segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Pixels

     O filme Pixels chamou minha atenção quando assisti ao trailer, o que me levou a assistir ao filme um tempo depois. Sinceramente achei o filme fraquinho. Não é a pior comédia do mundo, mas não é grande coisa. Achei a história até aceitável, mas o grande atrativo foi falar de videogames clássicos. Jogos como Donkey Kong e Pacman são mais que jogos, são ícones não só da cultura gamer, mas da cultura de forma geral. Além da referência aos jogos o que mais gostei foi a participação de Tōru Iwatani, criador do Pacman, talvez o ponto forte do filme, pela personalidade em si.
     Apesar de fraco, o filme é um bom passatempo e se você não tiver muito que fazer, estiver entendiado ou ser fã de videogames pode assisti-lo. Para mais informações é só ver o link a seguir do IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2120120/fullcredits?ref_=tt_cl_sm#cast
   

SUPERHOT : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado



domingo, 28 de fevereiro de 2016

Memory Card

     Memory Card é um acessório, ou gadget, que serve para salvar os jogos. Os cartões de memória vieram substituir o sistema de password e se tornaram o principal meio de salvar um jogo. Ele surgiu na 5ª geração de consoles e permaneceu durante a sexta, sendo substituído na sétima pelo salvamento em HD.
     Normalmente os memory cards não vinham com o console e poderiam ser comprados à parte. Eles eram introduzidos em um slot, normalmente no próprio console, e podiam ser levados para outros locais, como a casa de amigos, sem a necessidade de levar o console inteiro, o que, por outro lado, aumentava o risco de serem perdidos.

Mad Max #21: Crianças Escravas - Xbox One Gameplay

Vídeo do EngLeo da Cjbr
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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Conquista/ Troféu

     Conquistas ou troféus, dependendo do console, são premiações que o jogador ganha por realizar alguma tarefa específica, como realizar certa sequência de golpes, zerar o jogo em determinado nível, obter todos os colecionáveis, etc. Assim que se realiza este objetivo uma mensagem aparece no canto da tela junto com um sinal sonoro indicando o sucesso da tarefa. Cada tarefa apresenta um nível, dependendo do grau de dificuldade, sendo de bronze, prata, ouro e platina, esses por sua vez apresentam um certo número de pontos e a soma destes mostra o nível de conquistas do jogador, formando assim um ranking entre os jogadores.
     Esta funcionalidade surgiu na 7ª geração de consoles e com isso uma nova motivação surgiu entre os gamers, a de conseguir maior quantidade de conquistas/ troféus. Para alguns gamers esse é o principal objetivo para se jogar videogames, já para outros é só algo a mais.
     Nos consoles da Sony, Playstation 3 e 4, o nome é troféu, já nos consoles da Microsoft, Xbox 360 e one, o nome é conquista. Em ambos os casos o prêmio de platina representa a obtenção de todos os demais prêmios naquele jogo, surgindo assim o termo platinar um jogo. Visando facilitar essa tarefa é comum encontrar na internet tutoriais ensinando o que fazer e como fazer para obter os prêmios, o que é conhecido como guia de conquistas/ troféus.

Hitman : Testando a Demo (Beta 2)

Vídeo do Zangado


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Gamerterapia

          Uma coisa que muitos gamers já perceberam é o poder terapêutico dos videogames. Imagine aquele dia em que tudo dá errado. Você briga com um familiar, seu chefe te irrita profundamente, você discute relação, paga uma conta astronômica, pega um trânsito terrível ou vai esmagado no transporte público e isso tudo antes do almoço. Infelizmente isso é uma realidade diária para muitos e é óbvio que estressa todos. Neste caso tem-se duas opções: descontar essa raiva ou ir acumulando até uma hora que você surta. Teoricamente a melhor opção seria descontar a raiva, mas infelizmente as pessoas fazem isso com outras pessoa, seja por meio de agressões físicas ou verbais, usando a buzina do carro, algo comum nas grandes cidades, degradando patrimônio ou outras pessoas, etc
     Existem porem formas construtivas de lidar com essa raiva como fazer terapia, a melhor de todas sem dúvida, pratica de exercícios entre outras. É nesse contexto que entra o videogame. No mundo virtual você pode descontar essa raiva sem gerar mal a ninguém. Quem já jogou Assassin´s Creed  sabe o prazer que dá matar alguém com a lâmina oculta. Isso não quer dizer, para deixar bem  claro para os perseguidores de games, que sairemos por aí matando as pessoas, na realidade é o inverso. Descontando essa raiva em personagens que não existem poupo os seres reais, desta forma resolvo meus problemas sem gerar sofrimento para outros, ou seja, tudo mundo ganha.
     Jogar videogame, além de divertido, permite esse extravasamento, seja matando templários, zumbis e monstros mitológicos, jogando futebol, basquete ou outro esporte, vencendo uma corrida, etc. Claro que, para isso é recomendável jogar em um nível mais fácil ou que você tenha domínio total e de preferência em jogos não tão difíceis. O objetivo é relaxar e não ficar ainda mais nervoso e frustrado.
     Portanto fica  a dica para extravasar as raivas e frustrações nos games, em personagens que não existem, ao invés de gerar sofrimento para outros, inclusive parentes e amigos, ou para si mesmo.
     Saudações gamers

Plants vs Zombies - Garden Warfare 2 : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Password

     Password era um código usado para iniciar um jogo em fases mais adiantadas. Antes dos games salvarem, com raríssimas exceções, eramos obrigados a jogar o jogo todo direto. A primeira grande evolução neste quesito foi o password, um código que o próprio jogo indicava para que o jogador começasse em uma fase mais avançada. Normalmente quando passávamos de fase recebíamos esse código. Por isso era muito comum que as pessoas tivessem um caderno ou folha para anota-los.
     Esse era um código legal e não uma trapaça, ou cheat, como aqueles que liberam vida infinita, todas as armas e semelhantes e sim o precursor do save game.

The Walking Dead - Michonne : A Primeira Meia Hora

Vídeo do Zangado


terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

O Médico, o gamer e o monstro

     Recentemente li o livro O médico e o monstro de Robert Louis Stevenson, uma obra prima da literatura mundial. Devido à fama deste livro, muitas adaptações foram feitas seja no cinema, teatro e mesmo adaptações literárias. A versão que eu li foi o texto integral e, para minha surpresa, diferente de todas as versões que eu conhecia. Eu recomendo a leitura do livro nesta versão para conhecer a obra da forma que o autor pensou.
     Muitas interpretações foram feitas sobre a história de Mr. Hyde e Dr. Jekyll, uma das mais famosas sobre a dualidade do bem e do mal. Durante uma passagem sobre este argumento é dito que é impossível para uma pessoa ser boa e má. Talvez isso fosse impossível na época do autor, mas hoje é completamente possível e simples graças ao videogame.
     O videogame com sua interatividade tem permitido um espaço seguro e contido onde as pessoas podem liberar emoções que não fariam na vida real. Um plano virtual onde as medidas tomadas não causam dano no nosso plano. Apesar de parecer tema de ficção científica é tudo bem simples. Nos jogos podemos fazer coisas que não faríamos no mundo real. Podemos agir da forma mais vil e deplorável durante algumas horas e, no minuto seguinte, após desligar o jogo, ser o melhor ser humano, digno de admiração. Essa dualidade, sem entrar em discussões mais aprofundadas no âmbito filosófico e religioso, pode ser vivida de forma plena sem acarretar danos aos outros, pois as grandes maldades que podem ser feitas só existem em um mundo fictício.
     Devemos sempre nos melhorar, evoluir, sempre tendo respeito pelos outros. Um ponto comum em todas as religiões é exatamente o de ajudar o próximo. Sendo pessoas melhores podemos fazer do mundo um lugar melhor, mas isso não nos impede de mostrarmos nosso lado sombrio no mundo virtual sem gerar danos às pessoas reais. Mais do que nunca a obra de Robert Louis Stevenson deveria ser discutida e apreciada.
     Saudações gamers e boa leitura

FarCry Primal : A Primeira Hora

Vídeo do Zangado de FarCry Primal



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

O bode expiatório da vez

     Quando eu era pequeno, na hora do recreio eu e meus colegas brincávamos de várias coisas. Uma das nossas brincadeiras favoritas era "Polícia e Ladrão", que, para quem não sabe, é um jogo em que um grupo deve fugir, os ladrões, e o outro deve perseguir e captura-los, a polícia. Era muito divertido.
     Penso que hoje tal brincadeira deve ter sido proibida, já que induz as pessoas a serem bandidos e a fugir da polícia. Apesar do comentário irônico, será que a ideia  é tão louca assim, visto que a mesma lógica é utilizada com os videogames? Ninguém se tornou ladrão dentre os colegas que brincavam de polícia e ladrão, do mesmo jeito que não se tornaram assassinos por jogar videogames. Interessante como a sociedade  e a sua porta voz, a mídia, são tendenciosas.
     Algo comum na história humana é o temor a novidades. Livros já foram proibidos, a televisão era destruidora de vidas e nem podemos falar do Rock and Roll. Alguns melhoram com o tempo, outros pioraram e muito, mas mesmo estes não sofrem o preconceito que hoje o videogame sofre. A mídia fala dos perigos dos games e como eles influenciam a violência, mas e as novelas, onde um trai o outro por dinheiro ou os programas policiais ou mesmo os telejornais com enfase na violência e não nas evoluções do ser humano, não causam mal? O bode expiatório da vez é o videogame. Quem sabe um dia, e por isso lutamos, ele também seja aceito pela sociedade, que perceberá que culpar o videogame pela violência é tão idiota como culpar a brincadeira de Polícia e Ladrão.
     Saudações gamers

Saga de Poseidon #04: O Cisne de Ouro - Cavaleiros do Zodíaco PS4 Gameplay

Vídeo do EngLeo da Cjbr
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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Os games e o inglês

     Já escrevi sobre como os videogames te ensinam a aprender com os erros. Hoje queria partilhar outro tipo de aprendizado que tive, que foi o inglês. Quando eu era pequeno, os jogos que eu jogava no console eram todos em inglês, assim fui obrigado a aprender o básico para poder jogar.
     Para começar precisei aprender a palavra "start", que, por mais óbvia que seja hoje em dia, na época era algo complicado. Depois aprendi o significado das palavras "easy" e "hard". A palavra "normal" por algum motivo não foi difícil.
     Um jogo que me ajudou bastante foi o Pokemon, que eu tinha a versão blue, por sinal ainda tenho. Na época, palavras como "dig" e "cut" eram só ataques que eu usava. Mas quando comecei a ver o simple past e precisei decorar a lista de verbos, a coisa mudou de figura. Na realidade era um bálsamo quando via estes verbos, pois me remetiam a algo muito divertido e eram verbos que eu conhecia, ou melhor, passei a conhecer o significado, além da fácil conjugação.
     Algo semelhante ocorreu quando comecei a ver Futebol Americano e percebi que o termo "tackle" não me era estranho. Realmente o Pokemon ajudou a ampliar meu conhecimento.
     Hoje em dia meu inglês está infinitamente melhor, mas, como como todo idioma, será estudado para o resto da vida, não que eu ache isso ruim, muito pelo contrário. Em todo caso, o primeiro grande empurrão que eu tive para este idioma em especial, foi o videogame e este esteve presente durante toda esta jornada e continuará a fazê-lo pelo resto da minha vida.
     Saudações gamers

CS GO - Operation Wildfire : A Primeira Meia Hora

Vídeo do Zangado de CS


sábado, 20 de fevereiro de 2016

Tom Clancy's The Division : Testando a Demo (Beta 2)

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Deadpool

     Ontem fui  assistir ao filme Deadpool e achei muito engraçado. O filme é para maiores de 16 anos e apresenta piadas que, normalmente, eu não curto muito, mas neste caso eu gostei, pois achei que tinham tudo a ver com o personagem. Além disso umas tiradas com outros filmes e com o próprio fizeram com que ficasse ainda mais engraçado. E de quebra muitas cenas de ação como todo filme de herói, no caso, anti-herói.
     Conheci o Deadpool em um jogo de PS2, se eu não me engano o Marvel Ultimate Alliance, jogo em que escolhíamos 4 personagens da Marvel para realizar missões. Conforme eu ia jogando, fui trocando de personagens para conhecer todos e escolher meus favoritos e assim conheci Deadpool, um personagem com armas e espadas que se tornou um dos meus favoritos no jogo e que, consequentemente, não saiu mais da equipe titular.
     Recentemente veio o novo jogo, que eu não joguei, mas vi vários videos no youtube, a maioria do EngLeo e os outros do Zangado, e por meio  deles pude ver que o personagem era bem divertido e engraçado, apesar do jogo não ter me animado. Tendo visto o filme, achei mais engraçado do que as cenas do jogo.
     Finalizo recomendando a assistirem o filme e se divertirem com o anti-herói tagarela.  Para mais informações sobre o filme é só clicar no link do site IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1431045/?ref_=nv_sr_1.
     Saudações gamers

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Luta

     Luta é o gênero de jogos de combate entre dois personagens. O combate pode apresentar a movimentação 2D como os jogos das sagas Street Fighter e Mortal Kombat ou 3D como os jogos da série Tekken.
     É comum neste tipo de jogo a utilização de habilidades especiais, também chamadas magias, como o famoso Hadouken. Além disto vários estilos de luta são recriados como boxe, Karatê, Muay Thai, etc.
     Outra forma de luta possível é com o uso de armas, normalmente armas brancas, e tem como maior exemplo os jogos da saga Soulcalibur em que diferentes estilos e armas como espadas e cajados são utilizados.
     Existem também os jogos que ficam na fronteira entre os jogos de luta e os de esporte como os de UFC.

Lego Marvel Vingadores #06: Heróis Reunidos - Xbox One Gameplay

Vídeo do EngLeo da Cjbr
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Detona Ralph

     Uma das animações da Disney atuais que eu gostei bastante foi Detona Ralph. A história é divertida, a dublagem ficou muito legal e as lições de vida transmitidas são ótimas. Existe muito preconceito quanto aos filmes de animação, já que muitos acreditam que são feitos só para crianças. Lógico que o público alvo é o público infantil, mas isso não significa que os adultos não possam aprender algo, alem de se divertir. Do mesmo jeito que os gamers não gostam de sofrer preconceito por jogar videogame, outros grupos também sofrem desse mal. Cabe a nós, sociedade como um todo, acabar com esses preconceitos.
     Voltando ao filme, o ambiente dos fliperamas é muito bem retratado, assim, quem viveu naquela época com certeza sentirá uma nostalgia. Agora para os gamers, é um grande prazer ver Sonic, Bowser, Pacman, Zangief e muitos outros personagens em um filme, ainda mais da Disney, empresa admirada por muitos.
     Portanto, para quem não assistiu, fica a dica de filme. Quem quiser mais informações pode ver o link a seguir do IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1772341/?ref_=fn_al_tt_1
     Saudações gamers
   

Mirror's Edge : Vale ou não a pena jogar

Vídeo do Zangado de Mirror´s Edge


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Street Fighter V : A Primeira Meia Hora

Vídeo do Zangado


Nos vemos na BGS

     A Gamerclub NGC estará presente na BGS. Compramos hoje nosso passaporte Business e iremos ao evento. Não teremos nenhum espaço, mas teremos a oportunidade de conhecer outros gamers, criadores, empresas do setor, youtubers, etc.
     Para quem quiser saber mais sobre a BGS é só dar uma olhada na parte de eventos aqui no site.
     Saudações gamers

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Hitman 2016 Beta: Primeira Gameplay no Playstation 4

Vídeo do EngLeo da Cjbr sobre o agente 47


Boss/ Chefes

     Boss, também conhecido por chefe, chefão, mestre, mestrão etc, é  o inimigo final de um level ou do jogo todo, neste caso chamado também de chefão final, final boss, entre outros.
     Alguns do chefões clássicos mais conhecidos são: Bowser, conhecido pelos mais antigos como Koopa, do Mario, Doutor Eggman, ou Robotnik para os gamers veteranos, do Sonic, Shao Kahn do Mortal Kombat, M. Bison do Street Fighter, etc.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Assassin's Creed Chronicles Russia: Primeira Gameplay

Vídeo do EngLeo da Cjbr
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Aprendendo com os erros

     Uma das principais lições que aprendi jogando videogame foi aprender com os erros. Já escrevi, em outro texto, que sou um gamer das antigas, mais precisamente da terceira geração de consoles, assim passei a infância sem saber direito o que era "salvar jogo".
      Para quem é mais novo, vale à pena explicar que, nos primórdios dos videogames os jogos, em sua maioria, não salvavam, assim se alguém queria zerar um jogo, deveria jogar horas seguidas. Somado a isso os jogos eram mais difíceis, pois, devido à capacidade limitada dos cartuchos, os jogos eram mais curtos e, para contrabalançar isso, eram mais desafiadores. Para se ter uma ideia até os jogos da Disney, que na teoria eram para crianças, eram bem difíceis, sendo o jogo de "A bela e a fera", por exemplo, um dos jogos mais difíceis da história dos games.
     Tendo isso em mente e lembrando que não era possível salvar, sempre que perdíamos eramos obrigados a começar tudo de novo. Assim pode-se imaginar que a frustração era imensa. Depois de horas jogando ter que recomeçar tudo desde o começo era muito decepcionante, mas passado esse momento de stress recomeçávamos a jogar. Com o tempo aprendíamos melhores formas de passar as fases,ou seja, aprendíamos com os erros passados e íamos melhorando.
     Com o advento do "save" a frustração diminuiu exponencialmente, mas os erros do passado ainda serviam de base para a melhora constante, seja enfrentando um chefe, passando por uma parte mais complicada ou mesmo melhorando as habilidades durante o jogo.
     Aprender com os erros é fundamental. Fazemos isso na escola, no trabalho e na vida de forma geral. Neste sentido, o videogame serve como ferramenta para aprendermos esse conceito e nos tornarmos pessoas melhores ao mesmo tempo que nos divertimos.
 

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Corrida

     Corrida é um gênero de jogos em que o jogador pilota um veículo, competindo contra outros adversários. O mais comum é corrida de carros, mas existem de motos, barcos entre outros.
     Os jogos podem ser simuladores, que buscam ser o mais realista possível como Forza ou com um toque mais casual, como Mario Kart ou Diddy kong Racing, em que podemos usar itens para atrapalhar nossos adversários.

Unravel : Conferindo o Game (2)

Vídeo do Zangado


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Hitman : Testando a Demo (BETA)

Vídeo do Zangado sobre Hitman



Multiplayer

     Multiplayer é o modo em que é possível jogar com mais de um jogador. Isto pode ser feito com os jogadores jogando na mesma tela, em uma visão geral de terceira pessoa, split screen, onde a tela é dividida para cada jogador, em rede local, com plataformas conectadas ou online, utilizando a internet.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Pesadelo - Regressão

Jogo brasileiro da Skyjazgames. Para quem não conhece veja o vídeo do Zangado já postado.
Vamos divulgar para desenvolvermos o mercado gamer do Brasil.
http://pesadelo.skyjaz.com/

Pesadelo - Regressão : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado de jogo brasileiro



Obcecados por videogames

     Depois de escrever sobre os viciados em videogames e o significado positivo disto, vamos para o outro lado. O obcecado por videogames é parecido com os viciados em drogas, felizmente eles são exceção no mundo gamer. Eles deixam de fazer outras coisas importantes, e até mesmo viver em prol de alimentar essa necessidade doentia de jogar.
     Essa questão de ser obcecado por algo vale para qualquer coisa e normalmente é usado como uma fuga total da realidade. Digo total, pois fazer algo para fugir da rotina, uma fuga parcial da realidade, é saudável e normalmente é feita através de um hobby. Já a fuga total seria esquecer todos os problemas por meio de algum artifício sendo o mais conhecido, e o mais danoso, o uso de drogas, incluindo cigarro e álcool, mas existem pessoas obcecadas por coisas aparentemente boas como estudar, fazer exercícios, ler, trabalhar, jogar videogame, etc. Até religião pode ser usada com esses fins.
     Caso você seja ou conheça alguém neste estado, sugiro que procure especialistas na área como psicólogos e psiquiatras, o que, por sinal é recomendável a todas as pessoas, e grupos como os Alcoólatras Anônimos, Narcóticos Anônimos, vigilantes do peso e demais grupos ou pessoas especialistas neste setor.
     Vale ressaltar que, apesar do preconceito que existe com os psicólogos e psiquiatras, é super recomendado fazer terapia. Aquela ideia de que só loucos utilizam os serviços desses profissionais é mentira. Eles tem a função de ajudar a pessoa a se entender e ser uma pessoa melhor. Fazendo uma metáfora gamer, é como um NPC que lhe ensina novas habilidades e aumenta sua experiência e seu level.
     Para finalizar, vale o conselho de sempre buscar o equilíbrio, algo já dito por Aristóteles em Ética a Nicômaco. Tudo que é demais faz mal, mesmo praticas aparentemente benéficas, como dito anteriormente. Devemos buscar ajudar aos outros e a nós mesmos, com os meios já citados, e conversando com pessoas de confiança como família e amigos. Não é fraqueza pedir ajuda.
     Saudações gamers
   

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Lego Marvel Vingadores #02: O que é o Hipercubo / Tesseract? - Xbox One ...

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Viciados em videogame

     Quando era pequeno aprendi que vício era uma coisa ruim. O videogame foi a primeira coisa que eu conheci que a expressão "estou viciado" tem uma conotação boa. Claro que não estou falando daqueles casos extremos em que pessoas deixam de viver para jogar videogame, os obcecados por videogames e assunto para outro texto, e sim daquela sensação que o gamer sente quando joga um jogo que faz com que ele queira um pouco mais. Aquele  em que o cansaço parece se esvair do corpo depois de um bom tempo de jogatina, aquele que faz o tempo voar, aquele que pensamos "depois dessa parte eu paro" e você só para 3 ou 4 partes depois.
     Tal sensação é especial. A relação de imersão em um jogo que supera nossa lógica e libera algo que vem de dentro que nos motiva a jogar um pouco mais e mesmo a sermos melhores, a buscar a perfeição, não por obrigação, mas por prazer.
     Para quem não joga videogame e tem outros hobbies, podemos comparar tal sensação com: ver um grande filme de forma intensa em que perdemos a noção do tempo, devorar um livro para saber quem era o assassino ou se o herói sobreviverá, jogar futebol a tarde inteira sem sentir o corpo doer, escutar todas as músicas do MP3 player esquecendo todos os problemas do cotidiano e assim por diante.
     Apesar da sensação ser parecida, não usamos o termo "viciado" nestas condições. Isto é uma exclusividade do mundo dos games. Um setor com tantas possibilidades que conseguiu redefinir uma palavra pejorativa em algo bom.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Bug

     Bug é uma falha na programação do jogo, como por exemplo personagem atravessar parede, movimentação indevida deste, inteligência artificial que desliga, etc. Muitas vezes tais falhas são engraçadas, muitas vezes postadas no Youtube, e não prejudicam o andamento do jogo, porém existem vezes que o bug estragam o jogo não salvando, travando o jogo, impedindo o uso de um objeto em um quebra cabeça, por exemplo, etc.
     Com o fortalecimento das redes sociais e do mercado gamer, tem-se aumentado o poder dos jogadores, que, sendo mais críticos e exigentes, forçam às empresas a buscarem soluções para essas falhas e aumento da qualidade dos jogos, correndo o risco, caso não o façam, de perder credibilidade e respeito, o que, por sua vez gera prejuízo para elas.

XCOM 2 : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado



domingo, 7 de fevereiro de 2016

Assassin's Creed Syndicate #22: Juno e a Primeira Civilização - Xbox One...

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Para os fãs de Madden NFL

     Hoje à noite teremos a final do Super Bowl, a final da temporada do campeonato americano, um dos maiores eventos dos esportes e de quebra o intervalo com minutos mais caros da televisão, mas que propiciou propagandas memoráveis como a campanha 1984 da Apple e o The Force, da Volkswagen.
     Apesar de nunca ter jogado Madden NFL, que, para quem não conhece, é o FIFA do futebol americano, sendo da mesma empresa, a EA, conheço o jogo pelo nome. Apesar disto joguei o Quarterback, jogo para o Nintendinho.
     Em todo caso fica a sugestão para assistir o jogo, às 21h na ESPN com Everaldo Marques e Paulo Antunes, ou nos cinemas com Rômulo Mendonça e Paulo Mancha. Eu gosto bastante do esporte, por isso a dica. Para quem não conhece vale a pena. Comecei a assistir no Super Bowl 47 e desde lá não parei mais. E tem gente que diz que gamer não gosta de esportes, mas isso é assunto para outro texto.
     Saudações Gamers

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Versão brasileira...

     Finalmente os jogos começaram a sair com dublagem brasileira, algo inimaginável alguns anos atrás, principalmente para os gamers mais velhos como eu. É uma grande conquista , mostrando o potencial do mercado brasileiro.
     Apesar desta conquista alcançada nos últimos anos, nós da comunidade gamer não podemos nos dar por satisfeitos ainda, pois devemos continuar o incentivo à essa pratica, seja seguindo os dubladores nas redes sociais, coisa que nós da Gamerclub NGC já começamos, até  a busca de meios para o desenvolvimento desta prática, pressionando as produtoras de games e os estúdios de dublagem para melhorarem os seus serviços e a qualidade, seja de equipamentos, seja pela escolha de dubladores que combinem com os personagens dos jogos.
     Mesmo se você, caro gamer, não gosta de jogar dublado ou prefere em outro idioma, seja para treinar ou aprender outra língua, seu apoio é importante, para que tenhamos a opção de escolher a versão brasileira, pois isso, além de dar maiores possibilidades de escolha para os games, desenvolve não só este mercado, mas também os dos dubladores e os demais mercados relacionados.
   

Homem-Formiga, o Surpreendente Herói dos Vingadores: Unbox Estátua Iron ...

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Saga God of War - Parte 3/3 (Final)

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Spoiler

     Spoiler é a atitude de contar partes futuras de um jogo, filme, livro, etc. Infelizmente tal prática, em que uma pessoa se sente feliz ao atrapalhar outro ainda é comum . Com a internet e as redes sociais a propagação dessas informações só piorou. Junto com os fanboy as pessoas que divulgam spoiler são os piores males dentro da comunidade gamer.
     A melhor forma de evitar que pessoas que se importam com os outros não cometam spoiler é deixar claro que existe um spoiler no texto ou vídeo a seguir deixando a escolha em seguir em frente ou não para a pessoa que está vendo o material.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

God of War: minha história

     Aproveitando o gancho dos vídeos da saga God of War postados pelo Zangado e que estão sendo postados aqui na Gamerclub NGC, queria contar a minha história com a saga.
     Quando eu estava juntando dinheiro para comprar meu PS2, comecei a procurar nas lojas online jogos para o console e me chamou atenção um jogo com um guerreiro careca, mas não me atentei ao nome do jogo.
     Depois da conquista de comprar meu PS2 em 2007 fui atrás de jogos, encontrei o tal jogo do guerreiro careca e comprei o que descobri ser o God of War 2. Então fui jogar e eu entrei em choque. Primeiro aquela cutscene de abertura com a movimentação do colosso, feições do guerreiro com o nome de Kratos, a música arrepiante e a voz do protagonista que casou perfeitamente. Depois a gameplay em si. Sensacional. Era impressionante. O movimento dos personagens, a ambientação, dublagem, combate com um colosso gigantesco...
     Eu sou um gamer das antigas, mais precisamente da terceira geração de consoles com o meu Nintendo, o Nintendinho e foi um senhor choque, extremamente positivo, ver essa minha paixão chegar à esse ponto de qualidade gráfica visto no PS2 com o God of War 2.
     A grande dificuldade foi, como o console era novo para mim, descobrir o que eram os botões R3 e L3 para liberar a "rage of titans", mas superada essa dificuldade de novato, segui em frente e me tornei fã da série.
     Comprei depois o God of War 1 e  peguei emprestado o PSP para jogar o Chains of Olympus, aumentando a minha paixão pela saga e a expectativa pelo GOW 3.
     O PS3 lançou e não me interessava muito até que eu descobri que o God of War 3 seria lançado com exclusividade para o console, aí a coisa mudou. Surgiu então uma oportunidade de viajem para o exterior e eu tinha dinheiro guardado. Pronto. Depois de uma caçada que fica para outro dia comprei meu PS3 slim e mais uma vez fui surpreendido pelo potencial da nova geração. Logo que voltei de viajem fiz a pré compra do God of War 3 que seria lançado em fevereiro ou março daquele ano, 2010. O jogo chegou e mais uma surpresa. Gráficos impressionantes, história cativante, personagens, sons...Tudo era incrível
     Depois comprei o God of War: Ascension. Bom jogo, início épico, mas o mais fraco e mais bugado da série e primeira, e até agora única, decepção com a franquia. Por fim joguei o God of War: ghost of sparta, quando finalmente comprei o pacote God of War: origins, também excelente.
     De forma resumida, essa é a minha história com os jogos da saga God of War, franquia de que sou fã, mas sem deixar de ter visão crítica, o que ficou claro no episódio do Ascension. Kratos entrou no panteão de personagens épicos e memoráveis dos games e muitas horas foram muito bem gastas me divertindo com esses jogos incríveis e que deram origem à essa primeira crônica.

Saga God of War - Parte 2/3

Vídeo do Zangado


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Perfect no Esquadrão De Caças do Star Wars Battlefront - Xbox One Gameplay

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Puzzle

     Puzzle é o gênero de jogos de quebra cabeça, em que o objetivo é solucionar enigmas e resolver problemas com as ferramentas disponíveis. Tais problemas podem ser a montagem de algo como uma figura em si ou um objeto determinado, localizar um lugar secreto, levar objetos para seus respectivos locais, etc. Um exemplo clássico é o jogo Portal.
     Muitos jogos de outros gêneros utilizam elementos do Puzzle durante a campanha. Um gênero que utiliza muito estes elementos é o Survivor Horror, em que, no meio da tensão, devemos achar objetos e resolver enigmas. Outros jogos que também utilizam esse artifício normalmente são os hack and slash e os RPGs.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Lego Marvel Avengers : Conferindo o Game

Vídeo do Zangado sobre o jogo Lego Marvel Avengers


FanBoy

     No mundo gamer, fanboys, ou fangirls no feminino, são as pessoas fanáticas por um jogo ou por uma plataforma de jogos, os chamados nintendistas, caixistas, sonystas, pcistas, etc. Eles defendem de forma radical, baseada na emoção e não na razão, sem argumentar e considerando seus pensamentos como verdades absolutas, discutindo e até ofendendo quem pensa diferente.