sábado, 30 de abril de 2016

Listas TOP 10

     É comum youtubers e sites, montarem o TOP 10 de determinada categoria de filmes, jogos, livros, etc. Como já disse no texto de 1001 videogames para jogar antes de morrer, todas estas listas são mais um guia do que algo cristalizado, imutável e inquestionável.
     Eu particularmente prefiro, quando uma lista destas é feita, que o criador deixe bem claro que a opinião é dele, assim como o Guilherme Gamer fez no seu vídeo do TOP 10 piores jogos de super heróis, deste modo deixando claro que é algo pessoal, baseado na experiência do autor e não o compêndio definitivo.
     Digo isso, pois é comum ver sites e outros criadores de conteúdo não deixarem claro que é a opinião deles, ou baseado em determinada metologia, o que passa a ideia de ser quase um dogma religioso e, portanto, inquestionável. Algo definido pelos sábios em sua torre de marfim, sem dar ouvidos às pessoas que não participam deste círculo. 
     Como o Zangado diz em todos os ZGAs mais recentes a chance de haver discórdias em listas e prêmios é muito grande e que as opiniões são bem vindas, mas com educação e respeito.
     Se bem feita, é muito divertido ver a lista dos 10 melhores jogos ou semelhantes, sendo um excelente pondo de partida para novas jogatinas, leituras, sessões de filmes, etc.
     Saudações Gamers
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Lego Marvel Vingadores #27: Soldado Invernal - Xbox One Gameplay

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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sexta-feira, 29 de abril de 2016

The Flame in the Flood : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado





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O tabuleiro dos jogos que se bifurcam: as manifestações do labirinto nos jogos eletrônicos

Dissertação de mestrado de Andrei Rubina Thomaz

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27159/tde-01102009-152656/pt-br.php
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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Far Cry Primal #03: Mestre das Feras - Xbox One Gameplay

Vídeo do EngLeo da Cjbr

www.cjbr.com.br





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A era dos extremos

     Apesar de não ser sobre o livro de Eric Hobsbawm, o título A era dos Extremos é perfeito para a situação do mundo, mas, principalmente do Brasil atual. 
     Politicamente vivemos em um período de muito ódio, em que os ideais políticos e as opiniões sobre o assunto são cada vez mais fervorosas. Ambos os lados acreditam que existem os mocinhos e os bandidos, mas cada um considera o seu lado do bem e o resto do mal. Parece até conversa de criança. O ponto é que devemos escutar as opiniões adversas, argumentar, e não defender de forma dogmática, e, mais importante, respeitar as opiniões contrárias. Não devemos briga por isso e sim, buscar formas construtivas de ajudar o país.
     O lado bom disso tudo é que ouve uma maior participação política da população, de ambos os lados. Devemos ser mais ativos politicamente, não fazendo bagunça e gerando prejuízo para a população, muito menos brigando, mas buscando as melhorias que tanto precisamos. Devemos cobrar dos candidatos que receberam nosso votos para que eles cumpram o que foi prometido. As redes sociais facilitaram isso. Sem contar boicotar corruptos e ignorantes, sendo que aquele domingo na Câmara dos deputados votando pelo Impeachment foi bem revelador. Pesquisa sobre o passado dos candidatos é fundamental. E, o mais importante, entender o poder do seu voto. Ele não está a venda por preço nenhum. Use-o conscientemente. Já diria o Tio Ben do Homem Aranha: "grandes poderes trazem consigo grandes responsabilidades".
     Saindo da política e passando para os videogames, não adianta brigar por qual é o melhor console ou a melhor saga. Todos são bons. Se você prefere um ótimo, mas não precisa ficar pregando, isso, por sinal, vale para tudo. Os gamers, independentemente de suas preferências, querem a mesma coisa, o crescimento da da indústria de games, preços mais acessíveis, fim do preconceito, etc.
     Por falar de preconceito, outros extremos em que vivemos estão relacionados a isso. Religião, opção sexual, cor de pele, região do país em que nasceu, entre outros, todos motivos, infelizmente, para discussões inúteis. Como dito anteriormente o importante é respeitar as escolhas de cada um. Ninguém é melhor que ninguém, principalmente por esses fatores. Somos todos humanos e todos com os mesmos direitos.
     Com os esportes é a mesma coisa. Você não ajuda o seu time, muito pelo contrário, brigando e gerando violência, do mesmo modo que não será possível convencer um torcedor do time rival que o seu é melhor. Quer brincar, tudo bem, desde que as duas partes estejam de acordo, se não, esquece.
     Poderia ficar citando mais exemplos de extremos aplicados no nosso dia a dia, mas, ao invés de um texto, escreveria um livro. Devemos ser tolerantes com os outros, entender os gostos de cada um e respeitá-los. O mundo só piora quando vivemos nos extremos. Tenhamos bom senso e espírito crítico, escutando as opiniões dos outros, respeitando essas, e evitando o conflito a todo custo. 
     Saudações Gamers  

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quarta-feira, 27 de abril de 2016

Demo

     Demo é uma versão de demonstração de um jogo, normalmente para dar uma noção, uma amostra grátis deste para os jogadores.
     Os jogos demos normalmente contem apenas uma fase ou um modo de jogo limitado. Eles podem vir com outros jogos ou serem baixados pela internet. 
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Simulator (Gabe Newell, Grass) : Conferindo os Games

Vídeo do Zangado para rir





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terça-feira, 26 de abril de 2016

A nova conquista do Império Romano

     O Império Romana é, literalmente, um marco histórico. Devido ao seu tamanho e sua importância na história vem conquistando admiradores até hoje, mesmo depois de sua queda, que marca o fim da Idade Antiga e início da Idade Média.  Ganhou as telas de cinema com os clássicos Ben Hur, sem contar 11 Oscars, e Quo Vadis e, mais recentemente, Gladiador, citando só alguns exemplos. No teatro inspirou Shakespeare nas obras Júlio César e António e Cleópatra e na televisão com a série Roma. A sua mais recente conquista, no entanto, é no mundo dos games. 
     Um jogo que me vem à mente é Shadows of Rome, do PS2. De soldado a gladiador, o herói Agrippa, mostra os vários lados dos combatentes no Império. Claramente baseado no filme Gladiador e no clássico Spartacus, o jogo possibilita viver a tensão na arena com seus desafios, muito sangue e o estase da multidão. Era um excelente jogo, mas com indicação de 18 anos pela violência.
     Um jogo mais recente é o exclusivo da Microsoft, lançado no day one, o dia do lançamento, do XBOX ONE, Ryse: Son of Rome. O jogo sofreu críticas, muitas derivadas da pressa no lançamento, porém não deixa de ser desejado por pessoas que pensam em comprar o novo XBOX.
     Alguns jogos não são sobre o império romano, mas claramente baseado neles. Um caso é o Overlord 2, jogo muito divertido que, um dia, receberá um post exclusivo aqui no Gamerclub NGC. O império do jogo é uma paródia clara ao real, tanto em termos de roupas e atitudes, como do exército em si.
     Assim, mais de mil anos após sua queda, o Império Romano continua presente em nossas vidas, servindo de inspiração para filmes, séries, livros, jogos, etc, tendo sido citados alguns exemplos neste texto. O império acabou, mas as suas conquistas continuam.
     Saudações Gamers   
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NightCry : Conferindo o Game

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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Shinzo e o potencial desperdiçado

     Um desenho que marcou minha vida, negativamente, foi Shinzo. A história era mais ou menos assim: havia uma menina, a última humana no planeta e ela deveria chegar à terra prometida, chamada Shinzo. Neste mundo todos os habitantes eram seres de várias formas possíveis e que tinham como principal característica o fato de que, ao serem mortos, viravam cartas. Alguns podiam se transformar em formas mais poderosas, como os três guardiões da garota que ela conheceu no caminho.
     Esta série me marcou pelo seguinte. A pesar da explicação rápida, a ideia era muito promissora. O universo criado, os personagens, o desenho em si eram muito bons. No início estava bem legal, mas no momento em que os principais vilões foram nomeados e que a história estava no seu ápice, estragaram tudo e o bom foi parar no fundo do posso. Eis que começa algo como uma segunda temporada. As coisas começam a melhorar um pouco e desaba de novo e assim descobrimos que o fundo do poço tem um porão bem fundo e foi para lá que a série foi.
     No mundo dos videogames,infelizmente tal processo ocorre também, em que um jogo com muito potencial, normalmente devido ao universo criado ou a um grande personagem, são desperdiçados, seja por que estragaram tudo, seja por que todo este potencial não foi utilizado. Em ambos os casos é muito frustrante. Aparentemente o mais difícil foi feito e o mais básico não. 
     Esta sensação de desperdício ocorre também em livros e filmes. Claro que é uma questão bem pessoal. Pode sim haver pessoas que gostaram de Shinzo, mas acredito que a maioria, como eu, se decepcionou. Quem sabe um dia possamos diminuir este desperdício de ideias de modo a usar todo o potencial destas. É dificil, mas ainda tenho esperanças.
     Saudações Gamers
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Rambo The Video Game - Baker Team : Conferindo o Troço (DLC)

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domingo, 24 de abril de 2016

Zootopia

     Neste feriado prolongado de Tiradentes, fui ao cinema assistir Zootopia, a nova animação da Disney. Como fã da empresa e por motivos pessoais acabei vendo-o e gostei bastante. 
     O filme conta a história de Judy Hopps, uma pequena coelha que sonha, desde pequena, em ser a primeira policial da espécie em Zootopia, uma cidade onde os animais, presas e predadores, vivem civilizadamente e em paz. Ao chegar lá, ela se depara com Nick Wilde, uma raposa trambiqueira e, juntos, precisam deixar suas diferenças de lado para resolver um crime de desaparecimento.
     O longa é muito divertido, sendo o primeira em que os Estúdios Disney fazem críticas sociais, mas sem deixar de defender ideias como a busca para realizar seus sonhos e o convívio com os diferentes. A dublagem é boa, tendo como ápice a vice prefeita Bellwether, interpretada pela dubladora Jussara Marques. que entre outro papéis, dublou a Pan de Drago Ball GT, a Tenten de Naruto e a Helga de Hei! Arnold.
     Mas você deve estar se perguntando: Por que um texto sobre Zootopia esta sendo feito por uma empresa de games? Por duas razões.
     A primeira é a questão da realização de sonhos, pois acreditamos, aqui na Gamerclub NGC, na força deles e em em lutar para torna-los realidade, do mesmo jeito cremos no potencial dos videogames e de aumentarmos e melhorarmos o mercado brasileiro. A segunda pela questão do preconceito com os gamers, ainda presente na nossa sociedade, onde somos considerados vagabundos e os games coisa de criança, ou seja, somos oprimidos por sermos diferentes, algo, infelizmente, comum na história humana. 
     Assim fica a dica de filme que, ao mesmo tempo que questiona certas coisas e ensina algumas importantes lições, é muito divertido. Para mais informações sobre este é só clicar no link do IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2948356/?ref_=nv_sr_1
     Saudações Gamers e bom filme
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Capitã Marvel (Miss Marvel): Unbox Miniatura Marvel / Iron Studios / Fantoy

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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sábado, 23 de abril de 2016

Mirror's Edge Catalyst : Testando a Demo (Beta)

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Um algoritmo evolutivo para aprendizado on-line em jogos eletrônicos

Dissertação de mestrado de Márcio Kassouf Crocomo


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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Brasil 516 anos

     Hoje é dia 22 de abril de 2016, aniversário de 516 anos do Descobrimento do Brasil. Antes que alguém fale que outros povos chegaram primeiro é bom deixar claro que, para a História, o importante é a colonização, o que foi realizado pela frota liderada por Pedro Álvares Cabral em 1500 em nome de Portugal.
     Explicado isso, vamos à parte realmente difícil. 516 se passaram e o Brasil, que tinha tudo para ser potência, é, somente, um país medíocre, e isso ainda com muito esforço. Não sou contra o país, muito pelo contrário. Sou um amante desta terra e por isso mesmo tão triste com o que foi feito desde 1500. Tivemos grandes mestres em várias áreas neste ínterim, é verdade, mas isso fica para um outro texto, já que eles merecem mais destaques e a devida atenção e admiração.
     Politicamente temos muito que aprender, apesar que, comparada aos anos de ditadura, melhoramos infinitamente. A corrupção ainda é forte, e sempre teve, não importando o partido ou o regime governamental. O povo, em sua maioria, desacredita no país, abandonando-o, física e mentalmente. Os governantes ainda acham que controlam o país, o que deveria, em uma democracia ser feita pelo povo e os políticos representando a vontade deste, e não o inverso, como muitos acreditam em Brasília. A educação, saúde e saneamento públicos são vergonhosos. 
     Com base em tudo isso e muito mais é difícil acreditar em um futuro melhor, certo? Errado. Nós podemos fazer a diferença. Conseguimos algumas vitórias nestes anos, mas podemos fazer muito mais e levar o país a ser o que poderia ser. Um dia esse país será grande, mas isso só será possível se nós, população, fizermos a diferença. O que separa o Brasil das grandes potências econômicas como Estados Unido, os países Europeus, Japão, Austrália, etc é a garra e determinação da população. Nós fazemos a diferença. E podemos, e devemos, fazer isso seguindo as leis, sendo a mais importante a Constituição, mas também a ética e a honestidade, sem contar manter a nossa história não belicosa e de bom relacionamento com os demais países. Antes de acabarmos com a corrupção dos governos devemos acabar com a nossa. Acabar com a pirataria, o suborno, os QIs, quem indica, a propina, etc. Sem contar fiscalizar os governos, ser ativo, e não passivo, nacionalmente, exigir mais não só dos outro, mas de nós mesmos, sem contar respeitar a diferença de opinião em todos os setores.
     Do mesmo jeito que penso no país como uma futura potência econômica e política, acredito que podemos ser em termos dos videogames, sem contar em outras áreas, mas para isso acontecer devemos mudar nossa mentalidade, do mesmo jeito que em termos políticos. A sociedade tem que parar de ver os jogos como coisa de criança e ver seu potencial em várias áreas. E existem várias formas de mostrar isso. Foco nos estudos e na profissão, maior cidadania, investimento na cultura e no esporte são algumas das formas de mostrar o potencial da comunidade gamer e diminuir esse preconceito, ao mesmo tempo que também melhoramos a nossa nação.
     Saudações gamers e parabéns, Brasil. Tenha paciência, pois um dia faremos o que você foi destinado a ser: grande.

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Dark Souls 3 : Vale ou não a pena jogar

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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Quando joguei Os Cavaleiros do Zodíaco

     Vou falar hoje sobre um dos meus animes preferidos, e olha que a lista de grandes animes, as animações japonesas, é bem grande. Os Cavaleiros do Zodíaco foram um marco na minha geração e, de certa forma, abriu as portas para o sucesso dos animes no Brasil.
     Na minha infância não existia TV paga, e os desenhos, o único interesse televisivo de uma criança, pelo menos era assim comigo, só passavam de manhã e como eu estava na escola neste horário ficava impossível, com exceção das férias, assisti-los. Porém, sendo uma criança persistente procurava nos canais até encontra alguma coisa que eu pudesse assistir no período da tarde. Com o tempo fiz algumas descobertas, entre elas o canal que passava muitas coisas que eu gostava, a saudosa TV Manchete.
     Foi lá que conhecemos Os Cavaleiros do Zodíaco. O esquema era assim: assistir o episódio e, no dia seguinte, comentar na escola. A febre começou. Era o desenho, os bonecos, que vinham com armaduras de metal, um grande diferencial, e que eram caros demais, álbum de figurinha, o primeiro que tive em que os cromos não vinham com adesivo, filme no cinema, revistas Herói, etc. A minha geração praticamente divulgou o horóscopo no Brasil. Todos sabiam a ordem do zodíaco, graças as Doze Casas. Resumindo: foi um sucesso, apesar da crítica das mães que diziam que "escorria sangue da tela". Sabe de nada inocente.
     Apesar da crítica quanto a violência, meus colegas da escola, aqueles que participavam das discussões, estão todos formados, trabalhando e com um pensamento crítico desenvolvido, ou seja, sem má influência do anime nem dos jogos.
     Por incrível que pareça, Os Cavaleiros do Zodíaco demoraram para entrarem no mundo dos jogos. A primeira vez que joguei um game da série foi um RPG para o PC que veio em um CD com vários jogos. Isso uns dez anos depois da febre de CDZ. Como fã, joguei. Era referente à saga de Asgard. Eu ia explorando o território com o Seiya, participando de lutas por turno contra o exército de Hilda, algo que, se não me engano, não tem no anime, até encontrar um Guerreiro Deus. Derrotado o inimigo, seguia em frente, até derrotar todos, encontrando os demais cavaleiros de bronze, ganhando level com os combates e aprendendo novas técnicas. Era muito divertido, apesar de eu ser suspeito, já que curto o gênero de RPG e o anime.
     O outro jogo que joguei foi no PS2, se não me engano, referente à saga das doze casas, a minha favorita e de todos que eu conheço até o momento. Era um jogo de luta, seguindo a ordem dos combates conforme o anime. Era bem legal. Algo que me chamou atenção é que, quando perdíamos, aparecia uma tela com a Saori, orando por nós e devíamos apertar todos os botões de modo a ressuscitar o nosso cavaleiro. A primeira vez era fácil, a segunda exigia mais intensidade, o que quase nos forçava a ter um colapso nervoso. É sério, a coisa era tensa. A terceira era praticamente impossível. Acho que consegui uma vez.
     Alguns jogos foram lançados para o PS3 e PS4, mas ainda não tive a possibilidade de jogá-los. Quem sabe no futuro. Seja como for Os Cavaleiros do Zodíaco foi um marco na minha vida, para toda a minha geração e vem ganhando novos fãs desde então. 
     Saudações gamers
     
     
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Gears of War 4 : Testando a Demo (Beta)

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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Acessórios/ gadgets

     Acessórios ou Gadgets são equipamentos ou itens que adicionam funções, formas de jogar ou até um estilo diferente aos consoles e que, normalmente, são vendidos separados deste. Alguns exemplos são: skins para consoles, similar a uma película para cobrir o console, normalmente com alguma imagem, controles de movimento, leitores de movimento, tapetes para jogos de dança, controles em forma de arma para aumentar a imersão, headsets, volantes e cockpits, hub para aumentar o números de controles, e consequentemente de jogadores, por console, memory card, etc.
     Os acessórios que acompanham o console na caixa são, normalmente, um controle, uma fonte de energia e os cabos. Porém, caso a pessoa deseje comprar outros, seja um cabo melhor, uma fonte substituta em caso de queima por alteração do fluxo de energia, ou outros controles, pode compra-los separadamente como os demais acessórios.      
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Dark Souls 3: Primeira Gameplay - Xbox One

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terça-feira, 19 de abril de 2016

Doom e a política

     Assistindo ao vídeo do EngLeo da Cjbr sobre a beta do novo Doom acabei lembrando dos discursos de domingo na câmara.
     Vamos começar pelo início. O primeiro Doom foi o jogo que popularizou os jogos de tiros, se tornando um clássico dos games, fazendo parte da lista de 1001 videogames para jogar antes de morrer e que gerou muitas polêmicas devido à sua violência, o que gerou a discussão sobre indicação etária dos jogos, e por falar sobre demônios. No jogo você é inimigo dos seres das trevas e deve eliminá-los. 
     Comecei então a lembrar dos discursos de domingo, com a discussão na Câmara sobre o Impeachment, que, além de agradecimentos a toda a família, sendo possível fazer a árvore genealógica da maioria dos nossos representantes, a medonha citação à favor de um torturador e à ditadura e raríssimos argumentos de ambos os lados, o que mais ouvimos foi  citação a Deus. Isso me fez pensar algumas coisas: se o Estado é laico, deveriam os nossos representantes mencionarem tanto a religião no meio de seu trabalho? E é certo em um antro de corruptos em que poucos se salvam, na mais otimista visão, este tipo de invocação?
     Seja como for, a luz amarela da atenção se acendeu na minha mente quanto a preocupação de fanáticos religiosos tomarem as decisões políticas do país. Lembrando que o problema não é com a religião e sim com o fanatismo. Assim comecei a questionar a reação destas pessoas a um jogo como Doom. Como disse o EngLeo, o que eu concordo, se a educação familiar é forte, ou mesmo minimamente básica, não é um jogo que vai influenciar alguém a cometer atos hediondos. Na realidade, penso que somente alguém com problemas de diferenciar realidade e ficção sofreria com esta influência e, neste caso, qualquer que seja a origem desta, seja um livro, um filme, uma propaganda, uma novela, entre outros e não somente um videogame. 
     Voltando a Câmara. Roubar do povo, segundo eles, é legal, deixar pessoas morrendo nas filas do hospital também, juntamente com tirar a merenda das crianças e demais atos realizados na classe política, independentemente de partido, mas jogar um jogo é o mal, o desvirtualizador moral e instrumento de danação eterna. Precisamos rever nossos conceitos e começar a raciocinar, respeitando as crenças de pessoas que pensam diferente. O fanatismo é sempre ruim. Todos tem o direito a opinião e todos devem ser respeitados. Algo presente na constituição e nos ensinamentos, se não me engano, de todas as religiões.  
     Saudações gamers.  
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DOOM BETA: Multiplayer Online Competitivo - Playstation 4

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segunda-feira, 18 de abril de 2016

O save e o tempo

     Durante a minha infância, se alguém quisesse zerar um jogo precisava jogá-lo durante horas, já que os jogos não salvavam, em sua maioria. Nesta época, no meu caso, o cronograma, de forma muito resumida, era assim: ir à escola de manhã, almoçar, fazer a lição de casa e jogar videogame. Assim feita minha obrigação, poderia jogar durante a tarde toda, o que vinha a calhar na busca de zerar um jogo. 
     Com o tempo as obrigações foram aumentando o que inviabilizaria essa mecânica, caso não surgissem formas de salvamento. Assim comecei a questionar como o save facilitou a vida dos gamers, não só no jogo em si, mas em termos temporais. 
     Para uma pessoa que trabalha e/ ou estuda, o tempo é muio mais limitado, o que exige melhor administração de tempo de modo a achar momentos de lazer, algo imprescindível para o ser humano viver uma vida equilibrada, além dos já conhecidos e pouco aplicados, boa alimentação, prática de exercícios e demais hábitos saudáveis. No caso do videogame, se o save não existisse, seria muito difícil para alguém com essa vida, zerar um jogo, o que, provavelmente, desmotivaria os jogadores e, assim, o videogame correria risco de deixar de existir ou seria somente destinado a crianças ou pessoas com muito tempo livre. Porém o save surgiu, o que gerou, além de enredos mais detalhados e demais vantagens técnicas, aos gamers ferramentas que permitiram a mais pessoas, de varias idades e ocupações, esse hobby.
     Dessa forma, alguém com pouco tempo poderia jogar um pouco e salvar em seu momento de lazer ao quando surgisse um tempinho livre universalizando assim a prática deste hobby e enfraquecendo ainda mais a teoria, antiquada e preconceituosa, de que games são para crianças e vagabundos.
     Realmente o save grou uma revolução nos videogames e, por vários motivos, os gamers agradecem.
     Saudações Gamers
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Destiny - The Taken King 2.0 : Conferindo o Game (DLC)

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domingo, 17 de abril de 2016

Ratchet and Clank 2002 e 2016 : Vale ou não a pena jogar

Vídeo do Zangado





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Guerra Mundial Z

     Assisti ontem ao filme Guerra Mundial Z, filme de apocalipse zumbis estrelado por Brad Pitt. Normalmente eu não gosto de filmes e jogos de zumbis, por achar os vilões, muito limitados, física e mentalmente, sem habilidades e sem carisma, tendo que se valer puramente de números, algo extremamente bem aproveitado no filme. Entretanto, em alguns casos, surgem exceções à essa minha regra, muito bem vindas por sinal.
     Guerra Mundial Z foi uma destas exceções. A obra tem como enredo um apocalipse zumbi derivado de uma doença misteriosa que surgiu do nada. Cabe ao agente da ONU, Gerry Lane, interpretado por Pitt, buscar informações que possam revelar à cura da doença de modo a salvar sua família e o mundo.
     O filme utiliza, como dito anteriormente, muito bem a questão numérica dos zumbis. O clima é tenso e empolgante, sendo que me lembrou muito jogos de Survivor Horror. Além do clima criado, a confecção de armas, a necessidade de andar em stealth para não ser visto, o cuidado em não fazer barulho são alguns dos fatores comuns entre o filme e os jogos e o que possibilitou esta minha grata surpresa.   
     Apesar de se basear em zumbis, o filme Guerra Mundial Z se mostrou uma grata surpresa para mim misturando um filme de ação com elementos dos jogos. Um filme recomendado para fãs do gênero, tanto de filmes como dos games, e para aqueles que, não curtem, mas que podem se surpreender.
     Para mais informações sobre os termos gamers citados dê uma olhada na nossa Gamerpedia e sobre o filme é só clicar no link do IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0816711/?ref_=fn_al_tt_1
     Saudações gamers 
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sábado, 16 de abril de 2016

Ultron, o Pesadelo dos Vingadores: Unbox Estátua Marvel / Iron Studios /...

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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Obrigado, Kobe Bryant

     Esta semana, Kobe Bryant, um dos maiores jogadores de baquete da história se aposentou. Depois de 20 anos de carreira com cinco títulos pelo seu time do coração, o Los Angeles Lakers, sem contar muitos recordes quebrados e jogadas magníficas o jogador deixa a quadra. Kobe já foi mencionado no texto em que sugiro a leitura do livro Onze Anéis de Phil Jackson, discutindo sobre a liderança gamer. Se você ainda não leu o texto dê uma olhada. E no livro também.
     O basquete é um esporte que gosto muito,  mas não foi sempre assim. Durante anos o único jogador que conhecia pelo nome era o nosso Oscar. Fui conhecer outro quando assisti Space jam no cinema, um cara chamado Michael Jordan. 
     Quando consegui o meu Playstation 1 adquiri também, no pacote um jogo de basquete, o NBA 99. Ao escolher um time para uma campanha, que por sinal acabei não terminando, busquei algum jogador conhecido. A escolha foi o Los Angeles Lakers, por ter Shaquille O´Neal, que eu conhecera por meio de um professor que o mencionou em uma aula de matemática. Não era relacionado ao aproveitamento de lance livre. Em todo caso escolhi os Lakers e comecei a jogar.
     Com o tempo acabei guardando os nomes dos titulares, entre eles um jogador chamado K. Bryant. Por motivos que não lembro parei de jogar a campanha, mas com o tempo comecei a ouvir sobre um jogador chamado Kobe Bryant algumas vezes e soube que ele era bom. Porém eu só fiz a ligação entre o jogador e jogo quando assisti um jogo da NBA na ESPN. É uma daquelas situações que você esquece de algo por um tempo e, quando se toca, parece que uma luz se acende na cabeça. 
     Comecei a acompanhar a NBA desde então, vendo que Kobe jogava bem e tendo visto a conquista de seu último título ao vivo. Ele se aposentou esta semana, mas o basquete continua. As transmissões dos playoffs da NBA começam hoje na ESPN. Para quem gosta de basquete, assistir Kobe Bryant jogar foi um privilégio e ele, com certeza marcou seu nome na história do esporte.
     Saudações gamers e obrigado, Kobe Bryant   
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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Pokkén Tournament #04: Shadow Mewtwo Desbloqueado - Nintendo Wii U

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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O impacto das novas mídias para os anunciantes brasileiros

Trabalho de Marco Aurelio de Souza Rodrigues,  Paula Chimenti e Antonio Roberto Ramos Nogueira

O impacto das novas mídias para os anunciantes brasileiros

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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Sphero BB-8 : Unboxing

Vídeo do Zangado





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A alienação e os games

     Existe uma teoria preconceituosa, em partes, de que todos os gamers são alienados. Não é bem assim. Como qualquer hobby usado para fugir da realidade existem sim pessoas que se alienam. Pessoas que decoram um livro, mas não sabem nada sobre a política nacional, que sabe a escalação de um time campeão na década de 90, porém não sabe nada sobre a economia do seu país ou que sabe tudo sobre uma série embora desconheça a situação social do país onde ela foi gravada e assim por diante. 
     Claro que é difícil encarar uma realidade, principalmente no Brasil ou até em países mais pobres, em que falta infraestrutura, a política é podre, a educação decadente, saúde péssima e assim por diante. Porém se nada for feito o país só vai piorar. Semana que vem o descobrimento, que é considerado na História, como o dia em que o país foi colonizado, do Brasil completará 516 anos e, desde então tais problemas já existem e persistem. Mais importante que os danos causados por partido A ou B é a falta de interesse e atitude do povo. Mas estamos fugindo do assunto.
     A alienação social já é discutida há séculos com vários "culpados" ao longo deste período. Acredito que, com a internet e a difusão de conteúdo gamer, somados a atitudes de pessoas que almejam mais para o país e para a sociedade como o Zangado e o EngLeo da Cjbr, penso que o número de alienados diminuiu, mas ainda existem. Isso não é culpa dos videogames ou livros ou do trabalho, mas a soma de todos os problemas sociais e políticos no nosso país e no mundo, que, por serem terríveis, nos obriga a uma fuga da realidade. Como já dito antes aqui na Gamerclub NGC, uma fuga temporária da realidade é bem vinda, recarrega nossas forças e nos apresenta coisas novas, mas não pode haver exagero. Tudo que é demais faz mal e a alienação é um dos exemplos.
     Antes de entrar em algum site, ver algum vídeo no youtube, ou antes de começar a ler o caderno de esportes no jornal, dê uma lida nas notícias. Se você já sabe outras línguas veja os jornais neste idioma para, além de se informar, treina-lo, assim, pelo menos, você sabe o que está ocorrendo no mundo, e, consequentemente, pode trabalhar para melhorá-lo, mas sem ser drástico. A alienação, não é problema só de alguns gamers, mas da sociedade como um todo e cabe a nós corrigi-lo.
     Saudações gamers 
     
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quarta-feira, 13 de abril de 2016

O fator dublagem

     Com os jogos ganhando versão em português tem aumentado o número de jogos dublados, o que é ótimo, mas que leva a algumas reflexões.
     A questão dos filmes dublados depende muito do gosto pessoal. Tem gente que não liga, alguns que preferem e a maioria, creio eu, que odeia, o que gera uma carga negativa sobre a área. Antigamente, os desenhos eram sempre dublados, o que criou um certo vínculo entre personagens e dubladores como Goku e Wendel Bezerra e Superman e Guilherme Briggs, só para citar uns exemplos. Hoje em dia, com a internet mais rápida e a demora de alguns estúdios em dublar uma série, sem falar do medo de spoiller e haters, é comum a transmissão no idioma original com legendas em português. 
     A dublagem pode parecer fácil, mas é bem complexa, como mostrado no documentário da HBO 2 sobre o tema. Por sinal, fica a dica. Alguns fatores que influenciam a dublagem são os dubladores, o estúdio, a direção, etc. Uma única falha pode ser desastrosa. Por ser uma área ainda mal vista socialmente, qualquer semelhança com os games é mera coincidência, sem contar a recente aproximação com os games, mais o histórico pessoal sempre tive interessa na área, o que, quando possível, me faz assistir alguns programas dublados.      
     Ao meu ver a dublagem tem um poderoso poder de atração, ou se mal feito repulsão. Um desenho que eu acho muito bem dublado, apesar de não gostar dele em si é "O incrível mundo de Gumball". Admito que assisti alguns episódios, não gostando de nenhum, pura e simplesmente pela dublagem. No outro extremo vi uns episódios de "Blue Dragon", uma série que achei promissora, mas a dublagem terrível me impediu de acompanhar. E existem casos em que o filme e a dublagem são ruins, como ocorre em uma versão de Batman e Robin. Seja como for fica claro o impacto dessa arte no sucesso de um filme ou série.
     Nos videogames existe a opção de mudança de idioma, o que permite a escolha pessoal, o que é ignorado por alguns canais de televisão. Em jogos como God of War, por já ter criado o vínculo entre personagem e dublador, prefiro jogar em inglês, por outro lado, existem jogos que , apesar de não ter jogado, ao meu ver deveriam ser jogados em português, como Injustice, God among us e Os cavaleiros do Zodíaco: alma dos soldados. É uma questão bem pessoal, mas o incentivo à área é constante. Cabe a comunidade gamer como um todo, insistir para que os jogos apresentem a opção de serem jogados dublados e da sociedade como um todo lutar para diminuir o preconceito contra a área, pois, como os games também são, injustamente, mal visto pela sociedade. Fazendo isso a tendência é melhorar as dublagens, incentivar a carreira de dubladores, fazer com que as emissoras se toquem da importância de dar opção aos expectadores de escolher o idioma e de chamar mais atenção para o mercado de games.
     Saudações gamers
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Ratchet and Clank : A Primeira Meia Hora

Vídeo do Zangado





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terça-feira, 12 de abril de 2016

Escolhas reais no mundo virtual

     Algo que já foi dito aqui em outros posts algumas vezes é a questão, muito ignorada pela mídia sensacionalista, da diferença entre o mundo real e virtual. O mundo virtual permite a realização de feitos que não fazemos no mundo real. De tomar atitudes diferentes, mas tranquilos de que não acarretarão danos no mundo real. Não é por que uma pessoa joga um jogo de tiro que virará um assassino, muito pelo contrário, como já discutido.
     Entretanto existem situações em que o mundo real interfere no mundo virtual. Os princípios pessoais, as crenças e os códigos de honra das pessoas, que as guiam na sua vida, algumas vezes são transferidas para os jogos, ou seja, é o completo oposto do que é divulgado por certos veículos. Isso não quer dizer que quem faz isso é melhor ou mais evoluído que os outros e sim uma característica da personalidade. Uma questão de tranquilidade da consciência. Tanto pessoas que transferem esse código pessoal como aquelas que não, sabem que é um jogo e que poderiam fazer o que bem entendessem. A diferença é se a pessoa se sente bem ou não fazendo isso.
     Tanto o Zangado como a Mihhh the joker, gostam de animais e não se sentem bem ao jogar jogos com missões de caça e, portanto as evitam. O carinho pelos animais na vida pessoa se reflete no mundo virtual. No meu caso, normalmente não tenho problema em realizar essas missões. Isso não quer dizer que eu sou um caçador terrível que odeia os animais. Muito pelo contrário. Sei que é um jogo e fico com a consciência tranquila, apesar de saber que não faria isso na vida real, salvo em situações extremas e com um respeito ao estilo do filme Avatar. A questão é puramente de tranquilidade de espirito ao realizar uma atitude, mesmo sendo só no mundo virtual, ou seja, uma ficção.
    Quando estava jogando The elder scroll V: Skyrim em dois momentos, sendo um mais emblemático, mas da qual não posso detalhar para evitar spoiller, tive que decidir entre trair um personagem que havia me ajudada várias vezes ou não. Por ser uma pessoa que dá muito respeito à lealdade, sendo um dos princípios da empresa, não realizei tais missões por saber que não me sentiria bem ao realizá-las. Assim minha consciência ficou tranquila e pude continuar a jogar.
     Seja como for o importante é se respeitar e levar em conta sua paz de espírito. Os jogos podem ser ficcionais e não gerarem dano ao mundo real, mas, mesmo assim, podemos não nos sentir confortáveis ao realizar alguma missão e temos a opção de não fazê-la. Tudo é uma questão pessoal. Agora, o que fica claro é que, muitas vezes, levamos princípios do mundo real para o virtual.
     Saudações gamers
     
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Nacionais : A lenda do herói e Heavy Metal Machines

Vídeo do Zangado





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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Leitura corporal gamer

     Há duas semanas li um livro sobre a mente e a questão da leitura corporal. Pensei na relação entre isso e os games. Para quem não é gamer isso pode até parecer estranho, mas não é. 
     Alguns jogos exigem uma atenção aos detalhes, pois a sua resposta, e a sobrevivência do seu personagem, dependem disso. Eu pensei nos duelos de Red Dead Redemption, excelente jogo, para quem curte o gênero de mundo aberto ou goste da ambientação dos filmes western, os famosos bang bang. Nestes momentos de tenção em que um erro significa a morte, a leitura corporal é importante. Uma resposta rápida e precisa é o comparativo ao Rio Aqueronte, A divisa do mundo dos vivos e dos mortos.
     Outro momento em que essa leitura é importante é quando você usa o dead eye, momento de câmera lenta, algo que vem se tornando comum em jogos de tiro, de mundo aberto, entre outros. O olhar detalhado permite ver qual inimigo agirá primeiro e se a arma está sendo sacada o que permite ao jogador eliminar os adversários ou desarmá-los, algo recomendado algumas vezes.
     Uma utilização mais comum a quase todos os jogos é a leitura dos movimentos dos chefes. Ao observar seus movimentos você pode prever as próximas atitudes e ataques e, assim, se prevenir. Assim, fica claro que a leitura corporal, importante no mundo real, também é fundamental no mundo virtual.
     Saudações gamers
     
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Pokkén Tournament #03: Torneio Azul - Nintendo Wii U

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domingo, 10 de abril de 2016

Miniatura Hulkbuster 31 cm: Vingadores Era de Ultron - Unbox Estátua Iro...

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Os profissionais de E-Sports

     Esse texto sairia ontem, mas como ainda não havia a definição de E-Sports na Gamerpedia fui obrigado a mudar os planos. Quando leio e não sei o significado de uma palavra vou ao dicionário. O mesmo raciocínio foi usado aqui. O que adianta escrever um texto sobre E-Sports se, caso a pessoa não saiba o que significa, ela não tem onde buscar a informação? 
     No Brasil, infelizmente temos uma visão deturpada de esportes. A ideia é mais ou menos assim. Esporte é igual a futebol. Tirando a mídia especializada ou quando algum atleta vence um campeonato importante, e olhe lá, esta é a definição que prevalece. Ridículo. Mas a situação ainda piora. 
     A definição de atleta seria aquele que joga futebol muito bem ou quando alguém ganha uma medalha de ouro nas Olimpíadas. O raciocínio brilhante por trás dessa teoria ridícula é que quem vive dos esportes é um sortudo, pois recebe para se divertir, fazendo o que para os outros é um hobby. E os treinos exaustantes, a repetição dos mesmos movimentos todos os dias, os ferimentos e as dores por todo esse esforço físico, etc? A vida de atleta não é fácil. Claro que é difícil de engolir um jogador de futebol torrando dinheiro com carros e outras brinquedos caros enquanto a maioria da população pega o transporte público abarrotado e de má qualidade, trabalha como um louco e ganha um salário mínimo. Mas isso não justifica, no máximo serve de base para uma melhora e menor diferença salarial.
     Diferentemente dos que muitos pensam, os atletas de outros esportes, normalmente não ganham tão bem. Agora, se já é difícil para os atletas de esportes consagrados imagina para os que praticam E-Sports? O raciocínio "ele é pago para brincar" chega a outro nível, já que, ainda persiste o preconceito de que videogame é coisa de vagabundo. 
     Do mesmo jeito que os atletas praticam jogadas incessantemente e vivem buscando a melhora contínua, os atletas de E-Sports também. Melhora nos reflexos, novas estratégias, sinergia com os parceiros, etc não é fácil. Sem contar manter o prazer de fazer algo com a pressão de patrocinadores, torcedores, do preconceito e de saber que as contas vão vencer e que, dependendo da posição em que ele ficar no campeonato não terá dinheiro para pagá-las. E o medo de ser trocado por alguém novo? A oferta de trabalho não deve ser muito grande.
     Resumindo, os atletas, em sua maioria, não tem vida fácil. Pelo contrário. É muita dedicação e esforço empregados em algo sem valorização no Brasil, tanto pela maioria da população, seja pelos governantes e a mídia comum, que foca mais no prêmio milionário da equipe vencedora e não no esforço para se chegar até esse ponto, nem nas pessoas que não chegam ao topo do pódio. Do mesmo jeito que alguém sofre com um trabalho maçante, repetitivo e mal remunerado com o sonho de um dia chegar mais longe e ter uma vida melhor, os atletas, incluindo o de E-Sports, também passam por isso. 
     Devemos respeitá-los e mudar essa mentalidade limitada ainda tão presente sobre esportes e atletas, além de prestigiar assistindo campeonatos, lutando para que os outros esportes também tenham destaque na mídia, aumento do número de transmissões destes na televisão, divulga-los e, principalmente, ajudar a criar as possibilidades para que seja possível viver de esporte e se dedicar ao que gostam, algo que não deve ocorrer só no ramo esportivo, mas em toda a sociedade de modo em que as pessoas sejam mais feliz e, ao mesmo tempo relevantes para o crescimento do país.  
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sábado, 9 de abril de 2016

E-Sports

     E-Sports são esportes virtuais, videogames jogados em competições, normalmente em equipes, que se dedicam integralmente à profissão. Diferentemente dos esportes normais, o foco é exercitar a mente, como o xadrez por exemplo, apesar de contar com os reflexos e velocidade de resposta, além do trabalho em equipe, com execução de estratégias.
     A modalidade é relativamente nova, mas vem ganhando importância na mídia, principalmente pelos prêmios milionários, apesar de ainda sofrer preconceito social.
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The Walking Dead Michonne - Episódio 2 - Sem Abrigo : A Primeira Meia Hora

Vídeo do Zangado





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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Inveja no mundo dos jogos

     Ontem vi algo que me incomodou profundamente. Hackearam o twitter da Cjbr. Apesar de, infelizmente, não conhecer o EngLeo pessoalmente acompanho seu trabalho há anos e fiquei pensando, que a chance de ser algum invejoso pelo sucesso dele é grande. Comecei, então, a lembrar de várias mensagens ofensivas que já vi com outros youtubers como BRKsEDU e o Zeh, por exemplo e comecei a filosofar sobre a questão da inveja não só no mundo dos games, mas na sociedade como um todo.
     É comum ver pessoas menosprezando o trabalho e as conquistas alheias por inveja e para não se sentirem diminuídas. Claro que, no Brasil, muitas pessoas como políticos, a maioria pelo menos, e algumas celebridades, se tornam ricos e famosos por meio escusos e questionáveis, mas isso não quer dizer que todos que obtiveram sucesso, seja pessoal, financeiro, acadêmico, etc, sejam assim. Temos muitos guerreiros, que lutam contra várias dificuldades atrás de seus sonhos. O EngLeo citou a luta da família dele no vídeo especial de 1 milhão. Outra pessoa é o Everaldo Marques, que já contou sua história, da sua origem humilde até a realização do seu sonho de ser narrador de esportes.  
     Existem sim pessoas que trapaceiam para vencer na vida, pelo menos é isso que eles pensam, mas há os batalhadores, que infelizmente são minoria, que conseguem as coisas por meio de esforço e dedicação. Antes de sairmos ofendendo e menosprezando os outros devemos conhecer sua história e suas lutas. Claro que muitos aumentam suas proezas para se destacarem, mas com um senso crítico é possível identifica-los e achar a verdade. 
    É comum, ao invés de se esforçar, diminuir os outros. Para que se esforçar se podemos ficar curtindo a vida rebaixando os outros? É com essa mentalidade medíocre que o país que tinha tudo para ser potência continua a ser pobre, e isso permanece nos seus quase 516 anos, para deixar bem claro antes dos debates políticos começarem.
     Mas voltando aos games, dizer que alguns só tem sorte, que outros são bons porque não fazem nada da vida, que trapaceiam entre outras coisas não te fará um jogador melhor. Claro que existem pessoas que se enquadram nessas críticas, mas felizmente não são todos. Existem aqueles que treinam em cada segundo livre, que organizaram o tempo para conseguir isso ao invés de ficar chorando que tem azar na vida e dizer como sofre e, neste caso, ao invés de rebaixá-los deveríamos aprende com eles, conselho que se estende para todas as áreas não só os gamers, buscando assim nos melhorar. Agora se você se enquadra no grupo da trapaça e da vagabundagem, ainda tem tempo para mudar. Você não está vencendo e sim se derrotando. Você pode ser melhor sem usar truques.  Acredite em si mesmo.
    Enquanto formos invejosos seremos medíocres. Devemos melhorar sempre, aprendendo com nossos erros e com o das outras pessoas, juntamente com seus acertos, ao invés de rebaixa-los de modo a satisfazer nosso ego.
      Saudações gamers     
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DooM 2016 : Testando a Demo (Beta)

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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Combo

     Combo é uma sequência de golpes dados por um personagem de forma consecutiva e sem receber danos dos adversários.  Surgiu nos jogos de luta, mas já foram incorporados em outros gêneros como o Hack and Slash.
     Cada combo é formado por uma sequências diferentes de golpes criados a partir de combinações de botões em ordem pré-determinada ou aleatória, dependendo do jogo, o que gera efeitos variados. Com o desenvolvimento da potência gráfica dos consoles, tais efeitos apresentam cada vez mais elementos cinematográficos.
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Killer Instinct - 3ªTemporada : Conferindo o Game

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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Ritual gamer

     Assistindo o vídeo especial do EngLeo da Cjbr pela conquista de 1 milhão de seguidores, lembrei, quando ele fala dos rituais, de um outro vídeo no canal em que é comentado que, para jogar videogame, ele faz um ritual semelhante ao Ritual do Chá. Para ele é mais do que jogar videogame, é uma cerimonia.
     Quando escutei isso fiquei impressionado, pois também tenho um ritual. Nada muito elaborado. É mais a posição de jogar, a ordem dos botões, feita inconscientemente, e assim por diante.
     Do mesmo jeito já vi muita gente, ao estar perdendo no jogo de luta ou de futebol mudar de posição e dizer algo como "agora vou jogar sério", sendo que fiz isso várias vezes também. E mais do que encenação, realmente ocorre a mudança, pelo fato do maior foco utilizado.
     A questão do ritual é mais uma preparação mental para o que virá a seguir. No caso dos games é um estado de concentração para maximizar a diversão e o prazer com o jogo. Uma forma de indicar para a mente que, independentemente do que esteja ocorrendo na vida e no mundo, a partir daquele momento o foco é no jogo e isso permanecerá durante o tempo de jogatina. Assim, terminado esse período as preocupações retornam, mas a mente e o corpo já estão mais relaxados, o que facilita a solução dos problemas.
     Na vida, é comum para o ser humano ter alguns rituais que servem para aumentar a concentração em determinada área e, logicamente, o videogame não é exceção.  E você, também tem um ritual gamer? Escreva nos comentários.
     Saudações gamers
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Super Especial 1 Milhão de Inscritos: #EngLeo 1º Youtuber Gamer

Vídeo comemorativo do EngLeo da Cjbr

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terça-feira, 5 de abril de 2016

Fã x fanboy

     Algumas pessoas fazem confusão com as palavras fã e fanboy. Apesar de raramente serem sinônimas a diferença é simples. Fã é alguém que gosta de alguém ou algo, já fanboy é o fanático por algo. Fanatismo é a palavra. O fã, apesar de gostar muito, consegue ver os defeitos e limitações do objeto adorado e recorre a razão para argumentar à favor, ou seja utiliza a lógica. O fanboy, não vê as falhas e utiliza somente a emoção como defesa, podendo, e infelizmente com frequência, usar a ignorância por meio de xingamentos, ofensas, menosprezo pelo adversário e até agressões físicas e violência de vários tipos.
     Existe um conceito intrínseco em que as pessoas acham que, por gostar de algo, devem ir até as últimas consequências por ele, não importa o que este tenha feito ou suas falhas. Isso é errado. Tudo e todos tem falhas. Devemos ser frios ao analisar a situação e, principalmente, justos.
     O segundo conceito que muitos acreditam é que, se a pessoa vê as falhas ela é menos fã. Outro engano. Reconhecer as falhas é um processo de melhora. Ao criticar um jogo, por exemplo, você não está menosprezando-o e sim lutando para que ele, ou seu sucessor, sejam melhores. É uma forma de se expressar e de proteger o que se gosta. Lembrando que deve ser baseado na lógica e na argumentação.
     No Brasil ultimamente os fanboys estão se multiplicando e em todos os setores como política, o que mais vemos no jornal ultimamente e de ambos os lados, nos esportes, assunto que sempre estampa as páginas esportivas, juntamente com as criminais, na religião, algo também comum nos noticiários, no cinema, nas empresas, entre outros temas que não são o nosso foco.
     O fanatismo só denigre a pessoa que o aplica, no caso o fanboy, e o objeto ou pessoa adorado. Quem é fã percebe os erros e utiliza de ferramentas como a lógica para corrigi-los. É aquele, no caso dos games, que critica empresas e boicota atitudes prejudiciais aos gamers como ações e empresas mercenárias, propagandas falsas e preços abusivos, é aquele que respeita os gosto dos demais, seja por um jogo ou console, que escuta opiniões contrárias, que não briga por videogames, etc. Isso não faz da pessoa menos fã dos games, muito pelo contrário, já que este busca melhorias no mercado e na comunidade.
     Saudações gamers e muito juízo
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Sexy Harley Quinn Clássica: Unbox Estátua DC / Iron Studios / Fantoy

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Homem Aranha: o retorno

     Eu sempre gostei do homem aranha e, quando era pequeno havia a série animada, que, até hoje detem o posto de melhor série do herói, pelo menos na minha opinião. O protagonista era dublado por Mauro Eduardo Lima, o mesmo dublador de Seto Kaiba de YuGiOh e a música marcou a infância de muita gente com certeza.
     Foi nesta época que o jogo The Spider Man foi lançado. Eu o conheci na locadora. Devo ter alugado umas duas vezes para o meu Super Nintendo e adorava, apesar de nunca ir muito longe na história, essa que é bem simples. Alguns super vilões escaparam da prisão e estão atacando Nova York e cabe ao herói capturá-los.  O jogo foi baseado na série de animação e muitos vilões estão bem parecidos, já com outros a coisa é mais complicada.
     Anos mais tarde acabei comprando o jogo e, depois de algumas dificuldades técnicas, foi possível zera-lo. A sensação foi incrível. Jogar um jogo antigo tem um clima de nostalgia, agora zerar um pela primeira vez depois de anos de espera foi espetacular. Realmente o Aranha é incrível. Depois de anos continua fazendo história.
     Saudações gamers
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Quantum Break : Vale ou não a pena jogar

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domingo, 3 de abril de 2016

Final Fantasy XV : Testando a Demo (Platinum)

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A concepção do role-playing game (RPG) em jogadores sistemáticos

Artigo de Ana Alayde Saldanha e José Roniere Morais Batista



A concepção do role-playing game (RPG) em jogadores sistemáticos

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sábado, 2 de abril de 2016

Lego Marvel Vingadores #20: Self no Trono de Odin (Asgard) - Xbox One Ga...

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Experiências que só o videogame proporciona

     Contei em um texto recente a minha experiência jogando Ni No Kuni- Wrath of the white witch. Gostaria de contar um caso que ocorreu quando eu jogava, algo que só o videogame pode proporcionar.
     Já tinha zerado o jogo e estava na busca de completar 100% do jogo. Estava focando nas receitas de alquimia, a única coisa que faltava completar. Nesta busca tive uma ideia, que se provou errada, que, para funcionar, eu precisaria comprar todos os ingredientes disponíveis.
     Assim fui de cidade em cidade comprando todos os ingredientes, sendo que os mais básicos, e mais usados, eu comprava 99 unidades, o máximo permitido. Ao final das compras gastei mais de 2 milhões de unidades monetárias. 2 Milhões.
     Existem duas boas razões para que essa experiência seja possível somente nos videogames: a primeira é que nunca tive 2 milhões em nenhuma moeda real, nunca cheguei nem perto. A segunda é que se um dia eu consiga dois milhões, sonhar ainda não paga imposto no Brasil, eu jamis torraria essa quantia em um dia comprando bugigangas ou ingredientes para uma receita. Investiria.
     Assim, o mundo virtual me permitiu viver uma experiência que jamais realizarei na vida real, sem destruir minha vida financeira com uma gastança desenfreada e mais nenhum dano real, porém me deu uma história para contar.
     Saudações gamers
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sexta-feira, 1 de abril de 2016

DreadOut - Keepers of the Dark : Conferindo o Game

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