terça-feira, 31 de maio de 2016

Overwatch com Mercy: Multiplayer Online no Xbox One

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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Mantendo o controle

     Na história do videogame sempre foi necessário um controle e, acredito piamente que sempre precisaremos. Alguns podem, ao ler a frase anterior contra argumentar usando o Kinect, mas como a própria Microsoft usava na propaganda "você é o controle". Assim, se no futuro criarem uma plataforma que funciona a base de pensamentos nosso cérebro será o controle. Portanto o videogame sempre usará uma parte humana, ou semelhante para os amantes de ficção científica, para controlá-lo. Faz parte da premissa dos jogos e é isso que gera mais interatividade do que um filme, por exemplo.
     O gamer sofre muito preconceito na nossa sociedade, e olha que já melhorou bastante, sendo os ataques mais comuns a questão do vício e da indução à violência, ambos usados pelos sensacionalistas. Enquanto os estudos são feitos, apesar de duvidar da segunda hipótese e ter ressalvas na primeira. e, mais importante, enquanto a sociedade não aceitar o diferente, no caso o videogame, ainda sofreremos com isso.
     Mas, algo que todos os gamers sabem muito bem é usar o controle, seja nos consoles, PCs e demais plataformas. Usamos o controle para controlar um personagem, seja um jogador de futebol, um guerreiro grego, um aventureiro, um herói, um soldado, etc. As situações mais difíceis geradas pela imaginação humana são controladas pelos gamer. Assim fica a pergunta: se somos capazes de controlar alguém, mesmo que seja virtualmente, em situações impossíveis, não somos capazes de nos controlar? Claro que somos. Não existe e nunca existirá um controle que um gamer não saiba usar. Sabemos manter o controle, é uma consequência da ocupação.
     Assim o verdadeiro gamer não é influenciado por um jogo e sim um inverso. Não existe obsessão, pois o jogador de videogame sabe usar e manter o controle. Assim, quando discutirem sobre vício, indução à violência e semelhantes é só lembrarmos aos opositores isso: Eu mantenho o controle. Sou gamer. 
      Como toda regra existe exceções, mas é a minoria, da mesma forma que vemos na natureza, inclusive a humana. É generalizando que se cria o preconceito e este deve ser combatido em todos os âmbitos. 
     Portanto o gamer verdadeiro não perde o controle, ele sempre o usa para conseguir atingir seus objetivos, com muito esforço e dedicação, superando obstáculos ao mesmo tempo que se diverte. O jogo não controla o jogador e sim gamer controla o jogo. 
     Saudações gamers e mantenha o controle
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segunda-feira, 30 de maio de 2016

NPC

     NPC, sigla para Non-Player Caracter, é um personagem não jogável presente nos jogos. Normalmente não se caracterizam desta forma os inimigos, apesar de, normalmente não poderem ser usados para jogar. A definição é mais usada para aliados, personagens de missões secundárias ou uma versão dos figurantes do cinema para o videogame.
     Os NPCs são bem comuns em jogos de RPG, onde dão dicas, informações e itens, vendem algo e semelhantes. Porém eles não são exclusivos deste gênero, aparecendo nos demais, mas pelo forma to deste tipo de jogo, a presença destes personagens é mais marcante, gerando uma associação entre os termos. 
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Goat Simulator - Waste of Space : Conferindo o Troço (DLC)

Vídeo do Zangado





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domingo, 29 de maio de 2016

Ideia fixa de troféus/conquistas

     Em sua obra Memória Póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis, escreve sobre ideias fixas, motivo da morte de nosso defunto autor e não autor defunto, o protagonista do livro. A explicação é feita bem no começo do livro, este que é obrigatório para a leitura, sendo o número 1 da revista Bravo! 100 de literatura brasileira.
     À partir da sétima geração de consoles, o conceito de troféus/ conquistas surgiram, este explicado na nossa gamerpedia. Apesar de aumentar a vida útil do jogo, pode, para alguns, virar uma obsessão, uma ideia fixa machadiana, o que acarreta um risco, não à vida, é claro, mas à experiência de jogar videogame.
     Algumas pessoas deixam de curtir a história na busca por todos os segredos escondidos e, muito provavelmente, dos troféus/ conquistas gerados por isso. Outros deixam de se divertir na busca de platinar um jogo. Tudo isso é muito triste, já que transforma algo que era para ser prazeroso em mais uma obrigação. 
     Sei que é  muito tentador conseguir realizar estes objetivos e, principalmente, platinar um jogo, mas se você se esquece dos princípios que te levaram a jogar, do que adianta? 
     Do mesmo jeito que fazemos isso no videogame, muitas pessoas fazem na vida, independentemente de serem games. Quantos filmes e livros existem em que uma pessoa obcecada por algo perde tudo na busca de sua ideia? Muitos. Esta obsessão pode aparecer de várias formas, como com o trabalho, com o estudo, com um hobby, etc. Todos devem ser combatidos. Mas estou fugindo do tema.
     Voltando à busca de troféus/ conquistas devemos buscar o equilíbrio. Se o resto do jogo está sendo deixado de lado na busca destes prêmios, hora de mudar a estratégia, podendo até ser recomendado desativar esta função, dependendo do grau da obsessão. O ideal é curtir o jogo, sendo os troféus/ conquistas um algo a mais, um brinde gerado pela nova geração, não um objetivo em si. Ninguém quer ser um gamer defunto, não é?
     Saudações gamer e boa leitura 
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UNBOX: Visão 1/6 - Diorama Vingadores Era de Ultron - Estátua Marvel / I...

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sábado, 28 de maio de 2016

Protestando errado

     Em ano de eleições municipais com certeza teremos aquela situação corriqueira nos últimos anos. Aparecerão uns candidatos, no mínimo questionáveis, e não estou nem falando da parte ética e sim dos brilhantes argumentos para receberem o voto, o que virará piada na internet e na conversa cotidiana. Porém isso não é o pior e sim que muitos deles receberão uma boa quantia de votos, sendo alguns eleitos. Como isso? Alguns votam por achar a pessoa bonita, engraçada, relacionado com o time do coração e situações semelhantes. 
     A minha favorita, sendo bem sarcástico, é a argumentação de voto de protesto. As pessoas que o fazem dizem que votam em um candidato ridículo de propósito para deixar claro que a política brasileira é uma piada. Péssima ideia. O que ocorre é o incentivo ao aparecimento de novos candidatos deste tipo, gerando um ciclo vicioso, sem contar a vergonha de ser representado por uma pessoa assim. Que protesto é esse que você se humilha, levando consigo seus amigos e familiares?          Quando questionados, os eleitores dizem que o voto não custa nada. Errado. Sem considerar os fatores históricos, muito importante no caso, tem o fator financeiro. Conta bem simplificada. Pegue o salário do vereador, multiplique por 12 meses e depois por 4 anos. Isso é o que você deu, pois quem paga é você e seus entes queridos, para uma pessoa despreparada. Resumindo você perde dinheiro, tempo, dignidade, desrespeita e humilha seus amigos, etc a troco de nada. 
     Mas como a empresa não é de política, apesar de ser um assunto muito importante, e sim sobre games por que falar sobre voto de protesto? Além do dever cívico, para mostrar um exemplo de protesto ruim algo semelhante a comprar jogos piratas e dizer que estão punindo o governo. Não vou discutir a pirataria em si, mas sim o raciocínio destas pessoas. 
     Alguns acreditam que, ao comprar produtos piratas, principalmente jogos, estão dando um recado para o governo de que o preço está caro e que se recusam a pagar tantos impostos. A carga tributária do Brasil é absurdamente grande, isso sem contar que o retorno para população é pífio o que nos obriga a protestar contra isso, mas de uma forma certa. Digo isto, pois, os maiores prejudicados são as empresas e seus funcionários e depois nós mesmos. Já o governo, suposto alvo, achará outra forma de taxar a população, mesmo se ninguém comprar mais nada, saindo ileso.  
     O raciocínio das empresas é assim: por que investir em um país como o Brasil em que uma boa fatia de lucros é perdida para produtos pirateados se posso ganhar mais em outro país em que a fiscalização é maior? Sem contar que no Brasil os impostos são mais altos que em países vizinhos, assim fica mais caro produzir aqui, mas sem receber o retorno merecido. Portanto é melhor a empresa se mudar. Assim muitos empregos são perdidos, outros nem chegam a existir, a cultura gamer sofre um forte golpe, sem contar as empresas de dublagem e os demais investimentos que receberíamos não só de uma empresa, mas de todo setor. Novamente o dito protesto não gera nada de bom e só causa prejuízo a você mesmo e a seus amigos. Hora de rever seus conceitos e protestar de forma sábia. 
     Saudações gamers e boa reflexão  
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Teenage Mutant Ninja Turtles - Mutants in Manhattan : Conferindo o Game

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sexta-feira, 27 de maio de 2016

Isto não é só um jogo: videogames e construção de sentidos

Tese de doutorado de Luiz Henrique Magnani Xavier de Lima

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8147/tde-27032015-155843/pt-br.php
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Lego Marvel Vingadores #33 - Como Desbloquear o Thanos - Xbox One Gameplay

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quinta-feira, 26 de maio de 2016

A dublagem de Overwatch

     Assistindo ao vídeo do Zangado que postamos ontem aqui no site fiquei impressionado com a dublagem do jogo Overwatch. Já aviso que não joguei o game e o que eu vi, e escutei, foi por meio dos vídeos do Zangado, apesar de admitir que fiquei muito a fim de jogá-lo.
     Não sei se a direção e o estúdio são bons, acho que sim, pois a Blizzard investe nisso, porém só poderei ter uma melhor opinião jogando. O que me chamou a atenção foi o altíssimo nível dos dubladores. São profissionais da área de renome e de alta competência e qualidade. Só para citar alguns exemplos: Erika Menezes, que dublou a Anna em Frozen, uma aventura congelante, Luisa Palomanes, que dublou a Hermione de Harry Potter, Docinho em As Meninas Super Poderosas, Merida em Valente, etc, e Guilherme Lopes, dublador do Mr. Satan do Dragon Ball Z e do Samuel L. Jackson. Isso só para citar uns exemplos. Resumindo, só fera. Para ver a lista com mais dubladores é só clicar no link à seguir da Kingsrow: http://kingsrow.com.br/2016/05/07/conheca-alguns-dos-dubladores-do-overwatch/
     Para os fãs de games e os de dublagem, no caso sou de ambos, é muito bom ver profissionais de tão alto nível nesta jornada, ainda inicial, de dublagem dos games. Digo inicial, pois ainda temos muito que melhorar, palavras de Guilherme Briggs, ou seja um cara que entende do setor, tendo dublado Buzz Lightyear e Superman. 
     Quando uma empresa faz um investimento destes, muito positivo para a comunidade gamer do Brasil, com dubladores deste nível fazendo parte do projeto o nosso dever é incentivar. A Gamerclub NGC tem este compromisso, não só com os gamers, mas também com os dubladores que nos presenteiam com essa arte, infelizmente pouco reconhecida. Devo confessar que a dublagem foi um grande impulso para comprar o jogo, algo que farei quando for possível.
     Saudações gamers  
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Assassin's Creed Syndicate #36: Explodindo o Palácio de Buckingham - Xbo...

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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Para que reconhecimento?

     Vi que o Brasil ganhou medalhas em Astronomia em uma competição. Você sabia disto? Eu soube agora pouco. É impressionante como as notícias boas não são divulgadas. Tirando em propaganda de cursinho, você sabe quando alguém ganha uma medalha em matemática? Sabe quando algum compatriota desenvolve algo importante ou faz uma pesquisa revolucionária? Não. Nunca sabemos destas coisas. Mas para que reconhecer o esforço de pessoas que estudam? Agora, se você perguntar quem ganhou o reality show do momento a maioria saberá, tendo sido divulgada em todos os sites de notícias. Há algo de podre no reino.
     Apesar de muitos defeitos que devemos ir resolvendo, o Brasil tem várias qualidades e talentos, mas estas não recebem a atenção que merecem. Estudiosos, atletas de esportes diferentes, ou seja, qualquer um que não seja futebol, artistas da música clássica, escritores de verdade, etc. Nenhum deles recebe o reconhecimento que merece. Isso é um crime. 
     Uma atitude destas não só desestimula a pessoa que realizou a façanha, como também destrói todo a geração que surgiria desta. Como o Brasil vai crescer desta forma? Não vai. Temos que respeitar e valorizar nosso heróis, aqueles que mesmo contra tudo e todos conseguem realizar suas façanhas. Ou você achava que só os videogames, livros e filmes tinham heróis? Isso não quer dizer que devamos esquecer o defeito, em uma era de extremos vale a pena reforçar isso, mas sim valorizar o que é certo e corrigir o errado. Temos que continuar na nossa batalha contra corrupção, aquela que começou a 516 anos, melhorar a saúde e educação e mais um monte de coisas. Devemos cobrar não só dos representantes, mas, principalmente, de nós mesmos. Isso não significa que devemos deixar de valorizar as nossas conquistas. 
     Nós da Gamerclub NGC queremos que os nossos heróis sejam valorizados, por isso pedimos que, quando alguém realizar um grande feito nacional, nos envie para divulgarmos, mesmo que não seja diretamente relacionada com videogames. Somos uma empresa de games, é verdade, mas também somos do Brasil e queremos que o país cresça, gerando vantagens não só para os gamers, mas para a sociedade como um todo, do mesmo jeito que os próprios videogames o fazem. Além disto acreditamos no poder do esforço e da meritocracia, pilares em que a empresa é baseada. Quem sabe não incentivamos novos talentos na área dos jogos eletrônicos, como nas demais? Mesmo que não conseguirmos faremos nossa parte para ter um país melhor. E você, está fazendo a sua?
     Saudações gamers
     
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Overwatch : Conferindo o Game

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terça-feira, 24 de maio de 2016

Relação custo/benefício nos games

     Na minha primeira aula de Marketing na faculdade, entre outros conceitos básicos da matéria, aprendi a relação custo benefício, que mede a relação entre o preço pago com os benefícios adquiridos, algo muito simples e comum à toda a população.
     No mundo dos games essa relação é muito importante, principalmente devido aos preços abusivos cobrados pelos jogos e pelos consoles, consequência de uma carga tributária irracional e injusta, já que considera os games como jogo de azar. Portanto, devido a um custo auto, os benefícios devem ser bons para que a compra seja feita.
     Mas medir um benefício é muito particular. Alguns se baseiam no tempo da campanha, outros na diversão gerada, outros ainda pelo modo multiplayer. Independentemente da forma que você avalia um jogo, assunto de uma de nossas pesquisas na respectiva sessão, o importante é que tudo isso seja superior ao preço pago.
     Ao expor os pontos fortes e fracos, deixando a cabo do gamer tomar a escolha, as análises do Zangado se tornam muito valiosas nesta decisão, junto com as gameplays feitas por este e outros youtubers  e assistidas pelo gamer indeciso. Isso não significa que a decisão será fácil e à prova de erros, mas com mais informações este processo é simplificado. 
     Outro fator importante é o autoconhecimento. Saber o que você gosta ou não é fundamental de modo a minimizar a chance de arrependimento.
     Assim, apesar de ser um conceito simples, a relação custo/benefício é de extrema importância para os gamers. Um dia conseguiremos um preço justo para os videogames vendidos no Brasil, mas a relação entre o que ganhamos com o que pagamos continuará sendo fundamental, apesar do custo do erro ser bem menor. 
     Saudações Gamers e boas escolhas   
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Metal Gear Solid V #13: Skull Face e a Skin de Ouro - The Phantom Pain P...

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segunda-feira, 23 de maio de 2016

Português hardcore

     Com a popularização e desenvolvimento da internet o modo multiplayer alcançou níveis jamais sonhados pelos mais otimistas gamers da velha guarda. Os jogadores tem se esforçado para ser cada vez melhores jogando com pessoas do mundo inteiro e de vários níveis de experiência no jogo. Quando se enfrenta um novato, se usa o termo noob, também usada para tripudiar dos adversários derrotados. Em oposição, o termo hardcore é usado para quem conhece muito o jogo e joga nos níveis mais difíceis, em outras palavras, os que dominam o jogo.
     Pensando em todo mundo, não só o virtual, cada vez é mais frequente o uso de palavrões e uma linguagem cada vez mais vulgar, o que está prejudicando os idiomas, no nosso caso, a língua portuguesa. Imaginou se usássemos os mesmos hábitos dos games na vida real? Quando alguém fala palavrão seria chamado de noob, por usar um termo simples e genérico, já alguém com um português mais desenvolvido seria hardcore. Claro que você não precisa ser um professor Pasquale ou um mestre em letras para chegar neste nível. Digamos que estes seriam mestres hardcore ou algo que o valha, mas poderíamos usufruir mais, além de desenvolver, esta língua riquíssima que é o português.
     Quando falo de palavrão sendo termo genérico me lembro da época de escola. Deixe eu explicar. No período da minha 3ª a 5ª série, hoje não sei qual nível representa, tínhamos exercícios em que deveríamos escrever um substantivo, um adjetivo, um advérbio e assim sucessivamente. Se fosse possível usar palavrão neste tipo de exercício a criança gabaritava a prova usando apenas um termo, já que estas palavras de baixo calão são usadas nos mais diversos modos, o que mostra um empobrecimento da língua. 
     Não vou fazer uma campanha contra os palavrões. Sei que seria demais. Só digo para incentivarmos e nos esforçarmos para usar mais recursos da língua ao invés de meia dúzia de palavras vulgares com mais de 1001 utilidades cada. Não é porque a pessoa usa desta que é menos inteligente. Elas não tem o poder de abaixar QI. Do mesmo jeito que usar um vocabulário mais rebuscado não faz a pessoa mais inteligente, apesar de grande parte da Academia pensar assim. Digo apenas para usarmos este tesouro, chamado língua portuguesa, de forma clara, rica e objetiva, mas sem perdermos nossa personalidade. Quem sabe um dia nos tornamos, em termos do uso da língua, uma nação hardcore?
     Saudações gamers 
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DooM 2016 : Vale ou não a pena jogar

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domingo, 22 de maio de 2016

Crítica de cinema

     Como contei no último texto, assisti ao novo X-men: Apocalipse. Após ver o filme, ao ligar o computador, vi uma crítica a este destruindo-o, então decidi lê-la. Comecei pelos comentários do público, todos que eu vi criticando o dito crítico. Depois comecei a ler o texto que começou dizendo que o diretor era o mesmo do primeiro filme dos x-men e teve como façanha trazer para o cinema, que só conhecia os heróis consagrados Batman e Superman, um grupo de heróis desconhecidos. Parei. X-men desconhecido? A minha avó sabia quem eram eles antes do lançamento do filme. É sério. 
     Ao ver tamanha bobagem recomecei uma discussão que tenho comigo mesmo sobre a crítica e decidi escrevê-la. Neste texto focarei na Crítica Cinematográfica, deixando a de jogos para outro, mas como existem relações entre ambos, sem contar o filme dos X-men com o mundo dos videogames, achei pertinente escreve-lo aqui.
     Infelizmente no Brasil, não posso falar em outros países por falta de conhecimento, a maioria dos críticos ou é despreparado ou é tendencioso. Chamo de despreparado aquele que nem sabe do que está falando, o que dá para saber pelas bobagens ditas e pela argumentação em si. Fica claro que o pseudo crítico não fez a lição de casa mínima, falando sobre algo que não conhece, mas se acha o especialista. Já o tendencioso defende fervorosamente seus favoritos e crítica os desafetos, ou, pior ainda, se vende para os que pagam mais, algo que, acredito, muitos ditos sites especializados fazem. Seja como for é um desserviço a quem mais importa, o público.
     A imagem que me vem à mente quando se fala em crítico é o Ego, personagem da animação da Diney Ratatouille, que descreve, em certa parte do filme, o trabalho do crítico, sendo de pouco risco e tendo o prazer de destruir os outros em textos divertidos de se escrever. Essa vontade de desmerecer o outro em troca da autopromoção já foi discutido aqui na Gamerclub NGC em outro texto, mas a diferença é que, neste caso, a pessoa é paga e conhecida como um especialista, sendo um criador de opinião, isso sendo o mais grave. 
     Claro que cada um tem sua opinião. Posso gostar de algo e você não. Isso é um direito de todos, defendido pela Constituição. A questão é deixar claro que o que o escritor pensa não é a verdade universal, como muitos críticos julgam saber, e sim uma opinião. Além disso é preciso deixar claro o que legitima a pessoa a ser um crítico, o esforço feito para merecer essa atenção.
     Espero que um dia o Brasil tenha críticos de verdade, juntamente com os poucos que já o são. Se você é bom ou gosta de alguma área específica, vá atrás e não deixe que os outros destruam seus sonhos. Quem sabe um dia não seja você um bom crítico. Lembre-se sempre de ter a humildade para sempre aprender mais e sempre deixar claro o que é sua opinião e o que a sustenta. Lembrando que você não precisa destruir o outro para se promover. Boa sorte a todos e muita clareza de raciocínio. 
     Saudações gamers
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Unbox do Lobo, O Maioral: Estátua DC Comics / Iron Studios / Ivan Reis

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sábado, 21 de maio de 2016

X-men: Apocalipse

     Fui assistir ao novo X-men: Apocalipse. Admito que depois do X-men: Dias de um futuro esquecido, filme que achei que seria ruim e foi pior que o esperado a meu ver,  estava bem desanimado com este novo filme da franquia, pensando até em não assisti-lo, mas os trailers foram bons e mudei de ideia. Valeu a pena.
     O filme é um reboot da série, um reinício, mas este, pelo menos tem uma explicação do porquê desta nova versão, diferente de outros recentes e que fracassaram, o que é explicado neste e, principalmente, nos filmes anteriores, entretanto, para evitar spoilers preciso parar a explicação por aqui. 
     Seja como for, este ficou muito bom. Gostei do filme como um todo. A história, com um misto de cenas de comédia, drama e, claro, muita ação, os personagens muito carismáticos e todos com seu tempo de atenção, os efeitos bem legais e, novamente, uma cena sensacional do Mercúrio, o grande ponto forte do último filme.
     Quanto ao vilão, apesar de ter gerado uma má impressão com as primeiras imagens divulgadas, se saiu muito bem, gerando uma reação com o espectador. Longe de ser um Darth Vader, ao meu ver o melhor vilão do cinema, seguido por Hannibal Lecter e O Coringa interpretado por Heath Ledge, mas convincente. Sem contar que gostei da motivação, simples, mas extremamente pertinente, e da explicação das múltiplas habilidades deste.
     Algumas cenas me deixaram um pouco preocupado com a sequencia da série com o risco de cometer os mesmos erros que levaram, a meu ver, a série a sofrer um reboot, mas aí será problema do próximo filme. Devemos esperar, e torcer, para que os mesmos erros não sejam cometidos. Quanto a este tudo se encaixou. 
     Vale lembrar que, por ser um reinício, os amantes dos primeiros filmes devem ser mais tolerantes com as mudanças, apesar de reviver elementos destes, muito bem vindos por sinal.
     Resumindo, X-men: Apocalipse tinha tudo para ser ruim, e, ao meu ver não seria assistido, mas graças aos trailers e a campanha publicitária, mudei de ideia. E me dei muito bem com a mudança. O filme está aprovado e entrou na minha lista de compras de futuros DVDs a serem adquiridos.
     Saudações gamers e bom filme     
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Call of Duty Black Ops 3 - Eclipse : Conferindo o Game (DLC)

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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Um jogo feito pra mim: estrutura conceitual para o desenvolvimento de videogames para crianças com diabetes mellitus tipo 1

Tese de Doutorado de Valéria de Cássia Sparapani

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22133/tde-04032016-194703/pt-br.php
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Saga de Hades #08: A Armadura Divina de Pegasus - Cavaleiros do Zodíaco ...

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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Matando ideias

     Vivemos em uma época complicada onde impera a impaciência, a vontade de provar seu valor em detrimento dos outros, a vontade de aparecer e o histórico medo do diferente. Como diz o Zangado, atrás do computador todo mundo é Leônidas e é assim que tudo isso tem piorado.
     Com a sensação de proteção que o computador gera, somados à grande velocidade do mundo, não só o digital, como a facilidade de informações, a crescente demanda de afazeres em oposição ao aumento do tráfego, o que gera, por consequência, muita raiva e impaciência, tem feito com que as pessoas andem sempre no limite e, muitas vezes, utilizam do computador como válvula de escape, sem contar a buzina no carro. O grande problema é que não é de uma forma construtiva como jogar videogame ou escrever um texto e sim xingando e desmoralizando os demais.
     Quando alguém erra, surge uma enxurrada de ataques e humilhações, estas que muitas vezes inibem e matam as ideias. Uma vez vi alguém que havia entendido o logo do Windows e postou sua descoberta no Orkut, o que gerou muitas piadas, com direito a ser inclusa nas pérolas da finada rede social. Não é por que você sabe que deve humilhar os outros. Imagine se os professores fizessem isso na escola? A criança chega e diz que o céu é azul, o que a professora responderia "jura. Você descobriu a América. Não se esqueça de me contar quando descobrir a cor do tomate" ou algo assim. Resultado pessoal: trauma. Resultado social: provavelmente uma fonte de ideias a menos no mundo. Mas em um mundo tão perfeito, de paz permanente, sem fome, sem doenças e sem problemas o que uma ideia a menos representa?
     Quando uma pessoa de renome erra aí a coisa muda de figura. Para muitos esse é o grande achado. El Dourado e Atlântida não são nada comparado a essa oportunidade. A chance de provar sua sapiência humilhando alguém muito conhecido. Os youtubers quando erram são tratados assim: em um vídeo de God of War: Ascension, se não me engano, o EngLeo se equivocou e disse que estava jogando God of War 3, o que gerou montanha de críticas dizendo que ele não sabia nada, que era um imbecil. Tudo por que ele se confundiu. Imagina se essa energia fosse usada para solucionar os problemas do país?
     Na busca do "estrelato" muitos quebram a cara. Em um vídeo sobre Os Cavaleiros do Zodíaco, em que o EngLeo estava usando o Seiya com a armadura de Odin, discutiu sobre a inviabilidade de uma espada de diamante, algo que eu não sabia e que aprendi, mas que muitos, achando que estavam abafando acabaram abafados, como diria uma professora minha, criticaram e ofenderam, ao que receberam a resposta física de um engenheiro de materiais.
     Não há necessidade de humilhar os outros para se chegar a algum lugar. Isso pode ocorre somente com seu esforço, algo esquecido no Brasil, onde BBBs se tornam famosos, e que, como diria outro professor, se você não jogar futebol ou ter uma esposa que posou sem roupa, não é nada. Não só poderíamos como deveríamos ser reconhecidos pelo esforço e não por estes pensamentos medíocres. Vamos parar de matar a curiosidade e as ideias dos outros, chega de humilha-los só para nos promovermos. Quer ser alguém: se esforce. Apesar de tudo sempre haverá uma pessoa que irá reconhecer seus esforços honestos, mesmo aqui no Brasil. Não precisa usar de subterfúgios para obter os holofotes, pois estes terão somente seus 15 minutos de fama, já quem construiu algo durante a vida poderá ter a eternidade.
     Saudações gamer e respeito com os outros. Chega de matar ideias.
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Shadow of The Beast : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado





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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Homefront - The Revolution : A Primeira Meia Hora

Vídeo do Zangado





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O poder da informação

     Hoje em dia dispomos de várias fontes de informação sobre games. Seguir Youtubers e empresas do setor, sites especializados ou simplesmente usando o Google. Podemos ver cenas dos jogos, gameplays, análises, etc. Tudo isso permite que mais empresas e programadores tenham seus jogos conhecidos, o que estimula a indústria, assim como é possível aos gamers saberem se os lançamentos são o que prometiam ser, se o jogo é de seu agrado e descobrir alguns achados.
     Mas nem sempre foi assim. Quando eu era mais novo e a internet ainda não era muito conhecida no Brasil, nos baseávamos principalmente nas sugestões dos colegas. Conhecíamos os jogos alugando-os nas finadas locadoras, arriscando em uma compra, já que os jogos não eram tão caros como hoje, apesar desta ser a mais arriscadas das opções, ao ler alguma revista, sendo esta pouco usada, ou por meio de outro conhecido.
     Destas opções a que mais dava retorno era a locadora, já que podíamos testar o jogo antes de uma possível compra em uma loja especializada. Normalmente a escolha, seja para alugar seja para comprar no escuro era a imagem da capa. Se fosse legal arriscávamos, se não deixávamos para lá. O conceito de "não jugue um livro pela capa" não era muito conhecido por uma criança, apesar de que, depois de uma compra catastrófica, passava a ser.
     Muitas vezes seguíamos a sugestão de um colega cegamente, o que, às vezes gerava a compra de um jogo de um gênero que que ele gostava e que nós não. Sempre questione e busque informações para não cair nesta cilada. Isso, por sinal vale para tudo, mesmo fora do mundo dos games.
     Felizmente as coisas melhoraram o que democratizou um pouco mais os videogames, apesar de às vezes ainda cometermos erros, mas agora não podemos culpar os outros e sim a nós mesmos por não irmos atrás de mais informações.
     Saudações gamers e boas pesquisas   
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terça-feira, 17 de maio de 2016

O inferno de Dante em Dante´s Inferno

     Como já foi dito em outro texto, Dante´s Inferno é uma adaptação da primeira parte da obra A Divina Comédia de Dante Alighieri, onde é contada a fantástica história da viajem de Dante ao Inferno, Purgatório e Paraíso. O objetivo deste texto é fazer uma breve análise comparativa entre o livro e o jogo. Uma análise mais profunda deveria ser feita na acadêmia, provavelmente no curso de letras, comparando as duas obras. Se alguém se interessar e aceitar esta jornada, coloque o nome da empresa nos agradecimentos e nos mande o trabalho depois de pronto e, se tudo der certo, aprovado, para que seja publicado na sessão "Acadêmico", aqui na Gamerclub NGC.
     No jogo Dante é um guerreiro das cruzadas que, depois de enfrentar a morte, literalmente, volta para sua casa em busca de sua amada Beatriz. Lá chegando descobre que ela foi morta e, para salvar sua alma ele desce ao inferno. Aí está a grande diferença em relação ao livro, onde Dante não é guerreiro, Beatriz já está morta e no paraíso, sendo ela a responsável por permitir a viagem fantástica.
     Dante é guiado, em ambas as obras, pelo poeta Virgílio, autor da Eneida, a diferença é que no game ele é mais passivo deixando a ação e a solução dos problemas para Dante, enquanto no livro, além de guia, enviado por Beatriz para que seu amado cruze o Inferno e o Purgatório, é guardião.
     Estas mudanças tem como objetivo viabilizar um jogo do gênero Hack and Slash, já que, se seguisse de forma fidedigna ao livro, seria inviável este estilo de jogo. Tendo em vista isso, a mudança foi bem vinda para se alcançar este objetivo e cativar os jogadores, além de estimular a leitura para realizar estas comparações, algo que por sinal, indico, independentemente deste texto.
     Outras mudanças menores são as almas que encontramos na nossa jornada e que podem ser salvas ou condenadas pelo jogador, por meio de um mini-game, e os demônios encontrados. Muitas almas não estão no livro e vice versa. Além da grande quantidade de almas perdidas, muitos não são tão conhecidos fora do tempo de Dante e por isso foram trocados ou eliminados, de modo a deixar o jogo andar. Quanto aos demônios o fato de ter mais tipos que no livro é proporcionar um maior número de inimigos, mas deixando claro as influências dos círculos do inferno dos quais pertencem, tendo se baseado nas explicações de Dante relacionadas aos sete pecados capitais e as punições a estes. A única coisa que me estranhei na primeira vez que joguei, mas, se não me engano, é dado uma explicação por Virgílio no game, é a mudança de Cérberus de um cachorro de três cabeças para um verme. Apesar da diferença não compromete o jogo.
     Estas são as principais diferenças. Quanto as semelhanças os nove círculos do Inferno são muito bem representados, mostrando todo o sofrimento e caos presentes no livro. Ao lê-lo fui lembrando das cenas do jogo. A travessia com Caronte, o barqueiro, o vale dos suicidas, o grande vendaval do círculo da luxuria, tudo muito bem representado. sendo fiel ao livro. Sem contar a porta do Inferno onde a famosa frase "Perdei todas as esperanças, o vós que entrais" está presente e com destaque no jogo, sendo para quem conhece tal frase, momento de êxtase.  
     Resumindo a adaptação é boa, apesar de ter diferenças pelo gênero escolhido e pelos demais motivos explicados. Claro que esta é uma análise bem simples ficando a cargo de estudiosos da área uma melhor comparação entre livro e game. Seja como for o jogo me inspirou a leitura do livro e, apesar de não ser uma adaptação perfeita, gostei bastante do que encontrei, tendo vontade de jogá-lo mais uma vez, o que, provavelmente criará um círculo virtuoso entre jogatina e leitura. Indico tanto a jogarem o game como a leitura do livro, feitas as observações presentes no outro texto.    
     Aparentemente Dante é tão fantástico que, além de criar uma obra imortal da literatura mundial, permitiu que esta, mesmo sofrendo adaptações continuasse grandiosa. Lógico que devemos dar os créditos pela adaptação feita a todos que trabalharam para fazer o jogo. Assim termino esta breve viajem ao inferno de Dante deixando minhas recomendações e sugestões.
     Saudações gamers e boa leitura    
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DooM 2016 : A Primeira Meia Hora

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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Cartuchos: De volta para o futuro

     Não. Este não é um texto sobre a trilogia "De volta para o Futuro", que vale a pena ver, e nem sobre os seus jogos. Vendo notícias sobre os games descobri o boato de que o novo console da Nintendo, conhecido como NX, usaria algo semelhante a um cartucho, as eternas fitas. Claro que seria uma versão mais moderna e não aquela de assoprar antes de jogar. 
     Com isso em mente comecei a pensar como uma tecnologia antiga pode ser repaginada e usada novamente. Me lembra um pouco a questão da moda. Tudo isso, é verdade, ainda é um boato. Só teremos certeza em grandes eventos como a E3 ou, no mais tardar, no lançamento. Tendo em mente o Nintendo 64, que perdeu muito espaço pelo uso de fitas, a ideia parece perigosa, mas os argumentos de velocidade de leitura fazem o contraponto. Seja como for agora é esperar.
     Muita gente não sabe, mas por um tempo a tecnologia 3D foi moda. Isso há vários anos, mas caiu em desuso pelo, entre outros motivos, inconveniente de usar os óculos. Eis que muitos anos depois a tecnologia volta repaginada e, por enquanto, tem se mantido. Agora, só o tempo dirá o que permanecerá e o que morrerá. Precisamos esperar os próximos capítulos. A não ser que alguém tenha um Delorean turbinado pelo Dr. Emmett Brown e já saiba o que ocorrerá, caso contrário devemos esperar para ver se o futuro é uma repaginada do passado.
     Saudações Gamers
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Saga de Hades #07: Thanatos, O Deus da Morte - Cavaleiros do Zodíaco PS4...

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domingo, 15 de maio de 2016

Outdoors gamers

     Recentemente está se tornando mais frequente o uso de outdoors para divulgar jogos. Aqui em São Paulo já vi propagandas do jogo Uncharted 4 nos espaços publicitários dos relógios, mas outros já foram feitos.
     É muito bom ver esse tipo de material, pelo menos para os gamers mais antigos, pois antes não havia quase nada para divulgar os jogos e isso nas lojas especializadas. Com o tempo os videogames vem ganhando espaço nas grandes livrarias e agora até no espaço público. Isso só mostra o crescimento dos games na nossa sociedade. Ainda estamos engatinhando, mas progressos foram feitos.
     Se eu não estou enganado, uma propaganda do XBOX ONE, na época do lançamento, foi feita no metrô, melhor dizendo no lado de fora do trem, além dos posteres tradicionais de dentro, outra conquista mais recente na cultura gamer brasileira.  
     Aos poucos vamos nos tornando uma sociedade gamer mais relevante, o que atrai mais investimentos das grandes empresas, sem contar o desenvolvimento da indústria local, gerando muitos empregos e oportunidades, sem falar melhores serviços prestados à comunidade e, lógico, muitos games e diversão.
     Saudações Gamers 
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Star Wars Unbox: Imperador Palpatine (Darth Sidious) - Miniatura Iron St...

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sábado, 14 de maio de 2016

A dificuldade de hoje é o fácil do amanhã

     Jogando videogame, muitas vezes no início do jogo ou durante sua fase inicial, nos deparamos com rivais aparentemente impossíveis de serem vencidos por serem muito poderosos. Depois de muito esforço conseguimos superar este obstáculo e, depois de um tempo, nos deparamos com um novo desafio e assim sucessivamente. O interessante é que, quando temos oportunidade de voltar a enfrentar aquele primeiro desafio este, antes quase impossível, passa a ser ridiculamente fácil, pois, ficamos mais fortes no caminho.
     Acho que o melhor exemplo é jogar um RPG. Quando enfrentamos os primeiros adversários, seja do jogo ou de uma nova região, penamos para vence-los. Ao superar finalmente este obstáculo seguimos nossa jornada. Um tempo depois, temos a chance de voltar a esta região, normalmente para cumprir uma missão secundária ou abrir um caminho, antes trancado e, quando enfrentamos o mesmo adversário, passamos por ele com um único golpe, não porque ele ficou mais fraco, mas sim porque ficamos muito mais fortes. No começo do Pokemon, quando encontramos um Pidgey no level 4, ficamos apreensíveis, mas quando retornamos para abrir caminho para a Ilha de Cinnabar, o mesmo Pidgey não é mais um desafio, pois passamos muito tempo treinando e melhorando.
     Algo semelhante ocorre na escola. Quando temos as nossas primeiras aulas de soma ou conjugação verbal no presente, podemos sofrer, mas, anos depois, quando estivermos estudando para o vestibular ou mesmo quando aprendermos multiplicação, pouco tempo depois, vemos que isso é fácil, algo que fazemos de forma automática. Com muito esforço e dedicação, conseguiremos superar as dificuldades de hoje e chegar a achar, no futuro, tais problemas mais fáceis. Claro que existem exceções, mas esta receita vale para todos os problemas de escola ou de jogos, e é um forte recurso para enfrentar e mitigar os reais grandes problemas.
     Eis mais uma vantagem de jogar videogame. O poder da dedicação, esforço e perseverança na superação dos problemas atuais e a conscientização de que estamos crescendo e superando os obstáculos, percebendo que, o que já foi intransponível agora é fácil.
     Saudações gamers e continuem o esforço   
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Ser Gamer...(SOMOS 3 MILHÕES)

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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Visões de um jogo

     Aviso: as visões aqui apresentadas, com exceção da última, não apresentam o pensamento da Gamerclub NGC e de seus afiliados. As opiniões são de total responsabilidade das pessoas que as dizem.

     Análise do jogo Super Mario Bros. do Nintendinho por:

     Jornalista sensacionalista:
     Super Mario Bros. é um jogo  em que você controla um vândalo que destrói a propriedade alheia. Além disso estimula a violência, pois ele sai matando qualquer um que aparece em seu caminho pisando em suas cabeças e até botando fogo nas pobres vítimas indefesas. Tudo isso por uma obsessão por uma mulher. Essa aberração só serve para induzir a violência e é a causa de vários crimes cometidos.

     O romântico:
     Mario é um jogo em que um bravo e humilde encanador enfrenta legiões de inimigos e perigos impossíveis para salvar a princesa que foi sequestrada pelo terrível Bowser, um terrível monstro e líder supremo do mal. Em frente a todos estes perigos a maioria fugiria, mas não Mario que, sozinho, enfrentará todas as dificuldades para salvar sua amada.

     O fanboy:
     Mario é o melhor jogo de todos os tempos. O resto é lixo perto dele. A Nintendo é a melhor empresa do mundo. Sega, Sony e Microsoft são péssimas. Nunca farão um jogo bom. Só a Nintendo sabe fazer isso. Não sei como podem fazer a comparação do Mario com o Sonic, aquele lixo azul. Mario é o melhor e só a Nintendo poderia fazer uma obra prima destas.

     O analista de games sério:
     Super Mario Bros. é um jogo do gênero plataforma em terceira pessoa, desenvolvido e distribuído pela Nintendo. Os Protagonistas são Mario e Luigi, dois encanadores que devem salvar a Princesa Peach sequestrada por Bowser. O jogo pode ser jogado em multiplayer alternado, sendo que o player um controla Mario e o dois, Luigi. O jogo...   

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Unboxing : Batman Arkham Origins Collector's Edition

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quinta-feira, 12 de maio de 2016

A máscara do Zangado

     Antes de começar vale à pena explicar para os que não conhecem o Zangado. Ele é um youtuber brasileiro que utiliza uma máscara de modo a manter sua privacidade. Em tempos de tensão política e o constante uso da palavra mascarado, o que não se aplica neste caso, achei que seria melhor explicar para evitar confusão. O Zangado faz um excelente trabalho tendo alguns de seus vídeos publicados aqui no Gamerclub NGC, sempre deixando bem claro a autoria, como sempre fazemos, sendo, além de uma forma de divulgar conteúdo de qualidade ímpar, uma forma de homenagear e reconhecer os esforços dele.
     Recentemente soube que o Zangado vai trocar de máscara e por isso decidi escrever este texto. A primeira máscara usada foi uma de borracha, eu acho, similar a uma caveira. É com ela que o clássico vídeo das "5 coisas" foi feito. Não sei se houveram outras antes desta.
     Em seguida foi usada a máscara da História em Quadrinho (HQ) e do filme V de Vingança, esta baseada no rosto de Guy Fawkes, inglês participante da Conspiração da Pólvora, momento histórico explicado nos primeiros minutos do filme e que é usada pelo protagonista V.
     Em uma parte do filme é dito por V que atrás da máscara não tem carne e ossos, mas sim ideias. Acho que isso vale para o Zangado. Mais do que uma pessoa, ele virou um símbolo, uma ideia, a personificação de uma causa. Ironicamente ele gostava da série O Maskara, baseado no filme, e que fazia muito sucesso. A mesma ideia é válida com a máscara do Zangado. Sem usá-la ele é uma pessoa com seus hábitos e profissão, já com ela se torna algo mais, tendo suas qualidades exacerbadas por ela. A segunda relação comparativa valerá para qualquer máscara usada, já a primeira perderá essa identidade com o personagem V, apesar de acreditar que o valor simbólico permanecerá.
     Não sei qual será a nova máscara, mas torço para que ela tenha o mesmo impacto gerado pela última, porém, o mais importante é que o trabalho continue com a sua qualidade e seus valores, fatores tão importantes e que levaram uma pessoa a virar um símbolo.
     Saudações Gamers
       
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Uncharted 4 A Thief's End: Primeira Gameplay - Playstation 4 (PS4)

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quarta-feira, 11 de maio de 2016

Os videogames incentivando os esportes

     Uma das maiores críticas aos videogames é o aumento do sedentarismo, o que, em muitos casos, é uma realidade e deve ser combatida, não proibindo os games, mas incentivando a pratica de esportes, mas isso é assunto para outro texto.
     Às vezes, os games servem de intermediário para a pratica de esportes. Durante anos eu não liguei para futebol, mesmo em época de Copa, sendo até que o Brasil levou a de 94 neste período. Isso durou até o mundial de 98 na França, quando comecei a assistir aos jogos. Isso acabou gerando interesse pelo esporte levando a compra do meu jogo de Futebol favorito de todos os tempos, International Super Star Soccer 98. 
     Eu jogava direto o game e me divertia muito, tanto que eu decidi jogar de verdade. Creio que pela maior interação, o videogame é um melhor incentivador do que assistir aos jogos na TV e, por isso, só depois de jogar no mundo virtual decidi jogar no real. Sempre fui péssimo no esporte, mas pelo menos praticava alguma coisa.
     No auge do tênis brasileiro masculino com o Guga e o Fernando Meligeni, o Fininho, jogando muito, decidi me aventurar em um videogame de tênis, o Mario Tennis. Cada vez mais fui curtindo o esporte, até que comecei a fazer aulas. Neste eu era melhorzinho. 
     Apesar de não ter o mesmo impacto dos demais, outros jogos de videogames foram usados para aprimorar, não minha técnica, mas meu conhecimento de esportes, como os jogos da NBA, que me ensinaram muitas regras do basquete, o que aumentou minha vontade de assistir aos jogos na ESPN, sendo que aí, com comentários do Zé Boquinha e do Eduardo Agra, pude aprender ainda mais.
     Por motivos pessoais e, no caso do futebol, também ideológicos, acabei não seguindo com a pratica dos esportes mencionados, apesar de que, continuo, sempre que possível a assisti-los na ESPN. Do mesmo jeito que os games me incentivaram a pratica dos esportes, imagino que isso tenha ocorrido com outros, então apesar das pertinentes críticas ao aumento do sedentarismo causados pelos videogames, existe este outro lado que deveria ser melhor trabalhado e divulgado.
     Saudações gamers     
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Battleborn : Vale ou não a pena jogar

Vídeo do Zangado





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terça-feira, 10 de maio de 2016

Games no tabuleiro

     Recentemente vi algo que chamou minha atenção. Andando por uma grande livraria, meramente para curtir o ambiente, o que, para mim, é a visão do paraíso, encontrei um jogo chamado XCOM, mas não as versões digitais bem conhecidas e sim um jogo de tabuleiro.
     Conheço os jogos da saga XCOM por meio dos vídeos do Zangado, mas admito que não imaginava que existisse uma versão à la Banco Imobiliário e Detetive. Sinceramente não sei como é o jogo, já que o vi rapidamente, mas foi algo curioso. Muitos acreditam que os famosos jogos de tabuleiro, tão importante na infância de muitos, inclusive da minha, estavam com os dias contados e que seriam substituídos pelos videogames. Eis que um game inspira uma versão para tabuleiros.
     Não me lembro de outros games que passaram por isso, apesar de acreditar, depois do ocorrido, que deva haver outros. Já o inverso eu já vi, com o Monopoly e, apesar de não ser um jogo de tabuleiro, mas tendo se baseado neste estilo, o Mario Party. 
     Para os mais novos, se não jogaram os jogos de tabuleiro, não percam a oportunidade, já para os mais velhos, combinem com os amigos e joguem. Promessa de horas de diversão e nostalgia.
     Saudações gamers    
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Lego Marvel Vingadores #29: Mestres do Terror - Xbox One Gameplay

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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Uncharted 4 A Thief's End : A Primeira Hora

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Videogame é jogo de azar? Acho que não

     O preço dos videogames no Brasil é bem alto. O grande culpado, adivinhem? Impostos. Os games sofrem grandes taxações, o que gera grande aumento de preço, por serem considerados jogos de azar.
     A imagem que me vem a cabeça quando falam "jogos de azar" é Las Vegas. Grandes cassinos com seus jogos como máquinas caça niqueis, jogo de dados, roleta, 21 ou blackjack, póquer, etc. A grande maioria, se não todos, tem algo em comum: grande chance de perder dinheiro. Sinceramente só conheço um jeito de perder dinheiro nos videogames: comprar um jogo ruim. Assim não consigo ver a relação entre videogames e jogos de azar.
     Uma possibilidade de semelhança era entre os antigos fliperamas com as máquinas caça niqueis. As duas funcionam a base de moedas. Mas em uma temos a chance, bem pequena, de ganhar algumas moedas, no fliperama, no máximo, ganhávamos tickets que poderiam ser trocados por prêmios, sendo muitos tickets por um badulaque da 25 de março, ou seja, péssimo negócio e, salvo exceções, não o real motivo da jogatina. Neste caso, quanto melhor o jogador maior a chance de ganhar mais tickets, não dependendo tanto da sorte e mais da habilidade, algo bem diferente das máquinas de cassino. Alem de tudo isso, os fliperamas estão em extinção, sendo mais um fator para nostálgicos do que algo praticado por todos.
     Se a semelhança pura e simples entre fliperamas e caça niqueis fosse o motivo,, devemos agradecer pelo governo não sobretaxar os jogos de tabuleiros. O jogo da vida sem sua roleta e banco imobiliário e detetive sem dados seria bem difícil.
     É verdade que, em alguns games podemos jogar versões virtuais de jogos de azar como o póquer e blackjack, mas nunca perdi nenhum centavo de real, ou qualquer moeda vigente, jogando-os. Mas, poderão dizer alguns, que essa pratica poderia levar ao vício por estes jogos. Se assim fosse, acho bem difícil, a pessoa faria um passaporte e iria ser profissional em Las Vegas ou Monte Carlo, algo muito comum que vemos toda a hora na TV como motivo de sucesso. Se alguém é meio Sheldon Cooper, isso foi sarcasmo.   
     Por fim, a questão do vício pelo videogame, o que poderia ser um argumento de semelhança, provavelmente é o mesmo do que o vício pela TV, por computador, celular, livros, esportes, etc. O governo adoraria taxar tudo, mais ainda do que já fazem nos 516 anos de Brasil, juntamente com o ar e por sonhar, porém mais do que o pensamento coletivo, o grande objetivo seria arrecadar/ roubar dinheiro, mais uma vez não se adequando ao argumento dos jogos de azar.
     Portanto, não vejo nenhuma semelhança entre jogos de azar e videogames, o que desclassificaria essa taxação absurda, levando ao aumento das vendas dos jogos, sem falar diminuição da pirataria, legalmente um crime,  aumentando assim o interesse das empresas estrangeiras e a criação de outras nacionais de forma a melhorar o mercado, assim como os lucros, o que provavelmente geraria muitos empregos, sem falar das vantagens descritas em outros textos. Está na hora do governo rever seus conceitos.
     Saudações gamers e divulguem essas ideias
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domingo, 8 de maio de 2016

Soluções reutilizáveis no domínio de jogos computacionais: a aplicação de padrões de projeto no desenvolvimento de motores de jogos.

Dissertação de mestrado de Thiago Matias Busso

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3141/tde-07122006-142908/pt-br.php
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Saga Uncharted

Vídeo do Zangado





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sábado, 7 de maio de 2016

Capitão América: Guerra Civil

     Assisti ao novo filme da Marvel, Capitão América: Guerra Civil. Gostei muito do filme. Achei o roteiro caprichado, bem dosado entre momentos tensos e engraçados, com muita ação e com história. Não sei dizer se é o melhor filme da Marvel, muito menos de Super Herói, seria necessário assistir mais vezes para dizer, mas com certeza é um ótimo filme.
     A complexidade dos personagens é um dos pontos fortes. Nada de herói perfeito e sim humanos, ou melhor, super humanos com problemas, dúvidas, medos e ideologias. Todos ficaram legais e tiveram o seu momento, incluindo os novatos Pantera Negra e Homem Aranha, ambos, sensacionais.
     Apesar de gostar muito do filme, não acho que a Marvel alcançou um novo patamar e que os demais filmes são rascunhos perto deste. Todos tem seus méritos. Acho sim que a Marvel tem mais acertado do que errado e, se tratando dos Vingadores, só não gostei do Homem de Ferro 3, sem contar o primeiro Hulk, mas isso foi antes da Iniciativa Vingadores, se não me engano.
     Antes que comecem comentários, gosto tanto da DC como da Marvel, por sinal, não entendendo essa rixa, sendo algumas vezes ódio. Cresci acompanhando desenho de ambas e gosto de ambas. Gostaria de ter tanto a coleção da DC, recentemente lançada, como a da Marvel, com algumas das principais histórias em quadrinhos em capa dura. por sinal um dia terei, é só questão de seguir em frente e trabalhar duro. Como diz a Nike, Rala que Rola.
     Voltando para o cinema, recomendo sim a assistirem aos filmes, mas primeiro é necessário assistir aos demais filmes, de modo a não perder nada. E assistir até o final, pois a regra é a presença de cenas pós créditos nos filmes da Marvel como um todo.
     Saudações gamers e bom filme  
     
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Shadow Complex Remastered : Conferindo o Game

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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Lego Marvel Vingadores #28: Dinossauro Demônio - Xbox One Gameplay

Vídeo do EngLeo da Cjbr

www.cjbr.com.br





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Os jogos eletrônicos na América Latina: mercado de trabalho, habilidades cognitivas e identidade cultural em tempos de tecnocultura

Dissertação de mestrado de Thiago Castilho Marcoantonio

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/84/84131/tde-28062011-082621/pt-br.php
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quinta-feira, 5 de maio de 2016

Battleborn : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado





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Star Wars day

     O Star Wars day é um dia dedicado à Saga Star Wars. É comemorado no dia 4 de maio, pelo seguinte motivo: é um trocadilho entre a frase "May the force be with you", que a força esteja com você em português, e May the fourth, referindo ao 4 de maio.
     Sendo bem sincero esqueci que era ontem até ver os filmes passando em sequência em uma maratona. Apesar do deslize sou fã da saga e a acompanho desde pequeno. A primeira trilogia, composta dos episódios IV, V, VI é a minha favorita, apesar de que, diferentemente de muita gente, eu não odeio a segunda e nem o recente episódio VII, este que pelo jeito caiu nas graças do público. Gosto de todos os filmes lançados até agora. Vamos ver se a escrita continua nos próximos.
     Muitos jogos foram feitos sobre a saga, mas acredito que mereçam outros textos, afim de dar mais enfoque. Vale ressaltar que, graças a eles, nos foi permitido voar em algumas das naves espaciais mais famosas do cinema e da cultura geek como um todo, lutar contra o Império, viajar na velocidade da luz e, o mais importante, usar a força e lutar com o sabre de luz. Tudo isso sem danos a nenhuma pessoa ou galáxia, seja próxima ou muito, muito distante. Obrigado videogames.
     Falando das naves acabei lembrando da Enterprise, a lendária nave de Star Trek ou Jornadas nas Estrelas, a que muitos consideram rival de Star Wars. Já cheguei a ouvir que não se pode gostar das duas e que devemos escolher uma só para ser fã. Eu, sinceramente sou completamente contra essa ideia. Apesar de não ser um trekkie, como são conhecidos os fãs da série, assisti à primeira temporada e aos primeiros filmes, sem contar os mais recentes e digo que achei incrível. São duas sagas diferentes, de grande qualidade e que merecem respeito. Elas não são motivos de brigas. Uma coisa é ser fã, outra, fanboy, mas essa diferença já foi discutida em outro texto.
     Voltando a Star Wars, o foco deste texto, a saga ultrapassou, desde o início em 1977, os limites da tela de cinema, dando origem a jogos, brinquedos, colecionáveis, livros, etc revolucionando assim não só o cinema, mas a cultura POP como um todo. Nada mais justo que um dia de comemoração, não acham?
     Saudações gamers e que a força esteja com você    
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