domingo, 31 de julho de 2016

Pagando impostos

     Um assunto já trabalhado anteriormente em outros textos é a carga tributária que pagamos nos jogos. A ideia por trás disto é que os games são considerados jogos de azar, algo que já desmentimos, e como sendo algo considerado ruim para a pessoa e para a sociedade é sobretaxada. Este raciocínio é usado para bebidas, cigarros e armas. Falando nelas, se você comprar uma arma, que, tirando se você for um colecionador ou atleta olímpico, é para matar alguém, mesmo que seja em situações extremas de legítima defesa, mas que não deixam de ser mortes, você pagará menos impostos que um jogo, ou seja, jogar um jogo que não é de azar paga mais impostos do que comprar um meio que mata. Não sei vocês, mas para mim a coisa não bate. Brasil, está na hora de rever seus conceitos.
     Mas não é sobre armas e nem sobre jogos de azar, este como dito, já discutido e sim sobre impostos. Falei de casos com extrema taxação, alguns que eu até concordo em partes, mas a verdade é que nós brasileiros pagamos muito imposto. Isso é uma coisa que todos sabemos. Se me lembro bem, de 12 meses que trabalhamos 5 são para pagar impostos. Porém aonde vai nosso dinheiro? Para um ensino público de qualidade? Para um excelente sistema de saúde? Para melhorias de mobilidade? Não. Para pagar uma máquina pública super inchada. Isso independentemente de partidos políticos e regimes, pois sempre tivemos isso. Já fomos Colônia, Império, república, mas nada mudou neste quesito.
     Falando em história, na Grécia antiga, no dia de pagamento dos tributos, era feita uma grande comemoração, pois a população estava feliz de saber que todo o pagamento seria revertido em melhorias sociais. Acho que nem o mais otimista dos brasileiros vislumbra isso. Resumindo temos dois problemas; pagamos muito e não recebemos nada. Devemos cobrar por mudanças. Pelo enxugamento da máquina pública e pelo consequente investimento nas obras à favor da população. Como disse Abraham Lincoln, grande presidente dos Estados Unidos, a democracia é o governo do povo, pelo povo e para o povo, portanto, povo, acorde. 
     Voltando para os games, lembrei de The Sims, onde, a cada três dias devíamos pagar os impostos, estes proporcionais ao que usávamos neste período. Claro que não era divertido gastar dinheiro com isso, porém era um excelente ensinamento para a vida. Sempre ter dinheiro para pagar nossas dívidas, ou arcar com as consequências, no jogo representados pelo funcionário público com um aspirador gigante que tirava os objetos das casas para pagar a dívida. Falarei mais do The Sims em outros textos, mas o fato de pagar impostos merecia ser mencionado.
     Muitas coisas precisam mudar na nossa sociedade e isso só será feito se exigirmos os nossos direitos, sempre dentro da lei, é claro. Se nós, que moramos aqui e sofremos com isso, não fizermos nada, então quem fará? A resposta não será dada de mão beijada e sim conquistadas com trabalho duro e cobrança nos responsáveis. Vamos fazer um país melhor, isso antes de ser usado como propaganda política e de incentivo em épocas de Copa do Mundo e Olimpíadas é a nossa obrigação. Só assim teremos os serviços públicos que merecemos, uma vida melhor e, no caso dos gamers, além de tudo, jogos mais baratos.
     Saudações gamers 
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Overwatch: Torbjörn, o Tony Stark Anão - Multiplayer Online - Xbox One /...

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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sábado, 30 de julho de 2016

Os óculos VRs serão os novos leitores de movimento?

     A grande aposta das empresas de games atualmente tem sido os óculos VR, acessórios que criam a realidade virtual, colocando o jogador dentro do game. A ideia é boa quando falamos de imersão. Agora para virar a visão do personagem, ao invés de usarmos o direcional da direita, bastaria virar o rosto. 
     Algumas dúvidas que tenho sobre o acessório são: como as pessoa que usam óculos de grau poderão usar esta tecnologia? E as pessoas que tem vertigem? Pensei da seguinte forma. Com o retorno do cinema 3D, agora melhorado, as pessoas que usam óculos precisam ou colocar um em cima do outro ou assistir a versão normal, quando disponível. Por este incômodo, já vi pessoas pensarem duas vezes antes de assistirem a um filme. Já a vertigem, perguntei por causa daqueles avisos sobre saúde no início dos games sobre epilepsia. Será que agora teríamos um sobre labirintite?
     A ideia da tecnologia me agrada. Penso que pode ser uma revolução. Mas os leitores de movimento também o foram e hoje andam encostados. Por isso tudo estou com o pé atrás e por consequência, não estou criando expectativas sobre o assunto.
     Quando o Nintendo WII revolucionou com a possibilidade de controles baseados nos movimentos, muitos boatos surgiram dizendo que o controle já era. Era algo tão impressionante que as empresas rivais, Sony e Microsoft, correram atrás. Quando veio o Kinect então, pronto, já começaram a imaginar o enterro dos controles, pensavam que jogar videogame seria como Minority Report e...os controles continuam. Apesar de revolucionário, e do boom gerado, a moda parece que acabou e a tecnologia ficou de escanteio, haja visto o Kinect 2, que não vingou. Este episódio só aumenta a dúvida sobre os óculos VR. Pode ser algo que venha para ficar, como a função de vibrar o controle, que surgiu com o Nintendo 64 em um periférico, o Rumble Pak, ou talvez seja mais uma ferramenta que, somada com outras, como o controle de movimento, por exemplo, formem um hiper simulador, recriando a indústria de jogos ou talvez seja só uma moda passageira. Só o tempo dirá. Enquanto isso talvez seja melhor guardar o dinheiro para outra coisa ou correr o risco de deixar mais um item encostado na estante.
     Saudações Gamers 
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Saga Resident Evil (20 anos) - Parte 6 (FINAL)

Vídeo do Zangado





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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Aprender é viver

     Eu sempre fui uma pessoa curiosa, sempre querendo saber mais das coisas nas mais diversas áreas do conhecimento humano, passando por ciências humanas, exatas e biológicas. Por um simples fator de gosto pessoal, me encaminhei para o primeiro grupo, mas sem abandonar as demais em definitivo. Mas por que que estou falando isso?
     Para muitas pessoas, na próxima segunda feira, as aulas começarão. Claro que pode dar preguiça ao pensar isso. "Estou tão bem de férias", muitos pensam. Apesar de cansativo e desgastante, estudar é fundamental para a vida, principalmente se você não quiser ser um parasita, mas mesmo para estes é necessário. Aprender é viver. Conforme o tempo passa podemos nos direcionar para uma área que gostamos mais, por sinal fica a dica, se você está pensando no seu futuro, busque áreas que você goste. Acredito que, se fazemos algo com paixão, fazemos bem feito e que o dinheiro virá como consequência. Talvez isso não seja uma regra, mas bem que poderia ser.
     Falando em encaminhamento da vida, algumas pessoas pensam que, depois de estudar por alguns anos poderão parar e não estudar mais nada. Lamento dizer, mas isso não é verdade. Sempre vamos estudar. Seja um idioma, uma profissão, uma especialização. Mas não desanime, isso é bom. Comparativo rápido com os games. Qual é mais legal, usar alguns poderes e habilidades no começo do jogo, ou usar todas no final? Quem não gosta de destravar um golpe super poderoso e cinematográfico? A ideia é a mesma.
     Os games ensinam muito isso de buscar novos conhecimentos, seja para entender melhor a história, aumentar a vida e estamina, novos golpes, algum secret, etc. Sem falar na possibilidade de se superar jogando em um nível mais difícil, conquistando troféus/ conquistas, batendo os próprios recordes, etc. Temos só que passar esta mentalidade para a vida acadêmica, sempre buscando mais informação.
     Para quem acompanha o EngLeo da Cjbr, sempre é possível aprender coisas novas ou relembrar de temas já estudados. Em um vídeo ele falou sobre a impossibilidade da construção de uma espada de diamante afiada ao mesmo tempo que resistente e explicou o motivo, o que me levou a lembrar as aulas de física do colegial. Muitas pessoas perguntam, durante a escola, "Para que aprender isso?", a segunda pergunta mais odiada por um professor, só perdendo para "Além de dar aula o senhor trabalha?" Apesar de não ser uma destas pessoas, quando vi o vídeo pensei nelas. Um conhecimento que muitos não usam ou usarão desde as aulas de física, explica algo de um jogo, uma diversão, ou seja, todo o conhecimento é útil. Talvez você não use no dia a dia, porém pode te ajudar a entender um outro assunto. 
     Busque sempre conhecimento. Você pode fazer mais, mas faça isso se divertindo. Busque algo que te inspire e anime, não só em termos de faculdade, mas mesmo dentro de cada área do conhecimento. Aumente o seu nível, mas sem deixar de se divertir, ou seja, faça como nos games. Dizem que a vida é um jogo. Por que, então, não poderia ser um jogo eletrônico? 
     Em alguns jogos, se não aprendermos certa habilidade, perdemos, pois sem ela não é possível sobreviver. Eis outra lição que os games ensinam. Aprender é viver.
     Saudações gamers e bons estudos, sejam eles formais ou informais.
      
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Saga Resident Evil (20 anos) - Parte 5

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quinta-feira, 28 de julho de 2016

A reportagem sobre Pokémon GO do Jornal da Cultura

     No dia 26 de julho de 2016, última terça feira, o Jornal da Cultura fez uma reportagem sobre o Pokémon GO estar prestes a estrear no Brasil e as polêmicas geradas pelo jogo. Admito que não gostei da abordagem usada, mas, devido a credibilidade do jornal, que eu considero o melhor do país pela sua isenção, debates com pessoas inteligentes e sem focar somente em tragédias, como a maioria, sem contar a da própria TV Cultura, que sempre apoiou as mais variadas formas de arte, não direi que foi sensacionalista e anti-games, diria que foi uma escolha infeliz de abordagem. 
     Na reportagem foi explicado brevemente de que consiste o jogo, que este já virou febre e as polêmicas causadas, estas divididas em dois grupos: locais em que certos pokémons foram colocados como em Fukushima, a usina nuclear em que ocorreu o vazamento, e em Auschwitz, o maior centro de concentração do mundo, responsável por milhares de mortes e localizado na Polônia, e das loucuras realizadas pelas pessoas na busca para capturar os Pokémons.
     Quanto a primeira polêmica, concordamo que algumas escolhas de locais foram péssimas. Não sei se por descuido, uma tentativa de humor negro, política interna e semelhantes, sei que a Nintendo precisa rever isso. Concordamos que esta pode ser colocada como polêmica. Já a segunda acho mais estupidez dos usuários, como disse um dos comentaristas, do que outra coisa. Sair andando pela cidade, salvo se esta for perigosa, conhecendo-a e capturando os pokémons é uma ótima ideia, agora deixar de prestar atenção no percurso expondo-se ao perigo é demais. Uma das cenas mostradas foi um cara batendo em um outro, este da polícia e estacionado, porque estava tentando realizar uma captura. O que uma pessoa de bom senso faria? Estacionaria o carro e seguiria jogando ou deixaria para outro dia.
     A ideia do jogo é uma interação aos moldes dos games e do desenho. Ideia sensacional. Agora, do mesmo jeito que o Ash não sai por aí como um louco o mesmo não deve ser feito no mundo real. Entrar em zonas perigosas e tomar atitudes imprudentes é demais e não condiz com o espírito do jogo e do anime.
     Quanto ao que os comentaristas disseram, um falou para, ao invés de jogar ler um livro. Mas por que não fazer os dois? É só uma questão de planejamento e administração de tempo. Nós aqui sempre incentivamos isso. Já o outro comentário já foi dito anteriormente, já com o nosso aval.
     O videogame, por ser algo relativamente recente, ainda causa estranheza para alguns, muitas vezes os confundindo. Uma de nossas metas e minimizar isso com divulgação de informação. Já aos gamer do jogo, fica só a dica para terem bom senso e não fazerem estupidez. Quanto a TV Cultura, bem que eles poderiam fazer uma série de reportagens, ou algum programa especial falando sobre os games, talvez um Roda Viva, JC Debate ou semelhantes, já que videogame também é cultura e arte e, como tal, muitas vezes não é reconhecida em seu tempo.
     Saudações Gamers 
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Saga Resident Evil (20 anos) - Parte 4

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quarta-feira, 27 de julho de 2016

O ataque do fanatismo

     Hoje eu iria escrever um texto sobre a reportagem feita pelo Jornal da Cultura sobre o Pokemon GO, mas tive a infelicidade de me deparar com um comentário chocante sobre o texto que fiz contra a homofobia. Não vou discutir, neste texto, sobre este assunto específico, já que foi falado em outro texto e sim sobre o fanatismo, um assunto que, infelizmente aparece sempre em jornais e no nosso cotidiano.
     Nós da Gamerclub NGC sempre defendemos a crítica baseadas em argumentos, a liberdade de expressão sempre lastreada em conceitos, e por consequência, abominamos as opiniões fanáticas, desde fanboys até assuntos de cunho social e somos contra o preconceito, não só aos gamers, mas no geral.
     Ao receber uma mensagem fanática contra os homossexuais, tentei argumentar, mas recebi mais fanatismo com tons praticamente nazifascista, focando na eliminação do diferente, somados a de fanáticos religiosos, com a ideia de verdades absolutas e bons costumes, Isto tudo da mesma pessoa. Sabia que o texto poderia gerar resposta preconceituosas, mas jamais imaginei que seriam de um grau destes nem nos meus maiores pesadelos. 
     Volto a dizer para não sermos fanáticos em nada, seja política, religião, videogames, ideologia entre outros. Usem a argumentação e o senso crítico, respeitem a opinião alheia e usem argumentos, e não frases prontas e ocas. Vamos respeitar os diferentes. 
      Nos videogames, principalmente em RPGs, é comum a utilização de mais de uma classe no seu grupo de modo a fortalecer a equipe. Somamos a um guerreiro um mago, um arqueiro e assim por diante de modo a melhorar nossas fraquezas. O mesmo vale para o esporte, seja real ou digital. Não adianta ter uma grande defesa e nenhum ataque ou vice e versa. Precisamos dos dois. Devemos aplicar o mesmo raciocínio na vida. Precisamos de pessoas diferentes para aprendermos mais, melhorar nossas habilidades e sermos melhores. Mais uma vez o mundo virtual consegue ser melhor que o virtual, infelizmente, mesmo para um fã de jogos eletrônicos
     Para o fã de games, ou de filmes do gênero, fanáticos são como zumbis. Não pensam, fazem sempre as mesmas coisas e atacam os diferentes. Você quer ser mais um zumbi na multidão ou o herói do jogo? A escolha é pessoal. 
     Saudações gamers e vamos ouvir e respeitar a opinião alheia
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Saga Resident Evil (20 anos) - Parte 3

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terça-feira, 26 de julho de 2016

História dos Games. Para que conhecer?

     Esta semana postaremos para divulgar os vídeos da saga Resident Evil especial de 20 anos feito pelo Zangado. Estávamos esperando até que todos os vídeos estivessem prontos para postá-los de uma vez durante uma semana.
     A saga Resident Evil é um marco na história dos videogames e, mesmo aqueles que não gostam dela, pelos mais variados motivos e sendo um direito de cada um, deve reconhecer a sua importância para os games, sem falar no impacto gerado. Mas algumas pessoas podem dizer: "mas para que saber de jogos antigo? Para que saber da história dos games?"
     Eu sempre gostei de história e, consequentemente, sempre defendi o estudo de nosso passado. Como era de se esperar, como gamer, também defendo o conhecimento de História dos Games. Para as pessoas que podem ter feito perguntas como as sugeridas, digo que, ao sabermos de onde viemos, os caminhos que já trilhamos, podemos não só aprender com os erros cometidos como com os acertos. Mas o que isso muda na sua vida? Talvez nada, mas talvez seja o ponto de partida para que você crie algo novo nessa área que somos fãs, ou quem sabe uma dica excelente para novos, pelo menos para você que nunca os jogou, games a serem jogados. Óbvio que eles terão limitações que os jogos atuais não tem, mas foi graças a eles que chegamos no nível atual. Foram jogos assim que criaram os gamers.
     Falando sobre os gamers, jogos que fizeram história, são responsáveis por incentivar a produção de jogos, inspirando programadores, artistas, empresários, e demais pessoas relacionadas a trabalharem duro e melhorar este setor. Toda esta paixão começou com jogos marcantes, pelo menos para a pessoa, Estes foram a inspiração do mesmo jeito que um livro, uma teoria filosófica ou uma obra de arte.
     Se você quiser só ficar jogando os lançamentos é um direito seu, mas acredite, você está perdendo grandes oportunidades, já que, a história dos videogames, mais do que um conhecimento, é uma fonte de diversão. Pessoas que curtem história e videogames, podem achar a última frase meio redundante, porém acho que não custa chamar a atenção. Quem sabe mais pessoas não comecem a se interessar por estas áreas do conhecimento?  Na minha opinião, vale a pena.
     Saudações gamers
     
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Saga Resident Evil (20 Anos) - Parte 2

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Reflexões baseadas no vídeo do Zangado de Press x to not die

     Assistindo ao vídeo do jogo Press x to not die feito pelo Zangado e que divulgamos comecei refletir sobre os jogos. 
     O game foi feito para nos divertirmos, para dar risada e faz isso muito bem, claro que com alguns comentários do Zangado ficou ainda mais engraçado, mas o jogo por si só é cômico e digo isso não de forma pejorativa. Sendo bem sincero, ri mais vendo este jogo do que assistindo muitas comédias com orçamentos milionários e com uma grande divulgação. 
     A segunda reflexão foi sobre a produção do jogo em si. Claramente foi um jogo de baixo orçamento, com atuações bem simplórias, mas bem divertidas. O que achei legal foi que, mesmo com poucos recursos, o jogo foi feito. Estamos tão acostumados a pensar nas mega produções das grandes empresas que criamos uma barreira mental sobre jogos, como se só pessoas com muito dinheiro pudessem criar videogames, limitando assim o mercado. Ao ver o game pensei que poderia ser um trabalho de faculdade ou curso de games ou até mesmo por pura diversão. Penso que, se mais pessoas tivessem esta coragem de arriscar a produzir alguma coisa, mesmo com baixo orçamento, mas com vontade, muitas coisas boas poderiam surgir.
     Quando pensamos nos games de hoje, por exemplo, ou mesmo de grandes empresas, esquecemos que a maioria destas teve um começo humilde, muitas tendo como sede a garagem da casa dos pais, já os jogos, que eram produzidos por uma ou duas pessoas nos primórdios dos games. Ficamos tão impressionados com o colosso de hoje que esquecemos que ele já foi uma criança. 
       Em uma sociedade tão crítica e que adora denegrir o trabalho alheio, o maior desafio é vencer os próprios medos e arriscar fazer algo novo com o temido risco de fracassar. Grande homens, hoje considerados gênios, foram motivo de chacota em sua época. Que bom que eles arriscaram! A produção de jogos no Brasil, na realidade todos os setores como artístico, empresarial, acadêmico entre outros, se beneficiaria desta atitude de arriscar, de tentar algo novo mesmo com poucos recursos. Os jogos resultantes podem não receber o prêmio de jogo do ano, da mesma forma que o Press x to not die também não vencerá, mas pode abrir portas para grandes sucessos futuros, sem falar em desenvolvimento de mercado.
     Saudações gamer
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Saga Resident Evil (20 Anos) - Parte 1

Vídeo do Zangado





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domingo, 24 de julho de 2016

Proposta para previsão de evasão baseada em padrões de acesso de usuários em jogos online

Tese de Doutorado de Emiliano Gonçalves de Castro

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3152/tde-11082011-125123/pt-br.php
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Star Wars Battlefront: Novos Heróis

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sábado, 23 de julho de 2016

Press X to Not Die : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado





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Star Wars Battlefront: Novos Vilões

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Apelar

     No mundo dos games, apelar é um termo usado para definir a ação de uma pessoa ou personagem que utiliza um ou mais golpes que praticamente inviabilizam uma defesa. Este termo é normalmente usados com chefes que, ou utilizam um golpe superpoderoso que acaba com nossa vida, ou deixa um valor meramente simbólico, ou um combo indefensável. Para piorar, normalmente tais adversários são mais fortes causando mais danos por ataques comuns. Alguns exemplos clássicos são: Shao Kahn de Mortal Kombat e Sephiroth de Final Fantasy VII e Kingdom Hearts, neste como chefe secreto e opcional.
     O termo pode ser usado no modo multiplayer para designar pessoas que utilizam uma mesma técnica, vários Hadoukens repetidos, por exemplo, de modo que o outro jogador não possa fazer nada, ou seja, praticamente não existe disputa, o chamado, "não dar jogo". Tal comportamento é mal visto e reprendido exatamente por isso. 

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A internet brasileira

     Pela primeira vez desde começamos a empresa e sua rotina ficamos um dia sem postar um texto, isso porque passamos o dia todo sem internet. Valeu Vivo. Em todo caso pedimos desculpas a vocês. Estamos bolando alguns métodos alternativos para este tipo de emergência, mas de modo que não fique um contato frio com nossos clientes/ parceiros de clube. Para corrigir esta falha,postaremos dois vídeos e dois textos hoje e, visto que a média brasileira de leitura é baixa e a sociedade, de forma geral, é bem apressada, o outro será pequeno. Mas vamos a este.
     Por ironia escrevemos recentemente sobre os adversários dos games brasileiros. Dentro de uma categoria, falamos da internet que vive caindo e é lenta. Para se ter uma ideia, na América do sul, segundo uma pesquisa internacional, o Brasil só tem internet mais rápida que a Bolívia e a Venezuela, estando empatada com o Paraguai. Que bom que o nosso serviço é melhor do que dois países devastados por ditaduras, sendo que na Venezuela, nem papel higiênico eles tem. Para um país como o Brasil, tido como a potência da parte sul do continente, é uma vergonha.
     Sabe aquelas propagandas que vemos todo dia dos planos 3G, 4G ou seja lá o número que colocaram? É tudo mentira. Pelo menos segundo a minha professora da faculdade. O que compramos como 4, lá fora é um 2 e olhe lá. 
     Com o problema da internet nem podemos culpar os governantes corruptos diretamente, hábito comum dos brasileiros. São as empresas privadas que o fazem e, se queremos um serviço melhor devemos exigi-lo. Temos o Código do Consumidor do nosso lado e olha que este é mundialmente admirado pela sua solidez. Quem disse que brasileiro não sabe fazer as coisas direito? Só assim vamos acabar com este descaso conosco, consumidores que pagam bem caro pelos serviços.
     Saudações gamers e, se a internet não cair de novo, até amanhã
     
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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Videogame e sua influência em teste de atenção

Artigo de Luciana Alves e Alysson Massote Carvalho

Videogame e sua influência em teste de atenção


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EVOLVE - Stage 2 : Testando a Beta

Vídeo do Zangado





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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Os marcos dos jogos

     Quando falamos de cinema, é comum lembrarmos de filmes que foram marcos, seja pelos efeitos especiais como Jurassic Park e Matrix, por personagens inesquecíveis vide Darth Vader, Hannibal Lecter e James Bond, pela quantidade de prêmios recebidos como Ben Hur, Titanic e O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, por músicas inesquecíveis, vide Harry Potter e ET, por atuações impecáveis como a de Heath Ledger em Batman: O cavaleiro das trevas ou Jack Nickolson em Melhor é impossível e O Iluminado. Enfim, temos várias categorias para falar de filmes que marcaram não só sua época, mas a história.
     O mesmo raciocínio vale para as demais formas de arte e os videogames não são exceção. Alguns jogos ficaram conhecidos por seu protagonista, desde Mario, Kirby, Sonic, Crash Bandicoot, Pacman até Dante de Devil May Cry, Kratos e Lara Croft. Outros ficaram pelos seus vilões, desde os carismáticos Bowser, Dr. Wily, Dr. Robotnik ou Eggman até os que causaram pesadelos gamers pela sua dificuldade e/ ou apelação como Shao Kahn, Cabeça de Pirâmide, Nêmesis, e Sephiroth do Final Fantasy VII e Kingdom Hearths, como chefe secreto e opcional.
     Alguns jogos se tornaram marcantes, entre outras coisas, pela trilha sonora. Uncharted é um grande exemplo. God of War aparece também nesta categoria, assim como muitos jogos da saga Final Fantasy. Às vezes uma música específica se destaca e fica marcada na memôria. É o caso da música do Super Mario Bros. do Nintendinho, a da primeira fase de Sonic, a do final de Portal 2, etc.
     Certos games se tornaram marcos por revolucionar a indústria criando novos gêneros ou os popularizando. Mario e Sonic aparecem novamente como grandes exemplos do gênero plataforma, Resident Evil e Silent Hill por popularizarem o Survivor Horror ou Alone in the Dark por ser o primeiro do gênero, a saga Metal Gear para os jogos Stealth, Wolfenstein 3D, Doom e Duke Nuken 3D  para o jogo de tiro em primeira pessoa, GTA e os jogos de Mundo Aberto, Devil May Cry e Bayonetta para os Hack and Slash, etc. Outros jogos surgiram para  recriar ou reformular gêneros consagrados adcionando características que passaram a ser usadas por todos os seus sucessores. É o caso de saga Halo, melhorando os já mencionados jogos de tiros e Batman Arkham Asylum que reinventou os jogos de heróis.
     Certos jogos se tornaram famosos por romperem com o padrão vigente, o que gerou polêmicas, como Mortal Kombat e Doom por sua violência em uma época em que isso não era tão explícita nos games, ocasionando a criação da classificação etária. Outros se tornaram marcos pelas funcionalidades apresentadas ou popularizadas como o multiplayer, indo desde Quake, Counter Strike e Call of Duty até Diablo, World of Warcraft e League of Legends. Por fim certos jogos ficaram famosos pela sua dificuldade como Battletoads, Ghost´n Goblins e Ninja Gaiden.
     Esta lista pode parecer grande para alguns, mas garanto que é só uma breve noção de alguns dos marcos dos jogos, do mesmo jeito que de alguns filmes no primeiro parágrafo. Se você é como eu e adora games, ao ler esta lista tem vontade de jogar a maioria, se não todos. Agora se você está chegando agora ao mundo dos videogames, não entre em pânico, com o tempo você se familiarizará com estes e muitos outros nomes. Tenha paciência. Lembre-se que videogame é um hobby, pelo menos para a maioria. O que pode parecer grego hoje será o ABC de amanhã. Seja como for, independente da sua experiência gamer, sempre podemos aprender mais sobre esta área incrível que trás alegria a muitas pessoas e com a tendência de crescer muito mais.
     Saudações gamers e boa diversão
        
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Saga do Aiolos de Sagitário Divino: Cavaleiros do Zodíaco Alma dos Soldados

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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terça-feira, 19 de julho de 2016

Homossexualismo nos games

     Ao escrever sobre a classificação etária nos games falei que alguns jogos considerados polêmicos tem este status por tratarem de assuntos tabus, aqueles que as pessoas não conversam muito ou que evitam, normalmente por ser complicado, mal visto socialmente e semelhantes. Um destes assuntos, segundo muitas pessoas, é o relacionamento homossexual ou qualquer assunto relacionado com a comunidade GLBT.
     Algumas pessoas acham que o homossexualismo é "coisa moderna". Elas estão erradas. Desde a antiguidade já existe relacionamentos amorosos entre pessoas do mesmo sexo, tanto é verdade que em Roma foi necessário criar uma lei induzindo o casamento heterossexual, que era a minoria, de modo a aumentar e manter a geração de herdeiros romanos. Outra falácia é dizer que tal comportamento não é natural, pois a natureza apresenta exemplos de animais que optam por este tipo de relacionamento.
     A minha opinião é a seguinte: Não entendo o porquê deste preconceito. Se a pessoa está feliz gostando de outra do mesmo sexo, qual é o problema? Ela não está fazendo mal a ninguém, só para as convenções ultrapassadas dos conservadores. O mesmo vale para pessoas que querem trocar de sexo e demais participantes da comunidade GLBT. Não faço parte deste grupo, mas defendo o seus direitos como casamento e semelhantes. Apesar de muitos acharem que só pessoas ligadas ao movimento defendem a causa, isso não é verdade. Qualquer ser humano que queira que o ódio diminua e que possamos viver em paz respeitando as diferentes escolhas das pessoas pensam assim. 
     Mas vamos para os games. Um jogo que gerou muita euforia por permitir relacionamentos homossexuais foi Dragon´s Age, jogo de RPG que permitia ao jogador se relacionar com outros personagens. Outro foi Bully, este que foi proibido de ser vendido no Brasil, mas por outros aspectos. Alguns jogos até inserem personagens da comunidade GLBT, mas de forma a não chamar muita atenção na sociedade preconceituosa. Poison, que agora faz parte da saga Street Fighter é um dos casos mais conhecidos.
     Algumas pessoas, ao pensarem em homossexuais, acham que estes são depravados e ninfomaníacos, andando na rua atrás de sua próxima vítima, quase como o Cabeça de Pirâmide de Silent Hill. Não é assim. Não encontraremos hordas de gays correndo como zumbis e infectados de Resident Evil ou Dead Rising. Isto é mais um fruto do medo. Por sinal, infelizmente muitas mulheres vivem com este medo dos homens, devido ao perigo de ser estupradas, este, infelizmente, bem embasado e real. É interessante quando o problema, no caso do medo dos gays, quando é com os outros não é nada, mas conosco é algo intransponível. Acorda sociedade!
     Este texto teve mais um fator social e de crítica a um pensamento retrógrado e sem fundamentos. Os games, como forma de arte e, consequentemente, ilustrador de nosso tempo não deixam de retratar tal fenômeno. Tenho esperança que um dia este, como os demais preconceitos acabem. Digo isso mesmo não sendo diretamente afetado, mas sim porque sou um ser humano que tem esperança na humanidade e que não entende tamanho ódio desmedido com as pessoas que são diferentes seja por opção sexual, cor de pele, religião, etc. Nós gamers não gostamos do preconceito que sofremos por ter como hobby os videogames, então temos motivos, por ter uma breve noção do que estas pessoas sofrem, para combater este mal chamado preconceito.
     Saudações gamers  
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Overwatch - Ana Amari : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado





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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Classificação etária nos games

     Durante a ainda breve história dos videogames, alguns jogos surgiram e causaram polêmica seja pela violência, por tratar de temas considerados tabus na sociedade como a homossexualidade e relacionamento romântico de pessoas do mesmo sexo, este que sinceramente não entendo o porquê de tanto problema e assunto para outro texto, suicídio, problemas psicológicos, etc e até alguns jogos sem noção. Como consequência destas polêmicas surgiram a proibição de venda de jogos em certos países e o surgimento da classificação etária, esta o assunto do nosso texto.
     Estamos acostumados com a recomendação de uma idade mínima para assistir filmes, peças de teatro e, normalmente, demais apresentações visuais em movimento, penso que por nossa sociedade focar mais na visão do que nos outros sentidos. Seja como for depois dos lançamentos dos jogos Mortal Kombat e Doom, tal prática foi aderida aos games nos Estados Unidos e depois no mundo inteiro.
     Quando compramos um jogo, este apresenta um símbolo impresso na capa ou mesmo uma etiqueta com a idade sugerida e uma lista com os possíveis pontos problemáticos, como linguagem agressiva, violência e semelhantes, ou seja, existe uma explicação a mais do que os filmes dos cinemas. O ponto é que fica transparente para o comprador do jogo, muitas vezes os pais, o que este apresenta e quais os pontos críticos. Sendo assim cabe ao responsável decidir, tendo, se não todas, a maioria das ferramentas, se o jogo é ou não adequado para o menor. Para os pais responsáveis e que, por isso mesmo, conhecem seus filhos e a respectiva maturidade para lidar com a fantasia e com assuntos mais complexos, isto é mais que suficiente.
     Vale lembrar que, em alguns casos, tais classificações são conservadoras, colocando uma idade avançada para jogos que não são tudo isto. Bem, acho que é melhor pecar pelo excesso do que pela falta quando o assunto é segurança.
     Como o EngLeo da Cjbr já disse "normalmente os pais não dão um filme pornô para os filhos. Por que então dão um jogo para maiores de 18 anos?" Creio que muitos pais não sabem desta questão, portanto vamos divulgar esta informação de modo que fique bem claro para todos. Com esta atitude extremamente simples muita confusão será evitada e, de quebra, vamos encerrar esta história de que os jogos são subversivos e que induzem à violência mudando o foco para os reais responsáveis, os seres humanos. A boa educação, a atenção dada as crianças, o bem estar infantil e a capacidade de interação interpessoal serão, e já deveriam ser, o foco e não a busca por desculpas e possíveis culpados, apesar deste ser o caminho mais fácil.
     Apesar de poder gerar problemas para os mais jovens, penso que a classificação etária foi uma boa criação para o mundo dos games por deixar claro para os pais o que se está comprando. Para os menores cabe provar para os responsáveis que estão aptos para jogos mais maduros ou, na pior das hipóteses, esperar algum tempo. Sei que é difícil, mas, provavelmente um dia vocês estarão do outro lado e entenderão a importância de dizer "não" para seus filhos. Tenham paciência, pois é possível sim jogar os jogos no futuro, claro que estes serão mais antigos, mas se forem bons, continuaram divertidos não importa quando forem jogados.
     Saudações Gamers
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História #07: Meninas Super Poderosas - Street Fighter V

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domingo, 17 de julho de 2016

UNBOX: Chaveiros Star Wars - Darth Vader / Stormtroopers - Iron Studios

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Os maiores adversários do gamer brasileiro

     O gamer brasileiro é atacado por inimigos que prejudicam toda a comunidade de jogadores do Brasil, dificultando assim o crescimento deste mercado tão promissor em nosso país, além de gerar dores de cabeça para seus fãs.
     O Primeiro é a infraestrutura. Em nosso país temos a falta de saúde, educação, boas estradas e, para resumir, tudo quanto à infraestrutura. A rede elétrica deficitária, com constantes quedas de energia e a internet defasada e instável, são as que mais prejudicam os jogadores. Muitos, depois de passar por um grande desafio, seja derrotar um boss ou passar por uma parte complicada do jogo, já tiveram o desprazer de sofrer com a queda da luz, sendo obrigados a fazer tudo de novo, caso o console ou PC não tenha queimado. Outra ocorrência é a queda da internet no meio de uma partida com amigos, normalmente quando estamos indo bem. 
     O segundo problema é bem conhecido. Impostos. Com uma taxação absurda, que fazem com que os jogos paguem mais impostos que armas de fogo, os preços são muito altos, diminuindo o consumo e o número de gamers, sem contar a segregação e elitização geradas como consequência, além da pirataria, o que gera um ciclo vicioso de desinteresse e descrédito com as empresas de games, tornando tudo mais difícil.
     Mas o pior de todos os adversários, pelo menos a meu ver, é o preconceito. O Gamer é taxado como vagabundo. O raciocínio, por assim dizer, é que se a pessoa tem tempo para jogar, porque não trabalha mais. Alguém diz para essas pessoas que todos tem direito a relaxar. Cabe a cada um administrar seu tempo. Se isto for bem feito, sem problemas, se não, é mais incompetência pessoal do que subproduto do game ou outro tipo de lazer como leitura e cinema. Outra acusação comum é que videogames são coisa de criança, o que não é verdade como já discutido em outros textos. O terceiro ataque comum é que o gamer é viciado, tendendo para o crime e para a violência. Valeu, mídia sensacionalista. Para estes sugiro a leitura do texto sobre o gamer mantendo o controle e a campanha #eumantenhoocontrole.
     A solução para estes problemas é um esforço para melhorar a infraestrutura do país, cobrando nossos governantes e exigindo nossos direitos, não só do poder público como das empresas prestadoras de serviços, campanha para abaixar os impostos e as taxas nos games e, por fim, a conscientização da sociedade, deixando claro as vantagens dos jogos, desmentir as reportagens tendenciosas e desmistificar essa área para a população. Nós podemos acabar com estes problemas, sem contar que a mesma receita pode ser usada para os demais problemas do país. Só é preciso vontade, determinação e muito esforço. Um dia chegaremos lá.
     Saudações gamers 
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sábado, 16 de julho de 2016

NECROPOLIS : Conferindo o Game

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Dor, síndromes e lesões músculo-esqueléticas em adolescentes e sua relação com computador e videogame.

Dissertação de mestrado de Aura Ligia Zapata Castellanos

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5141/tde-29102004-120009/pt-br.php
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sexta-feira, 15 de julho de 2016

Sonic Lost World #16: Nightmare Zone DLC - Nintendo Wii U gameplay

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A mídia sensacionalista ataca de novo

     Hoje estava tudo certo para postar um trabalho acadêmico, mas eis que surge um novo fato, o que levou a adiar a divulgação de uma tese para amanhã.
     O que ocorreu foi o seguinte: estava olhando as notícias na internet e checando os emails, um dos quais com a novidade, esta postada no nosso face, do relançamento do NES (quem ficou interessado é só clicar aqui) quando vejo uma notícia da UOL dizendo sobre 17 dos jogos mais polêmicos já feitos.
     O que me chamou a atenção foi a forma utilizada em que parece que jogos eletrônicos são praticamente formas de pecar, como se um fanático religioso estivesse escrevendo o texto, dizendo que os games sempre "trilharam um caminho cheio de controvérsias e polêmicas em relação a violência, sexo e outros conteúdos mais delicados para diversos tipos de pessoas."
     Claro que existem jogos polêmicos, muitos dos quais presentes na lista, e sim existem jogos sem noção, assunto para outro texto. A questão não é essa e sim a forma que o texto foi escrito. Se uma pessoa não conhece nada de jogos ler um texto assim vai começar a protestar contra esse veículo maligno que deturpa os bons costumes e destrói o futuro de nossas crianças, discurso muito usado na nossa história, alguns até com razão, outros não, vide o caso dos livros e das peças de teatro que padeceram deste mal. Se a pessoa não gosta de videogames é direito dela, mas que tenha uma argumentação plausível e não um ataque meramente emocional.
     Quanto a lista em si alguns comentários: um dos jogos é Dante´s Inferno em que os comentários usados são: "levemente baseado" na obra de Dante, o que não é bem assim, como já analisado por nós em outro texto, e que mostra cenas com "violência visceral e referências sexuais impactantes". O jogo não é uma cópia fidedigna, como já explicado, agora usar o termo "levemente" é um gigantesco exagero. Já a crítica quanto as cenas só tenho algo a dizer. O protagonista vai para o inferno! O que os críticos queriam que ele encontrasse lá, pôneis fofinhos e arco-iris!?
     Já outros como Bully e Carmageddon até pouco tempo, muito pela minha ignorância e por ter escutado a opinião do tipo de Expert citado até agora e autor de textos como o analisado, achava que eram abomináveis, isso até ver os videos do Zangado, o que mudou minha visão completamente. Sugiro a todos que façam a mesma coisa. O mesmo pode ser feito com Postal e Manhunt.
     Na história dos videogames, muitas polêmicas surgiram. Algumas com fundamento, outras nem tanto. Como consequência tivemos o surgimento da classificação etária, algo, a meu ver, positivo, já que é transparente com o comprador do jogo, e a proibição da venda, este já questionável, mas assunto para mais um texto. O que está em pauta não são as polêmicas, mas a forma como foram apresentadas, com pouco embasamento, sem argumentação convincente e extremamente tendenciosa. Tais falhas são inadmissíveis, principalmente em se tratando de uma grande empresa como a UOL. Cabe a nós, gamers, fiscalizar tais veículos de modo que injustiças não sejam proliferadas e que os videogames não sejam ainda mais denegridos por pessoas que falam o que não sabem.
     Saudações gamers e muito bom senso.
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quinta-feira, 14 de julho de 2016

As opiniões pagas, o Brasil e o ódio

     No texto de ontem comentei a notícia da compra da opinião de youtubers pela Warner para falar bem do jogo Middle Earth: Shadow of Mordor. O que queria comentar neste texto é a repercussão aqui no Brasil.
     Após ler a notícia, se não me engano vi apenas em dois sites, fui conferir os comentários. Às vezes penso que sou masoquista, pois os comentários foram exatamente o que eu previa, infelizmente. Uma metralhadora giratória contra vários sites e youtubers. Admito que tenho minhas suspeitas em relação a alguns citados, mas um que chamou a atenção, e que acho extremamente improvável de ter aceito este tipo de acordo, foi o Zangado.
     Normalmente estamos acostumados a ver rasgados elogios ao trabalho deste youtuber, que tem mais de 3 milhões de seguidores, mas, como é de se esperar era óbvio que teria alguns haters, aqueles, que por algum motivo desconhecido, muitas vezes pela própria pessoa, odeiam alguém. Até aí tudo bem. O que me chamou atenção foi a agressividade dos comentários que pareciam ter sido feitos por francoatiradores. Falavam que o Zangado seguia esta pratica, que ele fazia análises ruins e feita nas coxas, que ele zerava os jogos no very easy, etc.
     Por partes. Não conheço o Zangado, mas gostaria de fazê-lo, por ele ter várias opiniões semelhantes as minhas e ser uma pessoa inteligente, como mostrados nos seus comentários. Não posso por a mão no fogo dizendo que ele não fez algumas destas práticas, apesar de DUVIDAR MUITO. O que posso afirmar com certeza é o seguinte: não conheço nenhuma análise de games melhor que a feita por ele, então, se ele faz às pressas, como disseram, imagina se fizesse com calma?! No caso da suposição de zerar no easy, não seria problema, se a dificuldade do jogo não fosse comentada, mas, sinceramente, acho estranho esta atitude se tomada, pois ele se cobra bastante e sempre busca melhorar, como ele deixa claro em seus vídeos, então acredito ser mais um boato hater do que um atitude hipócrita. Por fim a questão de ser pago pelas opiniões. Como ele sempre faz alguma crítica, seria de se estranhar que ele estivesse neste grupo, sem contar que, por ser inteligente, não acho que faria tamanha bobagem.
     A questão do ódio com pessoas que se destacam no Brasil já foi comentada no texto feito quando o Twitter do EngLeo da Cjbr foi hackeado, mas vale a pena relembrar, visto ser uma pratica comum em nosso país, infelizmente, sem contar um dos fatores de sermos um país de terceiro mundo. Quando alguém se destaca, ao invés do brasileiro, de forma geral, pensar " o que será este cara fez? Como ele fez? Posso fazer melhor? O que posso aprender com ele?"  começa a denegrir tudo que ele fez como se não tivesse nenhuma qualidade, que ele tem contatos, que dormiu com determinada pessoa ou pagou uma fortuna, etc. Claro que temos pessoas que cresceram fazendo isto, mas penso que são a minoria. Normalmente as pessoas crescem com trabalho duro e dedicação. Em todos os casos podemos aprender algo. Por que não questionar o seguinte: "acredito que fulano fez tal ato ilegal ou imoral para ser famoso. Como eu poderia chegar aonde ele chegou sem usar destes subterfúgios? O que precisaria mudar? Quais as qualidades dele que eu não tenho e posso me aprimorar, já que TODOS os seres humanos tem alguma qualidade, mesmo os piores de nossa história?"
     Por que as pessoas não tomam esta atitude? Por comodidade. É muito cansativo pensar, é mais fácil sair xingando todos que conseguem destaque, menos os nossos queridinhos, e continuar a tomar atitudes medíocres. Vamos acordar, povo brasileiro. Este assunto daria outro livro, mas é melhor parar por aqui. Vamos pensar um pouco antes de falar, buscar crescimento pessoal, nacional, entre outros, respeitar os demais, etc. Quer ser um francoatirador com uma metralhadora giratória? Vá jogar Doom ou outro jogo de tiro. É mais divertido e menos injusto com os demais.
     Saudações gamers
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Carmageddon - Max Damage : Conferindo o Game

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quarta-feira, 13 de julho de 2016

História #03: Bonecas da Shadaloo - Street Fighter V

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Pagando opiniões

     Ontem saiu a notícia de que a Warner pagou para alguns youtubers falarem bem do jogo Middle Earth: Shadow of Mordor. No acordo milionário, dependendo do número de seguidores, ou seja a abrangência alcançada, os produtores de vídeos deveriam falar bem, não citar defeitos como bugs e mostrar partes específicas. Vamos analisar por partes.
     Primeiro, que perda de tempo e de dinheiro da Warner. O jogo é bom e não precisava disto,  deste suposto impulso, e, segundo, porque queima tanto a empresa como os youtubers em termos de longo prazo. Em termos de marketing foi um tiro no pé, só mostrando insegurança na própria empresa e nos seus produtos criados. O pior é que esta prática é corriqueira, vide a dita mídia especializada em jogos e na cultura nerd como um todo aqui no Brasil.
     Vamos para os youtubers. Os que aceitam este tipo de acordo, um dia serão desmascarados e a credibilidade feita durante anos vai para o espaço. Ou você acreditaria nos comentários de alguém que vende suas opiniões? Um dos grandes diferenciais dos youtubers é, ou deveria ser, a imparcialidade, e episódios como esse mancham a categoria como um todo, infelizmente. Não devemos de maneira alguma generalizar. Não é porque alguns se vendem que agora toda a categoria o faz. Devemos estar atentos a isto para não prejudicar inocentes. Por sinal devemos apoiar ainda mais pessoas sérias deixando claro que praticas como a deste episódio não serão toleradas.
     Nós da Gamerclub NGC repudiamos esta prática e deixamos bem claro o seguinte: nosso compromisso é com a comunidade gamer do Brasil, assim vamos criticar o que precisa melhorar como elogiar o que for bem feito. Nossas opiniões não estão a venda e somos bem rígidos quanto a isto, sendo completamente proibido tal atitude aqui na empresa com punições severas a qualquer um que tentarem desrespeitar tal norma. Todos os nossos parceiros, presentes e futuros, sabem, ou saberão disto. Somos rígidos, pois acreditamos na causa gamer e vamos continuar a defende-la.
     Para encerrar vamos dar umas dicas. Empresas, se vocês querem ter contato com youtubers deem jogos com a função específica de ser analisados, nada de comprar a opinião com os jogos, aceitem as críticas e busquem melhorar e, mais importante, criem jogos de qualidade. Quanto aos youtubers, mantenham-se no caminho. Não se vendam. Se você fizer seu trabalho com dedicação e qualidade o dinheiro chegará se você persistir, agora se você for do tipo que quer dinheiro fácil, seu lugar não é aqui.
     Saudações gamers
     
     
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terça-feira, 12 de julho de 2016

Gosto de quero mais

     Você, caro leitor, já sentiu aquele gostinho de quero mais? Seja comendo uma comida saborosa, vendo uma série e ficar enlouquecido para saber o que vai acontecer, ler mais um capítulo do livro com o mesmo objetivo ou, quem sabe, ao jogar um jogo muito empolgante? Então nos entendemos.
     Às vezes estamos tão entretidos ou curiosos sobre os próximos fatos que nos perdemos curtindo aquele momento. Pensamos até em parar no próximo capítulo ou quando encontrarmos o savepoint seguinte, mas a tentação é grande e continuamos seguindo em frente. Isso é ruim? Depende. Se você entra nesta estado, mas consegue cumprir seus afazeres e compromissos e não sacrifica partes relevantes da sua vida, pode continuar o que está fazendo. O perigo é só para aqueles que deixam de viver para seguir esta paixão. Isto vale para TODAS as paixões, incluindo esporte, religião, música, etc. Mas vamos voltar àquele gosto bom que faz com que continuemos a seguir em frente mesmo quando estamos cansados.
     Esta paixão, este prazer, faz com que continuemos e superemos nossos limites. Nos livros é comum uma pessoa ter uma média diária de leitura, mas quando chegamos naquele momento crítico superamos a meta e, ao fazer isso com certa frequência aumentamos a nossa média. É assim que, de ler uma tirinha pequena da turma da Mônica, passamos a ler o gibi inteiro e vamos crescendo até chegar a ler grandes livros, os famosos tijolos, de forma natural. Isto vale para as demais paixões.
     No caso dos games sentimos esta vontade de jogar só mais um pouquinho e quando vemos algumas horas se passaram. O melhor é que, com este momento de desligamento, quando perdemos a noção do tempo, relaxamos, algo muito útil e necessário nos tempos modernos e estressantes em que vivemos, quando descansamos não do cansaço físico, e sim do mental.
     Mantendo sempre o controle este hábito é saudável. É o que nos move a superar nossas limitações de forma agradável e, além deste crescimento, nos divertimos no processo.
     Saudações Gamers 
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Dead by Daylight : Conferindo o Game

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segunda-feira, 11 de julho de 2016

E3 2016 : Nintendo ( Pokemon Sun and Moon, Zelda Breath of the Wild )

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O ABC dos games

     Recentemente ouvi o seguinte comentário: "seus textos são bem escritos e parecem interessantes, mas eu não entendo nada de videogames". Pensando neste comentário decidi escrever um texto falando o básico sobre videogames. Quem sabe não trazemos novas pessoas para este mundo incrível? Todos só tem a ganhar com isso.
     Videogames são jogos digitais. Para jogá-los precisamos de uma tela, a plataforma, o controle, cabos conectores e o jogo em si. A plataforma lê os códigos do jogo e os transformam em imagens que reagem aos comandos dados pelo controle e que são transmitidos para a tela através dos cabos. Resumindo é isto.
     Existem vários gêneros diferentes de jogos assim como os filmes e livros que podem ser romance, comédia, terror, etc. 
     Como toda a área de conhecimento, novos termos são criados e usados. Visando esclarecer o significado destes termos, além de contar sobre jogos específicos, temos a nossa seção gamerpedia e a nossa ferramenta de busca. As palavras nas cores laranja neste texto são links que te levam diretamente para as páginas desta de modo a facilitar o entendimento. 
     Basicamente é isto. Em caso de novas dúvidas entrem em contato pelo nosso email ngamerclub@gmail.com ou pelas redes sociais. Teremos prazer em responde-las. 
     Saudações gamers e bem vindos a esse novo universo
       
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domingo, 10 de julho de 2016

Vale a Pena Conferir de Novo ( Duke Nukem Forever, Krássicus)

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Cópia descarada? Não é bem assim

     Alguns jogos, ao serem lançados, são considerados cópias descaradas de jogos consagrados, mas não é bem assim. Claro que existe a questão do plágio, cópia e semelhantes, não só nos games, porém em todas as áreas. Para mim o melhor exemplo era o parque de diversões na China com um Castelo de princesa, um mascote que parece um rato, mas que ,segundo eles, não é, com um amigo marreco, e não pato, vestido de marinheiro. Tirando os muito inocentes ou aqueles com muita, muita mesmo, boa vontade, é óbvio que o parque plagiou a Disney, esta que o processou. 
     Já nos games ocorre uma ligeira confusão entre a cópia descarada e seguimento de tendências. Uma coisa é seguir a receita de jogos consagrados, mecânica, jogabilidade, características, etc, outra é copiar o jogo. Por exemplo, Dante´s Inferno foi considerado uma cópia de God of War, pelo estilo de jogo, controles entre outros semelhantes, mas isso não quer dizer que o jogo não tenha uma identidade própria com elementos únicos. 
     Quando um jogo faz sucesso é lógico que terá elementos copiados, já que este criou novas tendências. Se alguém já fez algo que deu certo você não aprende com ele? Claro que sim a não ser que você seja teimoso e queira dar com a cara na parede muitas vezes. Algo muito caro. Por outro lado não se pode perder a individualidade. Poderíamos fazer um paralelo com as artes. Se um pintor cria uma técnica nova e de sucesso, outros começarão a utiliza-las, criando os movimentos de arte, mas pintando os seus próprios quadros, ou seja seguindo a tendência, mas criando algo novo. O afresco não foi criado por Michelangelo, mas ninguém questiona o fato dele ter usado esta técnica para pintar o teto da Capela Sistina e seu enorme sucesso. A técnica usada é a mesma, mas o conteúdo é único. O mesmo vale para livros, filmes e agora os jogos.
     Criar um jogo de plataforma seguindo a receita de Mário não só é normal como natural, mas criar um jogo de plataforma com o protagonista sendo um encanador italiano de roupa vermelha, buscando salvar uma princesa das garras de um monstro com a ajuda de seu irmão de roupa verde só com nomes como Paolo e Giuseppe é cópia descarada.
     Resumindo devemos ter cuidado ao definir um jogo como cópia. Precisamos analisar o poder revolucionário do jogo supostamente copiado, sem falar a criação de tendências, estilos e técnicas e o que o jogo dito cópia inseriu de novidade e se este apresenta individualidade. Grandes obras podem surgir de estilos criados e usados por outros. Todas as artes apresentam isso e com o videogame não será diferente.
     Saudações Gamers
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sábado, 9 de julho de 2016

GTA 5: Bug do Taxi Voador & Ataque do Tubarão - Gameplay 1080p - Xbox 36...

Vídeo do EngLeo da Cjbr

www.cjbr.com.br





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Quick Time Event

     Quick Time Event é uma funcionalidade usada em certos jogos, em que, em momentos específicos, são apresentados na tela botões que devem ser apertados em determinado tempo, sendo que, caso não seja feito, o jogador é punido, seja perdendo vida do personagem e obrigado a repetir a sequência, seja dando game over.
     Tal funcionalidade é muito usada em jogos de Hack and Slash tendo sido difundida pelo jogo God of War. Ela gera maior sensação de imersão ao relacionar o seu movimento com o do personagem de forma sincronizada o que, normalmente, produz cenas cinematográficas.
     Quick Time Event é diferente de jogos de memória, em que o jogador deveria decorar a sequência apresentada e repeti-la em seguida, algo presente em jogos mais antigos, como Pinocchio e Banjo Kazooie. A diferença consiste no fato de que no Quick Time Event, ao invés de memorizar a sequência, o jogador deve reagir a ela, quase instantaneamente, conforme ela for aparecendo na tela, sendo que, ao desaparecer, indica que o tempo acabou ou que o botão errado foi apertado. Portanto, o foco é na precisão e na sincronia.  
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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Easter Egg GTA IV: Coração da Estátua da Liberdade - Xbox 360 / PS3 - Gr...

Vídeo do EngLeo da Cjbr

www.cjbr.com.br





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Neuroimagem na dependência de jogos eletrônicos: uma revisão sistemática

Trabalho de Igor Lins Lemos, Paula Rejane Beserra Diniz, Julio Fernando Prieto Peres e Everton Botelho Sougey


Neuroimagem na dependência de jogos eletrônicos: uma revisão sistemática

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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Qual é o gênero?

     Existem vários gêneros de jogos: plataforma, RPG, Survivor Horror, etc e a lista continua crescendo, porém, cada vez mais os jogos utilizam elementos das outras categorias, ficando, às vezes difícil definir um gênero específico.
     Para dar um exemplo, o jogo Darksiders 2, seria um Hack and Slash ou RPG? Ao meu ver o primeiro, mas é inegável a forte presença do segundo gênero, sendo que já o vi sendo vendido como RPG, sem contar a possibilidade de considerar como ação e aventura.
     Um exemplo clássico desta mistura de gêneros ocorre nos novos títulos da saga Resident Evil. São survivor horrors ou jogos de ação? Será que daria para escolher apenas um gênero? Acho difícil.
     Uma boa saída é usar a questão de elementos de outros gêneros, como o Zangado faz em suas análises, porém poderá sempre ocorrer discordâncias, isso variando dos gostos pessoais e da interpretação em si. Algo semelhante ocorre com alguns filmes e livros.
     Apesar desta dificuldade de classificação, o bom é que os games vêm crescendo, e, com a expansão de gêneros, podendo agradar a uma maior número de pessoas, do mesmo jeito que apresentando novos formatos e elementos de outros jogos aos gamers atuais. O importante é ter tolerância com as análises feitas e tentar entender, mesmo se não concordar, com as opiniões dos outros.
     Saudações gamers  

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Saga Assassin's Creed: Vale ou não a pena jogar

Vídeo do Zangado





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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Trilogia Bioshock : Vale ou não a pena jogar

Vídeo do Zangado





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Beta

     Beta é uma versão inacabada de um programa ou jogo distribuída para o público de modo a testá-la visando descobrir falhas para serem corrigidas. Neste processo é importante a participação das pessoas que a utilizam para informar aos criadores sobre os bugs encontrados.
     Existe uma corrente que considera beta igual a demo. Se analisarmos no sentido de que as duas permitem ao usuário testar o jogo antes de comprar, podem sim serem consideradas iguais. Porém, em termos de funcionalidade para os criadores, a beta tem a função de otimizar a descoberta de erros, por meio de um número maior de pessoas testando o produto, já a demo seria uma versão prévia, mas finalizada, com o objetivo de divulgar o produto de modo a aumentar a venda dos jogos. Portanto a similaridade depende do referencial. 
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