quinta-feira, 30 de junho de 2016

Álbuns de figurinhas gamers

     Quando era mais nova, adorava colecionar álbuns de figurinhas. De séries como Os Cavaleiros do Zodíaco, Batman e Power Rangers, passando pelos de futebol até assuntos variados como Animais Selvagens e videogames.
     Quanto aos relacionados diretamente ao mundo dos games, visto que as séries citadas também tem os seus jogos, além dos jogos de esporte, dois me vem à mente.
     O primeiro era um, se não me engano, da Capcom. Eu era bem pequeno, por isso não lembro os detalhes, só sei que tinham vários personagens de videogame que eu vim a conhecer no decorrer dos anos. Esse eu não cheguei a completar.
     O segundo era de Super Street Fighter II, um álbum que mostrava todos os golpes, com seus respectivos nomes, se não me engano, realizados pelos lutadores, mas acho que não mostrava os comandos para realizá-los. Além de dados dos personagem e todos os finais, já que cada lutador apresentava um final específico, com exceção da Chun Li que tinha dois, cabendo ao jogador escolher. Este eu consegui completar.
     Por vários motivos deixei de comprar álbuns e figurinhas há um bom tempo, apesar de guardar alguns, e por isso não tenho acompanhado os novos lançamentos. Alguém conhece outros relacionados com videogames? Por favor cite-os nos comentários. Seja como for este hobby fez parte da minha infância e me traz boas recordações.
     Saudações gamers
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Saga Gears of War : Vale ou não a pena jogar

Vídeo do Zangado





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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Easter Egg do Alien no GTA 5: Grand Theft Auto V - XBox 360 / PS3 - Pt B...

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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Retrocompatibilidade

     Retrocompatibilidade é uma funcionalidade de alguns consoles que permitem jogar os jogos do seu antecessor. Os consoles com esta função conseguem ler os discos do console anterior produzido pela empresa, por exemplo, o playstation 2 rodava jogos do PS1 e o Wii o do GameCube.
     Esta funcionalidade estava entrando em desuso até o recente lançamento no XBOX ONE que, apesar de ter uma lista limitada de títulos ao invés de todos como antes, permite que os jogos comprados para o XBOX 360 funcionem no novo console, aumentando a vida útil dos jogos e possibilitando aos gamers utilizarem a sua coleção na nova geração.
     Esta funcionalidade só foi possível devido ao uso dos discos, seja CD, DVD ou Blu-ray, já que antes, na era dos cartuchos ou fitas, devido ao fato de que cada console apresentava um formato diferente destes, impossibilitava o uso  em outro equipamento.
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terça-feira, 28 de junho de 2016

UNBOX: Viúva Negra - Os Vingadores (The Avengers) - Iron Studios / Fantoy

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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Consoles retrôs

     Consoles retrô são plataformas criadas especificamente para rodar jogos de consoles antigos, mas que podem utilizar tecnologias mais atuais como imagem com maior resolução, filtros de imagem e de som, possibilidade de salvamento e semelhantes. Recentemente, além de espaço para se inserir os cartuchos ou fitas dos jogos, tais consoles apresentam a possibilidade de jogar utilizando os controles dos consoles antigos.
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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Uma sessão de cinema e as camisetas gamers

     Um dia fui ao cinema, assistir a uma animação. Peguei um lugar na fronteira entre o meio e a frente da sala e lá fiquei esperando o filme começar. 
     Após alguns minutos de espera entram duas crianças correndo, seguidas pelos seus responsáveis. Não sei qual era a relação familiar, só me chamou a atenção a cor das camisetas das crianças: uma amarela e outra vermelha. Alguns minutos depois as crianças passam novamente correndo, provavelmente para ir ao toalete ou comprar pipoca e é nesse momento que reparei que a camiseta amarela tinha uma estampa do Pikachu. Legal, pensei, pokemon continua ganhando fãs com o passar dos anos.
     As crianças retornam e foi então que percebi que a camiseta vermelha era do Mario. Comecei a pensar na influência dos games. Eram dois meninos com menos de dez anos usando camisetas de games. Ambos da Nintendo. Fiquei contente de como a cultura gamer ultrapassa as fronteiras do mundo virtual e chega ao real de forma positiva e sem perigos à sociedade. Em seguida as luzes se apagaram e a sessão começou.
     Após o filme, sai do cinema e fui dar uma volta no Shopping, mais precisamente na livraria. Andando ao meio de livros, uma breve noção do paraíso, me deparo com um grupo de adolescentes conversando. Algo que não me chamaria muita atenção se um deles não estivesse usando uma camiseta preta com o logo de Mortal Kombat. Admito que fiquei muito afim de ter uma. Seja como for em um mesmo dia pude, não só assistir um filme, como também ver a popularidade crescente dos games, no caso, por meio de camisetas.
     Saudações Gamers      
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Saga Halo : Vale ou não a pena jogar - Parte 4/4

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domingo, 26 de junho de 2016

A melhora contínua e os games

     Já foram citados em outros textos, aqui no Gamerclub NGC, alguns aprendizados e vantagens de se jogar videogame. Uma outra é a melhora contínua.
     Em um jogo de esportes, por exemplo, é comum o gamer se dedicar horas afim de melhorar suas habilidades, para, assim aumentar o nível do jogo e testar suas habilidades. A pratica constante possibilita dominar melhor o jogo, permitindo  novas jogadas. Qual fã de futebol não gostaria de fazer as jogados do Pelé? Do mesmo jeito que na vida real, muito esforço é necessário nos games para chegar próximo deste nível.
     O multiplayer é outra ferramenta que faz com que o gamer se supere constantemente. Ao jogar com outras pessoas, independentemente da forma de multiplayer usada, hoje a mais comum sendo pela internet, queremos sempre melhorar, seja para vencer, ajudar o time ou pela diversão gerada. Este potencial é tão grande que os E-Sports foram criados.
     A vontade de se superar é vista também no modo single player. Ao zerar um jogo que gostamos muito, é comum ficarmos tentados a jogar em um nível mais difícil, seja para conquistar troféus, pelo prazer da conquista em si ou para buscar novos desafios.
     Independente do modo e dos motivos, a melhora contínua é algo comum no mundo dos videogames, do mesmo jeito que deve ser no mundo real. Devemos sempre buscar sermos pessoas melhores em todos os aspectos: profissional, pessoal, social, nos nossos relacionamentos, na nossa cultura, nos nossos hobbies, nos estudos, na politica, etc. Todos ganham com isso. Nos gamers essa semente já foi plantada, cabe a eles se esforçarem para  aplicar isso não só nos jogos, mas na vida. Eis mais uma lição que o videogame ensina para a sociedade e que todos deveriam aplicar.
     Saudações Gamers

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Saga Halo : Vale ou não a pena jogar - Parte 3/4

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sábado, 25 de junho de 2016

O jogo dos ninjas e dos robôs

     Na infância, pelo menos na minha, não se prestava tanta atenção aos nomes dos jogos e sim à imagem da fita e a Gameplay em si, que não tinha este nome na época. Assim, alguns jogos eram chamados por apelidos: o jogo do Homem Aranha, o jogo de luta do monstro verde que dá choque e tinha o jogo de luta dos ninjas. Este foi um dos jogos que eu guardei o nome ainda quando criança, Mortal Kombat.
     Como ficou claro eu gostava de jogar com os ninjas, Scorpion e Sub Zero, mas na época, ninjas amarelo e azul. Muitos lembram do jogo pelo Fatality, mas como eu nunca conseguia realizar os movimentos, esse nome não pegou. 
     Com o tempo foram lançando outros jogos da saga e com eles novos personagens. Agora além de novos ninjas e de outras cores, como verde, vermelho e roxo, tinham robôs, assim eu fazia um revezamento entre cada grupo na escolha de personagens. O Sector, dentre os androides, era meu preferido, simplesmente por gostar mais dos ataques, mas achava o Cyrax legal. 
     Eu joguei os três primeiros jogos de Mortal Kombat no Super Nintendo e só voltei a jogar um jogo da série no Mortal Kombat 9, que, por sinal, é o meu favorito, sendo que, uma das coisas que mais me surpreendeu e gostei foi a lista de golpes de cada lutador. Antigamente para saber realizar estes movimentos, sem falar dos Fatalities, haviam dois meios: descobrir sozinho, lembrando dos comandos para uma próxima vez ou comprando a revista que explicava como realizar os ataques. Salvo raríssimas exceções, só conseguia pelo segundo método. Eu até conseguia dar alguns golpes quando apertava todos os botões descontroladamente, porém não sabia como reproduzi-los. 
     Muitas coisas mudaram durante este tempo. Minha habilidade gamer melhorou, apesar de não ser grande coisa em jogos de luta, consegui dar mais golpes e fatalities e, deixei de reconhecer o jogo pelos ninjas e robôs e comecei a chamá-lo pelo nome. Mortal Kombat.
     Saudações gamers
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Saga Halo : Vale ou não a pena jogar - Parte 2/4

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Coordenação das atividades produtivas na indústria brasileira de jogos eletrônicos: hierarquia, mercado ou aliança?

Trabalho de Alexandre Perucia, Alsones Balestrin e Jorge Verschoore
Coordenação das atividades produtivas na indústria brasileira de jogos eletrônicos: hierarquia, mercado ou aliança?

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Saga Halo : Vale ou não a pena jogar - Parte 1/4

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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Easter Egg do Uncharted em The Last of Us + Tele-Sexo (1080p)

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Atualização

     Atualização é um conteúdo baixado pela internet gratuitamente que visa consertar falhas de programação, os bugs, inserir algumas funcionalidades, como compatibilidade com controle de movimento ou inclusão de troféus/ conquistas, acertar níveis de dificuldade, etc. Essa pratica se tornou mais comum e simples na sétima geração de consoles devido ao desenvolvimento da tecnologia de conexão e do aumento de velocidade da internet.
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quarta-feira, 22 de junho de 2016

UNBOX: O Fantástico Jaspion - Action Figure Exclusiva Brasil / Japão - F...

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DLC

     DLC, sigla para downloadable content, é o conteúdo extra baixado pela internet que pode ser roupas para personagens, novas missões, novos personagens jogáveis, etc. Tal material, salvo raríssimas exceções, é pago e este pode ser feito pelo cartão de crédito ou créditos comprados em loja de jogos, semelhante a um vale presente de livrarias, em que determinada quantia é comprada e, após o cadastro no respectivo console, vale como crédito. O fato de ser pago é uma das diferenças entre DLC e atualização.
     Por depender de uma internet mais rápida tal definição é recente, tendo sido popularizada à partir da sétima geração de consoles. O uso abusivo deste material por certas empresas é mal visto pelo comunidade gamer, o que exige equilíbrio e transparência por parte destas de modo a respeitar os compradores.    
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terça-feira, 21 de junho de 2016

Saga Mortal Kombat: Vale ou não a pena jogar - Parte 3/3

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À espera de todas as sagas de Os Cavaleiros do Zodíaco

     Já escrevi em outro texto sobre Os Cavaleiros do Zodíaco. Como disse neste, sou da geração que assistia todos os dias os episódios na Manchete e que viveu sua febre. O desenho, até agora, tem quatro sagas: do Santuário ou das doze casas, de Asgard, de Poseidon e de Hades.
     A série começa em um torneio entre os cavaleiros de bronze, depois passa por combates a vários cavaleiros, incluindo os de Prata até chegar às doze casas do zodíaco, no Santuário. Esta é a minha saga favorita. Os combates nas doze casas são sensacionais. Conhecemos todos os cavaleiros de ouro, e mesmo as batalhas com os mais sem graça são incríveis. Dentre os mais fortes existe um equilíbrio de poder, mas por ser tão diferente em relação ao dos cavaleiros de bronze, nos faz torcer e temer por estes.
     A segunda saga é de Asgard, para muitos considerada como filler, uma série tapa buraco. Em partes eu concordo por ter sido feita, aparentemente, para dar tempo para a saga de Poseidon ser terminada nos Mangás, os quadrinhos japoneses, porém normalmente este recurso é usado em tempos paralelos da trama, quase um universo paralelo, ou em intervalos, mas que fica claro a sensação de encher linguiça. Na saga de Asgard eu não tenho esta sensação, já que há indicações na saga do santuário que ela seria a próxima e na saga seguinte, a de Poseidon, ou seja, é algo contínuo e não inserido, pelo menos a meu ver. 
     Nesta saga, os cavaleiros de bronze enfrentam os Guerreiros Deuses, os defensores de Hilda, que está sendo controlada por meio do Anel de Nibelungo. Gosto muito desta saga, primeiro pela ligação com a mitologia nórdica, depois pelos duelos e novos personagens que são, ao meu ver todos bons.
     A terceira saga é a de Poseidon, em que os cavaleiros devem ir ao reino submarino do deus dos oceanos para derrotá-lo e aos seus generais marinas, que defendem os sete pilares, cada um representando um oceano, de modo a salvar Atena e o mundo. Esta saga está no mesmo nível da de Asgard, segundo minha opinião, apesar de ter alguns detalhes que me desagradam, como as armaduras dos cavaleiros e suas novas habilidades e alguns adversários, porém compensadas por outros personagens muito bons e alguns detalhes interessantes.
     A saga de Hades não foi transmitida na Manchete, por sinal, se não me engano foi feita depois. Ela é subdividida em três capítulos: santuário, inferno e Elíseos. Esta é a saga mais fraca para mim. Sendo o capítulo do santuário o pior. Nele fica explicado que o epicentro de toda a série é a guerra santa entre Atena e Hades, algo que não gostei. O deus do submundo, junto com seus 108 espectros e mais os cavaleiros mortos na primeira saga, atacam o santuário. A única coisa que gosto é o fato dos cavaleiros de ouro lutarem, porém a história e algumas habilidades novas deixam a desejar. Além disso uma nova discrepância, entre o poder dos cavaleiros de ouro, sendo um super poderoso, e a questão da mudança de lealdade de dois dos cavaleiros derrotados, que deixaram bem claro, na saga de santuário, o seu posicionamento em relação a Atena só sepultam essa capítulo ao meu ver.
     Já os demais capítulos são melhores, mas ainda aquém das demais sagas, quando os cavaleiros dessem ao inferno e enfrentam os espectros de Hades e depois dois deuses favoráveis e o próprio senhor do submundo. As críticas ficam em relação ao receptáculo da alma de Hades, o retorno da questão da lealdade já citada e a recaída de atitude de Shun, o cavaleiro de Andrômeda, que vinha melhorando no decorres das sagas.
     Depois de anos de espera por jogos de Os Cavaleiros do Zodíaco, estes começara a ser lançados. Porém eu estava esperando um jogo com todas as sagas, o que se tornou realidade com o mais recente Alma dos Soldados. Ainda não tenho título, mas pretendo adquiri-lo no futuro. O fato de ser completo foi o diferencial com os demais jogos da série lançados para PS3 e PS4, sem contar o fator dublagem. Seja como for, depois de anos, continuo sendo fã de Os Cavaleiros do Zodíaco e agora, finalmente, é possível jogar todas as sagas nos videogames. A espera Acabou.
     Saudações Gamers 
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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Saga Mortal Kombat : Vale ou não a pena jogar - Parte 2

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A melhor categoria do ZGA

     Todo ano o Zangado faz o ZGA, como ele mesmo explica, uma paródia do VGA, ou seja lá o nome que estiver em vigor, na época que este texto for lido, que é a maior premiação de games, o paralelo do Oscar só que para a indústria de videogames. 
     Dentro das categorias, algumas engraçadas como Jaburu e Cururu do ano, existem algumas sérias e dentre elas a minha favorita: melhor amigo. Falando assim pode até parecer algo infantil, mas não é. Muito pelo contrário. Como o próprio Zangado já disse, e eu assino em baixo, amigo é algo importantíssimo e poucas pessoas têm.
      Na vida, como nos jogos, amigos são aqueles que gostam de você pelo que você é e que farão o máximo possível para te ajudar nos momentos ruins e se divertir nos momentos bons. É aquele em que você tem grande grau de confiança e que, muitas vezes, sente que você está precisando de ajuda, de um conselho ou de alguém para conversar. 
     Na vida teremos muitos colegas, seja na escola, no trabalho e semelhantes, mas amigo de verdade serão poucos. Muitos fazem confusão entre as duas categorias e é esse erro que faz com que todas as pessoas pensem que tem amigos, mas, infelizmente isso não é verdade. 
     Amizade é um tesouro e, como tal, para crescer precisa de investimento e atenção. Se você, como eu, tem om privilégios de ter amigos, na mais pura concepção da palavra, parabéns. Você tem uma das coisas mais importantes do mundo. Se você não tem, não desista. Se esforce, evolua como pessoa e tenha esperança. Quem sabe um dia você chegue lá. Nós aqui da empresa torcemos por você.
     Saudações gamers 
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domingo, 19 de junho de 2016

Saga Mortal Kombat : Vale ou não a pena jogar - Parte 1/3

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O verdadeiro Vega

     Quando eu era pequeno, e não sabia muito de inglês, tinha como personagem favorito no Street Fighter o Vega. Não que eu fosse bom com ele, muito pelo contrário, mas achava, na época, o personagem legal. 
     Para começo de conversa ele usava uma máscara que eu gostava, sem contar que, para uma criança, usar máscara é sinônimo de ser legal. Quem eu conhecia que usava máscara? Homem Aranha, Batman e as Tartarugas Ninja, por exemplo. Conclusão infantil: quem usa máscara é demais.
     O segundo fator era o fato do Vega usar as garras. Eu achava super legal, sem contar que espadas, ou qualquer tipo de lâmina, para uma criança, principalmente para um fã de Tartarugas Ninja era o máximo. E no jogo, tanto a máscara como as garras quebravam, o que era novidade na época, ou seja, o cenário era ainda melhor.
     Aprendendo inglês, percebi que Vega era a nova versão de Narciso e aí acabou o favoritismo. Nos primeiros jogos de Street Fighters, quando se vencia uma luta aparecia o rosto do vencedor e um texto em inglês e quando perdia o rosto do seu personagem machucado e a contagem regressiva para dar continue. Dessa forma, até melhorar meu inglês e ter paciência para ler os textos, o Vega parecia legal. Arrogante e fútil, duas características do personagem que deram fima a este favoritismo. Assim, o conhecimento fez Vega descer do céu ao inferno, na minha visão, mas algo se salvou nisso tudo: no anime Street Fighter 2, a luta contra o Ken é uma das melhores.  
     Fazer o que, é a vida?
     Saudações gamers
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sábado, 18 de junho de 2016

A importância das regras e do gameplay no envolvimento do jogador de videogame

Tese de doutorado de Hélia Vannucchi de Almeida Santos

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27159/tde-22062010-102953/pt-br.php
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E3 2016 : Sony ( God of War, Days Gone, Horizon Zero Down )

Vídeo do Zangado





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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Informação é poder

     Estamos na metade final de junho. Além das festas juninas há outro evento se aproxima para a maioria dos estudantes. Férias. Para os que cursam faculdade, as provas já devem estar em andamento ou até já acabaram, já para os do ensino médio e fundamental, os testes devem estar se aproximando. Nada como descansar depois de um semestre se esforçando. A vontade de muitos é relaxar, jogar videogame e demais hobbies, mas sem estudar nada. Ou quase.
     Após checarmos nosso banco de dados, vimos que a nossa Gamerpedia está meio vazia, então vamos aproveitar este período para dar uma encorpada nela com novos termos. Alguns podem pensar "acabei de entrar de férias e vocês da Gamerclub NGC querem que eu estude?" Relaxa. Nós bolamos o seguinte. Vamos colocar vários dos vídeos clássicos do Zangado como algumas sagas, trilogias e "vale ou não a pena jogar". Os vídeos podem até ser mais longos, mas, convenhamos, ver vídeos deste youtuber é muito divertido ao mesmo tempo que instrutivos. Outros vídeos que pensamos são alguns de Bugs e unbox do EngLeo da Cjbr. Por fim nossos textos diários pretendem ser bem leves e/ou curtos. Dá para ler alguns verbetes da Gamerpedia enquanto o console liga.
     Mas por que agora? Pela questão do tempo. Muitos aproveitam suas férias para se atualizar nos canais que seguem no youtuber, assistindo os vídeos que não foram vistos devido a correria. A ideia com os textos é a mesma. Acreditamos que, para gerarmos evolução, primeiro precisamos conhecer as bases. No caso dos games, precisamos conhecer o que já foi feito, os termos e a experiência dos outros jogadores. Informação é poder.
       A única exceção será com os textos acadêmicos. Estes continuarão a serem postados uma vez por semana, para não perdermos a tradição, sem contar o incentivo as pesquisas no setor. Sei que muito não irão ler nada neste período de descanso, mas quem sabe, ao ter mais tempo outros não se animam?
     O importante é que vocês possam aproveitar as suas férias e relaxar. Nós continuaremos postando um vídeo e um texto diariamente. E isto é só o começo, pois a partir de julho novidades devem surgir. 
     Saudações gamers
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UNBOX: Superman (Batman Vs Superman: A Origem da Justiça) Estátua Iron S...

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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quinta-feira, 16 de junho de 2016

A E3 e o longo prazo

     A E3 é o maior evento de games, onde as empresas divulgam seus lançamentos e futuros projetos. As conferências de 2016 estão sendo analisadas pelo Zangando em vários vídeos, estes que estamos divulgando. Devido a este grande evento e esta grande cobertura, excepcionalmente nesta semana, só estamos indicando estes vídeos, quando o normal seria variar entre Youtubers e material. 
     O problema da E3 é que ela tem perdido credibilidade com o público. Não que o evento está ruim, pelo menos pelos vídeos que vemos, quem sabe possamos fazer uma cobertura in loco, mas, devido as constantes frustrações geradas pelas últimas edições, sua reputação acabou maculada. Explico. É comum os vídeos dos lançamentos lançados pelas empresas serem muito superiores ao que é entregue para o consumidor. Gráficos super poderosos, jogabilidade perfeita, sem bugs, tudo perfeito, porém quando jogamos é tudo inferior. Assim a credibilidade dos vídeos é sempre questionada hoje em dia, enfraquecendo o evento e as futuras edições.
     Outra prática é a de promessas de jogos não cumpridas. Jogos que são mostrados e que chamam a atenção, mas que depois são cancelados. Todas estas atitudes prejudicam a reputação das empresas e do evento causando dano ao longo prazo destas, ao estragar o relacionamento com o cliente, iludindo-o.
     Porém, aparentemente as empresas estão se tocando e começando a melhorar. Gostaríamos de dar  os parabéns a Ubisoft, que, neste ano de 2016, mostrou vídeos e gameplays mais próximas do real, com bugs e gráficos possíveis, depois de anos sendo criticada por maquiar os vídeos do evento. Quando uma pessoa ou empresa acerta devemos elogiar do mesmo jeito que cobramos quando pisam na bola.
     Agora é esperar. Se as empresas seguirem este exemplo de melhora feita pela Ubisoft e não fazerem propaganda enganosa, continuaremos tendo a E3 e ela continuará com sua importância, mas se os erros persistirem o evento poderá acabar ou perder a relevância, se tornando apenas uma vitrine de mentiras. É esperar para ver o que ocorrerá no longo prazo. Estaremos de olho.
     Saudações gamers 
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E3 2016 : Ubisoft ( Wildlands, For Honor, Watch Dogs 2 )

Vídeo do Zangado





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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Preços insanos e produtos descartáveis?

     Há algum tempo eu ando com uma dúvida, mas ao assistir as conferências da E3, por meio dos vídeos do Zangado a dúvida tendeu mais para revolta.
     O preço dos consoles e dos jogos nunca foram tão altos, isso no mundo todo não só no Brasil, o país do imposto,  mas sabíamos que um investimento, por assim dizer, em um console durava de 8 a dez anos. Agora nem isso. A oitava geração mal chegou, sendo que com poucos títulos de impacto, pelo menos na minha opinião, e já está obsoleta? As grandes empresas já estão fazendo novos consoles. Não é uma nona geração, apesar que apimentará as discussões sobre a definição do termo, porém versões melhoradas da oitava com resolução 4K, maior HD e semelhantes.
     Eu entendo a atitude da Nintendo, que teve seu console WII U como um fracasso. Tudo bem, não deu certo, então um plano de emergência precisou ser acionado. E a Sony e a Microsoft? Qual é a argumentação? Uma coisa é lançar uma versão slim, com mais HD ou um ou outro aperfeiçoamento. Isto é pratica antiga e de conhecimento dos gamers. Agora o assunto mudou.Nova definição, maior HD, novos recursos, tudo de uma vez. Quase um novo console. O pior é que as empresas já tinham essa tecnologia disponível no lançamento ou tinham como prever o uso de mais recursos, como o espaço em HD para os jogos. Quando foi dito que a tecnologia 4K não seria usada, muitos pensaram que, por meio de uma atualização seria viável aos proprietários o uso desta função. Que o console já teria este potencial latente, mas não. 
     Achamos esta atitude uma falta de respeito com os gamer, não só do Brasil, mas do mundo todo, principalmente os que conseguiram comprar a nova, mas agora obsoleta, geração de consoles. Devemos sim melhorar a tecnologia, mas não adianta se piorarmos a relação com os consumidores, os gamers. Se é para lançar um produto, que faça bem feito ou permita que a atualização seja simples., mas não versões Beta da nova geração. É uma grande decepção com as empresas. A esperança é que tal atitude não se repita, mas isso só será possível se a comunidade gamer pressiona-las. Uma coisa é ganhar dinheiro com videogames outra é extorquir o público alvo. Pelo jeito falta visão de longo prazo, a não ser que eles considerem como certo a passividade gamer. Vamos mostrar que eles estão errados e exigir bons produtos e serviços e não versões Beta, tanto de games como, agora, também de consoles.
     Saudações gamers    
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E3 2016 : Microsoft ( Gears 4, Forza Horizon 3, Scalebound )

Vídeo do Zangado





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terça-feira, 14 de junho de 2016

E3 2016 : Bethesda ( Quake Champions, Prey, Dishonored 2)

Vídeo do Zangado





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A caça nos games

     Falamos em outro texto sobre os animais nos games e as várias formas em que eles aparecem. Uma delas foi a caça, mas que deixaríamos para outro texto. Vamos a ele.
A caça é uma prática humana desde os primórdios da humanidade, como podemos ver no Far Cry primal. A questão que mudou com o tempo foi o respeito pela vida. Antes o que era somente para a sobrevivência, se tornou para algumas pessoas um esporte e para outros uma forma de lucro, matando um grande animal para comercializar uma parte apenas. Este dois casos são exemplos de absurdos que o ser humano pode fazer, muitas vezes pensando ser o dono do mundo e não uma pequena parte dele.
Uma forma mais clara de respeito a natureza, principalmente na caçada é no filme Avatar. Conhecido principalmente pelos efeitos visuais, o filme mostra uma forte filosofia de respeito aos animais e as plantas, trabalho em equipe e fé, ao mesmo tempo em que mostra muita ação. No filme, o povo de Pandora, o planeta em que os humanos chegam, caçam, mas visando a sobrevivência. Ao matar um animal eles pedem desculpas e agradecem o sacrifício feito, aproveitando-o ao máximo em sinal de respeito. Pensamos que a forma de lidar com os animais na Terra deveria ser o mesmo.
No mundo dos videogames, temos a opção de caçar em alguns jogos. Em uma pequena parte somos obrigados a fazer isso, mas a maioria deixa ao critério do jogador. O ponto é que, em ambos os casos, nenhum animal real morreu ou sofreu mal tratos na realização do jogo.
Algumas pessoas não se sentem bem matando animais, mesmo sendo virtuais. Isso é um direito do gamer. O Zangado e a Mih, the Joker, são exemplos. Isto tem a ver com ficar com a consciência tranquila, assunto tratado em outro texto. Para outros não tem problema. É algo bem particular e deve ser respeitado.
Penso que os games podem ser uma solução ao combate a caça dita esportiva. Com o desenvolvimento da tecnologia de modo a proporcionar maior interatividade entre o jogador e o jogo, um simulador de caça poderia fornecer a chamada emoção da caçada, mas sem riscos à pessoa, a não ser que você seja sádico e pretenda introduzir um fator de sofrimento real a la Jogos Mortais. Neste caso o conselho é procurar um psicólogo e domar a fera terrível que vive dentro de você. Já se o problema for a falta de adrenalina, vá praticar algum esporte radical. É mais divertido e você tem chance de ficar famoso, claro, se for bom e se dedicar. Em ambos os caso, os animais não sofrem à toa.
Temos esperança que, em um futuro próximo, a caçada fique apenas em jogos como Far Cry e Red Dead Redemption, sendo uma opção a cargo do gamer sem gerar prejuízo aos animais reais. Quem sabe a extinção da caça predatória se faça por meio dos games? Já temos a tecnologia, falta a vontade.
Saudações gamers e respeito aos animais

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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Uma paixão sem fronteiras: robôs gigantes

     Algo que sempre gostei desde criança, juntamente com muita gente, foi robôs gigantes. Mais do que pilhas de metal são uma paixão mundial. Esta que passa em vários formatos como o cinema, os animes, séries, etc.
     Vamos começar por onde tudo começou para mim, os Tokusatsus. Para quem não conhece o termo, são séries japonesas de ação, tendo como exemplos Cybercops, Jiraya, Black Kamen Rider, etc. Para quem viveu a época de assistir estes e outros na Manchete, ao ler seus nomes provavelmente teve um ataque nostálgico. Um dia escreverei mais sobre os Tokusatsus, mas hoje focarei apenas em alguns que usavam robôs gigantes. Acho que os maiores exemplos neste formato são os robôs de Changeman, Flashman e, claro, Jaspion. Estes que marcaram a vida de muita gente da minha geração.
     Com o grande sucesso deste formato surgiu no ocidente algo semelhante. Os Power Rangers. Estes com certeza têm os robôs mais conhecidos da história do entretenimento. Durante as muitas temporadas várias combinações foram feitas. Carros se unindo, animais, veículos variados e, claro, dinossauros. Todas estas combinações formando um Zord para lutar contra os vilões que, depois de derrotados em tamanho normal, se tornam gigantes, por meios variados, dependendo da temporada.
     Voltando para terras nipônicas, temos que falar dos mangás e dos animes. Neon Genesis Evangelion com seus EVAs, Gundam Wing com seus guerreiros rebeldes e os policiais de Patlabor, são alguns exemplos
     Vamos para os filmes. O filme dos Power Rangers foi um marco na minha geração. Para variar ouve um, podemos chamar de delay, pois o filme, se me lembro bem é sobre a terceira temporada de Power Ranger Mighty Morf, a única saga dos Rangers com mais de uma temporada. O problema é que no Brasil estávamos começando a assistir a segunda. Para uma criança isso são detalhes. A questão era ver os rangers na telona, com os seus Zords feitos por computador e suas armaduras mais realistas, pelo menos para uma criança da época. O engraçado é que vão fazer um remake do filme dos Power Rangers no futuro próximo. Este eu não prometo assistir.
     Continuando na sétima arte, além do filme dos Power Rangers, que na época era o máximo, sendo que, possivelmente muitos não o achem hoje em dia, temos os filmes dos Transformers e Círculo de Fogo, uma grata surpresa. Quando vi o trailer pensei que era uma cópia do Evangelion. Por curiosidade assisti quando passou na TV, com a ideia de criticar, e... quebrei a cara. O filme é muito legal, pelo menos eu achei. Passei de crítico a fã em pouco tempo, comprando inclusive o DVD. Uma grata surpresa. 
     Para finalizar não podemos deixar de falar dos games. Vários jogos foram lançados dos Power Rangers. Apesar de ter jogado um no PS1, os mais marcantes foram no Super Nintendo. Dois foram marcantes, apesar de não lembrar os nomes precisamente. Um era de luta de Zords.Sonho de criança realizado. O segundo, que pretendo jogar novamente, eu não lembro de jogar com os grande robôs, só com os Rangers, mas, se não me engano, podíamos usá-los na última fase. Um dia eu confirmo isso. Mais recentemente temos o Zone of the Ender para PS2 e relançado para PS3 em HD e Titanfall para XBOX ONE e PC. Na edição deste ano da E3, a EA já anunciou o Titanfall 2 que promete muito, desde que os erros do primeiro tenham sido concertados e o universo seja bem aproveitado, isso sendo os comentários do Zangado no seu vídeo da dita apresentação.
     Seja nos games, nos filmes, nos animes, mangás, desenhos animados, etc, robôs gigante são uma paixão sem fronteiras, seja geográficas ou de mídia. Isto porque só citamos alguns poucos exemplos. Se colocassemos todos com suas devida explicação teríamos um livro e não um texto. Por sinal fica a dica. Se alguém escrever tal obra não esqueça de citar a Gamerclub NGC nos agradecimentos e nos mandar que faremos a divulgação. Voltando ao tema, quem não gostaria de ter um robô gigante? Algo que supera gerações. Realmente, o melhor termo para definir isso seria o de uma paixão sem fronteiras.
     Saudações Gamers  
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E3 2016 : EA ( Titanfall 2, Mass Effect, FIFA 17, Battlefield 1)

Vídeo do Zangado





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domingo, 12 de junho de 2016

"Testemunho único, testemunho nulo"

     Eis o texto que eu ia escrever ontem, mas que foi adiado devido a meu espanto com a repercussão da dita polêmica com o Zangado. Para quem não está sabendo é só ver o texto postado ontem.
     Os futuros historiadores do Brasil aprenderam, ou deveriam aprender, uma frase que diz "testemunho único, testemunho nulo". A ideia é simples. Não podemos nos basear somente em uma fonte de informação e sim buscar outras que complementem ou desqualifiquem a primeira, o que é conhecido por corroborar ou refutar. Isto vale mesmo para fontes de confiança, pois todas as fontes podem sofrer um viés do seu autor.
     Em termos de análise de games o Zangado é o que faz o melhor serviço, sendo o mais impessoal possível e trazendo várias informações do jogo, sem falar das chamadas "informações nerds extras". É um trabalho impecável feito com várias fontes e muita pesquisa e por uma pessoa que sempre busca se superar. O ponto é que ele é humano e, consequentemente pode errar. Claro que no caso dele seriam detalhes, devido a seu empenho, mas isso pode ocorrer e, diferentemente da mentalidade vigente na internet que desqualifica todo o trabalho da pessoa por um errinho, tal coisas devem ser tratados pelo que são: equívocos.
     Além de poder cometer erros, o Zangado tem a visão dele, baseado na sua própria vida e em suas experiências, como todos nós e isso pode influenciar ligeiramente na sua análise, apesar de que o esforço que ele faz neste quesito é grande, já que ele, diferentemente de muitos sites, não dá a resposta pronta, ainda mais como verdade absoluta, e sim todos os fatores, porém, pelo que já foi dito e, levando-se em consideração que as opiniões divergem, como ele próprio comenta nos vídeos do ZGA, mais de uma fonte de informação deve ser consultada. 
     Isto não significa que você está traindo o Zangado, não confia nele ou coisa que o valha. A opinião dele continua importante. Você está vendo a visão de outra pessoa, só isso. Poderíamos considerar traição se você nunca mais visse o vídeo do Zangado ou deixasse de ser seguidor do canal dele. Não é para fazer isso e só para, além dos vídeos dele, assistir a outros. Se não for análise,  formato aparentemente em declínio nos demais canais, pode ser gameplay ou outros vídeo e textos que mostrem uma visão de outra pessoa. É provável que tal opinião seja similar com os vídeos do "vale ou não a pena jogar", mas se assim o for só reforça as palavras ditas pelo Zangado.
     Com essa política você não só obtém mais informações, como também estimula a produção de conteúdo de games e fortalece a comunidade gamer do Brasil. Sei que cada vez temos menos tempo, mas, por outro lado, temos mais mobilidade com SmartPhones e tablets. A questão é se programar. Eu, além de seguir o Zangado, sigo, o EngLeo da Cjbr, BRKsEdu, Zeh, true gamer, Mih, the joker, só para citar uns exemplos. Lembre-se de procurar mais informações, isto valendo para tudo, sendo preferível ir direto a fonte, quando possível.
     Saudações gamers 
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Pokkén Tournament #09: Como ser um Grão Mestre Pokémon? - Nintendo Wii U

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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sábado, 11 de junho de 2016

O mal do imediatismo e as críticas injustas

     Por sugestão do Youtube assisti ao vídeo do Sidão do Game falando sobre as análises de jogos e  o porquê do Zangado ser o único, segundo o vídeo, que tem feito este tipo de material. Achei muito legal o vídeo, me chamando atenção o começo em que o youtuber brinca para não dar dislike antes de ver o vídeo, complementando, e repetindo várias vezes, que ele é fã do Zangado. Sentei para escrever um texto sobre isso e vejo outra sugestão de vídeo feita pelo youtube, mais uma vez do Sidão do Game com o título de "Treta com o Zangado?", onde ele explica que foi atacado por muita gente achando que ele estava criticando o famoso youtuber. Tomei um susto. O cara fala umas cinco vezes, no mínimo que é fã e inscrito do, nas palavras dele, "tio", deixa claro que o foco é na análise e sofre uma leva de ataques? Sem comentários. Realmente é o que escrevemos em outros textos, incluindo aquele sobre matar ideias e sobre fanboys.
     Acho que só assisti três vídeos do Sidão do Game, ou seja, não conheço o trabalho dele, muito menos sua personalidade, ideais e objetivos, mas assisti ao suposto vídeo polêmico e digo que as críticas são injustas, já que, como dito anteriormente, ele deixa bem claro sua intenção com aquele vídeo e de ser fã do Zangado.
     A grande ironia é que o Zangado, do qual, vocês sabem, sou fã, sempre criticou os fanboys, sempre criticou os supostos guerreiros virtuais, aqueles que se acham Leônidas, nas palavras do youtuber, que criticam e atacam atrás de seus PCs e sempre disse que "existem vários motivos para brigar, mas videogame não é uma delas". Que tipo de fãs são esses que defendem uma pessoa, mas não suas ideias mais elementares?
     O imediatismo é um grande problema atualmente. Como consequência de uma vida mais agitada, queremos resolver tudo rápido e, na maioria, fazemos isso de modo mal feito. Devemos seguir a mentalidade japonesa, mundialmente conhecida e divulgada junto com o modelo Toyota de gestão, um tema básico da Administração. Faça bem feito da primeira vez. Vamos analisar antes de sair criticando o trabalho dos outros. Sei que, em um país como o Brasil, em que políticos corruptos nos governam desde sempre e que muitos cidadãos utilizam o famoso jeitinho para conseguir as coisas, temos a tendência de primeiro atacar e depois analisar. Isto é um erro.
     Não sei se o Zangado está sabendo desta dita polêmica, mas se souber, provavelmente deve ter ficado chateado com tudo isto, já que sempre defendeu ideias contrárias ao ocorrido. Não é porque fazemos uma crítica, e olha que nem foi o caso, sendo este o motivo de nossa indignação, que desqualificamos todo o trabalho de alguém. Sou fã do Spielberg e de Machado de Assis, por exemplo, mas isso não significa que direi que todos os trabalhos deles são bons ou que apoio todas as atitudes tomadas por eles. Isso não faz de mim um menor fã. Quer dizer que tenho uma opinião e que não gostei de determinado filme ou texto. Só isso. 
     Estava com a ideia de escrever em relação as análises, mas este episódio me chamou a atenção e me revoltou que achei melhor adiar para amanhã tal texto. Quem sabe um dia nosso povo aprenda a diferença abissal entre fã e fanboy, que ser fã não quer dizer submissão ou apoio total, isto valendo para games, política, futebol, etc e, ainda mais importante, a escutar a opinião dos outro e não sair julgando por algo que não entendeu.
     Saudações gamers
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Just Cause 3 - Mech Land Assault : Conferindo o Game (DLC)

Vídeo do Zangado





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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Jogos digitais e a mediação do conhecimento na perspectiva da psicologia histórico-cultural

Dissertação de mestrado de Wagner Antônio Junior

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-08122014-105219/pt-br.php
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UNBOX: Armored Batman 1/10 - Batman Vs Superman: A Origem da Justiça - E...

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Mirror’s Edge Catalyst: Primeira Gameplay - Xbox One

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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Mudança de prioridades

     É comum durante os jogos mudarmos de prioridade algumas vezes. Alguns, ao ler esta frase podem pensar "mas o objetivo não é zerar o jogo?" Sim. Temos este objetivo, porém existem aqueles que, durante a partida, procuram todos os secrets, ou tem como objetivo principal platinar o jogo, então mesmo este macro objetivo não é absoluto.
     Entretanto as prioridades que mais mudam são as micro. Focamos em vencer um chefão difícil, mas depois de vencermos este adversário, o que mais desejamos é achar um save point. Ou quando estamos quase morrendo, deixamos de nos importar com a missão em si e buscamos desesperadamente vida.
     Isso é muito comum nos jogos com mais exploração como os RPGs e os de mundo aberto, mas vale para todos os gêneros. Buscamos ficar mais fortes e, para isso, focamos em obter experiência ou aumentar nossos poderes achando itens como os fragmentos do Infamous. Deixamos a história de lado focando nisto por um tempo e, depois de chegar a tal objetivo, mudamos e vamos atrás do próximo.
     Um item, no início, pode ser essencial e fazemos de tudo para poupa-lo. O defendemos como um tesouro até encontrarmos algo mais forte e em uma grande quantidade. Quando este novo se torna comum, deixamos o outro de lado. O melhor exemplo é com as poções. No início a básica resolve, já que recupera uma parte de nossa vida e deixamos para usá-la somente quando precisamos, mas depois, quando os danos são muito maiores, precisamos de uma versão mais forte, seja hiper, mega ou super poção. Assim, por circunstâncias do jogo, o tesouro de hoje vira o refugo de amanhã.
     Quem, em uma parte mais difícil, não queria encontrar uma estrela ao jogar Mario? Ou depois de um esforço para sobreviver a hordas de zumbis, quem não deseja achar o ink e depois a máquina de escrever em Resident Evil? Ou achar armas supremas, itens raros ou capturar todos os Pokemons? Vamos mudando de prioridade conforme o jogo passa e isto é algo comum.
     Onde mais encontramos esta situação? Na vida, é claro. Quando estamos doentes focamos em ficar saudáveis, mesmo que o grande objetivo seja constituir família, ser milionário ou sei lá qual seja seu sonho. Vemos nos estudos algo semelhante. Quantas vezes deixamos de fazer algo para focar no estudo, sendo o mais comum na época de provas? O mesmo vale para o trabalho.
     Muitos estipulam um objetivo financeiro como comprar um carro ou casa, fazer uma viajem ou comprar um console da nova geração por exemplo. Após muita luta, finalmente a realização deste sonho é alcançada e depois de muita festa, procuramos o próximo sonhos. Claro que não podemos deixar de valorizar os anteriores, se não todo o esforço terá sido um desperdício.
     Na vida, como nos games, mudamos de prioridades com frequência, seja pela realização de sonhos, superação de obstáculos, circunstâncias da vida, etc. Isto faz parte da sobrevivência e do processo de sonhar, mas claro, sem deixar de sermos nós mesmos e seguir os nossos ideais. 
     Saudações gamers
      
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quarta-feira, 8 de junho de 2016

Gênero plataforma

     O gênero plataforma é um dos mais clássicos dos videogames dando origem a vários dos personagens e franquias mais queridos da cultura gamer. O gênero consiste em seguir o caminho pulando entre plataformas de modo a chegar a seu objetivo. Os exemplos clássicos deste gênero são: Super Mario Bros, Sonic: The hedgehog, Crash Bandicoot, Banjo Kazooie, Donkey Kong, etc.
     No início da história dos videogames, onde os jogos eram 2D, a fase andava, conforme o personagem se movia, da esquerdas para a direita até se chegar ao fim. Com o surgimento da tecnologia 3D o personagem ganhou mais liberdade, porém o princípio de ir pulando obstáculos e inimigos continuou, mas podendo incluir novas habilidades e possibilidades.
     Neste gênero é comum encontrar itens que adicionam poderes aos personagens como os cogumelos e estrelas de Mario ou as Máscaras de Crash. Outro ponto muito usado, apesar de não ser regra, é a chamada "regra de três", onde os chefões morrem com três golpes, ou mudam seus ataques depois deste número. 
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Sophie's Curse : Conferindo o Game

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terça-feira, 7 de junho de 2016

Mirror's Edge Catalyst : A Primeira Meia Hora

Vídeo do Zangado





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Sobre religião e pseudo-religião

     Jogando Final Fantasy X acabei tendo a ideia para esse texto. No jogo de PS2, remasterizado para PS3, dentre muitos povos diferentes existem duas crenças, sendo que ambas visam o mesmo objetivo, a paz mundial, a Calma Eterna, mas apesar deste ponto comum divergem quanto a forma de obtê-las, sendo um dos pontos o uso de máquinas, por exemplo. Não vou dar muitos detalhes visando estimular os gamers a jogarem este clássico e, como sempre, para não dar spoillers. Apesar de breve, e muito simplificada, esta explicação serve para o propósito de analisar as religiões reais.
     Existem muitas diferenças entre as religiões quanto a forma,as divindades, os rituais, etc, mas todas tem pontos em comum. Todas defendem o amor ao próximo, o que gerá, como consequência a paz. Além disto todas visam o bem estar em sociedade. Qualquer seita ou credo que não parte destes princípios não é religião e sim uma pseudo-religião. 
     A pseudo-religião, infelizmente comum hoje em dia, são aquelas que deturpam os ensinamentos básicos, aqueles que são comuns a todas as religiões, com um interesse mesquinho como ganhar dinheiro ou guerra. São uma fachada, uma desculpa para alcançar estes objetivos. Resumindo é uma covardia de extrema crueldade, por usar a fé para fins egoístas.
     Deturpações religiosas sempre existiram, infelizmente, e todas as religiões, sem exceção, sofreram deste mal. A história está cheia de exemplos. O que não podemos permitir é a confusão entre religião e as pseudo-religiões e isso se faz conhecendo a fé dos outros e, mais importante, respeitando-as. Não ache que grupos extremistas sejam exemplos de pessoas seguindo a fé, pois não são. São pessoas manipuladas com uma distorção. 
     Não devemos fazer uma caça as bruxas contra as pseudo-religiões. O ponto principal é entender a diferença e não colocar no mesmo grupo fanáticos e devotos. O respeito é o fundamental. Seguindo isso você já combate estas distorções, mas sem causar dano, muito menos brigas, com ninguém.
     Aos que não tem religião, seja por não acreditar em uma divindade, sejam por estarem na busca por uma ideologia em que exista maior identificação, o pensamento é o mesmo. Estamos todos buscando os mesmos objetivos. O segredo é respeitar as opiniões e as crenças e entender os fundamentos da fé alheia. Algo que vale para todos os grupos já citados é não ser radical. Sem fanatismo, seja em religião, videogames, política, etc.
     Apesar de diferenças todas as religiões se baseiam nos mesmos fundamentos que é respeito ao próximo e vida em paz em sociedade. Não importa se você acredita em Buda, Jesus ou Muhammad, se tem como cidade sagrada Jerusalém, Meca ou Vaticano, se acredita em anjos e demônios ou se você não acredita em nada de cunho religioso, o importante é manter a paz, respeitar as opiniões dos outros, não ser fanático e saber viver em sociedade. Sem perseguições e nem preconceitos. Sem generalizações e sem julgamentos. Só assim conseguiremos o objetivo comum, a paz, ou, em termos de Final Fantasy X, a Calma Eterna.
     Saudações gamers   
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segunda-feira, 6 de junho de 2016

O poder da boa ação

     É comum nos games o estímulo a boas ações. Normalmente, variando em forma e frequência dependendo do gênero, o gamer tem a opção de fazer uma boa ação, seja dando algo, salvando alguém, encontrando uma pessoa ou coisa que o NPC não pode achar sozinho, etc. Quase sempre, após realizar tais atos de caridade, o jogador recebe um prêmio como um equipamento melhor ou item raro, dinheiro, troféu/ conquista, um prêmio específico, como uma peça de quebra cabeça em Banjo Kazooie ou uma estrela em Mário 64, e assim por diante. 
     Hoje em dia, com a implementação das escolhas, e as consequências derivadas, isso se tornou ainda mais presente. O gamer pode escolher a ação que quiser, mas, se o jogo for bom, felizmente sendo o mais comum, sofrerá as consequências de sua escolha. 
     Um jogo que foi bem impactante neste quesito foi Bioshock. Ao escolhermos salvar ou não as Little Sisters nos sentimos com o destino de uma criança nas mãos. Amor ou ódio são as consequências, juntamente com finais diferentes. Sempre salvei as garotinhas, sendo premiado durante o jogo e com um dos finais mais marcantes da minha história gamer.
     Claro que, se uma pessoa escolher o "lado sombrio" no jogo, não quer dizer que seja uma pessoa má. Só que aproveitou a oportunidade de ser algo que não é na vida real, pelo menos este é o ideal e, felizmente, a grande maioria. Do mesmo jeito que um ator pode encarnar alguém diferente do que realmente é, mas sem gerar danos à sociedade, também podemos, meus caros gamers. Tirando os pontos fora da curva, as anomalias ou aberrações, os gamers sabem bem diferenciar realidade da ficção. Um dia a sociedade entenderá isso finalmente.
     Voltando às boas ações, existe este estímulo a ajudar o próximo, normalmente seguido de recompensa, ou seja, os games estão estimulando a ajuda e as boas escolhas. Bem que a realidade poderia ser assim, premiando quem faz o bem e punindo os que escolhem o caminho mais fácil e danoso. Enquanto este dia não chega façamos o nosso melhor. Um dia chegaremos lá. 
     Saudações gamer e boas escolhas 
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DOOM: Primeira Gameplay no Xbox One

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domingo, 5 de junho de 2016

Fim à dicotomia politicamente correto/incorreto

     De um tempos para cá virou moda o discurso de politicamente correto. Antigamente surgia mais em tom de brincadeira, foi crescendo e hoje está insuportável. Esta semana surgiu a notícia de críticas à imagem do filme X-men: Apocalipse, do vilão sufocando a Mística, cena presente no Trailer, dizendo que isso incentivava a violência contra a mulher. como diria Paulo Antunes, Chega! Queriam que o vilão decidisse o futuro do planeta como? Jogando cartas ou Banco Imobiliário? É um vilão, ele deve ser mal. 
     Pensando no mundo dos games, seguindo esta mentalidade, não teremos mais jogos da Lara Croft, já que ele sofre durante os jogos, seja enfrentando animais, fanáticos e até a natureza. No Mario Kart não poderemos jogar cascos em ninguém, pois se atacar um personagem feminino é indução à agressão à mulher, se for no Yoshi contra os animais, contra o Mario contra italianos e assim sucessivamente.
     Vamos deixar vem claro um negócio. Nós da Gamerclub NGC abominamos qualquer tipo de violência, salvo em casos extremos de legítima defesa, e contra todo e qualquer preconceito. Desqualificar e julgar alguém pela cor da pele, sexo, opção sexual, religião, etc é um absurdo. O primeiro artigo da nossa Constituição, se não me engano, diz que é vedado qualquer tipo de preconceito, ou seja, a primeira lei do código mais importante proíbe desqualificar o outro por ser  e pensar diferente. 
     Muitos, como resposta a esse politicamente correto, usam o seu inverso, o politicamente incorreto. Admito que não gosto deste tipo de humor, mas aí é uma opinião pessoal. O que sou contra é esta mentalidade extremista de que só existe estes dois polos: politicamente correto e incorreto. Não é assim. Existe o meio termo. Existe a conversa. Vamos chegar a um ponto comum pelo diálogo. Alguém pode fazer uma brincadeira com você. Se você achar que não tem problema, OK, mas se tiver é questão de chegar a um acordo. É só pedir para parar ou por uma explicação que seja e não sair por aí fingindo defender uma bandeira de suposto respeito. Vamos parar de tentar ter respeito e respeitar.
     Cresci ouvindo piada de português e de loira, mas não acho que ambos os grupos sejam estúpidos. Sei diferenciar a piada da realidade, sendo que, no caso dos portugueses, entendendo os fatores histórico e social. Joguei Street Fighter e não é porque luto contra a Chun Li que vou sair batendo em mulher. Eu sei diferenciar ficção da realidade, do mesmo jeito que a grande maioria dos gamer, por isso a campanha do #Eumantenhoocontrole. 
     Continuando nesta onda do politicamente correto, podemos dizer adeus a saga Street Fighter, já que nela socamos pessoas de todas as raças, credos, sexos e formas, levando, segundo esta mentalidade, a violência contra todos. Vamos ter bom senso e respeito. Vamos lutar para que, mais do que milhares de leis de proteção, sigamos o artigo citado da Constituição. Ao invés de criarmos polêmica com filmes e jogos com um contexto de combate, vamos mudar a mentalidade em relação aos diferentes. Chega de episódios como o estupro, punindo os culpados. Chega das mulheres ganharem menos por fazerem o mesmo serviço que os homens. Chega de agressões aos homossexuais. Chega de julgar os outros pela cor da pele. O mais importante é: vamos focar no problema do preconceito em si do que ficar inventando modinhas como o politicamente correto/ incorreto. Quer ajudar, faça algo ao invés de torrar a paciência.
     Saudações gamers 
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UNBOX: Gavião Arqueiro - Diorama do Filme Vingadores Era de Ultron - Mar...

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sábado, 4 de junho de 2016

Voar como uma borboleta e picar como uma abelha

     Ao ligar o computador hoje vi que Muhammad Ali faleceu. Para quem não conhece, ele foi o maior lutador de boxe da história. Não acompanho nem nunca acompanhei boxe, por não gostar do esporte, mas esta lenda merece um texto especial.
     A primeira vez que soube da existência de Muhammad Ali foi nas Olimpíadas de Atlanta, se não me engalo ele que acendeu a pira olímpica. Depois soube que aquele homem era um grande lutador e que sofria de mal de Parkinson, doença que conheci naquele mesmo dia. O que conheço da vida do campeão foi por meio do filme Ali, interpretado por Will Smith, drama muito recomendado mesmo para aqueles que, como eu, não entendem nada de boxe.
     Além dos ringues e do filme, Ali também apareceu nos games. O único que joguei, e bem rapidamente, foi o Fight Night round 4, jogo de boxe que joguei no PS3. Fui tão bem que consegui a façanha de perder usando o Muhammed, algo comparável quando perdi um jogo de futebol usando a seleção com o Pelé. dá para ver que não sou grande coisa em jogos de esporte, mas isso é outra história. Um jogo que descobri hoje foi o Muhammad Ali Heavyweight Boxing, para Sega Genesis, com versão para Game Boy. Deste não conheço nada.
      Para ter uma ideia da força do cara, e de sua fama, fizeram uma história em quadrinhos dele lutando contra o Superman. Claro que foi algo comemorativo, mas não deixa de ser curioso.
     Muhammad Ali, mais do que uma lenda no boxe e no esporte de forma geral, foi um mito com suas atitudes fortes, como se negar a lutar a Guerra do Vietnã, defender a causa da igualdade racial com Malcon X, outra lenda, mas no âmbito social, e de abraçar o islamismo, mudando até o seu nome de Cassius Clay para Muhammad Ali. Independentemente se você gosta ou não de boxe e de concordar ou não com as atitudes e os meios utilizados por ele, conhecer um pouco sobre esta lenda vale a pena.
     Saudações Gamers
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Dead Island - Definitive Collection : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado





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sexta-feira, 3 de junho de 2016

Games 3D: aspectos de desenvolvimento

Dissertação de mestrado de Marcos Fernandez Cuzziol

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27131/tde-23072009-160753/pt-br.php
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