quinta-feira, 31 de março de 2016

Saga

     Saga se refere a uma sequência de 4 ou mais jogos de uma mesma franquia. O termo foi popularizado pelo Zangado nos vídeos em que ele faz a análise de vários jogos como os das franquias Resident Evil, Mortal Kombat e Mario Kart, por exemplo.
     O termo pode ser usado também como sinônimo de franquia, apesar de ser algo menos frequente.
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Dark Souls 3 (Preview) : A Primeira Meia Hora

Vídeo do Zangado



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quarta-feira, 30 de março de 2016

Shadow of the Colossus: Minha história

     Depois da minha mal sucedida primeira jogatina de Shadow of the Colossus, que contei em outro texto, fui jogando outros jogos, troquei de console e esqueci do jogo. Um tempo depois vi dois vídeos no youtube que me fizeram perceber a besteira que eu tinha feito.
     Se não me engano, o primeiro foi um vídeo do Guilherme Gamer em que ele derrotava o primeiro colosso e comentava que o jogo era o seu favorito no PS2. Quando assisti à gameplay vi o quão incrível era o jogo e, consequentemente, a bobagem que eu havia feito, na época, aparentemente, incorrigível.
     O segundo vídeo foi o vale ou não a pena jogar do Zangado. Fiquei impressionado com a profundidade da história e suas referências, além do trabalho de pesquisa para fazer o vídeo. O desespero pela minha burrada chega ao extremo.
     Felizmente para mim, a Sony decidiu relançar o jogo para o PS3. Era a chance de me redimir. Folheando o livro dos 1001 videogames para  jogar antes de morrer, já mencionado também, encontrei o Shadow of the Colossus na lista, mas desta vez, em vez de arrependimento, ficou o gosto de que jogaria o título num futuro próximo.
     Esse ano, finalmente, pude corrigir meu erro e jogar o game. Gostei muito. Conforme jogava, pensei nos outros jogos que foram influenciados por esse clássico, vendo assim o impacto deste no mundo dos games. Me diverti bastante ao mesmo tempo que me questionava, já que não considerava os colossos malignos, mas isso é questão de interpretação, também já discutido aqui na Gamerclub NGC e, é bem provável que apareça novamente, dada a importância do tema.
     Por muitos motivos Shadow of the Colossus marcou minha vida. Realmente é um título incrível, seja como jogo, como assunto de discussão, como influência e, claro, como diversão.
     Saudações gamers

The Flash: Miniatura Exclusiva - Unbox Estátua DC / Iron Studios / Fantoy

Vídeo do EngLeo da Cjbr



terça-feira, 29 de março de 2016

Quantum Break : A Primeira Hora

Vídeo do Zangado



Do básico ao complexo

     Escrevendo o texto ontem me questionei sobre o tema. Será que não era básico demais? Mas então pensei que, do mesmo jeito que existem gamers de longa data, existem pessoas que estão entrando neste mundo agora, sem contar aquelas que estão aprendendo por causa de um terceiro, seja um pai aprendendo sobre os gostos dos filhos, seja algum pesquisador. Assim o que pode ser básico para um pode ser uma importante porta de entrada para outro.
     Isso me fez lembrar de uns vídeos do EngLeo da Cjbr em que ele mostrava os consoles da então nova geração, no caso a sétima, e falava o básico: as entradas, os controles, a mídia que o console rodava, etc. Soube depois que, se não me engano, ele não gostou de fazer esses vídeos por achar muito básico. Porém, eles foram úteis quando eu comprei meu PS3 e estava em dúvida entre qual console comprar e, aparentemente, não fui o único, pois segundo o próprio EngLeo, muitas pessoas começaram a segui-lo por causa destes vídeos. Ao lembrar disso fiquei mais tranquilo, pois, do mesmo jeito que aquele vídeo me ajudou, os textos podem ajudar outras pessoas.
     O Gamerclub NGC não foi feito apenas para gamers veteranos, mas para todos os gamers. Por isso temos textos que vem do básico, como algumas definições da Gamerpedia, até o complexo, como textos acadêmicos e críticas sociais. Desse modo podemos informar os gamers dos mais diferentes graus de domínio da área, como também aprender muito com eles, pois todos tem algo a ensinar. E dessa forma nos empenhamos em unir a sociedade gamer e melhorar as condições desse mercado, diminuir o preconceito, entre outros benefícios possíveis indo, portanto, do básico ao complexo.
     Saudações gamers

segunda-feira, 28 de março de 2016

Jogos de Esporte

     Jogos de esporte são representações virtuais de esportes existentes como futebol, basquete, tênis, etc. Alguns títulos focam mais no realismo dos atletas, da física entre outros, já uma segunda vertente preza pela diversão, mesmo que sacrifique um pouco os outro outros fatores.
     Exemplos clássicos são as sagas FIFA e PES, ou Pro Evolution Soccer, Top Spin, NBA, Madden NFL, etc.

Pokken Tournament : A Primeira Meia Hora

Vídeo do Zangado


domingo, 27 de março de 2016

Saga do Mu de Áries Divino: Cavaleiros do Zodíaco Alma dos Soldados

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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Cutscene

     Cutscene é uma cena não interativa usada para desenvolver a história dos games. Ela pode ser em animação, o mais comum, muito utilizada nos jogos de Hideo Kojima, em live action, ou seja, filmes com atores reais, como a risível, porém memorável abertura de Resident Evil, ou com imagens e textos, como os jogos mais antigos, por exemplo Batman: returns.

sexta-feira, 25 de março de 2016

Sonic Lost World #12: A Morte do Doutor Eggman - Nintendo Wii U gameplay

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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A pressa é inimiga da perfeição e dos gamers

     Recentemente zerei o jogo Shadow of the Colossus na versão para o PS3. A minha história com o jogo foi curiosa. Quando eu tinha o PS2 comecei a jogá-lo, mas na época, por motivos pessoais, estava afim de jogar um jogo com ação frenética, então tive a brilhante ideia de pular todas as cutscenes. Comecei a jogar sem ver o tutorial e alguns minutos depois decidi jogar outro jogo. Hoje percebo a imensa besteira que fiz.
     Mais ou menos neste período  também comecei a jogar Assassin´s Creed e também pela pressa de uma ação frenética, quando cheguei na parte do tutorial de se esconder no feno decidi mudar de jogo. Esse erro, felizmente não durou tanto, pois um tempo depois recomecei o jogo, zerei e virei fã da franquia.
     Como disse no começo do texto, só recentemente pude corrigir o meu erro em relação ao Shadow of the Colossus, prestando atenção nas cutscenes, as poucas que têm, e focando não só na diversão imediata, mas na história, na interpretação e semelhantes.
     Pelos mais variados motivos, seja um momento ruim na vida, imaturidade ou qualquer outro, às vezes cometemos esses erros de agir com pressa sem dar atenção à detalhes que fazem falta. No meu caso,  pude corrigir depois de um tempo e foi ótimo, pois teria perdido a oportunidade de jogar dois excelentes jogos.
     Do mesmo jeito que aconteceu comigo, outras pessoas fazem ou fizeram a mesma coisa. A dica é ter paciência  e jogar por um tempo. Como disse José Mindlin, no caso citando a leitura de Proust, leia as primeiras cinquenta páginas e se continuar a achar meio chato leia mais cinquenta antes de tomar uma decisão. Esse conselho vale para livros, videogames, filmes, etc. Grandes tesouros podem estar sendo deixados de lado pela pressa. Eu aprendi minha lição e espero que a minha história ajude-os a evitar de fazer a mesma besteira que fiz.
     Saudações gamers e boa sorte

quinta-feira, 24 de março de 2016

Fallout 4 - Automatron : Conferindo o Game (DLC)

Vídeo do Zangado



Easter Egg

     Easter Egg é um segredo escondido em um filme, jogo ou semelhantes, mas que não está diretamente relacionado com estes, ou seja, não confundir com colecionáveis. O nome deriva de um costume do hemisfério norte. Segundo a tradição, na Pascoa, ovos de galinha são pintados com cores diferentes e escondidos dentro de uma certa área. Cabe às crianças encontrarem os ovos, sendo que cada um só pode pegar os ovos com a cor pré-estabelecida ou escolhida por ele, sem mexer nos outros. Quem encontrar mais ovos em determinado tempo ou todos os ovos primeiros ganha o jogo.
     O primeiro easter egg dos games foi no jogo Adventure, um jogo de exploração e aventura em que o programador criou uma sala secreta com o seu nome. Na época não havia créditos pós jogo, fazendo com que os programadores fossem desconhecidos e ignorados. Para corrigir essa injustiça surgiu este easter egg.
     Com o tempo esses segredos foram ganhando mais destaque tanto das produtoras como dos gamers. Segredos como uma sala secreta no jogo Batman Arkham Asylum, uma galinha dourada no Gears of Wars 3, sai ao lado de uma pizza no jogo do Deadpool, etc são alguns exemplos mais recentes.
     Segundo a nossa opinião, a ânsia de encontrar um easter egg primeiro gera o fenômeno de eastereggzação das coisas, em que as pessoas acreditam encontrar segredos onde não existem.
     Com os avanços das redes sociais, a divulgação destes segredos alcançou um nível nunca visto, transformando os easter eggs de um ato de rebeldia em paixão de muitos gamers.

quarta-feira, 23 de março de 2016

The Division #01: Engenheiro Vs Incendiário - Multiplayer Online no Xbox...

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Interpretação gamer

     Quando estamos na escola aprendemos a interpretar textos, uma das habilidades mais importantes de todas. Começamos com textos pequenos, depois livros infantis até chegarmos aos clássicos da literatura.
     A interpretação de texto é a base para qualquer pessoa que almeja ser algo na vida de forma honesta, mas existem outras formas de interpretações. Podemos analisar documentos e interpretar balanços patrimoniais e demais documentos contábeis, interpretar fórmulas matemáticas e até pessoas e seus sintomas, mas essas são interpretações mais focadas dependendo da sua área de atuação.
     Uma outra forma de interpretação é a do cinema, principalmente para aqueles que curtem filmes cult, de enxergar por trás da cena ou de um diálogo.
     Mais recentemente surgiu a interpretação dos games, algo ainda pouco divulgado mesmo no meio. Claro que podemos analisar os motivos de Mário tentar resgatar a princesa Peach ou o porquê de Bowser raptá-la, mas existem alguns jogos que exigem mais da nossa capacidade. Um exemplo é o Shadow of the Colossus, jogo do PS2 e que recebeu versão HD no PS3. Um jogo com poucas falas, mas com muitas interpretações possíveis.
     Talvez seja pelo caráter mais ativo dos games em relação a um livro ou mesmo a um filme, mas interpretar um jogo exige mais. Claro que é mais difícil raciocinar enquanto você tenta resolver um mistério ou manter seu personagem vivo, enquanto a sua adrenalina está elevada, mas no pós jogatina as coisas ficam um pouco mais fáceis, apesar de que é mais pratico, em caso de dúvidas, voltar algumas páginas ou a uma cena num filme, no caso de um DVD ou Blu-ray, do que uma parte do jogo.
     Apesar das dificuldades específicas, a interpretação de games é tão importante como as demais, pois todas são manifestações da mente humana e merecem respeito. Assim devemos dar mais importância e reconhecer essa nova área de interpretação além de pratica-la.
     Saudações gamers

terça-feira, 22 de março de 2016

Os meus favoritos nas festas

     Na década de 90 uma festa infantil top, para uma criança gamer, era em um buffet. É bem simples entender o porquê. Quem não gosta de comer coxinha, bolinha de queijo, pizzinha, etc? Alem de ser gostoso é rápido de comer e isso era importante para facilitar na jogatina. Para uma criança gamer ter videogame era meio caminho para o sucesso, apesar que, mesmo quando não tinha, dávamos um jeito, normalmente jogando pega-pega ou polícia e ladrão, que já falei em outro texto. Na realidade o mais importante era ficar e brincar com os amigos.
     Em todo caso, jogar videogame nos fliperamas de buffets era sensacional. Alguns permitiam mais de dois jogadores ao mesmo tempo, algo incrível na época. Dentre todas as opções de jogos alguns eram os melhores, pelo menos para mim.
     Os meus favoritos eram: altered beast, em que controlávamos dois guerreiros que podiam se transformar em animais para ficarem mais fortes, sendo que em cada fase você virava um animal diferente, The Avengers, onde conheci os vingadores, hoje sucesso absoluto, e que permitia que jogássemos com Homem de Ferro, Capitão América, Visão e Gavião Arqueiro na batalha contra vários vilões até enfrentarmos o Caveira Vermelha, Os Simpsons, em que a família deveria se unir para salvar o bebê raptado, qualquer jogo arcade das Tartarugas Ninja e Cadillacs and Dinosaurs.
     Como podem ver eu sempre gostei mais de jogos cooperativos do que competitivos. Eu achava incrível jogar com meus amigos, um ajudando o outro. Claro que também jogo jogos competitivos, mas isso é assunto para outro texto.  
     Graças a tecnologia dos consoles retrôs é possível jogar a maioria destes jogos nos dias de hoje. Puro sentimento nostálgico. Mais importante que os jogos, são os momentos memoráveis de joga-los com amigos. Os videogames realmente socializam, apesar de muitos duvidarem.
     Saudações gamers

Quantum Break - Preview

Vídeo do Zangado



segunda-feira, 21 de março de 2016

Super Diorama: Rocket Raccoon e Groot - Unbox Estátua Marvel / Iron Studios

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As empresas de games e o marketing

     Ontem estava vendo o vídeo do Zangado, que foi postado aqui na Gamerclub NGC e fiquei pensando sobre o marketing das empresas de games, então achei melhor escrever sobre o assunto.
     Um erro comum da população em relação ao marketing, e que é desmistificado nas primeiras aulas da matéria é que o marketing não cria necessidades. As necessidades são intrínsecas a todos os seres humanos, como fome, sono, sede, etc. O que o marketing pode fazer é criar desejo por determinado produto, no caso fazer uma propaganda de um refrigerante que pareça muito refrescante ou uma comida saborosa que faça com que as pessoas prefiram estes a uma outra opção.
     Dito isso, vale a pena explicar que, o marketing moderno foca nas relações a longo prazo com os clientes, já que, clientes satisfeitos, fazem a divulgação de sua marca, além de que é mais barato manter um cliente fiel do que conseguir um novo.
     Tendo isso em mente fico pensando na Ubisoft e nos seus jogos. Não é a primeira vez que a empresa faz uma mega campanha com vídeos fantásticos na E3 e entregam um produto inferior ao prometido. Por sinal mostrar vídeos impecáveis na E3 e entregar o jogo muito aquém parece estar virando moda. Só consigo pensar em duas respostas para isso: ou o departamento de marketing é incompetente ou ele é ignorado pela diretoria. Seja como for é errado o que eles estão fazendo, não só em termos de marketing, mas também em termos éticos.
     Focando na Ubisoft, que produziu o The Division e que gerou esse texto, apesar que vale para qualquer empresa de games, prometer um jogo na E3 e entregar outro gera perda de credibilidade, sendo que a comunidade gamer está cada vez mais atenta a isso e fazer uma campanha extensiva cria expectativa, que se não for, correspondida gera insatisfação e, para os adoradores da marca, a sensação de traição, e isso destrói a credibilidade da empresa. Portanto não adianta focar só no curto prazo com as vendas e esquecer o futuro, pois ele vai chegar e a empresa está cavando a própria cova se não mudar de atitude. Penso que logo, do mesmo jeito que a Capcom é conhecida por ser mercenária com as DLCs, a Ubisoft vai ficar marcada por prometer muito e não cumpri, entregando jogos bugados e inferiores tanto ao que foi mostrado na E3 como ao que foi prometido na campanha publicitária.
     Para a sociedade gamer vale a pena buscar cada vez mais informações, ser critica, cobrar dessas empresas e se manter unida para ter mais forças contra estas, exigindo o que foi prometido e melhorando os games e suas empresas.
     Saudações gamers

domingo, 20 de março de 2016

Scott Pilgrim Contra o Mundo

     Scott Pilgrim Contra o Mundo é um filme, no mínimo, curioso. Não é uma obra de arte, mas não é um lixo. Diria que é estranho. A história em si é meio viajada, e os efeitos só aumentam essa sensação, mas é divertido. É daqueles filmes que eu não compraria, mas, quando passar na TV tem grande chance de eu assistir. É um paradoxo cinematográfico.
     É um filme que fala de vários itens da cultura pop, entre eles algumas citações aos videogames, como receber moedas ao vencer um boss, entre outras, mas o medo de spoillar me impede de citá-las. Antes de virar filme, a história foi feita em quadrinhos e mais tarde virou um jogo arcade, reforçando suas características populares.
     Algo que me chamou atenção positivamente foi a dublagem em português que eu achei ótima com dubladores do nível de Fernanda Bullara e Priscilla Concepcion.
     Para mais informações é só checar o link da IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0446029/?ref_=nv_sr_1
     Saudações gamers

Tom Clancy's The Division : Vale ou não a pena jogar

Vídeo do Zangado



sábado, 19 de março de 2016

Arcade/ fliperama

     Arcade ou fliperama apresenta três significados. Para explicar melhor primeiro é necessário um pouco da história dos games.
     Quando a Atari foi lançar o Pong, o primeiro jogo da indústria dos videogames, montou um gabinete baseado  nos pinballs,  que faziam sucesso na época. Essa máquina, onde se colocava moedas, no caso 25 cents, para jogar o jogo foi chamada de fliperama com o passar do tempo.
     Conforme o videogame foi ganhando espaço, novos jogos surgiram e novas funcionalidades, entre elas o ranking dos melhores jogadores, aqueles que obtinham as maiores pontuações e que podiam colocar suas iniciais de modo a deixar sua marca na máquina. Vale ressaltar que os jogos não tinham uma história e sim um conceito geral e o objetivo era somar o maior número de pontos possíveis.
     Um game clássico é o Pacman, que foi um sucesso tão grande no Japão que o país teve falta de moedas de 25 centavos e foi o jogo que introduziu o já mencionado ranking dos melhores jogadores, sendo que antes a pontuação obtida ficava somente na memória do jogador ou de quem assistia.
     Assim arcade ou fliperama pode se referir à máquina em si que era constituída por uma tela inserida em um bloco de madeira com uma bancada onde ficavam os controles, formados por um joystick ou alavanca e alguns botões.
     A segunda definição é referente ao local onde se concentravam várias dessas máquinas. O espaço onde as pessoas se encontravam para jogar os vários tipos de jogos disponíveis.
     O terceiro significado é o gênero de jogo similar aos antigos fliperamas, normalmente com o foco em conseguir as maiores pontuações e a melhor pontuação do ranking.

Paragon : Testando a Demo (BETA)

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quinta-feira, 17 de março de 2016

E os jogos de tiro chegam à 6ª geração: Minha experiência

     Desde pequeno eu jogo jogos de tiro em primeira pessoa. No PC jogava Doom 1 e 2, Wolfenstein 3D e Duke Nukem 3D e mais tarde no Nintendo 64 Goldeneye 007 e Medalha de Honra no Playstation. Isso só para falar os mais famosos. Para dizer a verdade não tinha hábito de jogar nos consoles esse gênero, tirando as exceções mencionadas.
     Independentemente da plataforma, os controles eram baseados da seguinte forma: os botões para cima e para baixo, seja no direcional analógico, seja nas setas no teclado, moviam o personagem para frente e para trás, já os botões laterais só giravam o personagem, diferente de hoje que o personagem anda para o lado com comandos similares.
     A coisa mudou na sexta geração. Quando fui jogar Medal of Honor no PS2 quebrei a cara. Socorro. Os controles eram bem diferentes. Hoje é o padrão nos jogos: Um direcional controla os movimentos e outro a câmera/ mira. Na época foi difícil de se acostumar.
     Esse sistema me lembrava um jogo PC chamado cyclone, se eu não me engano, em que a movimentação do personagem era feita com as setas e a mira com outros botões, ou vice-versa. Na época eu era pequeno e, depois de jogar, ou melhor tentar, por uns minutos abandonei o jogo e  fui jogar outro. Era CD com vários jogos, muitos sendo demos, por isso segui em frente.
     Já no PS2 não utilizei esse artifício e segui aos trancos e aos barrancos até conseguir. Deu certo. Sendo bem sincero não lembro muito do que eu achei do jogo, mas esse choque com a mudança de controles eu nunca esqueci.
      Saudações gamers

Easter Egg do Dragão de Sangue: Far Cry Primal (Dragon Blood)

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quarta-feira, 16 de março de 2016

Escolhendo o level

     Ao escrever o texto de ontem, tive a ideia de falar um pouco sobre as várias formas, ou melhor, razões da escolha de level nos jogos.
     A primeira é a familiaridade com o gênero de jogo. Recentemente é comum em jogos, principalmente de tiro, aparecer os seguintes comentários na escolha de level: fácil, o nível indicado para quem nunca jogou este tipo de jogo, médio, para quem já jogou este tipo de jogo, difícil, para quem tem experiência neste tipo de jogo.
     Outra forma, mencionada no texto sobre Ni No Kuni, é o foco do jogador. Se o jogador pretende focar mais a atenção à história, assim como trilha sonora, detalhes e similares é indicado níveis mais fáceis, já se o jogador quer focar no desafio, os níveis mais difíceis são mais indicados.
     O grau de desafio definitivamente é um fator de escolha. Algumas pessoas gostam de ser desafiadas e competir consigo mesmas para se superar. Em contrapartida existem as pessoas que jogam somente para relaxar e não ligam para melhorar seu nível, obter itens escondidos e semelhantes.
     Alguns jogadores gostam de jogar uma primeira vez no fácil e aumentando o nível nas próximas jogatinas visando aumentar a vida útil do jogo, já outras gostam de começar no mais difícil para zerar de uma vez. Algo semelhante ocorre quando o jogador visa platinar o jogo rapidamente utilizando para isso esta técnica.
     A competitividade é outro fator, sendo que pessoas que zeram o jogo no nível mais difícil em menos tempo são considerados melhores que os outros, segundo essa corrente.
     Seja como for existem várias razões para selecionar o level do jogo. O mais importante é encontrar aquele que lhe agrade mais e respeitar a escolha dos outros. Assim você será, além de um gamer melhor, uma pessoa melhor. Sem contar uma pessoa mais feliz por se respeitar.
     Saudações gamers

The Town of Light : A Primeira Meia Hora

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terça-feira, 15 de março de 2016

Ni No Kuni- Wrath of the White Witch: Minha História

     Há mais ou menos um ano eu estava procurando jogos de RPG para jogar no PS3 e perguntei para o BRKsEDU via Twitter, já que sei que ele gosta deste gênero, o que ele sugeria e ele respondeu assim: "Ni no Kuni com certeza". Eu conhecia o jogo pelo vídeo do Zangado que eu tinha assistido um tempo antes. Era um vídeo que eu vi sem compromisso e, depois dele, já tinha ficado com aquela vontade de jogar. Então assim que foi possível consegui o jogo, isso ocorreu no final do ano passado.
     O jogo é ótimo e recomendado para aqueles que gostam do gênero. Para os que não conhecem, vejam o vídeo do Zangado postado aqui na nossa Gamerpedia.
     A primeira coisa que me chamou atenção foi a escolha de level, pois existem duas opções com dizeres como esses: Normal, preferível para aqueles que focam na história e Hard, para aqueles que preferem maiores desafios nos combates. Achei isso sensacional, pois é algo que eu acredito e que, por sinal, é uma ótima ideia para um futuro texto. Em todo caso achei interessante esse cuidado com os jogadores em explicar não só pela experiência no tipo de jogo e sim nas características dos jogadores.
     O jogo demora um pouco para engrenar, já que no início são mais animações, mas depois vicia. Me lembra um pouco começar um livro, em que a introdução é meio parada, mas depois faz com que devoremos a obra.
     Realmente é uma obra muito caprichada, com belíssimas animações, uma ótima história e muitas lições pessoais a serem aprendidas como dedicação e amizade, para só citar algumas. Sem contar a riqueza de detalhes em toda a trama.
     Durante o vídeo do Zangado, ele diz que chamava os avatares de pokemons. O pior que isso ficou na minha mente, sendo que muitas vezes eu os chamava sem querer de pokemons, antes de me corrigir e chamá-los de avatares. Lógico que existe uma semelhança, e muito provavelmente, uma influência, mas isso não tira o brilho do jogo, de modo algum.
     Falando nos avatares, a busca por todos aumenta muito o tempo do jogo e isso somado com as missões secundárias, a busca por todos os ingredientes e a consequente mistura deles pela alquimia, sem contar os tesouros escondidos e, logico, o modo história, geraram, no meu caso uma diversão de mais de 160 horas. Com certeza paga o preço do jogo. Mas, caso você não curta realizar essa busca e quiser focar só no modo história, fique tranquilo que o tempo é bem menor.
     Ni No Kuni- Wrath of the White Witch é um jogo que só conheci e joguei graças a dois youtubers. Apesar de não ter tido tanta publicidade é um título excelente, que eu recomendo para quem gosta de RPGs e do qual me tornei fã. Foi um jogo que me propiciou muitas horas de diversão, alem de reflexões e apreciação tanto visual como auditiva, devido a beleza das animações e das músicas, sem contar a trama bem contada. Realmente uma obra que fez história.
     Saudações gamers
   

Ni No Kuni - Wrath of the White Witch: Vale ou não a pena jogar

Vídeo do Zangado



segunda-feira, 14 de março de 2016

Crossover

     Crossover é a junção de dois ou mais universos em um mesmo jogo, filme, seriado, etc. No mundo dos games alguns exemplos clássicos são Marvel x Capcom, Street Fighter x Tekken e Mortal Kombat VS DC Universe.

Zelda Twilight Princess HD: Conferindo o Game

Vídeo do Zangado



domingo, 13 de março de 2016

Easter Egg do Carro dos Flintstones no Far Cry Primal

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Videogame incentiva o mal? Muito pelo contrário

     Queria partilhar uma experiência que tive ao jogar Infamous 2 pela segunda vez. Para quem não conhece é um jogo de mundo aberto em que você comanda Cole, um jovem com poderes elétricos. O jogo é exclusivo da Sony e muito recomendado.
     A primeira vez que joguei escolhi o caminho do bem, no jogo chamado de carma, na segunda, por outro lado escolhi o carma negativo e só fiz escolhas ruins. Conforme o tempo de jogo e a experiência adquirida é possível destravar novos poderes, sendo que alguns só podem ser destravados se você é bom o mau. Aí está a primeira desvantagem. Sinceramente não gostei de nenhum poder do mal, muito pelo contrário senti muita falta de alguns poderes do bem.
     A segunda desvantagem é que todos te odeiam, o que significa que você é atacado toda hora seja pela população seja pela polícia, algo bem diferente de ser ovacionado e ajudado por estes no caminho do bem.
     O jogo Infamous 2 além de ser um bom título pela história e diversão gerada, é bem feito no quesito de escolha de caminhos. O jogo permite a escolha do bem ou do mal e, o mais importante, impõe as responsabilidades de sua escolha, assim se você quiser ser cruel, é direito seu, mas pagará por isso, do mesmo jeito que a gentileza gerará recompensas. Esse é um dos casos que o mundo virtual é mais justo que o real, já que não dá para fugir da programação do jogo nem culpar terceiros. Em todo caso, do mesmo jeito que o jogo Infamous 2 tem essa relação real entre escolhas e consequências muitos outro jogos também o tem, sendo que os que não apresentam essa responsabilidade, são muito criticados pela comunidade gamer devido à falta de realismo. Realmente os games não influenciam o mal, a violência e semelhantes, pois, se você escolhe esse caminho, pagará as consequências.
     Saudações gamers

sábado, 12 de março de 2016

Mídia Física

     Mídia física é o termo usado para falar dos jogos que vem em cartucho ou fitas, CDs, DVDs, Blu-ray, etc. Com o advento dos jogos para download e online foi necessário criar esta distinção de modo a deixar claro para os compradores.
     Existem gamers que preferem ter a mídia física, seja por ter coleção, por hábito, sensação de segurança entre outros motivos, já outros não se importam com a forma do jogo e sim a possibilidade de jogar.

The Legend of Zelda Twilight Princess HD: Primeira Gameplay - Nintendo W...

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quinta-feira, 10 de março de 2016

Saga de Poseidon #06: Armaduras de Ouro Contra Deus - Cavaleiros do Zodí...

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A máfia nos videogames

     Tendo lido sobre Al Capone, o famoso gangster e chefe do crime de Chicago durante os anos 20, me lembrei, dos filmes da coleção O Poderoso Chefão. Para quem não viu assista e para quem já assistiu sabe o quão sensacional é essa trilogia. Do jeito que Hollywood está sem ideias e refilmando todos os clássicos é capaz que em um futuro próximo cometam a heresia de refilmar este clássico do cinema. Em todo caso, o filme que conta a saga da família Corleone é, ao meu ver o melhor filme sobre a máfia que eu já vi e o que melhor retrata o charme da máfia com seu  código de honra e hierarquia.
     Quando digo charme da máfia, me refiro somente a ficção, já que, na realidade o crime organizado não apresenta nenhum encanto, muito pelo contrário. O máximo que acontece são ilusões criadas pelo dinheiro e pelo poder de mandar. Se você quer ter poder de verdade estude e seja íntegro, buscando criar algo relevante, ajudar a humanidade e o planeta de forma geral.
     Tendo deixado claro que isso não é uma apologia ao crime, podemos entrar no mundo dos games. Joguei no PS2 o jogo de O Poderoso Chefão, The Godfather em inglês, um jogo sensacional e extremamente viciante  que nos coloca dentro da família Corleone e nos possibilita viver no mundo da máfia. Já ouvi que o jogo seria uma cópia de GTA, mas poder conviver com os personagens clássicos, ouvir frases marcantes do filme e viver o charme já citado é diferente, algo que só a família Corleone pode proporcionar.
     A versão do PS2 foi relançada para o PS3 como Don´s Edition. Apesar de difícil de encontrar valeu a pena jogar esse título novamente, assim como sua continuação, O Poderoso Chefão 2, jogo que conta a história do segundo filme, com melhoras gráficas em relação ao seu antecessor e igualmente recomendado. O jogo apresenta versões para PC e XBOX 360 também e o primeiro jogo tem sua versão no XBOX.
     Existem outros jogos que retratam a vida mafiosa, como as sagas Yakuza e Mafia, mas como não joguei, infelizmente, nenhum título dela, vou apenas citá-la.
     Seja no cinema, nos livros ou nos videogames, a máfia tem um poder de fascinação sobre as pessoas, pelo menos no mundo da ficção, e para quem curte isso opções não faltam.
     Saudações gamers

quarta-feira, 9 de março de 2016

Tom Clancy's The Division : A Primeira Hora

Vídeo do Zangado de The Division


Liderança gamer

     Terminei de ler o livro Onze anéis: a alma do sucesso de Phil Jackson da editora Rocco. Para quem não conhece, Phil Jackson foi um jogador e depois técnico de basquete, na realidade o maior vencedor da NBA vencendo 11 títulos como técnico e 2 como jogador. e de quebra treinou Michael Jordan e Kobe Bryant.
     O livro conta a trajetória do autor, mas é mais do que uma autobiografia, é uma história de basquete, aula de gestão de pessoas, curso sobre liderança e mais. Totalmente recomendado.
     Ao ler o livro pensei na comunidade gamer do Brasil, pois Phil Jackson precisou lidar com jogadores de variados perfis do mesmo jeito que a nossa comunidade. Existem youtubers, empresários, blogueiros, jornalistas, pessoas que só querem jogar, entre outros e dentro de cada grupo existe pessoas com metas diferentes como ser famoso, ganhar dinheiro, se divertir, fugir de sua realidade, lutar por uma causa, etc. Entretanto, do mesmo jeito que os jogadores tinham um objetivo, o de ser campeões da NBA e consequentemente ganhar um anel pelo título, todos os gamers tem a mesma paixão e tem interesse em mante-la e melhora-la nem que seja para usufruto próprio. Jogos mais baratos, lojas melhores, menos preconceito, crescimento do setor são alguns objetivos que todos compartilham.
     No basquete existe a figura do treinador, alguém de fora dotado de poder de comando, algo que não existe no mundo gamer, mas, do mesmo jeito que Phil Jackson acreditava que os jogadores deveriam desenvolver sua inteligência e buscar eles mesmos soluções para os problemas na quadra, o que normalmente ocorria, penso que devemos fazer o mesmo, buscar nós mesmo soluções para os problemas, mesmo que sejamos diferentes, mas focando no nosso objetivo em comum.
     Outro ponto defendido no livro é a questão de lideranças e como alguns jogadores usaram isso para motivar os companheiros e buscar um time melhor. O mesmo princípio é válido para a comunidade gamer, pessoas que aceitem e abracem essa responsabilidade visando um bem maior, algo que é conquistado e não imposto.
     Recomendo novamente a leitura do livro e, principalmente, a aplicação de seus ensinamentos. Falando especificamente sobre a comunidade gamer do Brasil, acho que devemos seguir esse caminho de união, vencendo nossas diferenças e motivações pessoais, em busca de algo maior, em busca de algo sonhado e desejado por todos.
     Saudações gamers

terça-feira, 8 de março de 2016

Just Cause 3 - Sky Fortress : Conferindo o Game (DLC)

Vídeo do Zangado



Dia da mulher gamer

     Primeiramente, nós da Gamerclub NGC gostaríamos de parabenizar todas as mulheres pelo seu dia e, aproveitando a oportunidade, gostaríamos de falar de algumas personagens marcantes no mundo dos games.
     A Princesa Peach, por ser uma das mais velhas personagens femininas, merece começar essa lista. Apesar de ser o clássico exemplo de donzela em perigo, acabou ganhando uma legião de fãs e um papel mais ativo na série Mario.
     Indo para os jogos de luta não podemos deixar de lembrar de Chun Li e Cammy do Street Fighter e Sonya Blade, Kitana, Mileena e Jade do Mortal Kombat. Apesar do caráter apelativo com que são representadas muitas vezes, ainda mostram a força da mulher, no caso, literalmente.
     Falando de mulheres guerreiras, precisamos falar de Lara Croft, a personagem que começou o girlpower, não sendo apelativa e tendo várias habilidades entre elas a inteligência e a destreza para realizar movimentos incríveis, além de sobreviver a situações dificílimas.
     A sobrevivência feminina somada a luta contra um mundo opressor é muito bem representada pelas protagonistas dos Survivor Horrors como Jill Valentine e Claire Redfield de Resident Evil e a Ellie de The Last of Us.
     Aproveitando para falar de personagens mais recentes não podemos deixar de falar de Bayonetta, Nariko de Hevenly Sword e Evie Frye de Assassin's Creed Syndicate.
     Apesar de citarmos só alguns exemplos, as mulheres vem ganhando cada vez mais importância no mundo dos games, algo muito positivo e infinitamente mais rápido que o mundo real onde, infelizmente, as mulheres são menosprezadas, desrespeitadas e muitas vezes agredidas. Cabe a nós, como sociedade, resolver essa grande falha para conseguirmos um mundo melhor, não só o virtual, mas principalmente o real.
     Saudações gamers e feliz dia internacional das mulheres

segunda-feira, 7 de março de 2016

O Poderoso Thor da Era de Ultron: Unbox Estátua Marvel / Iron Studios

Vídeo do EngLeo da Cjbr

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A oitava arte?

     O mundo é formado por sete artes que são: música, dança, pintura, escultura, arquitetura, poesia e o cinema. Como poderíamos negar a importância cultural das obras de Beethoven e Mozart, a maestria de Da Vinci, o realismo das obras de Michelangelo e Bernini, o brilho de Gaudí, os textos de Dante e Camões, citando alguns poucos exemplos, sem contar a tradição, conseguida merecidamente, pelos ballets Bolshoi e Royal? Não dá. O que é possível discutir é a falta de outras formas de arte como a literatura como um todo e outras conhecidas como as artes extraoficiais como a fotografia, os quadrinhos e os games.
     O videogame poderia ser uma forma de arte, no caso a oitava arte oficialmente? Por que não? Apesar de ser a mais jovem dentre todas, a arte do videogame apresenta elementos das demais, mas sem perder o próprio brilho. Atualmente é comum dizermos que os jogos estão mais cinematográficos, fazendo um paralelo com o cinema, obviamente e não só pelas cenas grandiosas, mas no roteiro também. A trilha sonora também está recebendo cada vez mais destaque. Quem não se admirou com a força das músicas de abertura de God of War e Uncharted?
     Quando pensamos nos personagens esquecemos que eles foram moldados, não por mármore ou bronze, mas por dados do mesmo jeito que os cenários muitas vezes nos lembram pinturas com sua vastidão, mas com grandeza de detalhes e com construções, muitas vezes possíveis somente na nossa imaginação ou no mundo virtual, mas sem perder a magia e o encanto de algo real. Podemos até enxergar a movimentação dos personagens como uma forma de dança e a apresentação de dilemas e pensamentos de forma artísticas como uma poesia.
     O videogame apresenta muitas possibilidades e uma delas é a vertente artística. Acredito que seja uma forma de arte. Uma que envolve não só os criadores, mas o público que a admira com uma interatividade nunca vista nas demais formas. Com personagens tão incríveis como os da literatura e do cinema e com possibilidades de socialização impares. Muitos elementos justificam a inclusão dos games nesta lista seleta. É verdade que não tem ainda o destaque acadêmico necessário muito menos a erudição decorrente, porém quem sabe um dia tenha? Se o videogame é a oitava arte eu não sei. Só o tempo poderá responder esta questão.
     Saudações gamers
   

domingo, 6 de março de 2016

Cartucho/ fita

     Cartucho, ou fita, era a forma em que um jogo vinha. Era uma peça de plástico contendo o componente eletrônico onde estava o jogo.
     À partir da segunda geração de consoles começou a venda de jogos avulsos, e não mais na memória do console, assim, com o tempo, era possível ir adquirindo mais jogos. A primeira forma utilizada foi por meio dos cartuchos, que foram usados até a 5ª geração com o Nintendo 64, sendo o último a usar essa tecnologia, já os demais usavam o CD.
     Na época era comum o hábito, aparentemente errado, de assoprar as fitas quando o jogo não pegava. Consistia em tirar o cartucho do console, assoprar a parte que se conectava a este e encaixa-lo novamente. O processo era repetido até funcionar. Para as novas gerações de gamers isso pode parecer estranho, mas para a velha guarda era algo comum.
     Para os mais novos que não conheceram os cartuchos sugiro ver algum dos videos do BRKsEDU em que ele mostra o Gaming Room dele.

Simulator (Bear, Shower, Surgeon) : Conferindo os Games

Vídeo do Zangado



sábado, 5 de março de 2016

Hiperatividade gamer

     Desde pequeno eu sempre fui muito agitado. Felizmente isso nunca me prejudicou muito. Sempre fui muito curioso e isso me ajudou a focar nos estudos. Jogar videogame também foi um hobby que eu sempre gostei, penso que, um dos motivos, é pela dinâmica do jogo. O fato de muitas coisas ocorrerem ao mesmo tempo somada a tomada de decisão em um tempo muito curto foram suficientes para focar a minha hiperatividade, permitindo que eu tivesse um hobby, que virou paixão com o tempo.
     Hoje em dia eu sou mais focado, não que eu tenha deixado de pensar várias coisas ao mesmo tempo, mas já melhorei bastante depois de muito treinamento. Sendo bem sincero não sei se o fato de jogar videogame me ajudou diretamente, mas acredito que sim, pelo menos um pouco. A movimentação rápida dos jogos sempre prendeu a minha atenção. Quando jogava Mario ficava atento não só ao encanador, mas ao tempo, à vida e aos inimigos, é lógico, e essa movimentação toda me focava. Se o Super Mario Bros já tinha esse poder imagine os jogos atuais com gráficos melhores, movimentação mais ágil e mais fatores a serem observados. O Kratos que o diga.
     Apesar da grande quantidade de informação os jogos não deixam de ser acolhedores para quem não é gamer. À primeira vista podem parecer até assustadores, mas não é. Com o tempo tudo se torna automático, deixando tudo divertido. Conforme você joga absorve todas as informações citadas, mas sem se estressar. Podemos dizer que amplia a sua visão e o seu raciocínio sem ser chato. O videogame tem essa capacidade de focar a atenção dos hiperativos, mas sem tirar a diversão e sendo convidativo para todos, portanto muito recomendado.
     Saudações gamers  
     

Black Ops 3 - The Awakening : Conferindo o Game (DLC)

Vídeo do Zangado da DLC de COD



quinta-feira, 3 de março de 2016

Assassin's Creed Syndicate #26: Sequestrando e Resgatando - Xbox One Gam...

Vídeo do EngLeo da Cjbr
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Plataforma

     Plataforma é um termo genérico para todos os sistemas usados para jogar o jogo em si. Consoles, seja de mesa ou portáteis, PCs, dispositivos mobiles, como celulares e tablets, assim como os antigos fliperamas são formas de plataformas.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Meus primeiros filmes de games

     Quando eu era pequeno o primeiro filme que vi, se não me engano, originado de um videogame foi Super Mario Bros. Na época achei o máximo. Que inocência. Em todo caso era sensacional ver o jogo que eu jogava todos os dias ter virado filme, isso quando muita gente nem sabia o que era videogame e que o Super Nintendo era tecnologia de ponta.
     Outro filme que eu fiquei muito animado quando eu soube que lançaria era o Street Fighter. Outro filme que, na época, achei o máximo. A inocência contra ataca. Como era pequeno, só o fato de ter os personagens do jogo, com a roupa mais ou menos parecida, já era demais. Recentemente assisti esse filme novamente e a sensação foi bem diferente. Foi quase depressivo.
     Por fim assisti ao Mortal Kombat, achei o filme legal. Ver Scorpion e Sub-zero em um filme foi o máximo, apesar de não ter gostado da luta deste com o Liu Kang, mas a luta do Scorpion compensava.
     Muito tempo se passou desde então. Aprendi muitas coisas, me tornei mais crítico, mas a paixão pelos videogames continua. Para dizer a verdade cresceu com os anos e não só isso, mas o conhecimento sobre a área também. Quanto mais aprendemos mais queremos aprender, o que , sinceramente, acho ótimo.
     Saudações gamers    

Mortal Kombat XL (Novos Personagens) : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado de MK XL


terça-feira, 1 de março de 2016

Sobre a reportagem de Minecraft na Veja

     A revista Veja, em sua edição de 17 de fevereiro de 2016, fez uma reportagem sobre o jogo Minecraft, falando um pouco sobre o jogo, seu criador e alguns outros assuntos a serem tratados aqui.
     O começo de reportagem foi baseada em um jogo de tabuleiro com brincadeiras do tipo pule uma página no lugar de pule uma casa. Não acho que tenha sido a melhor das metáforas, já que o único game que eu lembro com essa mecânica é o Mario Party, sem contar a ideia relacionada com a nostalgia remetendo à infância. Isso somado a comentários do tipo "se você não conhece pergunte ao seu filho ou neto", leva a ideia de videogame ser algo mais para crianças, algo que discordamos. Sejamos justos lembrando a pesquisa mostrada na própria reportagem e que mostra que a maioria do público do jogo é infantil, sendo só 7% acima de 21 anos. Apesar disto a maioria dos gamers conhece ou pelo menos já ouviu falar de Minecraft, o que nos levou a questionar a frase de "perguntar às crianças".
     Outra informação que chamou a atenção foi que somente 1% das pessoas jogam Minecraft para atrapalhar os outros, o que é ótimo, pois é insuportável lidar com esse tipo de pessoas, ainda mais em um jogo que estimula a criatividade e a construção.
     Falando nisso, a reportagem focou bastante nas possibilidades do jogo como forma de influenciar a criatividade, como ferramenta de estudo e um meio de ligar os pais aos filhos fornecendo um hobby em comum. Acrescentamos que, como ele, a maioria dos jogos tem fornecido essa possibilidade, claro que levando em conta a indicação etária. A possibilidade de aprender com os games é impressionante é vale para todos os gêneros e, praticamente, todos os jogos, do mesmo jeito que o desenvolvimento da criatividade e imaginação. Já o hobby compartilhado vale não só para a relação pais e filhos, mas entre amigos, casais e mais.
     Uma outra questão trabalhada é sobre o vício e a importância de impor certos limites na hora de jogar videogame. Esse assunto é muito importante, já foi trabalhado aqui na Gamerclub NGC e continuará a ser visto.
     Apesar das criticas e elogios, acho que o mais importante foi ver uma reportagem vendo os lados positivos e negativos dos videogames em uma revista com grande circulação. Aos poucos à cultura gamer ganha seu merecido espaço ao sol, sendo esta uma das funções da nossa empresa. Continuaremos nessa jornada na busca desse objetivo.

O Inacreditável Hulkbuster! 67 cm! Unbox Estátua Marvel / Iron Studios

Vídeo do EngLeo da Cjbr
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