independentemente da religião de cada um. Assim domingo passa a ser dia sagrado, por ter jogo de futebol, e ninguém, sem exceções, pode trabalhar. Se você é muçulmano ou judeu que tem como dias sagrados, respectivamente a sexta e o sábado, agora será obrigado a trabalhar nestes dias e folgar no domingo e, se desrespeitar esta lei estará cometendo um crime. Resumindo se torna praticamente ilegal ter uma fé diferente da oficial.
     Além disso os feriados mudam. O aniversário de criação do personagem e o dia do futebol se tornam os únicos feriados. Então, você terá de trabalhar na Páscoa, Natal, Dia da Padroeira e semelhantes. "Mas eu fico em orações em um deste períodos" Problema seu. A religião oficial é o Culto a Allejo e se não cumprir suas funções poderá ser demitido, multado e até preso dependendo do que fizer. "Mas não é justo". É sim, no momento em que você escolheu uma religião oficial para o país. "Mas eu não escolhi isso" Mas a maioria dos representantes políticos, que tem como função, como diz o nome, representar a vontade da população democrática escolheu isso, agora é seu dever obedecer.
     Mas não para por aí. As aulas do Culto a Allejo se tornam obrigatórias nas escolas públicas e, depois, nas escolas particulares. Ao invés de ter uma aula de matemática ou português seremos obrigados a ter uma aula de religião. Falando em escola se a fé dizer que, por exemplo, a Terra é o centro do universo, pois Allejo foi criado aqui, então isso passa a ser verdade e que se dane a ciência. E ai daquele que questionar. Da mesma forma o futebol passa a ser o único esporte permitido, livros de outras fés começarão a ser boicotados por não seguirem a fé verdadeira, filmes que mostram outras realidades são censurados e jogos como God of War, Age of Mythology, Devil May Cry 4 e qualquer outro que mostre uma outra religião, fictícia ou não, se tornam proibidos.
     Acha que exagerei com este cenário? Pense bem. Já imaginou fanáticos de qualquer fé ganhando ainda mais poder podendo interferir na vida da população, em suas crenças, de modo a permanecerem no governo, ganhando rios de dinheiro, aumentando o número de convertidos e ainda tendo o poder legal de punir a todos que questionarem suas atitudes, assim como aos que propagam, na mente deles, uma falsa fé, independentemente se ela tem mais de mil anos de vida? É por isso que o Estado Laico é tão importante. Ele garante liberdade de religião a todos, não dá poder excessivo a nenhum grupo religioso, não estimula o preconceito religioso, se feito direito, dando mais proteção ao povo, permite que você realize seus rituais e seus hábitos sagrados em segurança dando proteção legal para isso, permite que aprenda na escola o que a ciência descobre e não algo tendencioso determinado por uma religião específica. Resumindo, impede o retorno de uma Idade das Trevas, de uma ditadura. Temos vários países em que isso ocorreu. Você acha que o Brasil, onde os políticos são tão honestos, não sofrerá com isso? Pense bem.
     Saudações gamer e respeite a fé dos outros     
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Diferenças de um gamer e de um fanboy

     Ao ver um vídeo de um youtuber com uma lista criticando sequências de séries consagradas nos games, um gamer e um fanboy escreveram nos comentários. Estes seriam assim:
     Gamer: Gostei da sua lista. Realmente certos jogos não foram tão bons como seus antecessores. Só não concordo com o fato do jogo X estar na lista, porque, apesar de ter gráficos ultrapassados, a história é bem interessante sem falar que o chefão é espetacular, portanto acho que faz um contrapeso em relação ás falhas mencionadas. Parabéns novamente.
     Fanboy: Você é um imbecil. Não sabe de nada. Como falar que o jogo X é ruim. É a melhor saga de todos os tempos, com o melhor personagem. Você não passa de um estúpido mercenário que só fala bobagem para ter visualizações. É um vendido. Só falou isso porque é fã da marca concorrente.
     O Youtuber agradece o comentário do gamer e comenta que achou os argumentos interessantes, mas não concorda, pois, mesmo achando que o chefão do jogo X ficou sensacional, não curtiu muito a história devido ao fato do protagonista ter agido mais como um herói do que anti-herói como era de costume. Já para o fanboy, ele responde que ele não ganha um centavo de nenhuma empresa e que, se fosse verdade que os seu comentários fossem tendenciosos contra a empresa que lançou o jogo X, não teria criticado três jogos que a concorrente fez. 
     Após estas respostas, o gamer e o fanboy responderam da seguinte forma:
     Gamer: Respeito sua opinião, mas penso diferente, porém é uma questão de gosto pessoal simplesmente. Achei muito legal você responder e dar um contra argumento. Posso não concordar com o que você disse, mas admiro o fato de você conversar e expor seus pontos e não se julgar acima do bem e do mal. Depois dessa virei fã do canal. O que você pensa sobre o jogo Y que lançará agora no final do mês? Acho bem promissor. Vamos nos falando. Um abraço.
     Fanboy: Seu lixo. Você não sabe de nada mesmo. E daí que você criticou três jogos da concorrente da empresa que fez o jogo X. Isso não quer dizer nada. Você está de conluio com ela que eu sei. Espero que você morra. 
     A principal diferença entre um fanático e um fã é que o primeiro só fala e impõe sua vontade como verdade universal, já o fã argumenta, respeita outros pontos de vida, mesmo que não concordando e, mais importante, escuta. Isso vale para os games, política, esporte e todas as demais paixões. Pense sobre isso.
     Saudações gamers
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Sniper Elite 4: Primeira Gameplay

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

IZI: Invasão Zumbi Inconsciente

     Algo que se popularizou nos games foi a invasão zumbi. Dos clássicos filmes de terror como A noite dos mortos vivos até chegar a Resident Evil e Dead Rising, foi um longo percurso com muitos filmes e jogos, porém os zumbis estão com tudo, seja em séries de TV, cosplayers e muito mais. Quem poderia esquecer do fantástico trailer de Triller? Seja infecção por um vírus, ataque alienígenas ou fungos, os zumbis e seus similares estão mais vivos do que nunca em nossa cultura. E também em nossa mente.
     Nos filmes e nos jogos hordas de zumbis atacam ferozmente os humanos, sedentos por sangue, cérebros e carne. Podemos duvidar da existência destes seres vorazes, mas eles estão bem vivos dentro de nós ou melhor no nosso inconsciente. Quando temos medo de algo ele vem em nossa mente assim como o ataque zumbi, uma multidão de inimigos atrás de nós e é isso que chamei de IZI, invasão zumbi inconsciente. Alguns medos são gerados pela falta de conhecimento outros não e é sobre todos eles que falarei brevemente.
     Vamos começar com aquele sem perigo. No nosso mundo homofóbico, muitos homens pensam em gays como zumbis. Uma legião de seres diferentes sedentos pelo corpo deles. Este é um medo infundado, pois a comunidade GLBT normalmente é bem pacífica, lutando para conseguir seu espaço de forma a não causar danos, principalmente físicos, àqueles que são diferentes, resumindo, eles dão aquilo que não recebem. O grande segredo por trás deste medo é que os homens projetam nos homossexuais o que seus pensamentos mais selvagens tem em relação às mulheres, ou seja, ver o objeto, pois nem um ser eles consideram, apenas como algo a dar prazer, a ser conquistado, um corpo físico a ser dominado e abusado. Felizmente estes pensamentos selvagens não dominam todos os homens e, apesar de gestos grosseiros como se virar para ver uma mulher, ou melhor, partes dela, ao passar por ela e cantadas imbecis serem frequentes, situações como estupro são mais raras, apesar de serem ainda numerosas infelizmente. No caso das mulheres o IZI da situação é real diferente da dos homens com os homossexuais em sua extensa maioria.
     Temos o mesmo medo em relação à política. Pessoas de esquerda imaginam hordas esquerdistas de pessoas em roupas vermelhas e boina do Che Guevara andando e destruindo tudo em seu caminho. Já o pessoal de esquerda, pensa em um exército de soldados e torturadores com bandeiras de países capitalistas em seu uniforme destruindo a liberdade. Apesar de se passar no inconsciente, tais imagens são mais prováveis que a do início do parágrafo anterior. Não que as pessoas, sejam de esquerda sejam de direita, em sua maioria façam isso. Mas existem os radicais e é aí que vive o perigo. Sabe nos jogos aqueles zumbis especiais que, além de serem mais poderosos e difíceis de derrotar ainda tem controle sobre os demais? São os radicais em nossa sociedade. Se deixarmos por eles o IZI deixará de ser algo inconsciente e passará a ser algo real. Porém, sem eles não passa de um medo exagerado, portanto sem pânico, mas com muito cuidado com os radicais, por isso vamos evitar os extremos.
     O mesmo raciocínio vale para religião e seus fanáticos, sejam estes homens bomba, pregadores agressivos, pessoas que julgam que todos os diferente arderão no inferno, pessoas que se acham superiores e que podem, por isso, eliminar seus inimigos e assim por diante. Porém, assim como no parágrafo anterior, o problema são os fanáticos. As pessoas comuns não são perigosas. O mesmo vale para o esporte, fãs de uma série ou saga, amantes de uma marca, etc.
     Peço desculpas por esse texto ter ficado longo. Acabei me empolgando, mas acredito que o IZI é extremamente presente em nossa vida. Podemos não ter zumbis no mundo real, mas o medo relacionado a eles existe, não propriamente contra mortos vivos, mas contra pessoas diferentes. Vale lembrar que os realmente perigosos são os fanáticos, já os normais devem ser conhecidos, e não temidos. Diferentemente dos zumbis, eles não mordem e podem ser seus amigos. Você pode aprender muito com eles se superar seu medo da invasão zumbi inconsciente.
     Saudações gamers     

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