sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Paladins - Champions of the Realm : Testando a Demo (BETA)

Vídeo do Zangado






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Melhora funcional de pacientes com doença de Parkinson após treinamento em ambientes real e virtual

Tese de doutorado de José Eduardo Pompéu

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47135/tde-05102012-113814/pt-br.php
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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Os games e o Youtube

     Ao andar pela BGS, me deparei com um imenso estande do Youtube. Não é de hoje que o site vem crescendo no mundo dos games, sendo que, graças a ele que muitas novas celebridades, por assim dizer, surgiram, muitos relacionados com os jogos. Nada mais normal, então, da presença do gigante dos vídeos na feira.
     Quando entrei no evento pela entrada para empresas, esta que não tinha muita fila, vi a poucos metros uma, em oposição, enorme linha de pessoas da imprensa. Claro que não eram os meios tradicionais, mas, muito provavelmente, muitos youtubers, além de outros fãs de games que utilizam as demais plataformas disponíveis na Era da Informação para propagar conhecimentos da área. 
     Seja pela fila, seja pelo estande, fica claro da importância do Youtube para a divulgação de conteúdo, que, normalmente, não é divulgado pelos meios convencionais ou, quando ocorre, é para falar bobagem, ou ainda por mero interesse. O importante é que, com a democratização de conteúdo a cultura gamer, sem falar na cultura geral, ganham muito.
     Saudações gamers
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Especial dia das crianças - O melhor do mundo infantil até 10x

ReCore: Primeira Gameplay - Xbox One (Exclusivo Microsoft)

Vídeo do EngLeo da Cjbr

www.cjbr.com.br




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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Revista Game Informer: nossa análise

     Chegou ao Brasil a revista Gamer Informer, a revista número 1 de videogames no mundo com mais de 6,3 milhões de assinantes e 25 anos de experiência. Recebemos um exemplar quando estivemos na BGS 2016 e, após lermos a revista decidimos postar a nossa análise.
     Para iniciar a conversa é bom dizer que finalmente este sucesso internacional chegou no Brasil. Esta primeira edição tem 96 páginas, com muitas ilustrações e imagens dos games, fotos de eventos e de entrevistados e, lógico, propagandas de jogos e acessórios, algo necessário para manter qualquer revista ou jornal, normalmente com espaços vendidos na revista. Isso não quer dizer, pelo menos em relação ao que explicamos anteriormente, que a editora está em conluio com as empresas, só que disponibilizou um espaço para que estas divulguem seus produtos. Se estes serão bem sucedidos é o de menos para a revista, pois o espaço já foi pago.
     Comecei esta explicação pelo seguinte: a primeira sessão da revista, após o sumário, é a área de feedbacks, essa em que algumas pessoas questionaram a integridade da revista. Isso já foi um banho de água fria. Pensamos que a revista seria séria e profissional e de cara nos deparamos com críticas de que ela é vendida. Sinceramente não sabemos se é ou não, mas faz com que fiquemos sempre com aquela dúvida. Algumas das críticas dizem respeito as notas dadas nos review em que, como resposta é dito que a metodologia usada é a mesma durante anos e que não irão mudar, porém feita de uma forma educada. Quanto a esta forma de análise falaremos mais para frente, mas, depois de ler as explicações de como os jogos são analisados tendemos a concordar com a revista. Por outro lado, ficamos muito preocupados com uma crítica sobre a matéria de capa de uma edição anterior, lembrando que, apesar de ser nova no Brasil, é uma velha conhecida no mundo. O leitor criticava a matéria principal desta outra edição falando do novo COD, este que gera dúvidas após o último lançamento da franquia que foi muito criticado pela critica em geral. No entanto a revista disponibilizou mais de sete páginas sobre o novo jogo. Não sei se ouve compra do espaço, como alegado, da matéria principal, mas, visto a delicada situação da franquia, ficamos com o pé atrás, mas isso é só uma sensação, não estamos falando que a revista agiu de forma tendenciosa.
     Algo que nos decepcionou foi que, ao lermos a carta do editor chefe falando de Pokémon GO e lendo o índice, imaginamos que alguns assuntos seriam ricamente abordados, como o jogo já citado e os novos consoles. Apesar de serem muito alardeados, sendo até que o editor chefe disse que tudo seria muito aprofundado sobre o Pokémon GO, a reportagem em si não foi ampla como imaginado. Deu aquela sensação de E3 quando o jogo parece o máximo na apresentação, mas é bem inferior no lançamento.
     Falando em Pokémon GO, achamos legal que a revista contou a história por traz do jogo, mas parou por aí. Uma rápida explicação de como este funciona e uma micro reportagem sobre o impacto no preço dos imóveis que o jogo poderia causar, isso bem interessante, completam a tão prometida reportagem incrível. Decepcionante. 
     No geral as reportagens são interessantes, apesar de conterem erros de português e serem apenas uma versão traduzida da revista, sem ter um conteúdo local, dando aquela ideia de " fica aí com esse treco que traduzimos". Achamos certo da revista em comentar o escândalo da compra de Youtubers nos Estados Unidos e a consequente falta de transparência. Outras reportagens que se sobressaíram são: o relato de um pai em busca de jogos infantis, a história por trás dos jogos de personagens da Nintendo que não foram feitos pela empresa e da empresa que ressuscita antigas franquias. As demais são normais ou até decepcionantes, na nossa opinião, apesar que, verdade seja dita, o trabalho de pesquisa e os contatos com as grandes empresas permitem que a revista consiga informações exclusivas, um dos pontos fortes da publicação.
     A matéria de capa sobre a nova DLC de Destiny gerou empolgação, fornecendo a opinião do jornalista e seus comentários da respectiva gameplay, porém, cometeu um erro, por sinal presente em toda a revista, de spoilar. Não, eles não chegam ao ponto de entregar o final do jogo, algo que eles também não tiveram a chance de ver, mas de boa parte da história, sem falar do final e andamento das outras temporadas do jogo. Algo como falar " no meio do jogo você descobrirá que fulano, o personagem que fazia certa coisa na realidade é um guerreiro importante". Uma coisa seria dar comentários a la youtubers de como sentiu a jogabilidade e o que ele imagina que vai acontecer, outra é entregar alguns dos itens raros disponíveis no jogo, como a história irá se desenvolver e assim por diante. Este foi o ponto mais fraco de toda a revista.
     Algumas sessões da edição, além de serem bem divertidas, são bem interessantes. Uma sessão para os desenhos dos fãs, algo até comum, mas bem legal, a parte "O bom, o Mau e o feio", muito criativa falando rapidamente de sucessos, fracassos e momentos lamentáveis entre as edições, como um grande jogo, uma DLC ruim e assim por diante, o TOP 10 de objetos destrutíveis e uma lista de produtos para consumo baseada no jogo Destiny. Pena que muitas destas coisas não chegam ao Brasil e precisam ser importadas com um preço absurdo. em todo caso, Adoramos todas estas sessões.
     A linguagem usada tende a ser mais comum, bem divertida, apesar de que, em alguns pontos fica meio confusa, talvez seja problema de tradução, mas no geral é boa e amigável, diferente da letra que, em algumas reportagens é bem pequena.
     Na parte da preview, onde os futuros lançamentos são comentados existe uma aura de otimismo com uma torcida de que os jogos serão bem recebidos, apesar de conter críticas que os jornalistas esperam que sejam corrigidos até o lançamento. Como fãs de games, entendemos esse comportamento, sempre torcendo para o crescimento do setor e tendo esperanças de que as empresas corrigirão os defeitos indicados pelos fãs, porém, isso não significa que não sejamos críticos, algo que a revista pode ser questionada, pelo menos nesta sessão. Seja como for, ao ler algumas preview, começamos a fazer contas para saber quais jogos serão comprados ou não.
     Já as review são mais complicadas. Primeiro pela metodologia usada que é um pouco diferente, porém explicada, apesar de ser um pouco subjetiva, antes das análises em si serem mostradas. Em um futuro teremos um texto comparando essa metodologia, a mais comum, que também usa notas de 1 a 10 e a feita pelo Zangado. Além dos problemas acarretados pelo uso de uma nota, algo que ficou estranho é o seguinte: Existem análises que são praticamente só de críticas tendo no final um ou outro ponto forte e recebem nota 7, que significam medíocre, segundo os padrões da revista, com componentes comuns ao público e que é decente do começo ao fim. Ao nosso ver se é medíocre quer dizer mediano, o que seria um 5, sem falar que achamos estranho o uso da expressão "Decente do começo ao fim", pois assim seria algo razoável e não medíocre, ou seja, seria um patamar acima, digamos assim. Entretanto, a análise de outro jogo, praticamente só contem elogios e, no final contém algumas críticas. Pensamos que iria aparecer uma nota como 8,5 no mínimo, mas não. Veio um 7,5. Caramba, se tem tantas coisas boas porque tem uma nota tão próxima da do outro que teve mais falhas do que virtudes? Falta um balanceamento melhor, ao nosso ver.
     Para encerrar este longo texto, cabem nossas opiniões finais. A Revista Gamer Informer, por um lado é bem vinda ao nosso país, apesar de já chegar atrasada. Conta com informações exclusivas com as desenvolvedoras, algumas sessões muito divertidas, algumas reportagens interessantes e bem ilustradas, sem falar de uma forma descontraída de se comunicar, porém peca ao ser só uma tradução da revista internacional, não tendo assuntos e reportes regionais, contém spoilers em suas reportagens, análises e previews, não leva muito a opinião dos leitores em consideração, dando até respostas educadas, mas argumentando que "são assim e não vão mudar", acusada de ser tendenciosa e comprada, dando espaço para dúvida, apresenta análises com base em notas mal balanceadas e um sumário que promete muito mais do que a revista entrega. 
     Pensamos que, se a revista quer ser competitiva deve oferecer um conteúdo tão bom, ou melhor que os youtubers e, principalmente, corrigir suas falhas, ouvindo o feedback dos leitores, caso contrário, infelizmente, será mais uma revista de jogos que não vingará no Brasil, acabando praticamente com as chances de publicações deste tipo se manterem, já que são mal vistas pelo público, que as considera inferiores ao conteúdo de pessoas comuns como os youtubers e tendenciosas. Agora é esperar para ver o que acontece. Da nossa parte torcemos para o bem dos gamers e, acreditamos que revistas seriam uma boa ajuda, se forem bem feitas, é lógico.
     Saudações gamers

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Saga Pokémon - Parte 1

Vídeo do Zangado






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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Nova parceria: Casa Geek Club

     É com prazer que informamos que realizamos mais uma parceria, desta vez com a Casa Geek Clube, uma empresa de assinatura em que todo mês os seus assinantes recebem itens da cultura geek para a decoração da casa, como capachos, chaveiros, placas e muito mais. Para mais informações e para realizar as assinaturas é só clicar no link abaixo ou na barra lateral de nosso site.
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Clube Casa Geek

A mídia sensacionalista na BGS?

     Sabe aquelas emissoras que sempre fazem reportagens sensacionalistas sobre os games? Aquelas que sempre colocam os jogos eletrônicos como destruidores da sociedade, incentivadores da violência, algo do mal? Então, ironicamente todas elas estavam presentes na maior feira de games da América Latina, algumas até tendo seus espaços dentro do evento. Curioso não?
     Quando lhes convém, os videogames são causadores das maiores tragédias, mas quando o interesse muda a opinião muda também, tudo visando o lucro, a audiência. ISSO É UMA VERGONHA. Mais do que que ganhar dinheiro, a mídia tem a função de informar a sociedade, de ser imparcial. Entendo as responsabilidades financeiras das emissoras, mas e a ética? 
     Não podemos sair falando o que pensamos sem termos base para isso. Precisamos de argumentos, de premissas, de análise e não uma mudança constante de opinião baseada em interesses. Achei um absurdo esta atitude das emissoras de televisão e demais meios de comunicação. Dizem que a imprensa é o quarto poder, mas este, pelo jeito, não sabe ser usado, pelo menos se tratando de videogames e das grandes emissoras.
     Saudações gamers
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Batman - A Telltale Games Series - EP.2 : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado






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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

A importância do voto

     Neste domingo teremos as eleições municipais, onde escolheremos nossos próximos vereadores e prefeito. É muito comum, aqui no Brasil, as pessoas passarem quatro anos xingando a política, a corrupção, os caminhos tomados pelo governo, independentemente de partido ou de ser federal, estadual ou municipal, mas na hora do voto, em que temos o poder para fazer a diferença, votam, ao invés do mais capaz, na candidata bonita ou no candidato mais engraçado. NÃO FAÇAM ISSO. Votem de forma consciente. Escolham o candidato pelas propostas e não pela sua beleza. Vote em quem você acha melhor e não no menos pior. 
     Apesar do preconceito, nós, os gamers, sabemos muito bem diferenciar realidade e ficção, como diz a campanha #eumantenhoocontrole. Sabemos que, ao apertar uma sequência de botões mudamos os rumos tomados no mundo virtual, sabendo que isso não afetará as pessoas reais. E você, eleitor, sabe que na urna o inverso acontece? Sabe que a sequência de botões apertadas fará a diferença na sua vida, na de seus amigos e familiares? Nós gamers sabemos essa diferença. 
     Escolher um candidato é mais do que escolher um discurso bonito. É escolher o líder. Adoramos ver séries, jogos e filmes de sobrevivência, em que precisamos de um líder para nos manter na linha, seja ele Aragorn, Robinson Crusoé, Spartacus, Nelson Mandela, etc. Agora, a quem vocês confiariam a sua vida e a de sua cidade, o rei ou o bobo da corte? Antes de mais nada, analise se o prometido pelo candidato é viável. Se está de acordo com o orçamento da cidade e com o plano diretor, se não é apenas uma alucinação de um louco. 
     Como dito, nós gamers sabemos a importância de apertar os botões certos, de seguir uma estratégia e reagir às situações, além de sabermos diferenciar realidade e ficção. Agora é a sua vez, eleitor, de fazer suas escolhas e arcar com as consequências. Você tem o controle, o poder de escolha. Use este com sabedoria e responsabilidade.
     Saudações gamers
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Far Cry Primal #26: Capoeira da Idade da Pedra - Xbox One / PS4 Gameplay

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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domingo, 25 de setembro de 2016

A BGS e as camisetas gamers

     Dentre as várias lojas na BGS 2016 algo comum era encontrar camisetas gamers com estampas sensacionais. A primeira que vi foi na loja própria do evento, onde fui extremamente bem tratado pelo vendedor. Lá encontrei camisetas com dizeres como "Mãe, não dá para pausar jogo online" ou "one shoot, one kill" sem falar de muitas outras opções. 
     Andando pelo evento vi outras camisetas com estampas tão legais quanto estas, sem falar das placas, capachos e demais acessórios que, para quem gosta, é um prato cheio. Voltando para as camisetas adorei encontrar não só relacionadas com a cultura gamer, como de jogos e consoles, algo que já acho demais, mas com coisas do dia a dia de alguém que joga videogame, frases que espalham esta cultura, gerando a curiosidade dos demais e que mostra toda a criatividade humana e, nesse quesito, nós brasileiros somos muito bons.
     Acabei não comprando nada. Foi bem difícil, admito. Mas em um futuro pode ter certeza que irei atrás dessas camisetas, sem falar dos demais itens, seja para casa, para o escritório e onde mais for possível.
     Saudações gamers 
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UNBOX: Leonardo - Tartarugas Ninjas Mutantes Adolescentes (O Filme) Thre...

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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sábado, 24 de setembro de 2016

Cadê a criatividade?

     Esta noite lançou a série O Exorcista, baseado no clássico de terror dos anos 70. Não assisti a esta série, então não sei se retrata eventos antes do filme, depois ou se é a mesma história. Independentemente disso, acho uma total falta de criatividade fazerem uma série baseado neste clássico, mas isso não é uma exclusividade, muito pelo contrário, já que, cada vez mais, vemos remakes de filmes e séries antigos. Caramba Hollywood, acabaram as ideias?
     Clássicos do cinema e da TV estão voltando, seja como filme, seja como série. A Hora do Rush e Máquina Mortífera são exemplos de sucessos nas telonas que voltam agora na TV como série.  Não dá para imaginar estes sem, respectivamente, Jackie Chan, Mel Gibson e Denis Glover. A dita nova série é MacGyver. Sim ele voltou, gerando reações de espanto em Paulo Antunes e Everaldo Marques na transmissão da NFL.
     O pior de tudo com certeza é o cinema. Remakes de clássicos como O Grande Gatsby, Poltergeist, o fenômeno, Ben Hur, entre muitos outros. Se o filme virou clássico é por um bom motivo. Se querem comemorar o aniversário de tantos anos dele, façam uma campanha nas redes sociais, lancem uma versão remasterizada, aquela em que melhoram o som e a imagem do mesmo filme e não começarem um do zero, com comentários do diretor e da equipe, uma versão com item de colecionador, repassar os filmes no cinema, mas não façam um ato iconoclasta como esses novos velhos filmes. Salvo, raríssimas exceções, isto não dá certo. Respeitem a história do cinema.
     Alguns podem contra argumentar dizendo que, por ser de outra geração o filme não atrairá público jovem ou que este não saberá do que se trata. Seguindo as dicas do último parágrafo isso não deve acontecer. Sem falar de um excelente uso de Merchandising, com, por exemplo, uma entrada ao estilo coliseu com o som da multidão para entrar no cinema e ver Ben Hur. Definitivamente falta criatividade.
     No mundo dos games é mais comum as remasterizações do que os remakes, apesar de existirem. O pensamento é o mesmo. Acho só que os gamer são mais críticos. Qualquer jogo a ser refeito causa uma preocupação e um olhar concentrado dos jogadores que temem ter seus amados jogos corrompidos. Normalmente o preferido neste caso é relançar o jogo remasterizado para as novas plataformas.
     Seja como for, aparentemente a criatividade está cada vez mais em falta, com uma enxurrada de clássicos refeitos nos mais diversos formatos. A minha sugestão é, para as empresas criarem algo novo ou repeitarem os clássicos, honrando seu legado, já para os fãs ou curiosos com estes títulos, vão direto à fonte, vejam ou joguem o original e não a dita nova versão. Estes podem ser encontrados em lojas como a Livraria Cultura, essa que é só clicar no link. Você não só terá o prazer de reviver os clássicos além de se divertir e, de quebra, pressiona as empresas a investirem em criar novos filmes, jogos, séries, etc.
     Saudações gamers
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Dead Rising Triple Pack : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado






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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Desfocando as linhas: ARG - a estrutura imperceptível do jogo

Dissertação de mestrado de Lucas Garofalo Lopes

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27153/tde-10112010-115614/pt-br.php
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FIFA 17 : A Primeira Meia Hora

Vídeo do Zangado






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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Dublagem do Zangado?

     Uma notícia que os gamers do Brasil estão comentando é sobre o fato do Zangado aparentemente fazer parte do elenco de dubladores de Gears of Wars 4. Para quem não conhece, o Zangado é um de nossos melhores youtubers, que produz as melhores análises de jogos que eu conheço e que, além deste tipo de vídeo faz um trabalho incrível. Antes de começar a falar sobre o caso, vale ressaltar que sou fã do Zangado e de seu trabalho.
     Sinceramente não gostei da notícia. Acho que as coisas não deveriam se misturar. Entendo a atitude da Microsoft, pois agora toda a legião de fãs do Zangado irá jogar o game exclusivo de Xbox One, assim como todos os haters, dessa forma fortalecendo ainda mais o interesse por este jogo dessa franquia de sucesso. Não se sabe qual personagem ele irá dublar, pelo menos por nós, meros mortais. Imagino que não deva ser um dos principais devido a falta de experiência do youtuber na área.
     Algo que fiquei bem ansioso é a análise que o Zangado fará deste jogo. Se eu bem conheço, ele fará de tudo para ser imparcial, mas com este novo ingrediente com toda certeza será uma prova de fogo para ele. Acredito que a análise será bem feita, ou seja, séria e profissional, mas, em todo caso é algo a ser observado.
     Nós da NGC sempre nos esforçamos e defendemos a dublagem brasileira, tendo contato, ainda  que pequeno, é verdade, com os dubladores profissionais, estes que já trouxeram tanta alegria para os seus fãs. Gostaria muito de ouvir a opinião deles sobre este assunto. Em todo caso, acho um certo desperdício chamar alguém que não é do ramo, em detrimento de profissionais tão competentes, sendo a dublagem brasileira considerada uma das melhores do mundo. Fico ainda mais preocupado pelo fato da dublagem de games estar ainda em fase inicial, recebendo críticas de pessoas da área como Guilherme Briggs. Lembrando que o brasileiro normalmente tem preconceito com a versão dublada, se o episódio não der certo este tende a piorar, sem contar que vai sobrar também para o Zangado. A coisa é tensa.
     A dublagem do Gears of Wars 4 será um marco na dublagem brasileira com certeza. A dúvida é se será para o bem, favorecendo a área da dublagem e dos jogos, ou para o mal, aumentando ainda mais o preconceito que a área sofre. além disto o próprio Zangado se colocou em uma posição bem difícil. Agora cabe esperar, mas com certeza valerá a pena ver os próximos capítulos. Quem está feliz da vida é a Microsoft que está sendo muito divulgada e comentada. Em termo de Buzz Marketing, aquele que faz barulho por um tempo, que todos comentam, foi um sucesso, vamos ver se o mesmo ocorre no longo prazo. Seja como for, estaremos de olho.
     Saudações gamers
     
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Destiny - Rise of Iron : Conferindo o Game (DLC)

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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

O hater e o dedo

     Na BGS 2016 ocorreu um fato curioso. Estava passeando pelo evento e passei pelo estande da Microsoft. Ao sair de lá me deparei com uma pessoa indo em direção a este e ao chegar mais perto, ela mostrou o dedo do meio para o estande, se dirigiu depois para o da Sony.
     Ao ver tudo isso fiquei pensando: "O que a pessoa ganha ao ofender a concorrente de sua marca preferida? E para que este ódio?" Como vocês sabem, a Microsoft não faliu neste período, nem os seus consoles começaram a explodir ou qualquer outro dano que o gesto do visitante hater, aquele que odeia uma empresa, jogo ou semelhante, poderia ter acarretado. Se algo tivesse acontecido, teria aberto uma firma de segurança com o cara. Isso que é super poder. Ao apontar o dedo para seus inimigos estes são dizimados ou, no mínimo prejudicados. Mas, como era de se esperar, nada aconteceu.
     Nunca tive um Xbox, mas isso não significa que eu odeie a empresa, muito pelo contrário. Respeito-a muito e sei que esta produz grandes jogos e consoles. Por algumas razões ainda não tive um console fabricado pela Microsoft, porém isso não significa que vou torcer pelo seu fracasso. Esta atitude seria semelhante a de uma criança que desdenha de algo que quer, algo visto em muitos episódios do Chaves, para os que curtem a série.
     Como amante dos videogames, não entendo esta rixa entre fãs de empresas rivais. Uma coisa é ter uma preferida, outra é ter ódio pelas outras. Imagine se tal atitude valesse para comida? Uma pessoa que gosta de pizza de Muzarela começaria a difamar as que comem de calabresa. Ridículo, assim como nos games e em muitas outras áreas. Não é porque não temos ou não gostamos de algo que devemos denegri-lo. 
     Tenho esperança que um dia este ódio ridículo acabe e que as pessoas consigam entender a diferença entre gostar de algo e odiar a concorrente.
     Saudações gamers 
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Forza Horizon 3 : Conferindo o Game

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terça-feira, 20 de setembro de 2016

Sonhos se realizam?

     Desde pequenos sabemos sonhar. Alguns sonhos são bons outros nem tanto, mas, normalmente, aqueles que temos quando estamos acordados são do primeiro tipo. Poemos classificá-los de duas formas, mas independentemente da classificação do sonho, o videogame é uma excelente ferramenta para alcançá-los.
     O primeiro tipo de sonho é o efêmero, aquele que temos durante uma fase específica da vida. Quantos não sonharam em ser astronauta, jogador de futebol, rei ou rainha, a Barbie, o Indiana Jones, o Rambo, etc? É comum, quando somos crianças, termos estes sonhos, mas com o videogame podemos realizar. Podemos ser o Indiana Jones em jogos como Indiana Jones and the Infernal Machine do Nintendo 64, ou um caçador de tesouros em Tomb Rider ou Uncharted, um soldado ao estilo Rambo em jogos como Contra 3, um ninja em Ninja Gaiden, um cavaleiro Jedi, um jogador de futebol que marca o gol na final da Copa do Mundo e assim por diante. Qualquer menina pode ser a Barbie em um de sus jogos, ou uma princesa da Disney no Disney Infinite. Seja qual for seu sonho efêmero, os games podem realizá-los por meio do envolvimento na trama e o gosto de fazer o impossível sem sair de casa.
     O segundo tipo de sonho é o fixo ou persistente, aquele que, mais do que um breve período de tempo, nos acompanha durante anos. O bom deste sonho é que eles podem ser realizados de fato, mas ao custo de muito esforço e trabalho duro. Milhares de pessoas sonham em ser médicos, advogados, donos da própria empresa, artistas, jogadores de futebol e assim por diante. Em alguns casos o talento ajuda bastante, aquelas habilidades que já temos. Mas em todos eles, sem exceção, o grande fator é a dedicação, o empenho, a luta pessoal para se superar e melhorar. O Pelé disse uma vez que seu pai lhe dizia que, apesar do imenso talento do filho para futebol, ele precisava se esforçar para honrar estas habilidades, a aproveitar o seu potencial. Deu no que deu. Da mesma forma vemos centenas de exemplos de pessoas que lutaram e conseguiram realizar seu sonho. Muitas destas histórias até viraram filme como Homens de Honra com Robert De Niro e Cuba Gooding Jr. Mas não precisamos ir para outro  país para ter exemplos. Aqui no Brasil temos Everaldo Marques, realizando seu sonho de ser narrador esportivo, José Mindlin com sua caça a livros raros, o que proporcionou histórias tão maravilhosas e divertidas quanto as dos próprios livros procurados,assim como as de nossos atletas olímpicos e paralímpicos, de nossos médicos, engenheiros, arquitetos, etc.
     Para estes casos, em que o esforço e a dedicação são os principais fatores que possibilitam a realização do sonho, os games não podem ajudar a concretizar esta busca, mas podem nos dar coragem quando esta balançar, e serão várias vezes. A inspiração obtida em um jogo, em um livro, em um filme, além do fundamental apoio familiar e de amigos, servirão de base para ajudar a levantar nossos sonhadores em sua busca, quando, aparentemente, a esperança parece acabar. Se um poema pode dar força a Nelson Mandela em seus mais de 20 anos preso, também pode nos dar força, assim como um jogo, uma fotografia, uma história de vida ou qualquer coisa que nos inspire.
     Seja qual for seu tipo de sonho os games podem ajudar, seja realizando os efêmeros, seja encorajando os fixos ou persistentes. Para as pessoas que tem o segundo, torço para que consigam realizá-lo. Sei que é difícil, mas continuem lutando, se esforçando, se dedicando. Fazendo isso um dia você chegará lá. Seja seu sonho abrir um restaurante como a Tiana em A Princesa e o Sapo, se tornar hokage como o almejado por Naruto, seja ser um escritor como Stephen King, um desenhista como Mauricio de Sousa ou Walt Disney, um empreendedor como Ozires Silva, Steve Jobs, Luiza Helena Trajano e Samuel Klein, ou seja lá qual for seu sonho.
     Saudações gamers e bons sonhos
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Rise of the Tomb Raider #08: Easter Egg do Playstation 2 - Xbox One game...

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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Bioshock - The Collection: A Primeira Meia Hora

Vídeo do Zangado






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O que é um nome?

     No clássico da literatura mundial Romeu e Julieta de William Shakespeare, em uma de suas frase mais célebres é discutido o que é um nome. Se mudássemos o nome da rosa ela deixaria de ter seu perfume? Tudo isso na indagação sobre o romance entre um Capuleto e um Montecchio, as duas famílias rivais de Verona.
     Desde a origem da empresa tínhamos ideia de mudar o nome de Gamerclub NGC para NGC, sigla de National Gamer Club. A estrategia original era, após um tempo, depois de crescer até certo ponto, mudarmos o nome, dando tempo para as pessoas associarem a sigla com games. Ao falar com nossa Relações Públicas, recebemos a sugestão de já mudar o nome e para cancelar o plano inicial. Seguimos, então, a recomendação da profissional da área.
     Além do nome, mudamos o endereço de nossa página, assim como de nossas redes sociais, mas fiquem tranquilos, nossos seguidores receberão as novas informações, sem gerar prejuízo, muito menos transtorno para eles. Esta é a primeira medida para a nossa expansão que está começando.
     Nosso novo endereço é: www.ngcbrasil.blogspot.com.br, pois, além de ser uma empresa que ama os videogames e defende sua causa, também amamos nosso país e queremos que este cresça e se torne, realmente, um impávido colosso. Alguns podem questionar, então, o porque do nome ser em inglês. Acreditamos que podemos aprender com os outros países e criarmos nossa própria identidade, misturando estes elementos externos com nossa cultura, história e semelhantes, assim como dito por Oswald de Andrade em seu manifesto antropofágico, assunto para outro texto.
     Seja como for estamos começando um novo capítulo, mas manteremos sempre os valores que nos servem de base. Esperamos contar com seu apoio e companhia.
     Saudações Gamers  
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domingo, 18 de setembro de 2016

As novas gerações

     No mundo dos videogames é comum o uso da definição de geração de consoles, mas não é sobre isso que falarei. Algo que me chamou a atenção na BGS deste ano de 2016 foi a variação etária dentre os visitantes. Pessoas que jogam videogames desde o Pong até os consoles atuais, gamers de todas as idades com as mais diversas experiências.
     No meio de todas estas pessoas muitas crianças se destacavam. Apesar de não serem maioria, alguns jovens gamers estavam presentes. Acompanhado por um responsável, e, muitas vezes, por uma turma de amigos, essa nova geração andou pelo evento, curtindo os novos títulos, a cultura gamer, convivência com pessoas diferentes com o mesmo hobby, etc.
     Crianças chegando da escola, com seus uniformes escolares, outras com fantasias ou camisetas de games com um brilho nos olhos, algumas correndo, outras impressionadas com a grandiosidade do pavilhão de exposições, mas todas loucas para fazerem uma coisa: jogar videogame.  
     Se antes pensavam que videogame era coisa de criança, uma rápida olhada na feira já seria um excelente contra argumento, porém, como tudo no mundo, as novas gerações chegam e são elas que manterão vivo este amor pelos jogos eletrônicos, então ver as crianças no evento foi bem gratificante. Em um mundo em que vemos o surgimento de novos numismatas, bibliófilos, esportistas, profissionais e qualquer outra atividade humana, nada mais justo que termos também novos gamers. 
     Saudações gamers
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ChromaGun: Primeira Gameplay

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sábado, 17 de setembro de 2016

Videogame é coisa de homem? Felizmente não

     Existe uma mentalidade, mesmo dentro da comunidade gamer, de que os jogadores de games são sempre homens. Existem até brincadeiras na internet que dizem: "se você encontrar uma gamer, case!" Felizmente este pensamento está errado. Temos sim muitas mulheres jogando videogame, muitas youtubers e, ainda melhor, este número está crescendo ainda mais. Quem sabe esse preconceito acabe de vez em breve.
     Na BGS encontrei meninas de todas as idades. Desde garotinhas de menos de dez anos até profissionais da mídia, com mais de vinte anos. Se falar que são mais velhas, estas podem se ofender, por isso vou parar nesta idade para evitar conflitos. Seja como for, mulheres das mais diversas idades estavam no evento, jogando, sendo cosplay, assunto para outro texto, gravando vídeos para o youtube, participando de campeonatos, etc.
     Lembro de uma menina, devia ter por volta de dez anos, usando um traje da Akatsuki de Naruto, e feliz da vida em estar no evento. Já outra estava com seu grupo de amigas, chegando com os olhos brilhando ao ver os games. 
     Alguns podem pensar que era só para ver os jogos de dança. Sabe de nada inocente. Uma youtuber estava participando de um campeonato de Gears of Wars 4, chegando até as fases finais e aniquilando quem quer que passasse em seu caminho, com direito até ao uso de serra. 
     Felizmente cada vez mais mulheres jogam videogames. Isso é ótimo, pois é muito bom conviver com as mais variadas pessoas, independentemente de sexo, cor de pele, opção sexual, etc. Quem ganha com esta diversidade é a comunidade gamer do Brasil, cada vez mais rica, culturalmente falando, e aproximando pessoas de todo país, sem falar do mundo.
     Saudações gamers
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O Pantera Negra da Guerra Civil - Capitão América / Vingadores - Estátua...

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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Efeitos do comportamento verbal modelado e instruído sobre a escolha de modalidades esportivas em um jogo de videogame

Dissertação de mestrado de Augusto Amato Neto

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47132/tde-09022011-153128/pt-br.php
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Resident Evil 7 - Beginning Hour : Testando a Demo (2)

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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

FIFA 17 : Testando a Demo

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Descansar é preciso

     Nos tempos atuais é comum o surgimento de workaholics, os viciados em trabalho, ou, no mínimo de muito stress com a ocupação, seja pela situação difícil da economia, pelo aumento da intensidade demandada pelo fato de estarmos sempre conectados, grande cobrança, etc. Por mais que seja importante trabalhar com afinco, dedicação e semelhantes, também é necessário descansar um pouco. Como sempre dizemos sem radicalismo, trabalho de mais faz mal, mas descanso exagerado também, porém um pouco é preciso para renovar as energias. Já dizia o livro e o filme O Iluminado de Stephen King, "Muito trabalho e pouca diversão, fazem do Jack um bobão".
     Em alguns jogos de tiro, a maioria dos atuais por sinal, é comum recuperarmos nossa vida ao ficar um tempo parado, um período longe da ação frenética, um descanso. Eis mais um grande conselho dado pelos games. Para se ter uma ideia da importância do repouso, na antiguidade, uma das mais terríveis formas de morrer era quando seu adversário lhe impedia de dormir, castigo este destinado apenas para os piores crimes, a pior das torturas.
     Descansar não é só dormir, apesar de ser importante, mas relaxar de uma forma geral, desligar-se da rotina e das preocupações cotidianas. Isto pode ser feito de várias maneiras, inclusive mais de uma opção pode, e até deve, ser usada. Ler um livro, assistir a um filme, jogar videogame, praticar um exercício, sair com os amigos para conversar, ter alguma coleção, ir ao teatro, ouvir música, enfim, opções é que não faltam. 
     É muito importante nos esforçarmos em melhorar nossas habilidades, nos dedicar aos estudos e ao trabalho, mas somos humanos e não máquinas, portanto, precisamos de um descanso. Achar o equilíbrio entre trabalho e repouso é fundamental para o nosso bem estar. Não devemos ser nem Workaholics nem vagabundos acomodados, portanto juízo.
     Saudações gamers
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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Forza Horizon 3 : Testando a Demo

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Foi só elogiar

     Ontem escrevi um texto elogiando a BGS 2016 pela sua atitude em relação aos cadeirantes visando maior acesso, facilidades e semelhantes. Foi então que recebemos, aqui na Gamerclub NGC, um comentário do Facebook contando a história de Márcia Araújo e seu filho, Murilo Colangelo, jovem que sobreviveu a uma Leucemia, mas que teve, como sequela do tratamento um desgaste do fémur, obrigando-o a usar muletas. Ao chegar no evento, depois de andar por um pedaço considerável, foram pedir uma cadeira de rodas emprestada na direção da feira de modo a poupar as pernas de Murilo. O que não esperavam é que não havia nenhuma cadeira para isso na BGS. Logicamente a mãe saiu na defesa de seu filho e ouviu coisas como: as únicas cadeiras são para uso dos bombeiros, estas que não poderiam ser emprestadas, que era para a pessoa trazer a cadeira de rodas de casa, que não é obrigação de um evento particular disponibilizar cadeiras de rodas. Depois disto Márcia decidiu fazer um BO, ao que recebeu a resposta de um dos diretores da BGS dizendo que o evento era o maior do país no setor e que não tinham a obrigação de oferecer cadeiras de rodas.
     Imaginem a minha cara ao ler essa história! Depois de elogiar o evento quanto a acessibilidade, recebo este depoimento chocante. Bem, façamos uma análise crítica. Não sei o quanto desta história é verdadeira, creio comigo que é, mas como estamos no Brasil, o país do jeitinho, onde a maioria quer aparecer e ganhar dinheiro sem esforço, sendo o processo uma via rápida, sempre ficamos com o pé atrás. Neste caso, como dito, acredito que seja real, pela forma desesperada que a mãe escreveu, porém, não colocarei a mão no fogo defendendo cegamente alguém que não conheço.
     Partindo do princípio que seja verdade, só posso dizer uma coisa: QUE ABSURDO! Não custa nada ter algumas cadeiras de rodas sobressalente para situações como essa. Entendo que não é algo comum, mas não custaria muito para o evento fazer isso. Se o mínimo exigido pelos bombeiros é de duas cadeiras, uma ou duas sobressalentes não atrapalhariam. Mas, se a situação em si já não fosse chocante, o tratamento dado a Márcia e seu filho são inadmissíveis. Custava dar um tratamento educado, buscar uma solução, sei lá, pedir para algum hospital próximo ou algum lugar com cadeiras de rodas extras para emprestar uma? E havia necessidade de uma resposta como "somos o maior evento de games do Brasil e não temos a obrigação de disponibilizar uma cadeira". Claro que não. Faltou humanidade.
     Imagino que foi um caso isolado, sendo que o que eu vi no evento foi um tratamento cortes para todas as pessoas, principalmente com cadeirantes, mas mesmo assim isso é inaceitável. Do mesmo jeito que essa mãe desconhecia o espaço e o quanto seria necessário andar, outras pessoas também poderiam fazê-lo. Admito que acho esquisito uma mãe não ter pensado que um centro de exposição é grande e que seria melhor usar uma cadeira de rodas para o filho se locomover ali, já chegando na feira com o equipamento necessário, porém isso não redime o evento por não pensar nesta possibilidade e, principalmente, pelo descaso dado. Isso não só deverá ser corrigido pela BGS para o próximo ano como servir de alerta para todos os próximos eventos para que tal atitude não aconteça novamente. 
     Saudações gamers 
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terça-feira, 13 de setembro de 2016

A inclusão social e a BGS

     Algo que me chamou atenção positivamente na BGS 2016, que eu já mencionei no texto de ontem e agora irei aprofundar, é a grande presença de cadeirantes no evento, seja como público, seja como funcionários.
     Antes de tudo vale a pena falar uma coisa: se por acaso eu usar algum termo incorreto neste texto ou que não é adequado referente a pessoas que utilizam cadeira de rodas ou semelhantes, não considerem uma ofensa ou um desrespeito e sim uma ignorância da minha parte quanto a nomenclatura. Se isso ocorrer deixem nos comentários o jeito correto e me ensinem. Como sabem, sempre buscamos a melhora contínua. Mas vamos ao texto em si.
     Infelizmente no Brasil temos a mentalidade de que pessoas portadoras de necessidades especiais são incapazes. Isso é um ABSURDO. Lógico que estas pessoas apresentam algumas limitações físicas ou mentais, mas isso não as torna inúteis, diferentemente da maioria das políticas públicas que deveriam dar condições honrosas para estas pessoas, as condições mínimas de modo a ajudar todos os cidadãos, não só aqueles considerados o padrão. Nossa sociedade tem de para de humilhar as pessoas que apresenta alguma deficiência, seja dando condições mínimas, seja deixando de menosprezá-las, ignorando-as ou não vendo-as como seres humanos e sim uma forma humanoide em que se deposita dó e, normalmente, seguido de desrespeito.
     A BGS deste ano fez diferente. Empregou várias pessoas em cadeiras de rodas para funções de apoio aos visitantes, segurança, informações, etc. Finalmente vi isso no Brasil, uma atitude digna que não trata o portador de necessidades especiais como incapaz, tentando inclui-lo na sociedade para algo que ele é capaz e não só para mostrar a pseudo benevolência humana. As demais empresas deveriam seguir este exemplo, abandonando o preconceito e o consequente menosprezo e respeitando estes bravos brasileiros, que lutam todos os dias e nos inspiram. 
     Na nossa sociedade é comum o hábito de considerar o deficiente, até mesmo na nomenclatura, como incapaz, uma aberração, como disse aquele repórter Português naquele seu comentário infeliz sobre os Jogos Paralímpicos, mas não foi sempre assim. No México antigo, algumas civilizações, os Toltecas principalmente se não me engano, veneravam os diferentes, aqueles que hoje conhecemos como portadores de necessidades especiais. Exatamente por serem diferentes eram considerados quase como deuses, pois não eram meros humanos comuns. Isso era feito por uma das civilizações que, na época eram consideradas selvagens. Quem será que realmente era o selvagem nesta história? Não digo para endeusarmos as pessoas com deficiência, digo para respeitá-las. Ao assistir aos já falados Jogos Paralímpicos ficou claro uma coisa. Estes atletas são realmente super humanos. Quem sabe se mais pessoas assistissem os jogos, o que só seria possível com mais emissoras transmitindo-os, aquelas que dizem que amam o esporte e lutam pela inclusão, mas na hora do vamos ver nada fazem, mais pessoas teriam essa noção, este vislumbre que tive, o que me fez repeitar ainda mais estes guerreiros, estes gigantes, que, mais do que um discurso bonito, tem atitude e coragem. São exemplos a serem seguidos.
     Saudações gamers 
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REcore : Conferindo o Game

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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

BGS social

     Existem algumas pessoas que pensam que quem joga videogame é um alienado, que só pensa em jogar e somente em sua própria diversão e bem estar. A BGS deste ano deixou bem claro para estas pessoas que não é assim. Não estou falando dos muitos jogos cooperativos como o Halo Wars 2, que eu joguei e, por sinal fui péssimo, mas gostei do jogo, foi falta de habilidade mesmo. Estou falando das várias campanhas sociais realizadas no e pelo evento.
     Uma velha conhecida, e muito bem vinda, é a campanha para juntar alimentos não perecíveis. Em um país com tantas pessoas famintas, algo que jamais deveria acontecer, principalmente se lembrarmos do nosso potencial agrícola, esse tipo de campanha é um sucesso. Para quem não sabe, na BGS é possível comprar meia entrada se você levar um quilo de alimento não perecível. Grande ideia.
     Mas as boas ações não param por aí. Além de uma forte campanha de inclusão para cadeirantes, o que tratarei em outro texto, aparentemente teve uma ação apoiando a instituição Casa de David, além de um espaço para a AACD. Não sei se a primeira foi de responsabilidade da organização do evento ou de um dos expositores, mas seja quem for merece os parabéns.
     As empresas expositoras também fizeram sua parte. Nesse quesito quem arrasou foi a Microsoft. A empresa do Xbox, primeiro investiu em sua campanha Gamerblood, para doação de sangue, com o logo em 3D da campanha e, depois, com sua loja em que pelo menos uma parte das vendas seria doada à AACD, infelizmente, por um descuido, não anotei a porcentagem, podendo ser até de 100%. Seja o valor que for, já é bem vindo.
     Gostei muito de ver que a maior feira de games da América Latina e seus expositores investiram nesta parte social. Diferentemente do que as pessoas citadas no primeiro parágrafo pensam, os games tem, normalmente um pensamento colaborativo no sentido de apoiar sua equipe e seus parceiros isso tanto no mundo virtual como no real. Já no modo competitivo, se estabelecer uma meta de doação para os games, eles farão de tudo para alcança-la, além de superar as demais comunidades. Nesta disputa, a sociedade é que vence. Parabéns para a BGS e seus expositores pelas campanhas e torcemos para que elas estejam sempre presente.
     Saudações gamers 
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No Man's Sky #06: Anomalia Espacial - Playstation 4 Gameplay

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domingo, 11 de setembro de 2016

Geração 8,5? Não, é só ganância mesmo.

     Recentemente tivemos o evento da Sony em que foi apresentado o novo PS4 Slim, este que eu estava esperando, e do novo PS4 Pro, o que alguns estão dizendo ser a geração 8,5, juntamente com o Project Scorpio da Microsoft e o Nintendo NX. Vamos por partes. Primeiro de tudo gostaria de tirar o NX da lista, pois este é uma resposta da Nintendo quanto ao fracasso do Wii U. Quando estamos jogando e tenteamos uma estratégia que não funciona não mudamos os planos para tentar superar o obstáculo? Foi o que a empresa fez. Se insistisse no Wii U, teria prejuízo, assim foi forçada a reagir. Sem contar que, desde sua origem, o finado console já era tema de discussões se era uma oitava geração ou uma sétima turbinada. As discussões podem até continuar, já o Wii U... 
     Quanto aos demais consoles, não os considero uma nova geração e sim uma nova estratégia, aos moldes da indústria de celular, como já foi dito muitas vezes por várias pessoas, das empresas visando um maior lucro. Trabalhar pensando no lucro é uma obrigação de qualquer empresa, pois, sem ele, a empresa falirá, agora existem situações, cada vez mais comuns neste capitalismo selvagem, infelizmente uma deturpação do capitalismo, em que o lucro, o dinheiro é visco como um deus, e seus seguidores fazem de tudo para obtê-lo. Não posso falar que é isso que as empresas de celulares visam, por não ser especialista na área, mas nos games, por ter um pouco mais de conhecimento posso. Ou é isso ou uma completa perda de foco. Em ambos os casos falhas que devem ser corrigidas, principalmente por empresas tão queridas para tantas pessoas.
      As empresas de games cada vez mais estão se aproveitando dos seus fãs, empurrando jogos ruins, inacabados ou com muitas falhas em alguns casos e, agora, com os consoles um pouco mais potentes. Para aqueles que endeusam os gráficos, no lugar de comprar um console, sugiro um PC poderoso, ainda mais agora que os jogos do XBOX não serão exclusivos do console, rodando também no Windows 10.   
     Já escrevi sobre o meu repúdio a essa nova estratégia da Sony e da Microsoft, mas, agora com mais informações, fui forçado a falar de novo. Acho um abuso com os clientes e que poderá se tornar uma tendência se não fizermos nada. Se não comprarmos estas versões turbinadas e, consequentemente, a estratégia se mostrar um fracasso, as empresas serão obrigadas a abandoná-la, assim como a Nintendo fez com o Wii U e como outras empresa já fizeram na história dos games. Sei que muita gente, visando um pseudo status, uma necessidade de ser reconhecido pelos demais, comprará essa nova versão, mas se trabalharmos juntos, os resultados serão maiores para todos, sem contar que poderemos dizer que fomos aqueles que resistiram contra o abuso das empresas com os seus clientes, e que impediu uma revolução negativa na área. Eu farei minha parte e não comprarei estes consoles turbinados. E você? O que vai fazer?
     Saudações gamers
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Clássico Han Solo com Armadura de Stormtrooper - Miniatura Star Wars

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sábado, 10 de setembro de 2016

Organização da BGS: Assuntos gerais

     Já escrevi sobre a divisão do espaço na BGS e conforme fazia isto, percebi que não havia comentado alguns assuntos mais básicos, então vamos a eles.
     Algo que eu não me conformo é o fato do evento começar só às 13 horas! Não conheço nenhum outro evento que faça isso. Por que tão tarde!? Se abrisse as 10 horas, como é comum em outros eventos, a Bienal do livro, por exemplo, não seria mais interessante para a organização da feira? Creio que sim. Primeiro as pessoas teriam maior contato, em termos de tempo, com o que é apresentado, depois as filas iriam diluir. Muita gente, ao ver vídeos de youtubers, onde se veem filas gigantescas desistem de ir no evento. Não fazemos isso no trânsito? sempre que possível não tentamos sair em um horário diferente da hora do rush? Então, o raciocínio é o mesmo, mas por ser uma diversão, o número de pessoas diminui se o transtorno for muito grande.
     Todas as empresas de alimentos na praça de alimentação ganhariam mais com um evento iniciando mais cedo, já que mais pessoas iriam almoçar lá, tornando o evento ainda mais interessante para as empresas do setor, aumentando assim  a procura por um espaço na feira e maior renda para a organização.
     Falando de dinheiro, acho muito caro o ingresso. A pessoa paga um valor alto muitas vezes para ficar na fila. É como ir em um parque de diversões, passar o dia inteiro nele, mas só aproveitar dois brinquedos, sendo que o resto do tempo foi gasto em fila. É frustante, sem falar que queima a imagem do parque, no caso, da feira. Vão argumentar que, com o preço menor, mais pessoas irão. Isso é ótimo no sentido de incentivar o mercado de games e, para evitar as filas que seriam decorrentes deste aumento, poderíamos ter não só cinco dias de feira, mas dez por exemplo. Creio que com estas medidas, o público irá aumentar, mas ficará dissipado, diminuindo as filas, aumentado o prestígio do evento e aumentando o lucro das empresas presentes como da própria BGS.
     Ainda estamos aprendendo a fazer uma feira de games e é natural que falhas sejam cometidas, ainda mais em um país em que videogames não tenham muita credibilidade, mas estamos melhorando e aprendendo com os nossos erros e acertos, estes que estão ficando mais frequentes, pelo menos foi o que eu vi nos dias de evento em que participamos. Ficam aqui nossas sugestões e os nossos mais profundos desejos de que tanto a BGS se torne cada vez melhor e maior, sendo cada vez mais prestigiada em âmbito interrnacional, quanto ao desenvolvimento da cultura gamer no Brasil.
     Saudações gamers
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Call of Duty Black Ops 3 - Descent : Conferindo o Game (DLC)

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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

A organização da BGS 2016: divisão dos estandes

     A BGS deste ano de 2016 estava organizada por setores, por assim dizer. Cada parte do centro de exposição estava dedicada a algo específico. Assim todas as lojas, também conhecidas como "momento de perdição" ou "é agora que vou falir", estavam na mesma área. Da mesma forma tínhamos uma grande praça de alimentação no fundo, isso bem comum em grande eventos, uma área para os jogos indies, com várias empresas, o que achei muito bom, em uma outra ponta estava a área das mídias sociais, uma parte para exposições, por assim dizer, com arcades e consoles antigos, uma parte business, que será tratada em um texto específico, o espaço de competição e, claro, os estandes das gigantes do setor. Era como um jogo de Tetris, onde várias peças de várias formas e tamanhos estavam conectadas.
     O lado bom era que ficava muito fácil se localizar, sem contar que otimizava o tempo, assim, se você queria fazer compras era ir para a região com as lojas, para jogar os novos títulos, nas grandes empresas e assim por diante. O lado ruim, por assim dizer, era que não havia uma conexão, uma mistura, quase como se tivéssemos paredes invisíveis entre cada setor.
    Tivemos uma boa variedade de opções, com várias lojas, empresas de jogos indies, opções de comida. O que poderia ter mais, na minha opinião, são as grandes empresas. Pensando em consoles é claro que a Nintendo faz falta. Já em termos de jogos, mais empresas poderiam ter seu espaço próprio, com mais opções de games, esse que foi bom, apesar de tudo, de forma a marcar presença e ter esse contato com os fãs. Algumas empresas não vieram, já outras fizeram uma divisão de estande, como a Capcom/ Warner/ EA Sports. Entendo que existem parcerias de distribuição de jogos entre as empresas, mas, como fã, gostaria de ver um espaço para cada.
     Imagino que ter um estande na BGS deva ser muito caro, desinteressando as empresas. Quanto a isso cabe uma crítica ao evento. Ao abaixar um pouco esse valor, imagino que mais empresas viriam, fomentando assim a cultura e deixando o evento mais prestigiado, não só entre nós, mas mundialmente falando. É como um torneio de futebol: uma coisa é ter alguns times fortes, outro é contar com todos os melhores times, jogadores técnicos, etc. Além disso, com um custo menor, quem sabe os estande não fossem maiores, com mais máquinas rodando os jogos e, consequentemente, menos filas, ou mesmo  ainda mais opções de jogos.
     Uma crítica que ouvi foi ao fato de Sony e Microsoft estarem localizadas no meio do evento e não na frente. Não sei se concordo com isso. Gostaria de ouvir as opiniões das empresas e do evento antes de formular uma opinião mais concreta e não um achismo sem embasamento.
     A BGS como um todo, na minha opinião foi ótima, mas como administrador que sempre busca melhorar a eficiência e a eficácia, além de fã de jogos, acredito que temos alguns pontos para melhorar e tornar a feira ainda mais incrível, com maior público, mais conforto para este, mais atrativa para as empresas e assim por diante. Somos adeptos da melhora contínua e da boa prestação de serviços e, por isso, sempre buscamos nos melhorar e incentivar os demais a fazerem o mesmo. 
     Saudações gamers
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God Eater 2 - Rage Burst : Conferindo o Game

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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Os Super Humanos

     Ao assistir uma reportagem antes da abertura dos Jogos Paralímpicos descobri que a Grã Bretanha é uma potência na área e que os atletas são conhecidos lá como Super Humanos. Só digo uma coisa: sensacional.
     No mundo dos games, nos quadrinhos nos desenhos e agora também no cinema estamos acostumados a ver pessoas com grandes habilidades. Voar, ser o homem mais rápido do mundo, ter um anel superpoderoso, ter as habilidades de uma aranha, uma mente brilhante capaz de criar armaduras incríveis ou de permitir ser o maior detetive do mundo, mestre de várias artes marciais, ser um mago incrível, ser superforte e assim por diante, porém, um herói é mais do que poderes e habilidades. É saber reerguer-se sempre que cai, é lutar contra as adversidades mesmo que pareça impossível, é se superar continuamente, é continuar a lutar mesmo que suas forças tenham acabado. Alguns heróis ainda contam com a desvantagem de ser perseguidos por não serem compreendidos, serem temidos por serem diferentes ou por pensar de uma forma única. 
     Ao escrever o último parágrafo fica cada vez mais claro, pelo menos na minha opinião, que os paratletas são mesmo super humanos. Quando a maioria desistiria eles continuam a lutar e não só para sobreviver, mas para vencer seus próprios limites, e de sus concorrentes. Conseguem fazer coisas únicas, que pessoas com mais oportunidades não conseguem e, acima de tudo, fazem isso todo dia ao mesmo tempo que enfrenta um terrível adversário: o preconceito. 
     Nos games, sentimos um enorme prazer ao controlar Batman, Homem Aranha e demais super heróis, pois nos sentimos poderosos e próximos a estes super personagens, mas esquecemos que podemos fazer isso na vida real, ao assistir, torcer, investir e acreditar nos reais super humanos, nossos paratletas, pessoas que agem como nossos heróis da ficção, só que no mundo real. 
     Acreditamos que o Batman vai dar um jeito na situação, ou que os vingadores conseguirão reverter uma desvantagem numérica. Vamos acreditar também nos nossos heróis, não com dó e menosprezo, o que normalmente anda associado, mas com fé, com respeito. Ficamos possessos quando um J. J Jameson ou um General Ross, criam obstáculos as nossos heróis da ficção, então não vamos cria-los na vida real. O Homem Aranha já tem problemas demais e não precisaria ter que lidar com um chato perseguidor, da mesma forma vamos ajudar nossos paratletas, presentes e futuros, evitando a criação destas barreiras. Eles não vão deixar de ser super, só terão menos perda de tempo com bobagens criadas pelos outros de modo a fazerem mais coisas, salvarem mais pessoas ou inspirar futuros heróis.
     Saudações Gamers e força aos nosso super humanos   
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