quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Generalizando é que se cria o preconceito

     Infelizmente é comum vermos generalizações que viram preconceitos. Eu iria citar alguns exemplos, mas admito que fiquei incomodado em fazê-lo, assim ficarei somente na análise de uma frase "quem joga videogame é vagabundo". Nossa, que ferramenta poderosa é esse tal videogame. Atrai todas as pessoas que não querem fazer nada, todos os parasitas sociais e pessoas com índole parecida. O bom é que temos um vagabundômetro, pois se apessoa jogar videogame é comprovadamente alguém que não quer nada na vida, não é? NÃO.
     Depois do parágrafo extremamente IRÔNICO vamos analisar. O videogame é uma forma de diversão e para alguns até profissão. Neste caso a pessoa está trabalhando, portanto não poderia ser vagabundo, ainda mais no país que não percebeu o potencial dos games. Existem pessoas acomodadas que jogam videogames? Sim. Como tem pessoas com essa índole que assistem TV, seguem as mais diversas religiões, usam maquiagem, jogam futebol, mechem no computador e celular, etc. Ou seja, isso não é parâmetro. Uma coisa é analisar se a pessoa, além de realizar qualquer uma destas opções também estuda, trabalha, cumpre com suas obrigações, etc. outra é cravar uma pseudo-verdade absoluta. Vamos parar de buscar bodes-expiatórios e assumir a responsabilidade de nossos atos. 
     Existem muitas pessoas que trabalham e estudam e jogam videogame. Pensando no Youtube. O EngLeo da Cjbr é engenheiro de materiais e professor, já o Zangado também é engenheiro. Ambos exercem a profissão e jogam videogames. Jogar jogos eletrônicos é puramente um hobby, salvo para os profissionais, o que já foi explicado, da mesma forma que ir ao cinema, a uma peça de teatro, a jogar bola nos finais de semana, caminhar e mais uma infinidade de coisas. Brasil, vamos parar de pensar de forma tão pequena. Não é o jogo que faz o vagabundo. O pior que pode acontecer é o vagabundo comprar o jogo, como também compra filmes, roupas, comida, etc. Ninguém fala que quem come é desocupado, então por que falar dos games. Muitos vão responder que comer é uma necessidade fisiológica. É verdade, mas descansar também, não é? 
     Vamos parar de procurar desculpas externas para nossas falhas internas, enquanto humanos. É muito fácil culpar uma entidade, aparelho, órgão social por nossas falhas ao invés de assumirmos a culpa. 
     Não é porque um homem estupra, que todos os homens cometerão tal crime. Não é porque existem ladrões e corruptos que todos os seres humanos assim o são e não é porque alguns vagabundos jogam videogame que todos que o fazem sejam parasitas sociais. Chega de generalizações e, consequentemente, chega de preconceito.
     Saudações gamers
     
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Overwatch: Roadhog encurralando os adversários! - Multiplayer Online - X...

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Comparando os diferentes

     Assistindo ao quarto vídeo de No Mam´s Sky do EngLeo, esse em que é feita um paralelo entre Journey e o referido jogo, discordei sobre tal comparação e explicarei o porquê. Antes de tudo vale ressaltar que ainda não joguei nenhum dos jogos, então não poderei falar quanto a história deles, muito menos minha opinião e as minhas análises, porém posso argumentar sabendo sobre as propostas diferentes, o cerne do assunto e o motivo da minha discordância.
     Apesar de ambos os jogos focarem na exploração e enfatizarem a jornada, isso não significa que tem a mesma proposta. Outros jogos como The Legend of Zelda, The Elder Scroll V: Skyrim, Demon Souls e demais jogos RPGs também tem esse foco. Claro, eles tem uma história mais profunda e não um conceito, mas focam na jornada, nas horas em busca de algo, de treino. É o caso de Pokémon e sua jornada para ser um mestre. Isso é comum neste estilo de jogo e demais jogos que utilizam seus elementos. Como dito, a diferença é a profundidade da história. Resumindo: o princípio elementar é o mesmo. 
     No Man´s Sky é focado na exploração, bem embasado na ciência, como podemos aprender assistindo aos vídeos do EngLeo, e, apesar do objetivo de chegar ao centro da galáxia, mais um conceito, até mesmo filosófico, tem como grande diversão, salvo engano de minha parte, desbravar o universo, ir aonde nenhum homem jamais foi, bem aos padrões Star Trek. Conceitualmente, como já dito, achei a ideia muito interessante.
     Já Jouney tem como objetivo ser um jogo artístico. Mais do que explorar, a ideia é fazer como uma obra de arte, com uma trilha sonora e cenários únicos. A filosofia é a seguinte: do mesmo jeito que, ao ver um quadro, você analisa o que está sendo dito, o que está sendo entendido por você, quais são as suas interpretações, Jorney também o faz e este é o foco. 
     Assim os jogos apresentam propostas diferentes, um focando a exploração científica, embasada em conceitos físico-químicos e o outro é focado na arte. Portanto, apesar de terem similaridades, quanto a questão da exploração e da jornada, os dois jogos são bem diferentes em sua essência e a mensagem que querem passar, por isso, mesmo sem ter jogado, posso argumentar. Por outro lado, se foi bem feito, se o objetivo foi alcançado, se a imagem é boa, etc. somente poderá ser realizado por uma pessoa que jogou os títulos.
     Essa questão de apreciar a arte é muito particular. Tem gente que gosta, outros nem tanto. Isso não quer dizer que as pessoas que não curtem sejam ignorantes. É uma questão de gosto. Se alguém quiser dizer que o EngLeo é ignorante, boa sorte, mas já aviso, estará cometendo uma injustiça. Por outro lado, concordo que muitas vezes é feito uma propaganda muito maior do que o jogo. Não sei se foi o que ocorreu com Jouney, só jogando-o para saber, porém tal possibilidade não pode ser descartada, mas isso deixarei para outro texto. Só para concluir o raciocínio, muitas vezes ocorre exatamente o que o EngLeo disse fazendo a comparação com o conto da roupa nova do imperador, em que as pessoas fingem entender algo que não existe com medo da reprovação social. Se o fenômeno Journey é um destes casos, não posso afirmar, como já explicado, o que posso afirmar é a questão das propostas diferentes, uma embasada em ciência e outro na arte em suas mais puras visões.
     Saudações Gamers  
     
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Attack on Titan - Wings of Freedom : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado






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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Os sentidos e os games

     Ainda em clima de bienal do livro decidi escrever sobre os sentidos. Explicando: a temática da 24ª bienal internacional do livro de São Paulo é sobre ler em todos os sentidos, nos mais diversos significados da palavra como direção e referente ao órgão sensoriais. Aproveitando a deixa, vamos analisar os 5 sentidos nos games.
     O corpo humano apresenta cinco sentidos, visão, audição, paladar, olfato e tato. Alguns colocam um sexto, referindo à intuição, já para fãs de Cavaleiros do Zodíaco existe o sétimo, mas só no anime. Vamos ficar só com os tradicionais. 
     Como diz o nome, os videogames focam na visão. Vemos cenas em movimento na tela e reagimos conforme nosso objetivo, seja sobreviver ao ataque de um Goomba, marcar um gol ou outro qualquer. Para controlarmos nosso personagem usamos o controle e as mãos, mas não temos, ainda, como sentir as variações de texturas nos jogos, saber o que é liso ou o que é áspero, por exemplo. Sentimos frio e calor, ou melhor, o personagem que nós controlamos pode passar por isso, mas isso não nos afeta fisicamente.
     Quanto a audição, esta cada vez ganha mais força. Trilhas sonoras e efeitos cada vez melhores, sem falar em tecnologias que aumentam e melhoram essa experiência sonora, como headsets e home theaters. Por sinal, falando de evolução o mesmo vale para a qualidade das imagens. Voltando aos sons, de uma música empolgante como a de abertura de Uncharted, arrepiante e vibrante como a de The Elder Scroll V: Skyrim a efeitos como rangidos e respirações em jogos de terror, a audição é bem presente nos jogos.
     E quanto ao paladar e olfato? Estes não são usados, pelo menos eu não conheço nenhum jogo e equipamento que os utilizem. Mas convenhamos, em um jogo de apocalipse zumbi não iria ser muito agradável sentir o cheiro de decomposição a toda hora, nem tampouco sentir o gosto de sangue a toda hora em um jogo de luta.
     Novas invenções e acessórios podem ser criados de modo a aumentar a interatividade e a imersão nos jogos, fazendo uso de todos os nossos sentidos, como foi o caso do Rumble Pak e a funcionalidade de tremor do controle, aumentando o uso do tato. Quem sabe um dia não tenhamos gosto e cheiro nos games? É esperar para ver, apesar de achar que tal tecnologia, se surgir, demorará, por não ter o mesmo apelo, na nossa sociedade, do que a visão e a audição, pelo menos em termos de jogos.
     Saudações gamers
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No Man's Sky #04: Aprendendo a criar Antimatéria - Playstation 4 Gameplay

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domingo, 28 de agosto de 2016

Extinção

     Fiquei muito triste ao ver que o Rinoceronte Negro Africano foi considerado extinto. Advinhem quem foi o grande culpado? O homem. Vítima da caça desenfreada pelo seu chifre, o rinoceronte desta espécie não mais existe. Com base nisso pensei algumas coisas.
     A primeira é sobre a caça. Já falamos sobre como os games podem ser um substituto sustentável para esta prática, já que, para tomar as proporções da extinção de uma espécie, não é visando a subsistência e sim pelo lucro ou um pseudo orgulho próprio. Para quem visava o chifre, e somente este, parabéns. Vocês acabara de matar sua fonte de renda. Merecem prêmios pela sua inteligência. Alguns podem falar, que, com esse dinheiro uma pessoa mantem uma família, mas plantação faz o mesmo e ainda ajuda outras pessoas. Em um continente que sofre com a fome tenho a impressão que a pessoa se daria bem na vida. Falando na fome, quando os caçadores matam o rinoceronte, eles pegam o chifre e deixam o resto às moscas. 5 toneladas duplamente desperdiçadas. 
     Uma coisa é a caça para sobreviver. Quando os exploradores europeus chegaram em territórios onde havia índios, chamava-nos de selvagens. Eles respeitavam a vida e o sacrifício animal, portanto, quem são os verdadeiros selvagens? Se os animais, sejam os caçados, sejam para abate, fossem criados e cuidados seguindo a filosofia indígena, semelhante a mostrada no filme Avatar, pelos selvagens azuis de Pandora, tudo seria aproveitado do animal e, mais importante, o sacrifício deles seria reconhecido, consequentemente o desperdício diminuiria neste caso, os animais seriam tratados de forma melhor, teríamos menos radicais vegetarianos pregando, etc. Deixando claro que não somos contra a mentalidade vegetariana e sim contra o fanatismo.
     Falta falar do orgulho do caçador. Alguns argumentam sobre a emoção da caçada, a possibilidade de enfrentar uma fera de frente. A dita emoção não seria ainda mais intensa se, ao invés de armas potentes, o caçador usasse somente suas habilidades naturais? Se eles tentassem abater um rinoceronte só com as mãos, tenho a impressão que teríamos menos caçadores, em todos os sentidos. Por outro lado, o suposto orgulho de mostrar o animal empalhado, a cabeça pendurada ou sei lá o que seria maior, já que pouquíssimos conseguiriam.Claro que ninguém tem essa coragem. É muito fácil falar de enfrentar a natureza em sua redoma de vidro com um arsenal, equipe de apoio e demais ferramentas. Isso não é enfrentar a fera, é mentir para si mesmo. É ser covarde.
     Acredito que os games poderiam ser a solução para este problema. Caçadas virtuais, sem danos aos animais e à natureza, mas com a suposta emoção gerada. Se a pessoa tem dinheiro para caçar ou para comprar jóias de chifre de rinoceronte, também o tem para investir nessa tecnologia. A diferença é que, ao invés de assassino, será considerado herói, por resolver um problema de séculos. Mas e os riscos da caça? Ao usar um simulador, o caçador está seguro. Bem, isso depende do simulador. Para os sedentos por sangue, criar uma máquina que machuca segundo os danos sofridos no jogo é bem fácil. É sádico eu sei, mas é isso que eles querem, só que deste modo, só eles sofrem pelos seus atos, além do mais, não é isso o que eles querem? Uma opção mais normal é fazer uma tatuagem em cada local machucado no simulador. Nada como mostrar as cicatrizes de combate não é? Sem contar que o reconhecimento seria maior, pois mais pessoas gostam de tatuagem do que caçadas.
     Por fim, pensando sobre a extinção. Sempre que vimos filmes catástrofes ou jogos sobre apocalipse zumbi, de infectados ou semelhantes mexemos com aquele medo da morte presente em quase todos. Apesar de curtir esse cenário na tela sentado conformavelmente no sofá, duvido que a maioria curtiria na vida real. Então porque fazer isso com os animais? Ficamos apavorados quando vemos ataques terroristas, e com razão, ou revoltados, quando assistimos cenas de guerra ou massacres como os Holocaustos, não só o Judeu, que já é tenebroso. Se assim agimos, repito, com razão, por ver tamanha barbárie e crueldade, por que não somos assim com os animais? Prazer em comer carne, talvez. Mas nesse caso temos a filosofia Avatar já dita. O problema é que não é conosco, nem com alguém parecido. Quando vemos um humano sofrendo, pensamos que poderia ser nós ao invés da vítima, mas quando é com um animal de 5 toneladas e chifre, a associação fica mais difícil. Temos que parar com esse pensamento ignorante. Não somos dotados de inteligência? Quando vamos usá-la? Espero que rápido, pois os animais tem pouco tempo e a extinção está próxima.
     Saudações gamers e perdoe nossa ignorância, Rinoceronte Negro Africano. 
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UNBOX: Luke Skywalker X-wing Pilot - Estátua Star Wars / Iron Studios

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sábado, 27 de agosto de 2016

A Bienal do livro gamer

     Fui a 24ª Bienal Internacional do livro. Adorei o evento, apesar que, como amante dos livros, sou um pouco suspeito para falar. O que me chamou atenção foi a influência dos games, nesta que chamo de a mais gamer das bienais. 
     Antes de tudo um aviso para aqueles que não são gamers. Apesar de várias obras fazerem referência aos games, isso não significa que não têm outras dos demais assuntos, muito pelo contrário. Os mestres da literatura mundial, como Dante, Shakespeare, Cervantes, etc. estão presentes, assim como os nossos clássicos Machado de Assis, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa. e companhia ilimitada. Temos autores mais modernos e vendedores de Best Sellers como Stephen King, livros de auto-ajuda, das mais diversas religiões, sucessos de público como Harry Potter e os Crepúsculos da vida, livros de pesquisa, enfim, tem de tudo um pouco.
     Gostei muito da campanha para atrair novos leitores com muitos livros infanto-juvenis, rodas de leitura, atividades para crianças, quadrinhos, etc. Outro ponto é o destaque dado por certas editoras a cultura regional, como o Cordel, com direito até a declamações. Ótimo em todos os sentidos. Além disso temos um espaço dedicado a campanhas para promover o aprendizado de contabilidade básica para melhor fiscalizarmos nossos governantes e nossas contas, algo muito necessário na nossa sociedade, e para doação de sangue e órgãos, algo vital e que fazemos pouco. O evento foca também na inclusão social de pessoas portadoras de necessidades especiais, com muitos livros divulgando o assunto e como dar um tratamento digno a essas pessoas, muitas vezes ignoradas e menosprezadas pela sociedade. Por fim temos um foco na interatividade, com muito conteúdo digital, e-readers, ou leitores digitais, incentivo a participação e criatividade, etc.
     Mas vamos para os games. A feira estava cheia de livros e lojas sobre a cultura gamer e nerd. Lojas vendendo objetos geeks, como um capacho de controle de Nintendinho, que um dia comprarei, card games como pokémon, camisetas, mangás e quadrinhos para todos os gostos, colecionáveis como os POPs da Disney entre outros. Na parte dos livros, temos uma invasão de obras de Minecraft e de guias para Pokémon GO, dando dicas para ser um mestre. Romances baseados nas mais diversas franquias dos jogos como God of War, Halo, The Witcher, Assassin´s Creed e semelhantes, além de cadernos gamers. Além de tudo isso temos livros sobre youtubers, como o do Zangado, escrito por ele mesmo, e de outras cyber-celebridades. 
    Para os gamers a bienal está sendo uma prévia da BGS, evento que por sinal foi mencionado por alguns visitantes do evento, no meio de milhares de folhas de papel e títulos. Para os amantes dos livros, um prato cheio, independentemente do gênero que lhe agrada. Já para aqueles que não curtem muito a leitura, uma ótima oportunidade para mudar de conceito e incentivar os mais jovens a ter esse hábito tão saudável e importante, que acompanha a raça humana a séculos, trazendo muitas alegrias, diversão e conhecimento.
     Saudações gamers e boa leitura 

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GAMERS UNIDOS! Bora DOAR SANGUE, GALERA! Campanha #GAMERBLOOD

Vídeo do Guilherme Gamer
Boa campanha em prol da vida.





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Homefront - The Revolution : Vale ou não a pena jogar

Vídeo do Zangado






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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Efeitos de um treino em ambiente virtual sobre o desempenho da marcha e funções cognitivas em idosos saudáveis

Dissertação de mestrado de Alexandra Modenesi Lobo

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47135/tde-30072013-115907/pt-br.php
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Worms W.M.D All Stars : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado






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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

     Começa amanhã, dia 26 de agosto de 2016, a 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, grande evento dedicado aos livros. O Evento durará de 26 de agosto a 4 de setembro no Pavilhão do Anhembi em São Paulo. Como sempre incentivamos a busca por conhecimento, a leitura de livros e semelhantes, nada mais justo do que indicar o evento.
     Para os gamers, além dos livros sobre videogames, teremos o lançamento do livro do Zangado com sessão de autógrafos no dia 27 de agosto das 10h à 13h.
     Para mais informações, compra de ingressos, acesso à programação, etc. é só clicar no link a seguir: http://www.bienaldolivrosp.com.br/
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Apresentação do Controle Xbox One Elite

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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A nova máscara

     Depois de muita espera e alguns vídeos engraçados, finalmente foi revelada a nova máscara do Zangado. E a apresentação foi em grande estilo, com o interessantíssimo vídeo sobre mudanças feito pelo youtuber, recomendado, por sinal, para todas as pessoas. 
     A nova máscara é semelhante a do Jason de Sexta Feira 13. Como o Zangado é fã de filmes trashs, duvido que seja coincidência. Em todo caso a máscara parece ser bem resistente e com o detalhe de dois "Z", um em cada olho. 
     A troca de rosto, por assim dizer, se assemelha a um jogo de RPG, onde podemos trocar de armas e equipamentos para melhorar os nossos atributos, sendo que, às vezes, essa troca pode piorar um deles e melhorar outro. Com a nova máscara, perdeu-se um pouco do atributo "impacto político-social", falando especificamente em termos visuais, por deixar de usar a do filme e HQ "V de Vingança", porém ganhou muitos pontos quando falamos de "personalidade" por ser algo único. Acredito também que a saída do som seja melhor. Vamos esperar um evento ou vlog para saber.
     Como dissemos no outro texto sobre o assunto, independentemente da mudança de rosto, os vídeos continuarão com qualidade e o símbolo Zangado permanecerá. Não é a máscara que faz o conteúdo e sim o cara por trás dela. O máximo que ela faz e potencializar a identidade gamer, como o filme O Máskara, mas não por ser mágica e sim pelo foco gerado.
     No vídeo das mudanças, o Zangado fala, além do assunto em si, que ele sempre buscou deixar a sua marca. Essa foi a única coisa que discordo. Ele já deixou a marca. Da mesma forma que Phelps e Bolt ele poderá deixar várias, mas que pelo menos uma ele já deixou, isso é claro. Vamos acompanhar para saber o que mais vem por aí.
     Saudações Gamers 
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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Quem lê vive mais. Nos games também.

     Recentemente uma pesquisa foi divulgada dizendo que pessoas que leem vivem mais. Uma ótima notícia. Nós da Gamerclub NGC sempre incentivamos a leitura e a busca por mais conhecimento e cultura. Mas não é só no mundo real que a leitura melhora as nossas vidas. Nos games também.
     Quando era menor, sempre fui muito impaciente e hiperativo. Isso melhorou muito, uma parte graças aos videogames como dito em outro texto, mas, enquanto isso não acontecia, a situação nos games era complicada. Não digo nos jogos mais diretos, aquele que instintivamente sabemos o que é para fazer, como praticamente, se não todos, os jogos de consoles da época, mas no PC as coisas podiam ser um pouco diferentes. Jogos como Alone in the Dark, The Dig e Full Throttle e demais jogos de Survivor Horror e Point and Click, resumindo, jogos em que a leitura era importante, demandavam calma e paciência. Ou seja, me ferrava. O pior que, na época, eu não tinha essa noção da importância da leitura nos jogos e que era isso o principal problema que eu tinha, só quando fiquei mais velho que percebi isso. A idade trás realmente a sabedoria. 
     Alguns podem ser bondosos e dizer que eu não entendia os textos por que eles deviam estar em inglês. Não. Estavam em português. Era impaciência mesmo. Hoje em dia me arrependo de ter sido assim e, principalmente, das oportunidades perdidas com esse temperamento. Que bom que deu para aprender e evitar cometer esse erro outras vezes. Agora é procurar novamente estes jogos para zerá-los, lendo todos os textos.
     Mas o que isso tem a ver com a pesquisa e viver mais, alguns podem perguntar. Tudo. Ao ler os textos aprendíamos o que era para fazer, ou melhor, recebíamos dicas, o resto era solucionado pela nossa inteligência. Agora, sem as dicas, ficava um voo às cegas, em uma tentativa e erro frequentes, para alguém impaciente, a perda da vontade de jogar, a morte do jogo, se preferirem. Em casos como Alone in the Dark, sem essas dicas era, literalmente, a morte para o protagonista. Ao ler os textos, o jogo podia se desenrolar, evoluir, já sem eles, ficávamos estagnados, dependendo da sorte ou da dica de alguém paciente, o que, convenhamos, tira a graça. Qualquer semelhança entre esta última frase e a vida não é mera coincidência. Mais do que receber a resposta dada, o melhor é resolver por si próprio, o gosto de conquista é maior e muito melhor, e o aprendizado mais frutífero. Isso não quer dizer para fazermos tudo sozinhos. Alguns direcionamentos, como nos jogos, são fundamentais para o nosso sucesso. O estudo, no caso citado a leitura, também é. O que não podemos é viver parasitando outras pessoas, seja nos jogos, pedindo dicas a todo momento para alguém, seja na vida vivendo às custas de outro, acomodados.
     Saudações gamers e boa leitura 
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Deus Ex - Mankind Divided : A Primeira Hora

Vídeo do Zangado






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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Problema de espaço

     Seguindo vários youtubers sei que, uma das preocupações deles é com o tamanho do vídeo. Qual é a medida exata em que o conteúdo é passado ao mesmo tempo que não fica cansativo? Mas o problema é ainda maior, pois muitos, ao ver o tamanho do vídeo, já desistem de assisti-lo, então, outra preocupação relacionada é o perigo de afugentar os espectadores por meio de um vídeo longo.
     Não sou youtuber e sinceramente creio que não tenho as habilidades necessárias para sê-lo. Porém adoro escrever e, por meio de meus textos, também tento transmitir conteúdo. Se já é difícil para um youtuber acertar o tamanho do vídeo imagine o trabalho para um texto, em um país em que a leitura não é o forte, muito pelo contrário, infelizmente, isso sendo provado por vários estudos. Pior do que ver que o vídeo é longo é ver que o texto é comprido. Para alguns, qualquer coisa com mais de três parágrafos é gigante.
     Admito que tomo cuidado para não escrever textos longos, apesar que, às vezes, me sinto como se estivesse possuído, no bom sentido, e começo a escrever de forma apaixonada, ainda mais se tratando de um tema que eu gosto como games. Fico tranquilo por saber que outras pessoas também passam por este estado de possessão, todos eles escritores no caso, como por exemplo Stephen King. A diferença é que, se ele escreve um livro longo, não tem muitos problemas, já que é um livro, mas e se fosse só um texto? É nessa situação que eu me encontro frequentemente. Sou obrigado a conter essa criatividade que guia os autores visando não escrever textos longos para não afugentar muitos leitores.
     Comecei o quarto parágrafo! Isso quer dizer que já perdi possíveis leitores. Brincadeiras à parte, é bem complicado expressar um conteúdo em menos de três parágrafos, salvo um verbete na Gamepedia, e olhe lá. Mas, depois de um esforço para manter o texto curto o problema acaba, não é? Que nada. É nessa hora que posto no Twitter. Que raiva que dá colocar um título chamativo em apenas 140 caracteres, isso contando com links e explicações. E olha que sou objetivo. Para os prolixos Twitter é palavrão. 
     Apesar das ditas dificuldades, adoro o que faço. E por sinal, se eu quiser escrever textos maiores, nada me impede de escrever um livro, não é? Ou será que não? Se um dia isso acontecer eu conto para vocês. Sei que os textos que publicamos, assim como os jogos de videogames, precisam ter um bom tamanho. Se for muito longo fica cansativo, e repetitivo, principalmente no caso dos games, já se for curto, se analisa se vale a pena o investimento, esse no caso é um problema que não tenho. O pior que pode acontecer com um texto curto, mas que contenha a informação necessária, é deixar aquele gostinho de quero mais.
     Saudações gamers   
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Overwatch: Engenheiro Atacante - Multiplayer Online - Xbox One / Playsta...

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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Final Fantasy X: nossa experiência

     Apesar de ser um gamer das antigas, daqueles que jogava Nintendinho e que viu a história dos games acontecer, tendo só perdido as duas primeiras gerações, existem jogos que eu ainda não joguei, pelos mais diversos motivos. Mudança de gosto, falta de conhecimento, não ter encontrado o jogo, já que era mais difícil comprar games do que hoje, ou por qualquer outra razão. Felizmente, com o tempo é possível preencher estas lacunas no meu currículo gamer. Foi isso que aconteceu quando joguei Final Fantasy X.
     Joguei a versão remasterizada para PS3 deste clássico de Playstation 2 e, por incrível que pareça, devo admitir, foi o primeiro jogo que joguei desta saga tão marcante. Que bom que temos tempo para corrigir nossos erros. Sinceramente adorei o jogo. Para quem curte RPG é obrigatório. O único ponto negativo, pelo menos para o meu bolso, é que fiquei com vontade de jogar outros títulos da saga, mas, do mesmo jeito que nos interessamos pelas outras obras de um autor quando lemos um de seus livros, ou de um diretor com um filme, assim fazemos com os games. Em todos estes casos a questão é trabalhar mais para poder adquiri-los.
     O jogo conta a história de Tidus, o protagonista que pode ter seu nome alterado, que, depois de um encontro com o grande, em todos os sentidos, inimigo do jogo, o Sin, acaba parando em outra dimensão, tempo-espaço, ou semelhante que não entrarei em detalhes para não spoilar. Lá ele conhece outras pessoas que tem como objetivo final acabar com o grande monstro já citado em busca da Grande Calma, a paz mundial, por assim dizer. Obviamente, muitas coisas ocorrerão no caminho, mostrando uma trama mais elaborada, com conflitos, reviravoltas, alguns atos esperados e assim por diante.
     O game é um RPG em turnos, aquele em que, ao encontrar um adversário, entramos em um combate onde cada um tem um movimento a fazer, assim como um jogo de xadrez, também usando de estratégias e habilidades, sem falar dos ataques de forma a vencê-los. Temos uma boa gama de inimigos, alguns simples outros de combate difícil. Após vencermos um combate ganhamos experiência e com ela pontos para serem usados para evoluir as habilidades de nossos personagens.
     O jogo é longo, principalmente se você buscar realizar todas as missões. Admito que algumas delas não me agradaram, muito menos me animaram, outras já foram mais interessantes. Não completei o jogo no 100%, nem pretendo, pois como disse, não me animei com algumas missões, mas essas são minoria. No geral me animei muito jogando esse jogo, apesar de um início meio parado, falarei disso em outro texto, mas depois virou um vício, nos moldes dos games, como já explicado.
     Que bom que pude corrigir meu erro e finalmente jogar um jogo da saga Final Fantasy. Até agora foram mais de 160 horas de diversão, com vitórias, derrotas, frustrações, conquistas e assim por diante, algo comum nos jogos, e por que não dizer, na vida. No caso de Final Fantasy X, um clássico que merece ser jogado, para os amantes do RPG, e uma boa pedida para aqueles que querem começar a jogar esse gênero.
     Saudações gamers
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Far Cry Primal #14: Onde está o Leão Negro Raro? - Xbox One / PS4 Gameplay

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domingo, 21 de agosto de 2016

Camperar

     Camperar é o ato de ficar estrategicamente posicionado em uma área em um jogo de tiro. O jogador cria uma "base" ou "acampamento", se escondendo dos demais adversários, mas atingindo-os quando passarem. É normalmente usada quando se usa Sniper e demais armas de longo alcance.
     Tal estratégia é mal vista nos jogos online por ser considerada apelona, um truque sujo, já que o jogador fica ao mesmo tempo muito bem protegido e matando com certa facilidade. Além disso, é ruim pela perda de dinamismo na partida e por dificultar muito uma reação do adversário, este que muitas vezes não vê o que o atingiu.
     Por ser uma pratica muito criticada, alguns jogos criaram mecanismos contra campers,  as pessoas que utilizam esta estratégia, inviabilizando-a ou dificultando-a. 
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Qui-Gon Jinn, o Mestre Jedi que descobriu o caminho da imortalidade! (St...

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sábado, 20 de agosto de 2016

O nosso legado Olímpico

     Os Jogos Olímpicos do Rio 16 estão acabando e, consequentemente os textos relacionados a eles. Aproveitei o evento para escrever textos sobre esportes, além dos videogames, por acreditar na importância deles, não só para a saúde, mas para o desenvolvimento pessoal e social, além de apoiar os nossos atletas que são frequentemente ignorados, às vezes até pela mídia especializada. O nosso foco é nos gamers, mas acreditamos no crescimento do país como um todo, sendo, por sinal, os games, uma grande possibilidade de realizar isso.
     Do mesmo jeito que lutamos pelo fim do preconceito, contra a ignorância, a falta de informação e de apoio  e a mudança cultural com os videogames, também fazemos em relação a outra áreas como esporte, cultura, educação, ética, etc. pois, do mesmo jeito que sofremos e não gostamos, tenho certeza que as demais pessoas também não curtem tais comportamentos. Por isso e por acreditar no crescimento do país sempre que possível fazemos este link entre temas, almejando um dia em que não haverá preconceitos, em que nossos atletas sejam estimulados e respeitados, que o fanatismo irá acabar, etc. Talvez isso seja um sonho utópico, mas, por enquanto, sonhar não paga imposto e dá o mesmo trabalho sonhar grande ou pequeno, assim por que não escolher sonhar grande?
     Voltando as Olimpíadas, algumas assuntos me marcaram. A falta de respeito, na minha opinião, da FIFA com as Olimpíadas foi uma. Apesar dos Jogos Olímpicos, a reunião de quase todos os esportes, estar acontecendo, os jogos dos campeonatos de futebol continuaram acontecendo e em todo o mundo. É tão difícil assim parar 15 dias? Alguns dirão que é pelo calendário, mas em ano de Copa os demais campeonatos de futebol são paralisados por um mês, então é possível parar por 15 dias. Acho um desrespeito da entidade que permite isso e com um fator de arrogância, por se achar superior ás demais confederações esportivas e seus respectivos esportes.
     Outra coisa que me chamou atenção foi a mídia esportiva. Com muitos discursos de apoio ao esporte e aos atletas, vemos os canais especializados, sem falar dos normais, seguindo sua programação, em alguns momentos inalterada. ouvimos tanto que devemos investir em outros esportes, mas na hora de decidir entre o campeonato de futebol e uma competição olímpica, o primeiro vence. Sem falar dos programas de debate que continuam, faça chuva ou faça sol, independentemente se no mesmo horário uma grande competição de outro esporte estiver acontecendo. Nos canais que não são especializados é ainda pior. A reprise do filme que todo mundo viu milhares de vezes, a novela, o jornal sensacionalista, tudo continua como se nada estivesse acontecendo. Acho que poderia haver um meio termo neste caso, sem sacrificar os que não gostam de esportes, mas dentre tantas opções não gostar de nenhuma pratica esportiva é difícil. Sei que a audiência é importante, mas são só 15 dias de quatro em quatro anos. Uma estratégia minimamente inteligente resolve isso. Mas ter a coragem de fazer isso é difícil. É mais fácil ficar chorando e dando desculpas do que agir.
     O que me marcou positivamente foi: a receptividade dos brasileiros, a qualidade do evento, apesar que, não é porque tem sido bonito que as investigações sobre a roubalheira que todos sabemos que ocorreu devam ser encerradas, muito pelo contrário e em todos os âmbitos, doa a quem doer, os atletas brasileiros que se esforçaram ao máximo, mesmo sem apoio financeiro, sem falar do constante complexo de vira-lata e a Síndrome de Mutley, a alegria gerada e assim por diante.
     Os Jogos Olímpicos do Rio podem estar acabando, mas isso não significa que tudo termina aqui. Mudanças devem ser feitas, do mesmo modo que investigações, atletas devem se apoiados e o espírito olímpico de superação, boa conduta, respeito devem permanecer, ao mesmo tempo que continuaremos lembrando das nossas conquistas, não só nas modalidades esportivas, muito menos só a que fomos premiados, mas quanto nação, quanto povo que recebeu bem seu visitantes, que fez um belo espetáculo e que deixou bem claro que somos bons e capazes.
     Saudações gamers 
     
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Deus EX Mankind Divided (Preview) : Conferindo o Game

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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Sobre opinião e respeito

     Ontem aconteceu um episódio interessante. Checando o Twitter da empresa, vi que o BRKsEdu, uma das pessoas que seguimos, respondeu uma pergunta de um fã sobre Pokémon GO, dizendo que não fez uma série no seu canal, pois não gostou muito do jogo. A minha primeira reação foi de espanto, por ser um jogo extremamente popular e porque o Edu é grande fã da Nintendo. Depois do susto, pensei que ele tem todo o direito de não gostar de um game, independentemente se é popular ou não. Infelizmente, é bem provável que muita gente o critique, por não concordar com ele, ou, muito pior, por fanatismo.
      Quando uma pessoa pública, seja atleta famoso, celebridades da TV ou Youtuber, dá uma opinião que difere do senso comum causa espanto, mas devemos lembrar que, mais do que famosos, ele é uma pessoa e, portanto, tem o direito de expressar sua opinião. Apesar de não concordar com a opinião do BRKsEdu, respeito totalmente o fato dele não gostar do jogo. Não concordar é um direito, mas respeitar é uma obrigação. Se um dia eu conversasse com o Edu com certeza, ao falar do jogos que gostamos ou não, terão jogos que ele é fã e eu não curto.
     É muito comum, quando alguém gosta de algo, pensar que tal coisa é soberana, intocável e, ao ouvir críticas sobre ela, se sente criticado, e pior, ofendido. Vamos separar as coisas. O que está sendo criticado é o objeto em questão e não a pessoa. No mundo acadêmico é comum que os pesquisadores passem anos em cima de uma teoria e que esta receberá criticas em algum momento. Algumas pessoas ficam muito ofendidas ao receber estas críticas, por acharem que o criticado é o pesquisador e não a pesquisa. Soube em uma aula da faculdade, que no exterior, em países desenvolvidos em termos acadêmicos, é normal duas pessoas se digladiarem dentro de uma sala de exposições defendendo suas ideias opostas e, ao acabar a palestra saem juntos, vão comer alguma coisa e beber algo como se fossem amigos. Isso não quer dizer, como muitos podem pensar, que são falsos, e sim que está muito bem delimitado que o confronto é apenas de ideias e não de pessoas. Que a crítica foi feita a teoria e não a seu criador quanto pessoa.
     O brasileiro, talvez por se sentir carente, infelizmente, de bons exemplos, apesar de termos vários ignorados, de maiores conquistas, o que também temos, ou mesmo por uma questão cultural, ainda tem dificuldades em entender a diferença entre gostar de algo e ser fanático por algo e que crítica pessoal e crítica ao objeto de gosto e admiração são diferentes. Por entender isso que não vou deixar de respeitar a opinião do BRKsEdu, só porque ele não gostou de Pokémon Go. Volto a repetir: opinião diferente é um direito, respeito é obrigação. Quem sabe um dia o mundo aprenda isso.
     Saudações gamers 
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Nacionais : My Night Job e Mustache in Hell

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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Amamos a Copa do Mundo. Mas e os outros mundiais?

     A época de Copa do Mundo é incrível. O patriotismo se aflora, pessoas que não ligam para futebol começam a assistir o esporte, as ruas e as casas são pintadas e enfeitadas, grandes promoções são feitas como os memoráveis Mini-craques da Coca Cola, os amados álbuns de figurinhas retornam e conquistam pessoas de todas as idades, etc. É Sensacional.
     Felizmente isso acontece com outros esportes não é? Pensemos no vôlei. Bem, nem sei quando acontece o mundial, mas e o álbum de figurinha? Também desconhecido. Mas com certeza o país para para ver o jogo. Não é bem assim. Casas pintadas? Também não. Talvez com outro esporte o raciocínio funcione. Vamos para o basquete e... nada feito. Sem álbum, sem patriotismo aflorado, sem casas pintadas. Já sei, Handebol. Também não. Ginástica Artística. Nada. Boxe e judô. Ainda não. Hipismo deve ter, já que as pessoas gostam dos cavalos. Nada ainda. Talvez... Não.
     O que acontece é que damos ênfase total na Copa do Mundo de futebol masculino e esquecemos das demais modalidades. Assistindo aos Jogos Olímpicos, percebi o quanto ignoramos os outros esportes. Não é que o futebol deva ser esquecido. Claro que não. Mas os outro esportes deveria ser mais valorizados. Olha que grande oportunidade os mundiais apresentam. Quem sabe novos atletas, ou pelo menos, novos fãs surjam. Claro que para isso as emissoras de TV precisariam investir nas demais modalidades e, em alguns casos, deixar de passar jogos de futebol ou programas sobre o esporte, sem falar novelas e reality shows, para passar estas modalidades. A curto prazo parece loucura, uma perda de audiência assim é inviável, mas e a longo prazo? Pode dar muito certo. Novos canais podem surgir, juntamente com programas específicos. A ESPN investiu na NFL no Brasil e esta está virando febre. Por que o mesmo raciocínio não valeria nas demais categorias? Precisamos de coragem e de atitude, mais do que discursos sobre legado olímpico. Precisamos de fato investir no esporte, o que não é sinônimo de investir somente em futebol.
     Gostaria de um dia sentir aquela vibração incrível da Copa do Mundo durante um mundial de vôlei, de basquete, de hipismo, Ginástica Artística, etc. Talvez eu seja muito otimista em pensar isso e ainda chegar mais longe ao imaginar toda esta vibração em um campeonato de e-sport. Imagine o país parar para ver uma partida de League of Legends? Seria demais. A única coisa que impede isso somos nós mesmos.Vamos investir nos atletas, não só com dinheiro, mas com nosso tempo e respeito, vamos pressionar a mídia para transmitir mais esportes no lugar da reprise de um filme Como Lagoa Azul ou Curtindo a Vida Adoidado. A pessoa já esperou um dia para saber quem matou fulano na novela, então pode esperar mais um. Vamos nos envolver e lutar pelos nossos atletas. É muito fácil, quando o Brasil não ganha medalha criticar, ou torcer contra países que vencem com frequência como Estados Unidos e demais potências olímpicas, mas investir nos atletas como eles é bem difícil, não tanto pelo dinheiro e sim pela coragem, atitude e mentalidade. Como dito antes, é fácil falar, mas fazer é difícil. Quem sabe um dia tenhamos álbuns de figurinhas de Hipismo, e-sports e vôlei, assim como toda a vibração comum em anos de Copa. Até lá continuaremos lutando por isso.
     Saudações gamers
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No Man's Sky #03: Construindo um Motor de Dobra - Playstation 4 Gameplay

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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Multiculturas

     Na minha primeira aula de antropologia na faculdade, discutimos o que era cultura. Era só os quadros de Da Vinci e as sinfonias de Beethoven? BBB e funk eram cultura? Bem, de forma bem resumida sim, todas são representações culturais, pelo menos segundo à antropologia. Ao invés de focar somente nas representações culturais feita pela sociedade branca e européia, como era costume na época em que esta ciência surgiu, a antropologia visava estudar todas as formas de representação da cultura humana, independentemente de sua origem.
     Só tive um semestre do tema e, com certeza, muitas pessoas podem falar com mais propriedade que eu, mas esta ideia universal de cultura me agrada. Não só aquilo que está em museus é arte, mas também os grafites, não confundir com pichação, na rua. Não só as músicas clássicas e as óperas, mas o samba e demais músicas populares. Do mesmo jeito que cinema, teatro, hip hop e videogames também o são.
     Acho que o mais importante é a questão do respeito pelas outras culturas. Não importa a cor de nossa pele, nossa origem, nossa opção sexual, nossa fé e sim que somos humanos e produzimos nossa arte, nossa cultura conforme os nossos gostos. Você pode ter, e deveria, a sua opinião sobre várias demonstrações culturais, agora isso não quer dizer que deve impor a sua vontade sobre os demais. Eu não gosto de BBB, apesar que respeito quem goste. O mesmo vale para o funk. 
     Muitos temas às vezes são repudiados por pessoas que não conhecem o básico do assunto. Eu não concordo muito com a teoria socialista, porém nunca li nenhum livro que a explique, juntamente com seus livros base. Até buscar mais informações, algo que pretendo, não por questão ideológica, mas sim por curiosidade científico-filosófica, não posso dar uma opinião definitiva sobre o tema. O que posso fazer é, além de ter bom senso e reconhecer as minhas limitações, respeitar as opiniões de pessoas que pensam diferente, pois podemos aprender muito com essa troca de conhecimento, salvo com pessoas radicais, pois estas são aquelas que impõe a vontade e não escutam opiniões diversas, sendo isso tudo um absurdo, porém tal assunto já foi discutido em outros textos.
     Voltando para a cultura, falemos da cultura gamer. Essa rica fonte de informação, sem falar de diversão, pode dizer muito sobre nós, nossas crenças, nossos medos, nossos gostos, etc. A sociedade, de forma geral ainda não entendeu os videogames e, consequentemente, tem medo deles. Acham que são perigosos. É comum temermos o que não entendemos, porém, ao invés de viver escravos do medo, devemos entender, mesmo se não concordarmos, as formas diferentes de pensamento. Não podemos enfiar nossa cultura "goela abaixo" das pessoas que não a entendem, mas devemos divulgá-la, sempre respeitando os outros, de modo a desmistificar as coisas e diminuir o medo. Precisamos sempre buscar entender o outro e aprender coisas novas, do mesmo jeito que nós, gamers fazemos quando jogamos. Entendemos o universo do jogo, o que podemos ou não fazer, nossas habilidades, as motivações do protagonista e dos adversários e assim por diante. Tendo essa mesma mentalidade, a de explorador e de pessoa curiosa para entender o nosso redor, seremos melhores, não só nos games, mas na vida.
     O mundo não é feito de uma cultura e sim de várias. Podemos concordar ou não com elas, mas sempre devemos respeita-las, juntamente com as pessoas que as criam, seguem ou praticam. Não podemos ser radicais, pois fazendo-o, perdemos nossa razão. Vamos lembrar que não vivemos em um mundo bipolar, onde só há duas visões contrastantes em cada tópico de discussão, mas em um mundo de multiculturas, todas elas merecendo nosso respeito.
     Saudações gamers 
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UNBOX: Thor - Vingadores Era de Ultron - Diorama do Deus do Trovão (47 cm)

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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Brasil, o país do futebol e...

     Durante uma transmissão da Espn dos Jogos Olímpicos, um narrador, se não me engano foi o Willian Tavares, disse que o Brasil é o país do futebol, mas que pode ser também o país de outros esportes como ginastica artística, boxe e outros. Adorei essa frase. Temos a tendência de pensar que podemos ser bons em apenas uma coisa, mas a verdade que que, enquanto nação podemos ser referência em várias áreas, seja esporte, cultura, arte e, porque não, videogame.
     Acredito no grande potencial do Brasil nos videogames, e em outras áreas também. Claro que existem ainda obstáculos como preconceito, sobretaxação, infraestrutura, etc. mas, se nos esforçarmos podemos mudar isso, não só em âmbito cultural, deixando de demonizar os games, relacionando-os com violência, mas também, no e-sport, como consequência da primeira. A cultura dos games é vasta e deveria ser melhor aproveitada, ou, pelo menos, respeitada.
     Voltando para os esportes, podemos crescer muito nas demais modalidades, além do nosso amado futebol, este que também precisa melhorar. Popularizar os demais esportes, facilitar o contato entre ele e a população, maior divulgação na mídia, o que precisaria de coragem dos canais, já que eles dão menos audiência no curto prazo, pelo menos, que o futebol, enfim, uma mudança de mentalidade geral. Isso não surgirá do nada e sim será fruto de muito esforço. Precisamos trabalhar duro e acreditar no potencial de nosso país e nos nossos sonhos, como disse o grande Diego Hypólito em seu discurso após ganhar a medalha de prata nas Olimpíadas do Rio.
     Do mesmo jeito que nos esportes, podemos focar nas artes. Desenvolver a nossa música, nosso cinema, nosso teatro, nossa literatura e assim por diante. Isso tudo não significa que deixaremos de ser o país do futebol. Continuaremos amando esse esporte que conquistou o mundo, mas, por que não aumentar nossas paixões? Ao invés do "ou" podemos sim usar o "e", como disse Whitaker Penteado em seu livro Cartas a um jovem indeciso. Vamos romper nossos limites, investindo em outros talentos das mais diversas áreas. 
     Sim, nós podemos!
     Saudações Gamers

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Unboxing : Halo Needler Gun Replica

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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

No Man´s Sky: o jogo, o vídeo e o aprendizado

     Um jogo lançado recentemente que chamou atenção, desde que foi anunciado, por sinal, foi No Man´s Sky, jogo de exploração especial que ficou conhecido pelo tamanho do universo, que alguns chegam a dizer que seja infinito. Apesar de duvidar disto, acredito na imensidão do espaço criado. No jogo desbravamos o universo, atrás de formas de vidas, catalogar os planetas, analisar e extrair materiais destes, etc. Seria como Star Trek, ou Jornada nas Estrelas, só que não usamos a Enterprise, porém devemos ir aonde nenhum homem jamais foi, na busca por conhecimentos.
     Essa imensidão espacial é possível graças à um processo chamado Computação procedimental, onde um algorítimo mistura as variáveis possíveis das mais diversas formas de modo a criar uma infinidade de planetas. Aprendi isso assistindo ao primeiro vídeo do jogo feito pelo EngLeo da Cjbr. Ao vê-lo tive a seguinte ideia: do mesmo jeito que nós humanos conseguimos, por meio de um código de computador criar um vasto universo, baseado na união de um determinado número de elementos químicos e algumas regras, não poderia ter sido usado este mesmo raciocínio por uma inteligência superior para criar este universo? Se não me engano isso teria conexões com as teorias das cordas, origem do tempo e espaço e demais teorias científicas, ao mesmo tempo que pode ser a união entre ciência e religião, mostrando a origem de tudo. Não vou me aprofundar muito nisso, por ser um assunto muito longo para um texto, sendo mais indicado a criação de um livro, por pessoas que dominem estes assuntos, é claro. Vale dizer uma coisa. Se por acaso, ao ler esse parágrafo você se sentiu, ou teve suas crenças, ofendidas, me desculpe, a ideia foi partilhar uma ideia e não desrespeitar ninguém e nenhuma fé. Partilhei apenas a minha visão, o que eu acredito ser uma possibilidade. Portanto vamos respeitar as opiniões e as crenças dos outros.
     Deixando a metafísica de lado e indo para a física, achei uma experiência ímpar, assistir ao vídeo já citado do EngLeo. Para quem não sabe, além de grande youtuber, ele é engenheiro de materiais e, como o jogo menciona vários elementos, foi incrível poder aprender tantas coisas com alguém que sabe muito do assunto. Conhecimento sobre metais, temperaturas de mudança de estado, zero absoluto, formação de estruturas baseadas na geometria atômica, etc. foram ensinadas. Como sabem sou fã do EngLeo, sempre divulgando o seu trabalho e do seu site www.cjbr.com.br. Já aprendi muito, ao mesmo tempo que me divertia, assistindo aos vídeos dele, mas esse foi um dos melhores que já vi, exatamente por este conhecimento que ele tão bem conhece.
     Quanto ao jogo em si, admito que não me animei muito para joga-lo. A ideia de exploração e essa enormidade universal me parecem bem divertidas, porém o jogo em si me parece meio monótono. Pode ser que eu mude de ideia com o tempo, assistindo a vídeos como do EngLeo, mas acho pouco provável. Entretanto, apesar de não ser uma possível futura compra, acredito que já valeu a pena ele ter sido criado, principalmente pela proposta revolucionária com muitas aplicações, não só nos games, mas em discussões filosóficas também, mas pela enorme quantidade de informação aprendida no vídeo da CJBR.
     Saudações Gamers e bom vídeo

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No Man's Sky #02: Primeiro Encontro Inteligente - Playstation 4 Gameplay

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domingo, 14 de agosto de 2016

Lego Star Wars O Despertar da Força #07: Meu Primeiro Sabre de Luz - Xbo...

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Tecno-pedagogia: os aspectos lúdicos e pedagógicos da comunicação digital

Dissertação de mestrado de Leandro Key Higuchi Yanaze

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27154/tde-10082009-105130/pt-br.php
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sábado, 13 de agosto de 2016

E se os games fossem narrados por Rômulo Mendonça?

     Um narrador esportivo que acho muito bom e extremamente divertido é o Rômulo Mendonça da ESPN. É o meu preferido quando se trata de Baseball, não que os outros sejam ruins, muito pelo contrário, excelente em futebol americano e agora descobri que arrasa no vôlei. 
     Depois de ver o vídeo que postei no face sobre a Nintendo e os Jogos Olímpicos, pensei: e se o Rômulo Mendonça narrasse os games, ou pelos menos fizesse comentários que surgissem em situações especiais como o "toast" em mortal Kombat? Achei a ideia divertida e decidi escrever, já que não tenho a habilidade, pelo menos ainda, para fazer uma montagem. Se fizer isso, não esqueça de citar a Gamerclub NGC nos agradecimentos e nos mandar o vídeo para divulgação.
     Já que citei Mortal Kombat, imagine quando um dos chefes, seja Goro e Kintaro, ou pior, o próprio Shao Kahn nos pega em uma sequência apelona, eis que surge Rômulo Mendonça e diz "é o caos!". Seria muito engraçado, pelo menos de assistir. Ou quem sabe um jogo de plataforma em que você está quase terminando a fase e o último inimigo te mata, com o direito da sonoplastia "Aqui não, queridinha!".
     Outra opção: quando enfrentarmos o primeiro chefe em Dark Souls com o direito a escutar que estamos diante da "falsa grávida de Taubaté" ou em um jogo de corrida, ao usar um turbo, poderíamos escutar o meme "senhora, senhora".
     Por outro lado, ao passar por uma fase difícil escutaríamos "Que Homem!", claro que se o protagonista fosse do sexo masculino. Ou ao usar uma habilidade como the rage of titans the God of War, quando ficamos mega poderosos, teríamos como trilha de fundo "Ele está possuído pelo Ragatanga" com direito a música.
     Apesar de não termos o modo Rômulo Mendonça nos jogos, o que seria muito engraçado, podemos curtir todo o seu talento, emoção e, claro, diversão, acompanhando-o na ESPN. Na minha opinião, vale a pena. 
     Saudações Gamers
  
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Just Cause 3 - Bavarium Sea Heist : Conferindo Game (DLC)

Vídeo do Zangado





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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

No Man's Sky: Primeira Gameplay no Playstation 4 (PS4)

Vídeo do EngLeo da Cjbr

www.cjbr.com.br





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Ações coletivas com uso da internet: o caso do Projeto Jogo Justo

Dissertação de mestrado de Rafael Luqui Cortes

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-02122013-134805/pt-br.php
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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Rafaela Silva: o triunfo da força de vontade

     A primeira medalha de ouro que o Brasil ganhou foi graças a uma guerreira. Dentro e fora do tatame, Rafaela Silva lutou muito para chegar aonde chegou. Mais perigosas que suas rivais no judô foram os preconceitos sofridos por ela pela cor da pele, por ser mulher e pelo local de nascimento. Mas isso não deteve a nossa campeã. Resistiu às dores causadas pela ignorância da sociedade. Lutou com força e determinação e hoje, mais do que um exemplo Olímpico, é um exemplo da superação do ser humano.
     Gostaria de frisar dois pontos nesta história, que muitos acham ou achavam somente possível em contos de fadas. Primeiro, a importância do investimento no esporte. Foi por esse meio que a nossa heroína da vida real pode mudar de vida. Da mesma forma que ela, muitas pessoas podem ter uma vida melhor graças a investimentos em esportes, cultura, como os trabalhos realizados pelos maestros  brasileiros João Carlos Martins e Isaac Karabtchevsky, e semelhantes.
     Segundo, e ainda mais importante, é o poder da força de vontade. A maioria acharia que Rafaela Silva não teria futuro, já que tinha tudo contra, mas ela não. Com o puro esforço, sem esperar nada vir de presente, nossa guerreira se tornou campeã. Deu um golpe no preconceito e, com as próprias mãos, escreveu seu próprio destino. Mostrou ao mundo suas habilidades e mostrou para os brasileiros que, mesmo com grandes obstáculos é possível sim vencer se nos esforçarmos, se lutarmos com toda a nossa força, levantando sempre que cairmos, como ela fez depois de Londres 2012, superando uma depressão. 
     Rafaela Silva se tornou campeã. Mais que isso, se tornou um exemplo a ser seguido por todos os brasileiros. Ela mostrou que é possível vencer as adversidades. Com esta mentalidade, literalmente uma mentalidade campeã, venceremos os obstáculos. Acabaremos com o preconceito, seja racial, de opção sexual, de origem, religioso, cultural, contra os videogames, músicas e demais expressões culturais, sexual, etc. É com ela que faremos um país ainda medíocre se tornar grande. É o que motivará atletas a serem melhores, a pessoas a investirem na cultura e nos esportes, a mais pessoas estudarem e se formarem. Enfim, é o que Rafaela Silva fez para ser campeã, em todos os quesitos.
     Saudações Gamers e obrigado Rafaela  
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UNBOX: Diorama Iron Man (Homem de Ferro) Mark 45 - Estátua Vingadores a ...

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Pilhas x Baterias

     Na guerra atual de consoles, assim como na anterior, dentre tantas  características de escolha como melhores gráficos, ergonomia do controle, jogos exclusivos entre outras relacionadas com avanços tecnológicos, uma se destaca pelo inverso, por ser algo banal. O fato do controle funcionar com pilhas ou baterias.
     Para quem não sabe, os controles de Xbox One e de seu antecessor, Xbox 360, funcionam com pilhas, já os da Sony, PS3 e PS4 à bateria recarregável. por fim temos a Nintendo com o Wii funcionando com pilhas e o novo e finado Wii U com bateria. Sendo bem sincero isso é uma opção pessoal. Não vou dizer qual é melhor ou pior, já que acho todos bons, com vantagens e desvantagens.
     Eu particularmente prefiro bateria, mas não foi sempre assim. Quando comprei uma máquina fotográfica digital, há alguns anos, fiquei com esta dúvida. Claro que existiam outro motivos, mas este, por incrível que pareça, era uma prioridade. Decidi comprar uma que funcionava com pilhas, tendo o seguinte raciocínio: se der problema com a elas posso comprar outra facilmente, já com a bateria já era. O problema é que, se fizesse uma viagem, por exemplo, precisava levar várias delas, todas recarregáveis, devido a duração delas e para não ficar sem energia na hora daquela foto especial. O que isso significava, na prática: mais peso e o desconforto de andar por aí com um estoque de pilhas, sem falar do carregador para recarregá-las mais tarde.
     Depois de anos com isso decidi trocar de máquina e comprar uma com bateria. Adorei a troca. Não só pela máquina em si e seus recursos, mas pela praticidade da bateria. Sem peso extra, praticidade para recarregar, sem precisar tirar nada da máquina nem desgastar partes dela. 
     Outro episódio relacionado é da época que jogava Pokémon blue no Gameboy. Os jogos, com sua versão blue e red, eram febre, todos levando seu console portátil para aonde quer que fossem e, claro, para fazê-lo funcionar, comprando muitas pilhas palito, a AAA. A Duracell e suas concorrentes devem sentir falta daquela época. Já para nós gamers era extremamente frustante chegar em uma nova região do mapa para capturar novos pokémons ou enfrentar novos adversários e acabar a pilha. Alguns anos depois inventaram as pilhas recarregáveis o que diminuiu essa compra desenfreada, mas aí a febre do pokémon Blue e red tinha acabado faz tempo.
     Sendo bem sincero não entendo por que a Microsoft não utiliza baterias recarregáveis em seus consoles. Se o argumento for pela praticidade, este esta obsoleto, já que é bem fácil comprar uma bateria específica para controles de consoles na internet e fazer a troca ou levar a uma autorizada, que deve fazer a troca em 5 minutos. Se forem duas pessoas, nem estacionamento precisa gastar é só um levar o controle e outro dar uma volta no quarteirão se for de carro, já com transporte público é mais fácil, apesar de ser muito mais cheio, mas aí é um outro problema e a discussão não cabe aqui.
     Claro que acessórios são lançados para suprir, ou pelo menos minimizar essas diferenças, mas tudo poderia ser simplificado, não acham? Uma coisa que não sei e, se algum engenheiro ambiental, químico ou semelhante poderia responder é a questão do lixo e descarte de pilhas e baterias. Sei que estas precisam ser postas em um lixo específico e, de jeito nenhum, jogadas como algo qualquer devido à composição química. O que não sei é qual é melhor para o ambiente? Qual é mais fácil de reciclar? E qual tem melhor desempenho e durabilidade? Tenho comigo que a pilha é pior, mas isso é puro achismo, por isso peço a opinião de pessoas que saibam mais que eu e que podem dar novos argumentos nesta disputa. Seja como for espero que as empresas utilizem a melhor opção, não só visando a natureza, como também a praticidade e bem estar dos gamers. Enquanto não tivermos uma resposta definitiva continuamos com a dúvida: Pilha ou bateria?
     Saudações Gamers
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