segunda-feira, 25 de abril de 2016

Shinzo e o potencial desperdiçado

     Um desenho que marcou minha vida, negativamente, foi Shinzo. A história era mais ou menos assim: havia uma menina, a última humana no planeta e ela deveria chegar à terra prometida, chamada Shinzo. Neste mundo todos os habitantes eram seres de várias formas possíveis e que tinham como principal característica o fato de que, ao serem mortos, viravam cartas. Alguns podiam se transformar em formas mais poderosas, como os três guardiões da garota que ela conheceu no caminho.
     Esta série me marcou pelo seguinte. A pesar da explicação rápida, a ideia era muito promissora. O universo criado, os personagens, o desenho em si eram muito bons. No início estava bem legal, mas no momento em que os principais vilões foram nomeados e que a história estava no seu ápice, estragaram tudo e o bom foi parar no fundo do posso. Eis que começa algo como uma segunda temporada. As coisas começam a melhorar um pouco e desaba de novo e assim descobrimos que o fundo do poço tem um porão bem fundo e foi para lá que a série foi.
     No mundo dos videogames,infelizmente tal processo ocorre também, em que um jogo com muito potencial, normalmente devido ao universo criado ou a um grande personagem, são desperdiçados, seja por que estragaram tudo, seja por que todo este potencial não foi utilizado. Em ambos os casos é muito frustrante. Aparentemente o mais difícil foi feito e o mais básico não. 
     Esta sensação de desperdício ocorre também em livros e filmes. Claro que é uma questão bem pessoal. Pode sim haver pessoas que gostaram de Shinzo, mas acredito que a maioria, como eu, se decepcionou. Quem sabe um dia possamos diminuir este desperdício de ideias de modo a usar todo o potencial destas. É dificil, mas ainda tenho esperanças.
     Saudações Gamers
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